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Carta enviada por Clarice Palles em 23 de outubro de 2009.
MISSÃO: Ir à Amazônia.
OBJETIVO: Procurar J.K.Lore.
RELATÓRIO:
O primeiro problema observado era como fazer para chegar até meu destino, já que só se pode aparatar onde se conhece. (Lembra? Destino, Determinação e Deliberação?) Pois é. Fiquei horas pensando como resolver isso, até porque meu editor não quis me ajudar nesse assunto. Acho que ele estava mais preocupado com o tempo. Algo sobre frio e neve.. como se nevasse no Brasil... Humpf! Tudo bem! Para minha sorte, meu pai é não-mágico e por isso tenho em casa um aparelho eletrônico chamado computador, que funciona como uma lareira, e resolvi utilizá-lo para procurar imagens e lugares da Amazônia onde eu pudesse aparatar.
Fui então ao Google, (hum... finjam que vocês sabem do que eu estou falando porque não tenho tempo de explicar como funciona a Internet e os websites.) no campo de busca digitei: ÍNDIOS BRUXOS AMAZÔNIA
Resultados 1
Os Amambiquaras é uma raça de índios quase extinta na região norte...
Não tem e-mail nem recebem corujas... tsctsc...
Segunda tentativa: ÍNDIOS MÁGICOS
Nenhum resultado encontrado.
Coloquei meus miolos mágicos para funcionar e tive uma ideia: ÍNDIOS ESQUISITOS
BINGO! (Expressão trouxa para expressar felicidade ao acertar uma ideia louca)
Resultados aproximadamente 18.500 para ÍNDIOS ESQUISITOS AMAZÔNIA.
Fui para a página das duas primeiras tribos indicadas pelo site.
A primeira era dos Aidostrouxasquechegaremperto. Tentei a comunicação por coruja e por telefone. Não recebi resposta.
A segunda página era dos amantesdanaturezaedamagia. Consegui contatá-los por coruja. O pajé-chefe, Filacão-Centauro, foi muito atencioso e receptivo. Disse que eu poderia aparatar lá que ele mesmo me receberia para conversarmos. Arrumei minha pequena bolsa (ao contrário da Sandy) e fui.
Assim que aparatei, Filacão me recebeu com toda a pompa, como se eu mesma fosse chefe de alguma tribo. Assim que me apresentei como correspondente do FP, passei a ser recepcionada como se fosse Morgana! Até roupas e presentes recebi. O pajé disse que gosta bastante do jornal, preferia quando ele era NS, mas que “curte o atual formato também”.
-Obrigada! Meu editor ficará muito feliz!
-Por nada. Acredite, é sincero!
-Vou transmitir o recado para ele.
Ele sorriu.
-Bom, Filacão. Estou aqui porque nossa querida autora, JK Lore sumiu há várias semanas. Nem mensagem por patrono ela tem enviado. Nós, e todos os leitores da CTQS, ficamos preocupados e montamos uma equipe de investigação e busca formada por aurores, inomináveis, repórteres, bruxos comuns, trouxas e até mesmo elfos. Então vim aqui para saber se algum de vocês viu ou sabe do paradeiro dela.
Emocionadíssimo, ele disse:
-Senti mesmo falta dela. Sei desse rumor de que ela sumiu. Mas infelizmente não a vejo há algum tempo, um mês, um mês e meio mais ou menos. Ela faz visitas regulares à sua tia-tataravó Joane-Aranha.
-Hum... E essa seria?
-Minha esposa. Lore esteve aqui por dois dias e disse que voltaria à casa dela para que pudesse terminar o capítulo 26. Parece que ela foi pedir conselhos à tia.
-Parece?
-Sim. Elas conversam com portas trancadas e vários feitiços para não serem perturbadas.
-Hum. E ela não sabe da Lore?
-Não.
-Eu poderia falar com ela?
Silêncio.
Devo ter feito uma cara muito decepcionada, porque Filacão imediatamente mandou chamar seu afilhado, Orus-Tom. Assim que o rapaz chegou, o pajé disse
-Orus é formado em feitiços e especialista em pessoas desaparecidas. Ele vai te acompanhar na sua jornada pelas outras tribos e pela Floresta à procura da nossa estimada autora.
-Nem sei como agradecer por isso. Realmente não saberia como procurar a Lore por esse Floresta enorme.
-Por nada. Estarei ali na minha cabana à sua disposição sempre que precisar!
-Obrigada!
Virei para Orus:
-Podemos ir?
-Claro, estou à sua disposição.
Partimos... Passamos pelas tribos de animagos e o chefe Onça me disse que não tinha visto Lore. Foi assim também na tribo dos indiosfantasmas, dos botos-rosas, das vitórias-régias, dos micos leões dourados, enfim de todos os bruxos-índios que viviam escondidos na Floresta.
Fomos então para os índios que se passavam por não-mágicos. Os Tupinambás, Tupis, Guaranis, Oiapoques... Nenhum deles tinham visto a Lore nos últimos 6 meses.
Claro que todos se dispuseram a nos ajudar e saíram pela Floresta para procurá-la. Decidi então ir para Belém enquanto Orus ia para o Pantanal. Ele me manteria informado de sua viagem.
Mas antes quando cheguei em Belém, percebi que não era ali que J.K. Lore estaria. Como não pensei nisso antes? Sou tão ingênua..
Aparatei novamente na tribo amantesdanaturezaedamagia. Fui direto à oca de Joane. Ela me esperava sentada na porta com um sorriso no rosto.
-Você demorou menos do que esperava. Achei que iria ao Pantanal, depois em Belém e somente depois voltaria aqui.
- Se isso for um elogio, obrigada.
-Foi um elogio.
-Então?
-Sinto muito.
-Por que?
-Porque ela disse que não pode ser encontrada agora.
-Por que?
-Porque ainda está terminado o cap. 26 e sabe que se der notícias do seu paradeiro e não do cap. algumas pessoas vão querer azará-la.
-Que pena... Queria voltar com alguma notícia.
-Infelizmente não posso te ajudar. E não adianta vir para cá novamente porque ela já levou todas as coisas, inclusive o manuscrito do cap. E disse que só voltará a me ver quando já tiver postado.
*Suspiro*
-Coitada de você...... É, fazer o que, né? Viagem perdida...
Ela sorriu para mim.
-Obrigada, Joane.
Ela continuou sorrindo para mim.
E então outro click se fez (Isso quer dizer que entendi outra coisa).
-Er, Joane... eu posso fazer uma pergunta?
-Acredito que o que você queira saber vá gastar mais de uma pergunta.
-Você vai me responder se eu perguntar?
-Claro que sim.
-Oba!
Sentei novamente com meu bloquinho na mão e comecei a conversar com Joane-Aranha....
STATUS DA MISSÃO: Cumprida!
STATUS DO OBJETIVO DA MISSÃO: Não Cumprido!
Obs: Será que alguém saberia sobre o que conversei com Joane? =P
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