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Estou na Romênia. Transilvania. =D
*mau humorada* Vamos, alegre-se enquanto ainda tem vida para isso.
*suspiro* Bem... Vamos aproveitar, ne... Já que provavelmente terei meu sangue sugado até a morte ou vire uma vampira. Epa! Como é ser uma vampira bruxa? Bom, deixa isso pra lá. Olha só o Carlinhos Weasley. *acena* Onde será que estão os dragões?
Agora, vou viajar mais uma vez. *me concentro em Brasov. Aparato*
Ok, aqui estamos. E... Lá está ele... O castel de Bran... O meu fim.
Antes de morrer vou registrar o lugar, pelo menos eu morri fora do Brasil.
Link com imagens de Brasov:
http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://i300.photobucket.com/albums/nn38/aledemmer/Brasov/bbr01.jpg&imgrefurl=http://www.skyscrapercity.com/showthread.php%3Ft%3D657500&usg=__BHdAgbnRxTnKwHtWw2Vinnj-6tw=&h=800&w=600&sz=169&hl=pt-BR&start=13&um=1&tbnid=ZOdtU_xGfPuICM:&tbnh=143&tbnw=107&prev=/images%3Fq%3Donde%2Bfica%2Bo%2Bcastelo%2Bdo%2Bdracula%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26um%3D1
É agora...
*vou andando lentamente pela região montanhosa da Romênia Central*
*a cada passo, mais me aproximo do sombrio castelo... da morte*
*ouço uivos, bater de asas, sons estridentes*
*suspiro*
*quando estou quase na porta, vejo um... morcego?... dormindo de cabeça para baixo*
*continuo andando*
*o morcego abre seus grandes olhos assustadores e vem voando em minha direção*
*saio gritando e correndo feito uma louca*
*depois eu paro abismada comigo mesma*
Peraí! Eu sou uma bruxa ou não sou?
*viro-me para ela, mas... ele sumiu*
*rezando baixinho, volto o meu caminho para tentar chegar ao interior do castelo*
*quando estou na porta central, esta abre sozinha, o que aumenta ainda mais o meu medo*
*um arrepio, e não é de frio, percorre minha espinha*
*entro*
Olá? *ouço o eco da minha voz*
*limpo a garganta*
Senhor Conde?
*eco*
Ufa...
Ok... Só mais uns registros.
Link - interior do castelo:
http://www.joaoleitao.com/viagens/2007/07/05/fotografias-do-castelo-bran-castelo-do-dracula-na-transilvania-romenia-2001/
*quando até me esqueço de onde estou... Ele aparece, mas está no escuro, então só vejo o vulto, mas só pode ser o dele, quem mais eu encontraria no castelo do Conde Dracula a não ser o Conde Dracula*
- O-o-o-o lá... E-eu sou San-sandy, Sandy C. –C. Pó-Potter. *engulo seco*
*ele sai do escuro e para meu horror... está com sangue na boca... contenho o grito*
*pelo menos ele já comeu, acho q ñ deve estar c fome*
*sua voz grave, apusada, ecoa pelo castelo*
- O que quer?
- Eu... Sou de.... Bem, eu sou, anh *quase chorando* Não sei bem quem sou... *respiro* Es-estou ten-ten-tando consegui um –um emprego num jor-jornal, e me mandaram aqui p-pra *engulo seco de novo* Buscar algumas informações.
- Vc não é caçadora de vampiros?
*voz falhando, igual o Rony quando ele vê aranhas*
-Nã-não, senhor. Nem sei cm se caça vampiros.
-Hum! *pausa. Isso não e bom* Não tenho certeza que esteja falando a verdade, como devo me prevenir, terei que mata-la. Que tipo é o seu sangue?
*pior que o Rony*
- É-é A po-positivo. Mas... Eu não sou uma caçadora de vampiros, juro, uma pessoa esta desaparecida, e eu só queria saber se o Senhor pode me ajudar a encontra-la.
*sarcástico* - Quem foi o louco que te mandou até mim para procurar desaparecidos?
*falo o nome num tom baixo, furioso* - Red. *mais calma* *vou dando passos lentos para trás* - Tem razão. Loucura. Eu vou indo. Desculpe-me incomodar.
- Na vai não.
-Não vou? * prendendo o xixi*
- Vc parece falar a verdade.
- Pareço? *como é?!*
- Vou ver o que posso fazer por vc.
- Vai? *mais impressionada ainda*
- Pq está repetindo td o q falo?
-Estou? Quer dizer... Obrigada.
- Venha.
*meio desconfiada, eu o acompanho até uma varanda, mais sombria que o salão. Sentamo-nos à mesa*
-Deseja alguma coisa?
*sem acreditar* -E o senhor tem alguma coisa para me servir?
*malicioso* - Sangue.
*estomago embrulhando* - Não, obrigada.
- Sabe, tenho um estoque aqui, mas percebi que está faltando o tipo A Positivo.
*volto a parecer com o Rony* - É?
- É.
- O Senhor Conde não iria gostar do meu sangue, é ralinho o bichinho, eu... Eu tenho anemia.
- Tem?
- Sim, tenho, e das ruins!
- Ainda assim acho q dar p sentir o sabor.
*olhos saltando da órbita* - Certamente, não dá.
- É *ele ainda parece considerar* - Bem, vamos ao que interessa. O que quer saber?
*abro minha mochila magicamente alterada para caber coisas em grande quantidade e tiro dela minha pena de repetição rápida*
- E que uma pessoa muito importante está desaparecida há algum tempo, não dá notícias, então resolveram anunciar o fato no jornal do castelo, eu disse que tbm moro num castelo?
- Mora, é?
Vejo que o conde está interessado na minha pena se movendo sozinha.
- Esta é minha pena de rápida repetição. Economiza tempo, sabe.
- E ela escreve tudo q estamos falando?
-Sim.
- Sem alterações?
- Bom... É... Eu acho que sim.
- Ela é mágica?
- Sim, de onde eu veio, lá td é mágico.
- Hum.
*limpo a garganta*
- Então, cm eu dizia, ela sumiu e acabou levando consigo a corujinha do autor do jornal, o Feiticeiro de Plantão. Ninguém sabe sobre o paradeiro de nenhuma das duas.
- Já li este jornal.
- Gostou?
- Na verdade, não. Aquele apresentador de 5ª fala de tudo,mas nada que seja do meu interessa. Nada... Sobre mim *ele foi bem sugestivo no final da frase. Eu entendi assim: da próxima vez ou ele fala sobre mim ou vai se ver comigo*
- Pra falar a verdade, Senhor Conde, essa idéia já foi discutida.
- Oh! Então... Eu fui mencionado entre vcs.
- Sim.
- Pq não executaram a idéia?
*solto um pigarro*
- Sabe como é que é, não é td dia q entrevistamos um... Uma pessoa tão importante cm o senhor, Senhor Conde. Hj foi aberta uma exceção, eu vim sem mt preparo, sem aviso, pq, cm já disse, sumiu alguém q tem algo q queremos.
- Hum... *o conde passa o dedo no queixo, parecendo analisar a situação* - Quem sumiu?
*da mochila, tiro uma foto da Lore*
- Esta pessoa. Chama-se Lore Weasley Potter.
- A Senhorita Potter? Lady Lore?
*muito intrigada*
*o conde de repente mostra-se mais alegre, descontraído*
- O Senhor a conhece?
- Na verdade, não. Nunca a vi. Mas leio uma história de sua autoria. Muito boa, eu recomendo. Chama-se Como Tem Que Ser. Ler esta história é o meu 2º passa-tempo preferido. Meu 1º é sugar sangue.
*engulo seco*
- A propósito, sabe do capitulo 26?
- É isso! A Lore sumiu, levando consigo toda a esperança da nação de ver o capitulo 26 e uma corujinha inocente. Precisamos encontrá-la!
- Sinto, mas não posso ajudar. Não sei onde pode estar a lady Lore.
*suspiro cansada*
- Imaginei isso. Mas o cara que me deu essa missão é o que pode me consegui um emprego, então... *suspiro* É meio louco, sabe. As coisas mais improváveis habitam em sua cabeça vazia.
- É aquele apresentador de 5ª, não é?
*assentindo deprimida*
- Ele mesmo.
- Quer que eu o morda?
*fazendo gestos rápidos com a mão* - Oh, não, não, claro que não, prefiro ele assim, sem dentes afiados e sem gostar de sangue. Oh, por favor, não me leve a ma, não é nada pessoal. Não tenho nada contra dentes afiados e gosto por sangue. Mas é que o Red for transformado, ele pode adquirir poderes. E já não é fácil lidar c ele e sua varinha, imagina...
- Entendo.
- Entende?
- Sim.
*ele está... sorrindo?!
- Anh... Obrigada.
*acena com a cabeça*
- Bom... Eu ainda não sei da Lore...
- Eu não sei onde ela está. Pensando bem...
*animada* - Sim?
- É só uma suposição.
- Pode falar.
- Ela pode estar agora preparando o capitulo 26, escondida em um farol sombrio, frio, no meio do mar, com uma ventania muito forte agitando as águas, impedindo a chegada de qualquer ser humano comum. E quanto a corujinha, ela poderia ser um portal p chegar até a lady Lore, por esse motivo, ela a mantém prisioneira, até terminar o que começou.
*cara de quem diz: vc não vai com a minha cara?* - Certo... Huuumm... Então, eu vou levar esta suposição para o jornal. Vai ver mandem vasculhar os faróis. Será q é aquele q a família Dursley levou o Harry, para mantê-lo longe das cartas q as corujas entregavam?
*agora é vez do conde me achar louca*
- Hãn?
- Ah, não, nada. *aperto a mão dele* Eu já vou indo, Senhor Conde, obrigada por tudo, pela atenção, por ter me recebido no seu lindo castelo, por gostar da fic, e pela informação sobre a Lore *penso: e pelo principal, não ter mordido meu pescoço*
*ela solta a minha mão* - Sabe, eu pretendia deixá-la ir. Mas é que... Estou começando a perder o controle....
*passo a mão no meu pescoço* - Mas, Senhor Conde! E a Lore? E o 26? *pausa pra pensar rápido* - O Senhor não disse q gostaria de ser comentado lá no jornal?
-Hum. E vc consegue isso?
- Sim! *pensando: espero* - Posso falar com a chefia de lá. Uma entrevista exclusiva com o Conde Drácula. O que acha?
- Bom! Muito bom!
*voltando a respirar* - E então?
*ele demora uma eternidade p responder, c certeza pensando nos 15 minutos de fama ou em cm me encontrar se a entrevista não acontecer*
- Ok. Deixo vc ir. Até pq não poderia mata-la antes q terminasse de ler a história da lady Lore. Ninguém pode morrer antes disso. E, além do mais, vc está a procura do 26. Isso, para mim, é de grande utilidade. Mas não esqueça de falar c aquele apresentadorzinho. Eu quero estar neste jornal. Ao vivo, e a cores. De preferência, vermelho.
*me recuperando, minha voz sai num sussurro quase inaudível* - O... Obrigada.
-Espero um agradecimento maior.
*ainda sussurrando e torcendo p seja verdade* - Terá.
- Agora vá. *pausa* - Antes q eu mude de idéia.
*rapidamente jogo minha pena e o caderninho na mochila, jogando-o em seguida sobre o ombro*
Vou andando rapidamente até a saída do castelo, seguida pelo conde q parece estar flutuando. Parece? Não, ele está.
A porta do castelo abre-se p mim e antes de dar o passo q vai me levar de volta a vida, viro-me para ele e pergunto.
- Senhor Vampiro... Senhor Conde... Eu tenho uma curiosidade, assim, pequenininha, uma perguntinha de nada...
- Outra? Mas eu já disse que não sei nada sobre essa Lore! Apenas q ela escreve mt bem!
- Na verdade... A pergunta é sobre o senhor.
- Sobre mim? *empertiga-se contendo o orgulho* Que quer saber?
- Se o senhor trabalhasse, qual seria sua ocupação?
Ele ergue uma sobrancelha. E com a voz ainda mais grave, responde.
- Assaltante de bancos de sangue.
- Certo... Bem... Então... Tchau.
Enfim, o ultimo passo. Agora é só sair das terras de Bran, aparatar e, quando chegar em casa, esganar o Red! |