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9. A doença


Fic: O diário de Hermione Granger


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Aconteceu uma coisa muito esquisita. Voltei da escola para casa e encontrei mamãe. Tinha uma expressão estranha no rosto e, em seguida, começou:
- Preciso ter uma conversa com você.
Ela não estava mais cantarolando e nem havia cozinhado nada, então, tive certeza que era coisa séria.
Eu andava com alguma esperança de que vovó estivesse morrido, mas sabia que tinha que ser coisa muito pior do que isso, e fiquei preocupada, pensando que alguma coisa havia acontecido com Bichento, como se tivesse engolido outra meia. Na ultima vez que ele fez isso, o veterinário cobrou mil galeões para tirar a meia do intestino delgado dele e ele andou pela casa com uma expressão estranha no rosto durante quase um mês.
Bichento, quero dizer. Não o veterinário.
Mas descobri que a coisa não tinha nada a ver com meu gato. Era sobre papai. A razão porque ele havia continuado a telefonar era que queria dizer que tinha acabado de descobrir que, por causa de um câncer, não poderia mais ter filhos.
Câncer é uma coisa assustadora. Por sorte, o tipo de câncer que meu pai tinha era fácil de curar. Os médicos tiveram apenas que cortar a parte cancerosa e, em seguida, ele passou a fazer quimioterapia e, após um ano, mais ou menos, o câncer não voltou.
Infelizmente, a parte que haviam cortado era o...
Não gosto nem de escrever isso.
O testículo.
VULGAR!
Acontece, que quando o cara tem um dos testículos removido e em seguida faz quimioterapia, é muito grande a probabilidade de se tornar estéril. E era isso que meu pai tinha acabado de descobrir.
Mamãe disse que ele está realmente arrasado. E vamos ter que ser muito compreensivas com ele agora, porque homens têm necessidade e uma delas é a de sentir que é capaz de fazer filhos.
O que eu não compreendi foi: qual é o grande problema? Para que ele quer mais filhos? Ele já me tem! Claro, eu só o vejo no natal e nos verões, mas isso é suficiente, não é? Quero dizer, ele anda muito ocupado no governando Mônaco. Não é brincadeira fazer com que um país inteiro, mesmo que só tenha uns dois quilômetros de comprimento, funcione direitinho. A única coisa para a qual ele tem tempo, depois de mim, são as namoradas dele. Ele sempre tem uma nova namorada. No verão, quando vamos para o castelo da vovó na França, ele sempre leva a moça da vez. Elas ficam sempre babando com as piscinas, as cachoeiras, os 27 quartos, o salão de baile, a adega, a fazenda, e a pista de pouso.
Uma semana depois, manda a moça passear.
Eu não sabia que ele queria casar com uma delas e ter filhos.
Quero dizer, ele nunca se casou com a minha mãe. Minha mãe diz que isso aconteceu porque, na época, ela rejeitava os costumes burgueses de uma sociedade que nem mesmo aceitava as mulheres como iguais aos homens e se recusava a reconhecer os direitos dela como pessoa.
Eu sempre pensei que meu pai nunca a tivesse pedido em casamento.
De qualquer modo, ela me disse que papai chega amanhã a Londres de avião para conversar comigo sobre esse assunto. Não sei pra quê. Quero dizer, o assunto não tem nada a ver comigo. Mas quando eu disse a ela:
- Por que papai tem que voar essa distância toda até aqui para conversar comigo sobre o fato de que não pode ter mais filhos?
Ela ficou novamente com aquela expressão estranha, começou a dizer alguma coisa, mas depois parou.
Em seguida, disse simplesmente:
- Você vai ter que perguntar a seu pai.
Isso não é nada bom. Mamãe só diz “Pergunte ao seu pai” quando eu quero saber alguma coisa que ela não tem vontade de me dizer, como o motivo por que as pessoas matam às vezes os próprios filhos e por que os americanos comem tanta carne vermelha e lêem muito menos do que os habitantes da Islândia.

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