Estavam num amplo terraço onde havia a sombra de árvores frondosas e o cheiro suave de algumas flores. Podia-se ouvir o som de flautas e harpas em um ritmo calmo, que embalava as memórias de épocas de paz e de grandes amizades distantes. Não havia uma mesa entorno da qual pudessem sentar, mas diversas cadeiras foram dispostas em um grande círculo. Eram todas feitas de madeira e palhas trançadas, e possuíam espaldar alto e curvas ergonômicas. Haviam ainda quatro cadeiras muito similares, porém de proporções menores, nas quais estavam acomodados os quatro anões mais importantes do grande grupo que se instalara no castelo. Nas demais cadeiras encontravam-se todos os bruxos visitantes e alguns dos elfos que foram à Toca, além de Tári, Camthalion e Elladan. Quando todos estavam confortavelmente acomodados, Tári começou.
-No dia de hoje, retomo a missão de meu marido, aquela que lhe custou a vida, e assim, começo a cumprir a promessa que lhe fiz há alguns anos. – Ela observou cada um dos presentes e deixou seus olhos se demorarem um pouco mais no rosto de Harry. – Não posso dizer que me agrada retomá-la principalmente porque assumi-la coloca em risco uma paz alcançada à duras penas pelo meu povo. Uma paz que foi recentemente instaurada e que por isso ainda mantém muitos corações inflamados e acorda razões e preconceitos adormecidos... – Ela fechou os olhos e suspirou pesarosamente. – Também não irei, pelo menos não por enquanto, contar-lhes como e onde conheci Alvo. Este não é o ponto central de nossa reunião.
Tári se levantou e começou a andar ao redor do círculo formado pelas cadeiras.
-Há alguns anos, quando Sibila Trelawney profetizou o nascimento daquele que enfrentaria Tom Riddle, Alvo soube o tamanho do perigo que o suposto bebê correria. Dedicou grande parte de seu tempo, talvez todo ele, em encontrar as possíveis crianças e protegê-las. Isso tudo vocês já devem saber e se não sabem, não irei explicar agora. Ele se dedicou a descobrir que espécie de poder essa criança teria que Tom não poderia ter ou desenvolver. Foram anos de pesquisa durante os quais ele ainda teve que se dedicar à proteção do escolhido por Tom e às conseqüências do final da primeira parte dessa grande guerra. Da mesma maneira, teve que se dedicar a aprender o máximo possível sobre tudo que Tom pudesse achar sedutor, ou seja, tudo que fosse voltado para as Artes das Trevas e ainda se manter incorruptível. E isso, devo alertá-los, talvez seja o maior dos desafios de quem estuda as Artes das Trevas profundamente.
“Enquanto podia ficar com meu povo, ele estudava com afinco os milhares e milhares de livros escritos através dos Milênios por Elfos tanto daqui da Terra quanto de Valinor. A mim, cabia acompanhá-lo à distância, pois nesses assuntos eu não deveria me envolver. Estava há pouco tempo na liderança de meu povo e a vida dos Homens, com exceção de meu marido e de alguns outros raros que conseguiram achar o caminho de meu coração - disse isso olhando com suave ternura para Minerva e Hagrid. - não me importava.”
Parou de costas para o grupo, encostada numa bela murada de pedra que havia ao redor de todo o terraço. Contemplou o lago e continuou.
-Mas Alvo, em sua infinita paciência e sabedoria, conseguiu me envolver em sua teia. Uma grande e forte teia de argumentações bem fundamentadas, e conhecendo-me da maneira como eu mesma jamais pude, envolveu-me numa promessa. A promessa que cumpro agora, junto daqueles que sempre tiveram para com ele o respeito e o amor que ele merecia e sempre vai merecer.
Tári, então, virou-se para Harry que a observava atentamente. Seus olhos se encontraram e, por um momento fugaz, ele pode ver simpatia. Então, ela retomou seu discurso.
- Em toda a sua existência, em cada noite de sonhos bons ou ruins, eu estava com você, Harry Potter, cumprindo a promessa que fiz a Alvo no ano em que você e Neville Longbottom nasceram. Velei muitas das suas noites de sono e quando sua ligação com Tom Riddle se tornou intensa, logo após seu retorno, cuidei para que esse acesso passasse despercebido pelo menos para ele. Mas quando ele descobriu o elo, trabalhei para que seus acessos fossem menos dolorosos. Durante sua infância, impedi que sua revolta contra aqueles que te criaram dominassem seus sentimentos e amenizei, sempre que possível, sua dor e desespero durante suas noites de sono agitado. É por isso que ao olhar para mim ou ao ouvir o som de mim voz você têm essa sensação de familiaridade. Jamais permiti que você se lembrasse dos sonhos que lhe provi para que suas desconfianças não fossem despertadas, principalmente porque eu desejava que jamais precisasse me revelar para você.”
Ela desviou o olhar do garoto e virou-se novamente para o lago e permaneceu em silêncio por alguns momentos.
“Não desejo sua gratidão, Harry Potter, pois a mim você não deve nada. Tomei parte de sua vida por meio de Alvo e o que quer que eu tenha feito, fiz por amor a ele, não por você.”
Silêncio. Nenhuma das pessoas seria capaz de quebrar o silêncio que se instalou no terraço. Harry sentia o sangue latejar-lhe nas têmporas com o sentimento de rejeição ou indiferença que escorria das palavras da elfa. Uma raiva surda brotava de suas entranhas a cada palavra que se repetia em sua mente. Não precisava de alguém que lhe embalasse o sono e muito menos alguém que o fizesse por obrigação! Como o diretor pode se envolver com uma criatura tão prepotente como ela?
- No que se dizia respeito a mim e a Alvo, a razão da mente não era capaz de interceder. – Tári respondeu seus pensamentos como se fosse completamente normal. – O amor possui diversas facetas, assim como todos os sentimentos intensos. Apesar de nunca o considerarmos racional, o amor nada mais é que a racionalização de nosso coração. – E virando-se novamente para o garoto que a encarava com uma fúria gelada, concluiu. – O amor, Harry Potter, como Alvo sempre lhe disse, é o poder que você tem e que poderá destruir Tom, principalmente porque você é capaz de ouvir todas as vozes de seu coração, ou de sua alma. Mesmo aquelas que você deveria calar.
Eles se encaram por mais alguns momentos e Harry percebeu que ela sabia muito bem como andavam suas emoções.
- Essa é a minha missão, a minha promessa, Harry Potter. Ajudá-lo a compreender e utilizar esse poder e para isso, você deverá ficar comigo até o momento em que eu o julgar pronto.
Uma gargalhada debochada foi ouvida. Harry ria e ao mesmo tempo olhava com descrença para a Elfa a sua frente.
-Você, – e olhou com um meio sorriso para Camthalion. – ou seja, a Senhora – e fez uma meia reverência com a cabeça - é uma excelente humorista. Não poderia ter ouvido uma piada melhor numa manhã como essa.
A temperatura caiu no terraço e o olhar de Tári caiu sobre o garoto pesadamente. – Eu não lhe obrigarei a aceitar minha orientação. Na verdade, será apenas um favor que você me faz.
- Minha Senhora! – Disse Elladan se levantando.
-JÁ CHEGA! – Disse Harry no mesmo momento em que Elladan levantara. – Eu não tenho que ser ridicularizado cada vez que falo com essa...
Mais uma vez espadas foram desembainhadas e arcos e flechas postos em posição de ataque, e novamente bruxos se levantaram com as varinhasem posição. Atémesmo os anões chegaram a levantar seus machados, talvez por reflexo ou talvez por se sentirem também ofendidos. Harry já tinha, em sua loucura e nervosismo, apontado sua varinha para Tári com os olhos brilhando de raiva.
Elladan, o único que não havia desembainhado a espada, andou em direção a Tári. Colocou-se em sua frente e disse.
-Abaixe a varinha, Harry Potter. Controle-se!
-Estupefaça! – Em sua loucura, antes que pudesse racionalizar o que estava fazendo, Harry lançara um azaração sobre Elladan, mas sua intenção era atingir a elfa prepotente.
Porém, antes que Harry pudesse imaginar o que viria a seguir, já estava no chão, com a espada de Camthalion em sua garganta. A voz melodiosa de Tári soou levemente aflita e preocupada no momento seguinte.
- Abaixem as armas!Camthalion! Elladan...- Ela se agachou ao lado do jovem elfo que estava no chão - Tragam-me Ireth e mande-a trazer suas ervas medicinais. Elladan? Está me ouvindo?
Harry levantou a cabeça com dificuldade, pois havia um corte em seu pescoço. Ele pode ver Elladan caído em uma posição estranha, desconfortável. A diretora se postava ao lado de Tári e Luna segurava a outra mão do jovem elfo caído.
Em alguns minutos Elladan já havia sido removido e Balrin, que havia se mantido em silêncio até aquele momento disse.
-Minha prezada Senhora! Gostaria de poder dizer algumas palavras.
Tári estava de costas, perdida em seus pensamentos, com os braços colocados sobre a muralha, olhando o movimento de alguns elfos na beira do lago. Camthalion estava ao seu lado, porém olhando para Harry com os maxilares tensos e os olhos com expressão indefinível. Ela virou rapidamente a cabeça, olhou para uma bela escultura próxima a entrada do terraço - a obra de arte parecia-se muito, pelo que os bruxos presentes suspeitavam, com Dumbledore jovem - e respirou fundo.
-Fique a vontade, meu amigo Balrin.
-Obrigado, minha Senhora. – Disse o Mestre Anão e tomando fôlego, continuou. – Harry Potter, eu devo a Alvo Dumbledore não só a minha vida como a de meu filho mais novo e de meu sobrinho. Meu irmão, Ivaldir, não pôde vir, mas pediu a mim e a seu filho que o representasse.
“Houve uma guerra entre os anões, há aproximadamente 400 anos, que havia sido provocada por um grande saque, um roubo de heranças, entre dois grandes Senhores Anões, irmãos de sangue. A família se dividiu e com ela os amigos e todo o povo. Essa guerra se prolongou anos e anos a fio, e depois de trezentos anos já não sabíamos por que guerreávamos. Em uma das batalhas, há quase 100 anos, eu e meus familiares fomos cercados dentro de uma de nossas minas. No salão em que nos refugiamos havia uma saída secreta, uma passagem muito pequena e estreita que apenas meu filho, Baldur, conseguiria passar. A passagem desembocava próxima a uma floresta élfica que, para nossa alegria hoje, era Mithlien onde meu filho pediu ajuda. Os elfos não costumavam nos ajudar e nem nós a eles, mas Dumbledore se condoeu com o pedido de meu filho, que na época era uma criança ainda, e resolveu sozinho nos ajudar. Tári e alguns de seus amigos, entre eles meu caro Camthalion, não deixaram o grande bruxo ir sozinho e acabaram nos resgatando.”
“Mas ele não parou por aí. Procurou saber o porquê que essa guerra ainda se arrastava e resolveu junto comigo e meu irmão fazer uma força de paz. O pai de Tári, Lúthien, então Senhor de Mithlien, resolveu selar uma aliança com os anões que participariam dessa força.”
“Talvez vocês não saibam, mas Lúthien além de Senhor de Mithlien, era o mais bem cotado Elfo para suceder o então Líder do Conselho Élfico. – Com um sorriso na direção da Senhora de Mithlien, ele continuou. – Isso quer dizer que ele conseguiria com sua idéia convencer grande parte dos povos élficos ainda residentes na Terra. Se não fosse todo esse apoio, que se originou da bondade e bom senso do jovem Alvo Dumbledore...”
Hagrid deixou uma lágrima escorrer de seus olhos negros e perder-se em sua barba. Minerva olhava a escultura da entrada do terraço com pesar. Os demais bruxos olhavam para o anão com surpresa, pois não tinham idéia de quantas coisas Alvo Dumbledore fora capaz de fazer em toda sua vida. Então, aproveitando a pausa do anão, Moody resolveu se pronunciar.
- Perdoe-me, Senhora Tári e Senhor Balrin. Tenho algumas dúvidas e gostaria que me esclarecessem.
-Com prazer, Alastor Moody. – Disse Tári fazendo um rápido meneio com a cabeça.
- Primeiramente, por que Potter deve ficar aqui com a Senhora? Está claro que os problemas só irão se acumular entre vocês. Não estou recusando ajuda, até porque não estamos em posição de negá-las, mas talvez fosse melhor que Potter recebesse as instruções algumas vezes na semana e retornasse para a Toca. Lá já temos um bom esquema de segurança montado. – Disse observando o Comandante de Mithlien atentamente, demonstrando sua característica desconfiança em relação às competências de quem não conhece.
- Sua sugestão com relação à periodicidade seria considerável se eu tivesse condições de transitar tanto tempo entre os dois mundos, porém essa opção não é viável. Minhas obrigações não podem ser deixadas de lado. Ele deverá ir comigo para Mithlien.
Harry já estava pensando em abrir a boca, mas Tári continuou.
- Quanto às instruções, elas não serão ensinadas como em uma aula. O amor é, antes de tudo, um sentimento, portanto subjetivo. O aprendizado dependerá muito mais dele do que de qualquer mestre. E antes que me julgue ainda mais prepotente, Harry Potter, eu não sou uma mestra nessa arte, mas por algum motivo Alvo insistiu para que eu lhe ajudasse pessoalmente.
“De qualquer maneira, Harry Potter não deverá ir sozinho. Vocês podem, e alguns devem acompanhá-lo, mas devo deixar claro que não permitirei idas e vindas. O meu povo vive há milênios em um local livre da influência gananciosa e natural do Homem. Esse local, como vocês devem imaginar, é protegido e só pode ser manipulado pelos Senhores Élficos. Eu, portanto, tenho o poder de ir e vir, mas não posso passá-lo a mais ninguém. Esses elfos que estão aqui vieram para me proteger e me ajudar e, sendo assim, voltarão junto comigo.”
“Para finalizar, Alastor Moody, duvido que Harry Potter ou qualquer um de vocês estarão mais protegidos de Tom Riddle em qualquer outro lugar do que entre os elfos, apesar dos problemas que ainda temos que lidar.”
- Senhora Tári, quando Harry estaria pronto? – Perguntou a diretora com um pouco de receio.
-Nãotenho essa resposta, Minerva.
- Olha! – Harry exclamou derramando sarcasmo em suas palavras. A raiva ainda borbulhava incontrolável dentro de si e sua consciência ficara nublada pelos seus sentimentos tão intensos e explosivos. – Finalmente alguma coisa que a grande Senhora de Mithlien não sabe! Estava começando a achar que Deus se aconselha com a senhora!
Desta vez não ouve alvoroço. Uma luz extremamente ofuscante emanou dos olhos de Tári e então, de todo seu corpo. Um vento estranho, forte e frio, que carregava inúmeras folhas amareladas da floresta formava um pequeno rodamoinho entorno dos presentes. Algumas nuvens se formaram rapidamente encobrindo o sol e gerando uma escuridão semelhante àquela que precede as grandes tempestades. Então, com uma voz metalizada envolvida por ecos que se sobrepunham uns aos outros, a Senhora Élfica disse.
- Já basta, garoto tolo! Sua insolência não será mais tolerada. Não há sobre a face da Terra ou na Terra dos Valares um único ser vivo que ousou falar com a Senhora de Mithlien dessa maneira e esteja no mundo dos vivos. Não há motivos para orgulhar-se! – O tom de sua voz retumbava nos ouvidos dos presentes e cresceu em prepotência e rancor. – Você, que só respira graças a bondade de um semelhante, às intermediações e ao poder dele, não tem motivos para orgulhar-se. E hoje está prestes a recusar a única oferta de ajuda que realmente lhe valerá no futuro. Insistirei mais uma vez, e apenas mais uma, em nome da vida que eu e meu marido vivemos juntos. Em nome da promessa que lhe fiz quando você, ignorante criança, respirou pela primeira vez! Minha tolerância chegou ao fim! Diga agora, perante mim e seus amigos, se aceitará minha oferta de ajuda, sabendo que deverá seguir minhas instruções sem o direito de reclamar!
O vento aumentou de força e intensidade e os presentes já tremiam de frio. Ela finalmente mostrara sua força e poder. Harry tentou levantar-se, mas era jogado no chão, de joelhos e sentia suas costas arquearem, prostrando-se aos pés dela.
- Diga!
A voz da elfa que até alguns segundos atrás era tão doce e musical, entrava em seus ouvidos como facas afiadas e penetrava na sua alma, aumentando a dor e o remorso que sentia. Imagens formavam-se em sua mente e sensações tomavam seu corpo, Voldemort em todas elas. O medo que sentira e sempre sentia perante ele, a dor de suas maldições, o pânico ao descobrir que havia sido enganado e que Sírius morrera, o poder que emanou de seu corpo e expulsou Voldemort quando este o possuiu... Se Dumbledore realmente amara essa elfa ela tinha que ter alguma coisa de bom. Mas por que tanta humilhação e tanta raiva? Por que se sentia tão nervoso e descontrolado na presença dela? Por que tinha sido tão teimoso? Por que ela...
-Diga agora!
O vento cessou, o calor começou a irradiar entre eles timidamente, as nuvens começaram a desaparecer e Harry não estava mais sob aquela força que o forçava a prostrar-se.
Mas ele não se levantou e disse com a voz tremida, com simplicidade e sem ironias ou sarcasmos.
-Sente prazer em me humilhar, Senhora?
-Não sinto prazer em humilhar você ou qualquer outro ser, Harry Potter. – Sua voz voltara a ser suave e musical e ganhara um toque de ternura. – Preciso da sua resposta.
-Sim e duvido que ela poderia ser outra. – Disse ainda encarando o chão.
-Levante-se! – Ordenou com a voz firme, mas sem o rancor de instantes atrás.
-Tári, posso falar com a senhora em particular? – Perguntou Hagrid.
-Não, Rubeo. Eu sei o que você quer me dizer. Eu não estou passando dos limites com o seu garoto. Esta é a primeira e talvez uma das mais importantes lições que ele precisa aprender. – E virando-se para Harry. – Se me vê como inimiga, deve me respeitar como tal. Não subestime uma pessoa que mal conhece e jamais julgue conhecer totalmente uma, seja quem for.
Harry levantou-se sem levantar os olhos na direção da elfa. Ela não havia lhe falado com seu tom habitual, altivo. Respirou profundamente e a encarou.
Um elfo que Harry havia visto no dia anterior servindo o jantar apareceu no terraço.
-Sim, Ringëril. O almoço já está pronto? – Perguntou Tári para o jovem.
-Sim, minha senhora. Podemos servi-lo?
-Sirva, meu caro. Vamos todos, depois continuamos está reunião. O mais importante já foi decidido.
*************************************************
Pessoal, me perdoem não ter postado no fim de semana! Além de ter sido meu níver (heheheh) não conseguia acessar a floreios!
Quanto ao cap, bom, era importante para poder dar-lhes algumas resposta, mas alguns dos assuntos ainda vão ser melhor explorados!Espero que gostem e não odeiem muito a Tári...huahuahuaha
Agradecimentos especiais ao Rubeo que me deu várias dicas e deu uma olhada no meu cap antes!!!Muito obrigada pela força (pela milésima vez!!!) Rubeo! Suzinhaaaaaaaaaaaaaaaa, não se preocupe, eu entendo a correria louca pela qual vc está passando!!!!hauhauhauhauhMas ainda sim, me deu vários toques para eu prestar atenção!!! hehehehe
Comentários
Lis_Strange: Realmente, garota, o começo tava bem morninho....mas começo é muito difícil de fazer....não dá p/ já começar pela idéia...hehehehe. Muito obrigada pelos comentários sobre os elfos e os pitis do Harry. Ele vai melhorar e muito... É só o que posso adiantar...huahuahuauha. Bjks
Ginny_Weasley_Potter: Que bom que você não vai parar de ler!!!!!!!!!!! Huahuahuahuhuauha, a Tári é prepotente, mas tem bom coração...hehehehehe e o Harry logo logo se acalma (espero...ele anda criando vontade própria!) e a Gina...bem ela é uma das minhas personagens favoritas....vamos ver o que aguarda por ela!....Bjks
Suzinha: Muuuuuuuuuuuuito obrigada pelo Feliz Aniversário!!!!!! Adorei você ter vindo aqui também!!!!hahahahahah, pena que não deu p/ fazer uma espécie de busca pelo tesouro, mas ainda assim valeu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Quanto a Gina e O Harry, você sabe bem como é a personalidade deles, né?Vamos torcer...eles mandam até em mim!!!
Rubeo: Rubeo!!!!Muito obrigada pelas dicas e pela força (denovo!). Esse cap saiu ainda hj graças a você também!!!!!!!!! Beijos e espero o cap 8 da sua fic, viu?????????