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4. Um Dia de Cão


Fic: Amores Imperfeitos - Universo Alternativo


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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4º Capitulo

Um dia de cão

Penélope já estava de pé logo cedo. Ela esteve de pé cedo, todos os dias por um semana inteira. Seu rosto aparentava cansaço, mas podia-se ver que a raiva permanecia lá, ainda cozinhando suas idéias.

-Tenho que me acalmar... – disse ela gesticulando como se enforcasse o ar olhando para o espelho do banheiro –Huf! Eu tenho é que estuporar aquele filho da mãe! – esbravejou chutando o ar e caiu estatelada no chão.
O barulho foi tão alto que sua amiga que acordava se assustou no dormitório e correu até o banheiro par ver o que tinha acontecido. Penélope conseguiu se levantar com a ajuda de Clearency que já imaginava o porque de tudo aquilo. Podia ver um sorriso contido no canto da boca contraída da amiga, que a olhava com falsa pena.
O susto no banheiro estava superado por hora e Clearency conseguiu desviar o assunto da fofoca das outras meninas. Estava se tornando difícil dar desculpas originais para a gangue de fofoqueiras que a cercavam toda vez que Penny mergulhava em sua raiva e se distraía, provocando algum incidente desastroso.
Vestir o uniforme era uma desculpa perfeita para escapar das temidas perguntas que Penny não podia –e não queria - responder, mas nada de perigoso poderia acontecer, fazia aquilo todos os dias. O caso é que, se ela não tivesse se distraído enquanto colocava a gravata, resmungando xingamentos para Angelus como se fosse um mantra sussurrado, exagerando assim, na dose de força na varinha na hora em que fora encantar a gravata para dar um nó. A gravata apertou no pescoço com um nó cego, e cada vez que a puxava ela apertava mais e mais. O dormitório feminino do quinto ano estava um caos! Uma gritava “socorro!” sem saber o que fazer. Clearency saiu correndo do banheiro feminino até o dormitório, quando uma das garotas contava em tom de piada que, Penélope estava tentando se suicidar com a gravata. Quando a amiga chegou ao quarto, se aproximou dela e vociferou “finiti encantatie” e deu uma batidinha com a varinha no nó da gravata.

Penélope caiu no chão sem ar, tateando o rosto que agora estava gelado como se quisesse esquentá-lo e deu um suspiro profundo de alívio.

-Ob-obri...gada!Affe! – agradeceu com um sorriso para a amiga, que ajudou a se levantar – Acho que exagerei na força com a varinha.

-Mas o que é que está acontecendo com você? Primeiro você passa as noites resmungando, depois foi aquela queda no banheiro e agora o nó da garganta tentando te enforcar? Por favor, o que está acontecendo com você?

-Nada... – Penélope falou como se tudo que estava acontecendo fosse a coisa mais normal do mundo.
-Isso tudo é por causa do beijo que Angelus te deu?- Clear estava irritada agora, quase sem paciência.
-Shiiii... Fala baixo! – Penélope sentiu uma tristeza, fechou a cara e continuou – Tem a ver...mais ou menos... É complicado!
-Certo... Mas depois você me contar tudinho, não é? – Disse Clearency curiosa.
-E eu tenho escolha? – falou penny resignada – Se eu não contar, você vai arrancar de mim.
-Ah...tá! quer deixar de conversa fiada e descer, eu estou morrendo de fome!
–Fome? – Penny olhava desconfiada para a amiga que desviava os olhos dela.
-É... fome. – Clearency estava displicente, mas logo colocou um tom autoritário em sua voz – E quer saber? Chega de fazer corpo mole. Já pro Salão Principal mocinha. Isso é uma ordem!

Penélope se animara depois da conversa com Clearency. As duas seguiram animadas para o café-da-manhã e finalmente Clear revelou que estava namorando oficialmente com Andrew, o que deixou Penny mais feliz do que nunca, mas sua alegria foi convertida em raiva quando entrou no salão Principal. Lá estava ele, o dono de suas irritações e de seus devaneios noturnos, o cara que invadia freqüentemente a sua cabeça com a memória impertinente do beijo desaforado – e delicioso – de uma semana atrás na escadaria. Angelus conversava entusiasmado com Van Wilder e Andrew, que naquele momento lançava olhares furtivos para Clear. Penélope chamou a atenção da amiga e disse:

-Clear, por que você não senta do outro lado?- Penny já se posicionava no banco de costas para a mesa da Grifinória - Assim você pode olhar para Andrew e ainda conversar comigo.
-Ah, Claro! E assim você não precisa olhar para o ladrãozinho, não é? – Disse Clear sorrindo, se referindo a Angelus.
-Ah, para Clear! – disse Penélope bufando de raiva pelo comentário irritante da amiga.

Tentou esquecer um pouco tudo aquilo enquanto espetava o garfo no ovo e espalhando-o pelo prato. Já estava começando a esquecer toda a confusão daquela manhã, agora conversava com outras duas colegas do sexto ano, as irmãs gêmeas Elizabeth e Sophie Turpin da Corvinal, sobre uma nota da Profeta Diário que falava sobre uma gangue de lunáticos que haviam roubado um carregamento de caixas decoradas de uma loja de lembranças do Beco Diagonal .O sinal tocou estridente como todas as manhãs, quando Penny, Clearency e as Turpin já se levantavam para a aula de Herbologia. Penny deu um grande gole no suco de abóbora e se levantou de um salto, mas quando se virou tomou um susto e acabou engasgando. Bem a sua frente estava Angelus ali parado com um sorriso malicioso nos lábios e analisando cada movimento dela.

-O que você quer aqui? – perguntou Penélope.
-Eu só vim perguntar se você esta bem. – Ele sorriu, o seu melhor sorriso sedutor olhando para a boca de Penélope e voltando a olhar nos olhos dela como se tentasse hipnotizá-la com seus lindos olhos azuis - Fiquei sabendo que você tentou se enforcar com um nó da gravata. Isso é serio? – Ele mexeu na gravata e sorria ironicamente.

Penélope conteve a raiva, precisava ser racional. Era a única maneira de deixá-lo desorientado. Ela devolveu um sorriso maldoso e disse:

-Se você esta achando que eu vou discutir com você aqui, na frete de todo mundo, pode esquecer! Eu não vou te dar esse gostinho – Penélope continuou a sorrir, só que agora um sorriso vitorioso. Evitando olhar nós lindos olhos dele.
-Será que tudo isso foi por minha culpa? – perguntou Angelus mantendo o sorrio no seu rosto, agora um pouco mais sincero.
-Só no dia em que você deixar de ser tão idiota! – Penélope olhou fuzilante para ele e saiu pisando firme o chão, deixando Angelus apenas observar ela se afastar pelo salão.
Van e Andrew se aproximaram de Angelus, mas ele não mexeu um só músculo para falar com eles. Estava perdido em seus pensamentos, os mesmo pensamentos que tinha quando lembrava do beijo, do gosto doce em sua boca, das mãos pequeninas de Penny agarrando sua roupa e como os seu corpo se encaixou perfeitamente no dele. Pensamentos que também estavam perturbando o seu sono e invadindo os seus sonhos, que se tornavam pesadelos por não poder se conter. Foi quando ouviu uma voz baixa e zombeteira bem próxima dele.

-Quantas vezes eu tenho que dizer à você – Van suspirou como estivesse decepcionado – Ela não é pro seu bico.
-Você me diz isso desde o ano passado quando eu perguntei quem era ela, no três vassouras.
-E eu vou repetir quantas vezes for preciso pra você entender: Ela é areia demais pro seu caminhãozinho.
-Qual é Van?! – Andrew estava confuso, mas tomou partido de Angelus. – A Clearwater é legal.

Wilder olhou para os dois de frente como se estivesse se defendendo.

-Não me entendam mal, mas Penélope é uma das garotas mais legais que existe nessa escola.
-E o que é? Ela não preenche os requisitos para namorar comigo? – Angelus riu.
-Ao contrário meu amigo. – Wilder estava sério agora como nunca esteve antes com Angelus – Eu consigo imaginar ela chorando na sala comunal, por você ter terminado o namoro por que achou outra garota mais interessante ou uma namorada só não era o bastante. Eu já vi isso acontecer.
-Olha só quem fala! – Angelus deu um sorriso torto e começou a caminhar dando um esbarrão proposital no amigo.

Wilder e Andrew o seguiram lado a lado.

-Não é isso. Eu estou falando que ela é diferente. – Wilder fez uma pausa tentando arrumar os pensamentos. – Ela é legal, é uma garota para namorar firme e fazer sua mãe adorar ela assim que colocar os olhos. – floreando com os braços.
-E porque você não a namorou? – Andrew sorriu desconfiado.
-Não tinha...- ela pensou alguns segundos – química! E, além disso, depois que ela se tornou monitora, está me fazendo andar na linha agora. – Van amarrou a cara. – E isso é algo que eu não aprovo em uma garota.
-Nossa! – Angelus sorriu abismado ficando de frente para Van – isso é que é garota.
-Tá bom...eu acho que isso não fez você mudar de idéia sobre ela, não? – Van torcia para uma resposta que ele sabia que não viria.
-Ao contrário, muito pelo contrário.

Angelus deu o seu sorriso no canto da boca, deixando seus olhos perdido pelo corredor movimentado. Sua mente se perdeu mais uma vez nas sensações do beijo de Penélope. De sua imaginação surgiu a imagem de Penny correspondendo ao beijo da escada, segurando em sua camisa com força, fazendo seu corpo se aproximar mais do dele. Mas Andrew o tirou de seus pensamentos o cutucando em seu ombro.

-Ei cara, Acorda! A aula já vai começar.
Angelus se punir mentalmente por aquela interrupção, arrastando seu corpo para mais uma aula chata de DCAT. E mesmo que seu corpo estivesse na aula, sua mente voava pelos campos de Hogwarts, exatamente nas estufas onde a monitora da Corvinal estava

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N/A: Olá gente,
Mais um capítulo betado. (Uhuu!)
Eu fico feliz pr ter gente realmente lendo a fics, o que me deixa orgulhosa. Obrigada a todos que lêem e a todos que votam.

Miss Moriart

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