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20. A festa “secreta”


Fic: Amores Imperfeitos - Universo Alternativo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 20

A noite chegava e com ela, Angelus parecia extremamente ansioso. Passara à tarde atrás de Penélope, a qual não conseguiu falar por causa do jogo. Agora, seu estômago dava pulos de animação toda vez que vinha a lembrança do beijo, parecia um animal enorme que tentava fugir do seu peito até que Andrew o encontrou no dormitório, com o olhar perdido olhando pela janela a vista da floresta.
-Ei cara, ta todo mundo perguntando por você. Não vai descer?
-Depois. – Falou Angelus, sem animação.
Andrew caminhou pelo dormitório, desviando de algumas embalagens de estalinhos que estavam no chão e puxou uma cadeira para se sentar ao lado do amigo. Ficou em silêncio por alguns segundos pensando detalhadamente no que iria falar.
-Você ta assim por causa da Penny, não é?
-Ela nem me procurou no jogo. – Angelus falou com um jeito de desapontado e ao mesmo tempo confuso. – Achei que estava tudo dando certo.
-Com essas meninas, não adianta “achar”, você tem de ter certeza. – Andrew encorajou – Você gosta ou não gosta da Penélope?
-Gosto... – Falou Angelus parecendo uma criançinha morrendo de vergonha. – Bem... Eu gosto muito dela, mas sei lá. Ela às vezes parece gostar de mim, outras vezes parece que quer arrancar meu fígado e comer no jantar. Eu não entendo! – Se indignou.
-Calma se não você fica doido com isso. – Andrew deixou escapara um riso. – Pelo que a Clearency me conta, é porque você faz algumas “mancadas”, entende ?
-Não, não entendo.
-É que a Penélope tem medo de você ao querer brincar com ela. Acha que você não mudou.
-Mas eu mudei. Eu deixei de fazer coisas por ela e ela não vê isso?
-Ta certo, mas é que sua fama com as garotas não seria sua melhor coisa pra se mostrar pra ela. Ela não ta interessada se você beijou todas as garotas do sexto ano da Grifinória, ou quando umas das colegas da Corvinal ficam conversando sobre quando você ficou com alguma delas. Ela acha que você não é capaz de gostar de ninguém.
- Mas eu já disse que amo ela. – Angelus pareceu desesperado.
-Mas no dia seguinte ela viu você e a Lehust conversando na entrada da Torre da Grifinória.
-E o que é que você quer que eu faça arranque minha língua para não falar com nenhuma garota?
-Não.
Angelus parou olhando pro amigo sem entender o que falava. Foi quando deu um sorriso e continuou.
-Você tem que falar tudo que você sente pra ela. Sem vergonha, sem besteira de que vão ficar falando, sem medo nenhum. – Andrew falou confiante. – Vai por mim, faça o que ela gosta, tente surpreender. Deixe ela sem acreditar que é você.
-Às vezes eu acho que você é doido, sabe.
Os dois riram por um longo tempo até Andrew conseguiu convencer Angelus de demonstrar tudo na festa do Van, hoje à noite. Angelus desceu as escadas para a sala comunal, muito charmoso. Usava uma camisa de botão, com um suéter por causa do frio. A calça de tecido parecia aveludada, mas nada muito chamativo, tudo bem claro para não chamar atenção. Era incontrolável, as garotas olhavam ele seguir o caminho para o corredor do castelo deixando o queixo cair levemente pela visão. Ele estava pronto para conquistar definitivamente o coração de Penélope.
No sétimo andar, no corredor onde havia uma tapeçaria carcomida pelas traças de duas bruxas horrendas, não se ouvia nada nem os passos de alguns alunos que caminhavam ali. Ursula, depois de muita insistência proferiu um feitiço silencioso no chão, assim Filtch jamais pensaria que os alunos caminhavam por ali. Angelus, naquele momento, batia na porta do que era a sala secreta, e em alguns segundos Damian abriu a porta revelando que ali dentre todos os que foram convidados dançavam sem parar ao som da banda “As Lobas”. Uma banda compostas por garotas onde os pais eram todos lobisomens, por isso, elas tinham um ar lupino.
O povo dançava bem na frente do palco e os que preferiam conversar, se jogavam em puffs e sofás conjurados, que ficavam um pouco mais distantes da barulheira. Uma grande mesa foi montada do lado oposto, repleta de guloseimas, supostamente feitas pelo elfos do castelo, que todos sabiam que Van tratava muito bem.
Em meio a confusão de gente, o capitão da Grifinória, foi saudado pela turma que já tinha se acomodado em um grande sofá e alguns puffs em volta de uma mesinha.
-Angelus! – Van chamou erguendo um copo de cerveja amanteigada. – Grande jogo! Grande jogo! Senhoras e Senhores ao nosso futuro craque de quadribol.
Todos aplaudiram e assobiavam para comemorar outros haviam trazido bandeiras do time, balançando enquanto cantava o hino da Grifinória, até Clearency dar um cutucão em Van e olhar feio.
-Van! Você é da Corvinal. Tinha que estar com raiva dele no mínimo.
-Ah... Mas ele é bom. Eu vou fazer o que? – Riu com cinismo, Van.
Todos riram na roda, até Angelus lançar os olhos em Penélope. Estava linda, usava um vestido xadrez vermelho de alça, quase colado ao corpo. Não usava quase nenhuma maquiagem, mas se via um brilho diferente nos lábios. Angelus olhava com um sorriso terno, analisando cada detalhe dela, e aquilo parecia que a fera, novamente queria sair do seu peito, um frio percorreu sua espinha e ele se viu, pela primeira vez encabulada, pela forma que ela olhava para ele. Ela se afastou e deu espaço para ele sentar ao seu lado. Aquilo parecia algo além da realidade.

- Linda! Simplesmente Linda! !- disse Angelus olhando diretamente em seus olhos.
- Obrigada! – respondeu Penélope sentindo seu rosto vermelhar e abaixando os olhos para fugir do contados dos olhos dele.
- Te procurei o dia inteiro. – disse Angelus. – Não estava fugindo de mim não é?
- Não. Eu estava me arrumando para a festa! – respondeu Penélope prontamente. – O que você queria falar comigo? – perguntou no notando que agora era ele que não a encarava nos olhos e sentiu uma hesitação.
- Bom, vamos para com essa enrolação. Já perdemos tempos de mais. Eu quero saber se você quer..
- Oi Angelus! Parabéns! Grande jogo!- disse Damian. – Estou atrapalhando alguma coisa? – perguntou Damian olhando para Angelus que estava com o rosto fechado e balançava a cabeça em sinal de positivo.
Prontamente Van apareceu e o puxou pelo braço.
-Esta louco? Quer morrer? Não notou que o Angelus está preste a se declarar e pedir a Penny em namoro? Ele já ia pular no seu pescoço se você ficasse mais algum segundo lá. Você esta me devendo uma bebida eu acabei de salvar a sua vida. Hahaha. – disse Van sorrindo para o amigo e levando-o até próximo aos outro que por algum motivo não tiravam os olhos de lá.

- Bom, o que eu estava falando é que eu já falei que estou apaixonado por você e que eu nunca senti isso por ninguém mais. Quero que você fique comigo aqui e para....
- Claro eu fico com você no baile. - Disse Penélope interronpendo Angelus – Eu prometo que danço com você.
- Não. Não só no baile. Eu quero que você que comigo sempre. Eu quero que você seja a minha namorada, por que eu te amo. Você aceita? – perguntou Angelus segurando nas mão de Penélope e olhando fixamente para o seu rosto, tentando adivinhar a sua resposta.
- É! Eu vou pegar uma bebida, volto já.
- Mais você não me respondeu. - falou Angelus mais já era tarde ela estava muito distante para escutar suas palavras.

Ao ver Penélope se afastando de Angelus e dirigindo-se a mesa de ponche Clearency correu em sua direção.

- E ai? O que ele disse? – perguntou Clearency notando que a amiga estava tremendo ao colocar ponche em uma copo.

- Ele me pediu em namoro. – respondeu Penélope sem tirar os olhos do copo.

- E o que você respondeu?

- Nada. Eu vim pegar um pouco de ponche.

- Segura isso para ela Clear. Vamos Penny eu quero dançar essa musica com você. - interrompeu a conversa Angelus que havia se aproximado das duas sem que Penélope tivesse notado. Neste momento a banda começara a tocar uma musica mais lenta, Angelus colocou sues braços em volta da cintura de Penélope que estava abraçada em seu pescoço e com o rosto bem colado ao seu.

- Sim. disse Penélope bem baixinho.

Angelus abriu um sorriso bem discreto e continuou dançando sem se importar com as pessoas em volta.

- Olha só acho que eles estão em uma festa só deles. – afirmou Andrew

- É. Ainda bem que eles assumiram os sentimentos deles, logo o ano ira acabar.

- Eu sei mais não vamos pensar nisso agora. Venha acho que esta na hora da nossa festa começar. Me de o prazer desta dança. - disse Andrew puxando Clearency pela mão e rondando-a em direção a pista de dança.

- É. Acho que está na hora de começar a aproveitar a festa. – disse Van. – Ei que tal uma dancinha Ursula?

- Com você? Nem que minha vida dependesse disso. – respondeu Ursula com rispidez. O Damian já me chamou para dançar. – Esnobando ele.

- Quem? Aquele Damian ali? – perguntou Van apontando para o amigo que estava indo em direção a uma garota da Lufa-lufa que estava sentada em uma mesa no canto do salão e que parecia muito sozinha.

- Eu não acredito que ele me deixou aqui sozinha
.
- E ai? Vai querer dançar comigo ou vai ficar aqui sentada sozinha?

- Está bem. Mais sem gracinhas eu vou logo avisando.

- Sem problemas. Eu prometo que vou me comportar. Hehehe! – respondeu Van com um sorriso malicioso no rosto.

O que eu estou fazendo? Perguntava-se Damian ao se aproximar da menina. Eu nunca fui de fazer isso. Bom seja lá o que for não vou ficar sozinho na mesa. Ao se aproximar da menina Damian conseguiu reconhecê-la era Emma Delaney, uma menina loira de olhos tão azuis que eram praticamentes cinzas, tinha um sorriso lindo que ele já havia notado a muito tempo mais não tinha coragem de se aproximar, mas talvez inspirado por Penélope finalmente iria ate ela.

- Oi, Emma! O que você está fazendo aqui sozinha?

- Esperando você vir me convidar para dançar. – respondeu Emma com um sorriso gentil em seu rosto o que deixou Damian corado.

- Ok! Vamos dançar. – respondeu Damian pegando na mão da menina e conduzindo-a para a pista de dança.

A pista de dança estava cheia, muitos casais se formaram rapidamente ninguém estava muito a fim de perder o que seria a ultima festa do ano já que os exames finais começariam em poucos meses e para a turma do sétimo ano seria o período de maior responsabilidade. Após as primeiras musicas a animação era total sem professores a vista e os monitores claramente não se preocupando com os alunos a festa acontecia com a maior tranqüilidade nenhum dos alunos estava disposto a fazer qualquer truque ou brincadeira fora que ao serem convidados para a festa foram claramente avisados de que se os fize-se seriam expulsos da festa e sofreriam as conseqüências. Ao terminar a seqüência de musicas mais lentas os casais foram saindo da pista de dança em direção as mesas onde agora iam se formando grupos pequenos de alunos.

- Angelus, Penny estamos aqui! – gritou Clearency enquanto acenava para o casal de amigos.

- E ai! O que estão achando da nossa festa? – perguntou Van.

- Esta muito boa Van. Dessa vez você se superou. – afirmou Damian que estava caminhando em direção ao grupo e de mãos dadas a Emma.

- Damian! Vejo que ate você conseguiu uma companhia para acalmar esse coração, não!?. – brincou Van, todo pomposo.

- É mesmo, e quem disse que o menino era tímido, não perdeu tempo hein?! Hahaha!!! – completou Angelus.

- Rachael, esses são os meus amigos, Angelus, Penélope, Andrew, Clearency, Van e Ursula. Pessoal essa e Emma Delaney.

- Bem vinda à turma Emma. – respondeu Penélope

- Obrigada! – desse Emma com um sorriso largo no rosto.

- Pronto agora o grupo de vocês está completo. – disse uma voz calma porem muito firme, de uma figura sentada em uma cadeira bem próxima ao grupo. - A festa está realmente muito boa senhores, a melhor que eu já vim. Parabéns garotos.
Todos estavam surpresos e ficaram ainda mais surpresos ao reconhecerem a pessoa sentada ao lado deles.

- Professor Dumbledor. Que bom que o senhor esta gostando. – falou Angelus.

- Bom, agora vou deixar vocês se divertirem, boa festa para todos. – disse Dumbledor enquanto se afastava e olhando atentamente para todos eles o professor saiu da sala.

- Nossa... agora estamos fritos! – disse Clearency de mostrando uma certa preocupação com o ocorrido.

- Que nada. Essa não é a primeira vez que o professor vem em uma festa “secreta” nossa. – afirmou Van. - Vocês não acham que Dumbledor não sabe tudo o que acontece em sua escola. Não se preocupem, eu mesmo o chamei para esta.

- Angelus. O que será que ele quis dizer com aquilo? – perguntou Andrew enquanto puxava o amigo para que ambos se afastassem do grupo de amigo.

- Não sei. Mais isso me deixou um pouco cismado. E olhando bem para o nosso singelo grupo. Não é comum um grupo formado por alunos de todas as casas. – respondeu Angelus.

- É verdade, e agora existe pelo menos um aluno de cada casa, acho isso nunca ocorreu.

- Hum... É verdade, eu também não lembro de um caso parecido com o nosso. Bom mais não adianta tentarmos adivinhar o que ele quis dizer, na segunda eu vou tentar descobrir isso, agora vamos aproveitar a festa que as nossas namoradas estão começando a desconfiar dessa conversa. – disse Angelus.

Os garotos se reuniram novamente ao grupo de amigos e foram logo cada um para o lado de sua respectiva namorada, não queriam levantar nenhuma suspeita. No desenrolar da noite a festa foi ficando cada vez mais animada, os alunos não deixaram a pista de dança esvaziar por nenhum minuto se quer. Já no final da noite quando a banda já tinha acabado de tocar a última musica, os alunos foram saindo em direção a suas casas.

- Pronto pessoal, somos os últimos. Podemos fechar tudo e ir dormir. – disse Van olhando em volta para verificar se não tinha mais ninguém ali.

- Ok... Vamos, já estou bem cansada, acho que todos já dançaram demais nesta festa. – respondeu Emma.

E assim o pequeno grupo de amigo saíram do salão de festa, Damian e Emma foram o primeiro casal a se afastar, eles já estavam dobrando uma esquina de mãos dadas enquanto Ursula ainda protestava por ele não ir com ela para as masmorras da Sonserina, mas Van logo tomou a vez e dizendo que a levaria são e salva até lá segurou na mão da garota e também se afastaram do grupo. Clearency e Andrew adiantaram o passo para ficarem um pouco sozinhos. Ao chegarem ao quadro que dava acesso a sala comunal da Corvinal Angelus e Penélope que caminharam em silêncio a de mãos dadas até lá, finalmente conseguiram dizer alguma coisa.

- Bom, acho que é isso. – disse Angelus dando um longo e forte abraço em Penélope.

Penélope não tinha palavras e as poucas que desejava falar não saiam de sua boca e então ela faz a única coisa que podia, deu um beijo em Angelus e entrou pela passagem na parede. Penélope nem se quer notou que existiam alguns alunos fora de sua cama, subiu direto para o dormitório. Ao chegar em seu quarto, notou que ninguém estava acordado, e que ficaria para amanhã as conversas sobre o que tinha ocorrido na festa. Finalmente deitar em sua cama, pronta para dormir, um pensamento veio em sua cabeça, ela estava pela primeira vez na vida namorando, e que agora não poderia esconder de ninguém os seus sentimentos por ele. Penélope abriu um grande sorriso e fechou os olhos, já não importava mais nada, queria sim que a manhã chegasse logo para poder encontrá-lo. Então, depois de imaginar mil coisas sobre como reagiria amanhã no café, adormeceu. Um sono profundo e tranqüilo, coisa que não ocorria há vários dias.

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