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7. Tudo depende do ponto de vista


Fic: Você tem tudo que eu sempre quis - DM I HG - NC17- Cap 14 ON


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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     Ao entrarem na sala, se deram conta de que todo o corpo docente estava presente no pequeno escritório. A diretora se dirigiu até sua cadeira e se sentou, quase que ao mesmo tempo em que começava a falar:


-Como podem ver, eu e o restante dos outros professores temos de comunicar a vocês algo mais importante do que, simplesmente, os horários de suas rondas ou compromissos assim. Este ano nós decidimos que os alunos do 7º ano precisam de certo auxílio quanto à responsabilidade como adolescentes.


-Como assim, Diretora McGonagall ? – perguntou Hermione, dando um passo a frente.


- Neste primeiro mês, Senhorita Granger, os alunos dos 7º anos serão responsáveis por desenvolver um trabalho um pouco mais complexo e real do que vocês estão acostumados. A nota atribuída a este trabalho será reproduzida em quase todas as matérias, pois desenvolverá habilidades diferentes das quais vocês estão acostumados a ter de desenvolver. Sendo assim, passo a palavra para a nossa enfermeira, Madame Pomfrey.


-Bom dia, Monitores. Não sei se os senhores tomaram conhecimento de uma das minhas funções quanto à enfermaria, mas nos últimos 3 anos a busca pro poções contraceptivas tem aumentado estrondosamente, e a irresponsabilidade dos nossos alunos tem chamado a nossa atenção. Durante a guerra o sentimento de “aproveitar os últimos dias” era quase que geral e o número de ex-alunas que acabaram engravidando após o fim desta guerra cresceu mais do que nos anos anteriores.


-O nosso receio –interrompeu a professora Trelawney- é de que as nossas visões para o futuro de vocês acabem sendo perturbadas pelas complicações de ter que lidar com a paternidade ainda na juventude.


-Trelawney está correta – completou Minerva- pode parecer uma causa desnecessária aqui dentro, mas até alguns pais tem cobrado uma pequena mudança nesse sentido no ensino em Hogwarts, principalmente os pais de alunos nascido-trouxas. Esse é um problema que ocorre em larga escala no mundo trouxa e, uma vez que nosso mundo está cada vez mais conectado com o deles, resolvemos que as mesmas lições devem ser aplicadas para evitar que esse problema acabe ocorrendo em larga escala aqui também.


-Mas, Professora – começou Adam – Como um simples trabalho de escola vai ajudar a criar consciência na cabeça desse povo ?


-Nossa, Adam... Qual foi a parte do “trabalho complexo” que você não entendeu ? Provavelmente teremos de ler muitos livros e tentar conseguir informações do mundo trouxa.


-É com prazer que informo que está errado, Sr. Malfoy – disse a diretora – Assim como no mundo trouxa, receio que os resultados que esperamos não serão obtidos se fossemos oferecer a vocês apenas um trabalho teórico. Portanto, como queremos que tenham acesso a uma realidade falsamente verdadeira, vamos juntar quase todas as matérias e, cada uma, irá avaliá-los em um quesito.


-Diretora, com sua licença, como exatamente vocês pretendem criar uma situação falsamente verdadeira? – perguntou Hermione, temendo que seus pressentimentos fossem verdade.


-Através de uma poção, que já foi regulamentada pelo Ministério, Senhorita Granger. Ela foi desenvolvida por vários mestres de poções e estará sendo usada, simultaneamente, em todas as escolas de magia e bruxaria do mundo. Para proporcionar mais segurança a vocês, alunos, foram retirados quaisquer riscos de efeitos colaterais...


-Mas o que exatamente vão dar para a gente beber ? –perguntou Marcos, assustado com as palavras de McGonagall.


-A fórmula não será revelada a vocês, Sr. Gwercman. Mas que pergunta...- respondeu Minerva – E se os Senhores me deixassem terminar de explicá-los o que acontecerá não teriam de me interromper com perguntas desse jeito! Horácio, a palavra é sua.


-Obrigado, Minerva. – começou Slughorn – A poção será ministrada a vocês logo na primeira aula de Poções marcada no calendário de vocês. Por exemplo, Sra. Granger e Sr. Malfoy receberão a poção no próximo horário, e Sr. Gwercman e Sr. Versignassi receberão no horário seguinte. Os efeitos da poção são bem simples. Ela foi criada especialmente para não alterar nada em quem a toma, e sim criar uma realidade acerca de quem a toma, ou seja... Todos os alunos septuanistas, no dia seguinte após a tomarem, terão a vida alterada por certa de dois meses. O que vai acontecer é que essa poção será responsável por trazer até os dias atuais seus futuros filhos, assim como os trouxas chamam de holograma. Porém essa será uma experiência real, onde uma criança de verdade chegará até vocês, o exato retrato dos teus filhos, e os senhores terão de tomar conta deles exatamente da mesma forma que teriam de fazer caso se encontrassem nessa situação.


-Mas deixar uma criança, um bebê na responsabilidade de adolescentes inconsequentes é quase que uma falta de responsabilidade das autoridades que permitiram isso! A maioria de nós não vai dá-los a mínima atenção!


-Senhorita Granger, entendo a sua preocupação, mas prefiro ignorar o fato de que nos acusou de faltar com responsabilidade. – Respondeu Minerva – Não se esqueça de que são apenas efeitos da poção e, apesar de apresentarem uma situação extremamente real, incluindo choros, necessidades físicas, sentimentos e tudo mais, após o período de dois meses essas crianças se desfazem da mesma forma como surgiram.


-Então vocês nos dão certeza de que eles não sofreram com o descaso de alguns dos alunos?


-Fique tranquila, Senhorita Granger. Nós estamos aqui para apresentar uma atividade instrutiva a vocês. – respondeu Madame Pomfrey -  Mas caso aconteça com as crianças, como quedas ou qualquer outra enfermidade, essas apresentarão os mesmo sinais e necessitarão dos mesmos cuidados como precisariam se fossem reais. Para isso podem recorrer a ajuda da enfermaria sempre que for necessário. Com o tempo, a intenção é que essas deixem de ser apenas falsas para se tornarem uma preocupação real para vocês.


-Sendo assim, mais alguma dúvida, Monitores ? –perguntou Minerva.


-Onde esses bebês ficaram, Diretora ? –perguntou Malfoy.


-Após o fim das aulas do dia, quando retornarem até seus quartos, seus filhos já estarão em seus devidos berços. Para vocês, que possuem uma pequena cozinha acoplada a seus apartamentos, colocamos a disposição também um pequeno reservatório de todo o alimento necessário para satisfazer os pequenos, incluindo o leite, as papinhas e as vitaminas. Também iremos fornecer as fraldas, fraldinhas de boca, banheira para o banho, talco, algodão, um pequeno enxoval e, como dito antes, o berço nos quais eles deverão dormir. Suas necessidades são reais e não devem ser ignoradas, portanto os berços serão dispostos em seus quarto, ao lado de suas camas e terão de levá-los consigo a todo o momento, inclusive durante as aulas. Todos os alunos terão um berço para seus filhos, a diferença é que os dos outros alunos ficarão lado a lado, já que os dormitórios das salas são comunais.


-Isso foi genialmente preparado, não foi? – Perguntou Hermione, encantada com a ideia de poder conhecer pelo menos um de seus futuros filhos.


-A situação agora é a seguinte, Senhores.- continuou McGonagall – Vocês ficarão responsáveis por reunir os alunos de cada uma de suas  casas em suas respectivas salas comunais e explicar exatamente o que foi explicado aqui para vocês e, caso alguma questão diferente das levantadas aqui surja, por favor, peçam aos alunos que se dirijam até mim. Agora, vocês tem 1 hora até a primeira aula, portanto peço que se apressem.


-Com licença, Sra. McGonagall – começou Malfoy – Srta. Granger e eu precisamos relatar um pequeno problema à Senhora.


- Portanto fiquem, vocês dois. O restante de vocês pode sair, Muito Obrigada!


 


    Assim que os professores se retiraram pra suas devidas salas de aula junto com Marcos e Adam, Malfoy e Granger se sentaram nas duas cadeiras a frente da mesa de Minerva, e então foi Draco quem começou a falar:


-Ontem, assim que nós entramos no banho, algo muito estranho aconteceu e...


-COMO ASSIM ? Como assim, “nós entramos no banho, Sr. Malfoy” ? – perguntava, assustada, a diretora, enquanto olhava com olhos assustados e ameaçadores para os dois alunos. Mas foi Hermione quem respondeu primeiro.


-Não, Diretora... A senhora não entendeu! NUNCA, JAMAIS, eu e Malfoy “tomaríamos” banho juntos – respondeu Hermione como se não acreditasse no que Minerva tinha entendido.


-Ecaaa, Sr. McGonagall... nunca mesmo! – disse Malfoy, se remexendo desconfortavelmente na cadeira que ocupava- Só a hipótese já me dá nojo !


-A mim também! – gritou Hermione, não disposta a se deixar ser passada para trás – Imagina, o cérebro dos meus filhos nasceria danificado pela água oxigenada e...


-QUEM aqui falou em filhos, Granger ? Por Merlin, grade seus sonhos para si mesma !


-CHEGA SENHORES! –ordenou McGonagall – Vejo bem o porquê de terem tantos problemas, mas confesso estar bem mais aliviada em saber que se odeiam tanto, desde que isso não afete seus compromissos como monitores, é claro. É preferível esse ódio a um possível romance entre vocês dois! – Minerva passava as costas da mão direita sobre a testa, demonstrando estar realmente aliviada, como se mais alguma coisa naquela história a tivesse tirando a tranquilidade.


-O que aconteceu, Diretora, foi que eu estava tomando meu banho tranquilamente, no meu quarto, que fique bem claro, quando Malfoy fez alguma coisa e estalos começaram a sair das paredes até que a água ficou fria de repente.


-E eu posso contar exatamente a mesma história, Diretora. Porém fui eu quem estava tomando banho quando ela fez algo que fez com que a água ficasse gelada!


-Antes que comessem a discutir sobre quem foi o culpado disso tudo, tenho receio de que tenha sido apenas um problema com o sistema de água, provavelmente o sistema eletrônico. Como sabem, a reconstrução de Hogwarts contou com a ajuda de alguns especialistas trouxas, então terei de contatar a pessoa responsável do ministério até que esse problema se resolva. Acho que amanhã já não terão mais problemas quanto a isso.


-Bem, obrigada Sra. Diretora, espero mesmo que o problema esteja resolvido pela manhã.


-Com licença, Diretora... Mas minha primeira aula será poções, então tenho de me apressar par achegar até as masmorras e conseguir contatar o restante dos alunos, então... preciso mesmo ir.- Pediu Malfoy, se limitando a se levantar da cadeira.


-Licença concedida, Sr. Malfoy. Confio em você para que transmita aos outros alunos a mensagem correta, tudo bem?


-Sim Senhora. – O menino respondeu e se dirigiu para a porta, que fez um pequeno estalo ao se fechar depois de sua saída.


 


    Hermione sabia que tinha de fazer o mesmo. Juntar os poucos alunos septuanistas seria fácil, mas queria passar mais um tempo com os amigos antes de ser obrigada a prestar atenção na aula. Já que teriam de tomar conta de seus supostos filhos, esses momentos de descontração entre amigos se tornaria mais raro. “Como aquelas meninas conseguem conciliar escola, tarefas, vida social e tantas outras coisas com a educação, criação e toda as necessidades que um filho precisa?” Pensava a morena, sem bem entender como faria para conseguir dar conta de tudo.


-Parece bem pensativa, Senhorita Granger... O que anda perturbando a sua mente? – perguntou Minerva, muito mais parecida com Dumbledore do que poderia imaginar.


-Ãh... eu apenas tenho de sair também, Diretora. Também tenho de comunicar os meus amigos sobre a nova tarefa.


-Hermione, não se preocupe. Sei que se sairá muito bem neste trabalho, menina. Mesmo tendo somente a idade que tem já mostra os traços de amadurecimento necessários para ser uma pessoa capaz de criar um filho. Mas, por favor, tenha a mente no lugar, tudo bem ?


-Mais é claro que sim, McGonagall. Eu nunca seria capaz de estragar as oportunidades que tenho de vida e desenvolvimento após a escola com uma situação assim...


-Bem, não me leve a mal, mas todos já tínhamos notado seu envolvimento com o Sr. Weasley e, com a guerra tendo acabado, tivemos receio de alguns ânimos exaltados ou algo assim.


-Agora eu que asseguro Diretora. A senhora pode ficar tranquila quanto a mim e Rony. Nós realmente não nos envolvemos e tenho receio de que nem iremos. Somos de personalidades extremamente diferentes, então as chances disso acontecer, principalmente agora, são minúsculas.


-Sim, entendo...- disse Minerva, visivelmente preocupada, ou, pelo menos, minimamente abalada com a notícia -  Mas parecia ser tão claro a todos, desde pequenos. Bom, agora a única certeza absoluta que terei perante a Senhora, além de seu futuro brilhante fora desta escola, é que nunca haverá envolvimento de qualquer cunho romântico com o Sr. Malfoy. Isso já nos trás uma profunda tranquilidade quando a vocês dois dividirem um quarto, hahaha.


-Claro que sim, Diretora. Pode ter certeza disso... – ela riu, mas parou para pensar um movimento e decidiu remexer em uma questão que varava sua mente desde o dia anterior- Se me permite Professora, não que eu esteja duvidando do teu julgamento, mas, realmente confia que Malfoy não esteja mal intencionado e que sua família realmente se desligou de qualquer comportamento duvidoso ?


-Veja bem, Granger. A família de Draco se redimiu publicamente e não teve uma participação tão ativa na guerra. Sim, a mansão foi usada como esconderijo e sei até mesmo que a Senhorita foi torturada lá dentro, mas, tente não levar para o pessoal. Na primeira oportunidade que tiveram, Lucius e Narcisa fugiram da guerra por considerarem o bem estar de sua família o mais importante. Inclusive foi, por esse bem estar que foram obrigados a continuar relacionados com a organização de Voldemort.


-Mesmo assim, Diretora. Eu não estou realmente conformada com essa situação e...


-Hermione, pare por um minuto e pense bem. Sei o quanto Potter, Weasley e você mesma sofreram com essa guerra. Tudo foi realmente desnecessário. Mas pense por um minuto em tudo que o Sr. Malfoy sofreu também, as oportunidades que lhe foram tiradas, as obrigações que fora forçado a cumprir e o tipo de ambiente no qual cresceu, as pessoas com que conviveu. Não acha que esse é o mínimo de sorte que ele tem para tentar retomar a sua vida de uma forma normal, longe das trevas ?


    Hermione não pôde achar palavras depois de ouvir aquilo. Ela nunca tinha parado para pensar realmente na vida que o menino Malfoy tinha tido. Menino, porque ele vivera essa realidades desde que nasceu e, sinceramente, não devia ser fácil ser submetido a esse tipo de berço. Da mesma forma como Harry não tivera a oportunidade de viver em uma família feliz e correta, Malfoy também não tivera. Por alguns segundos ela se sentiu abatida e até checou a possibilidade de que, se um dia, Malfoy não tivesse tido a vida que teve então ele poderia ter crescido sem seus ensinamentos puro-sangue ou sem se tornar um idiota egocêntrico e, quem sabe, ter se tornado um amigo.


-Menina, de uma chance ao coração de alguém que cresceu entre a guerra por todos os dias. Todo mundo, por mais difícil ou demorado que seja, tem e merece a chance de mudança.


-Obrigada, Professora McGonagall. Obrigada mesmo. Eu juro me segurar quando quiser matá-lo novamente, pode ser ?


-Hahaha, pode sim, Senhorita Granger. Eu ficaria muito grata se realmente se segurasse. E, por favor, segure ao Potter e ao o Weasley também! – disse a diretora em meio a uma risada contida- Vamos, eu lhe acompanho até a porta.


 


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Hey Guys *-----* 



Mais um capítulo e, junto com ele, mais uma música. A propósito, nem todos os capítulos terão músicas que combinem com a história, ok? Ficaria muito difícil e, como sou muuuuuuito viciada em rock pesado e heavy metal, minhas referencias de músicas mais suaves são beeeem limitadas. Será que assustei vocês com o Titio Alice Cooper no outro capítulo? Espero que não *-----* Sabe, a fic é bem novinha, mas, mesmo assim, ainda me sinto falando sozinha aqui “// Quem quiser fazer uma leitora feliz já sabe como, não éh ?


E, falando nisso, mal posso esperar para que a leleu_mione comesse realmente a ler a fic, minha única leitora que deixou comentário. O quão triste é isso ? mimimi

Começando a escrever o próximo capítulo agora. Se não conseguir postar ainda hoje eu posto amanhã, ok ?
Beeeeeeeijos e boa leitura *----*


 


Nox!

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Comentários: 1

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Enviado por Jess Mesquita em 08/06/2012

Tô amando a sua fic... vou para o próximo capitulo...

Nota: 4

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