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14. O sermão


Fic: O diário de Hermione Granger


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Claro, eu não poderia me esconder para sempre na casa dos pinguins. No fim, acabaram apagando as luzes e dizendo que estava na hora de fechar. Guardei o diario na mochila e saí do zoologico como todo mundo. Peguei um ônibus para o centro e voltei para casa, onde tinha certeza que iria receber um SERMÃO de mamãe.
O que não contei foi com a possibilidade de receber os DOIS, ao mesmo tempo. Era a primeira vez que isso acontecia.
- Onde foi que você esteve, mocinha? - quis saber ela, sentada na cozinha com papai, o telefone entre eles.
- Nós estavamos loucos de preocupação. - disse papai.
Pensei que fosse ficar de castigo em casa pelo resto da minha vida, mas tudo que eles querem saber era se eu estava bem. Garanti que estava e pedi desculpas por ter feito essa sujeira com eles. Eu simplesmente precisava ficar sozinha, disse.
Eu estava realmente preocupada, com medo de que acabassem comigo, mas nem de longe fizeram isso. Mamãe tentou me obrigar a comer um pouco de macarrão, mas eu não quis, porque tinha sido temperado com molho de carne. Meu pai, nesse momento, se ofereceu pra mandar seu motorista ao Nobu comprar um prato de peixe, mas tudo que respondi foi:
- Pra dizer a verdade, papai, tudo que quero é ir dormir.
Depois, mamae botou a mão na minha testa, rosto, pescoço, pensando que eu estava doente. Isso quase me fez voltar a chorar. Acho que meu pai se lembrou daquela minha expressão no Plaza porque de repente, tudo que disse foi:
- Helen, deixe-a em paz.
Para minha surpresa, mamãe fez exatamente isso. Então fui para o meu quarto, fechei a porta, tomei um banho quente e demorado, vesti meu pijama preferido, o de flanela vermelha fria, encontrei Bichento debaixo do sofá, onde tentava se esconder do meu pai (ele não gosta muito de papai), e fui dormir.
Antes de pegar no sono, ouvi meu pai falando durante muito, muito tempo, com mamãe na cozinha. A voz dele era grossa, como de um trovão. De certa maneira, ela me lembrava a voz do capitão Picard em Jornada das Estrelas: a Nova Geração.
Papai, pra dizer a verdade, tem muita coisa em comum com o capitão Picard. Sabe como ele é, ele é careca e tem que mandar numa pequena população.
Exceto que o capitão Picard dá sempre um jeito de tudo acabar bem no fim do capitulo e eu sinceramente duvidava de que alguma coisa fosse acabar bem pra mim.

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