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3. PRÓLOGO


Fic: Harry Potter e o Encontro das Trevas - por Livinha


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Prólogo


  


Ela estava cercada dentro da própria casa. Seu filho acabara de nascer e não havia nada que pudesse fazer para que o protegesse. Estava muito fraca e não podia aparatar de maneira alguma, pois, além de estar com um recém-nascido em mãos, a magia que envolvia a casa a impedia de tal ato.


Então, pensando na única maneira que poderia protegê-lo, concentrou todo o resquício de força que ainda tinha e se levantou. Enrolou o bebê que já dormia num lençol e o colocou dentro do guarda roupa, mais precisamente debaixo das cobertas que sempre estavam por lá. E, pegando sua varinha, silenciou a porta do mesmo.


A porta de seu quarto foi aberta quase imediatamente depois disso, num estrondo, no que ela ergueu a varinha, apoiando o corpo extremamente cansado no guarda-roupa. Porém, antes que conseguisse proferir qualquer feitiço, uma mulher apareceu à sua frente exalando uma fumaça pútrida, enquanto agarrava seu pescoço e a forçava soltar a varinha, jogando-a longe como se, realmente, fosse um pedaço qualquer de madeira.


Sem forças para suportar mais nada, e tentando a todo custo puxar um ar quase inexistente pela garganta, a mulher caiu de joelhos, com a outra ainda apertando sua garganta. Sua visão estava quase escurecendo, quando o único homem que estava ali pediu que parasse.


- Acalme-se, Katrina. Não é assim que deve ser - ele falou com um sorriso que aparentava passar muita tranqüilidade. 


A mulher chamada Katrina pareceu se magoar com ele, pois fez um biquinho quase meigo, mas que sumiu rapidamente, dando lugar a um sorriso ferino quando o homem se aproximou da mulher ajoelhada, sorriso que revelou a existência de caninos bem maiores que o normal.


- Então nos encontramos novamente, minha cara. Você está bem melhor do que pensei.


- O que querem? Quem são vocês? - a mulher perguntou com a voz rouca e a garganta doendo. Não sabia quem eram aquelas pessoas. Ao que se lembrava, nunca os vira em nenhum momento de toda a sua vida, mas, pelo que o homem dissera, eles já haviam se encontrado.


O homem gargalhou, o que foi acompanhado pelas outras três mulheres que estavam com ele. Ajoelhada, ela não viu uma quarta mulher fora de seu quarto, uma vez que esta não riu como os outros companheiros.


- Não se lembra de nós, minha querida? - o homem perguntou divertido - Bem, era de se esperar, afinal, foram muitos anos, não é mesmo? Mas quanto ao que queremos... Bem, o que nós queremos é você. - E ficou sério novamente - Katrina?


O homem estendeu o braço com a palma da mão para cima, no que Katrina colocou nela uma faca negra com detalhes em dourado, mas que a mulher não conseguiu discernir se havia significado algum. E sem que ela pudesse fazer qualquer coisa, a faca foi enfiada em seu peito.


No momento em que sentiu a faca penetrando sua carne e transpassando seu coração, a única ação que a mulher teve foi pensar em seu filho, e que não o veria crescer e como o lamentava. Com isso, uma solitária lágrima desceu pelo seu rosto, enquanto ela pedia aos céus que eles não encontrassem seu bebê, para que ele tivesse a possibilidade de crescer bem e ser feliz.


Antes mesmo que a lágrima atingisse o chão, a mulher já se encontrava morta.


 


=====***=====


 


Hagrid caminhava vagarosamente no corredor entre as cadeiras, chorando silenciosamente e com sua face cintilando com as lágrimas. Carregava em seus grandes braços, escondido em um veludo decorado com lantejoulas e estrelas douradas, aquilo que todos sabiam ser o corpo de Dumbledore.


Todos os que estavam acompanhando cada movimento do meio-gigante - ou compartilhando a dor do mesmo, como os alunos e amigos do ex-diretor, ou olhando torto por ser exatamente um mestiço a estar fazendo isto -, nem chegaram a reparar na aproximação de uma mulher que estava coberta, dos pés à cabeça, por uma capa verde-escura. Porém, ela não se aproximou de ninguém em especial, ficando afastada alguns metros da fileira de cadeiras. Viu Hagrid posicionar o corpo cuidadosamente em cima de uma mesa que estava à frente de todos, para depois recuar, indo sentar ao lado de alguém bem maior do que ele, fazendo as pernas das duas cadeiras que ocupou tremerem levemente sob seu peso.


Não ouvia o que o representante do Ministério falava. Baboseiras, ela sabia, pois qualquer um que realmente conhecesse Dumbledore, teria a certeza de que essas palavras bonitas e bem colocadas não encantariam em nada o professor. Com certeza ele preferiria que Hagrid falasse qualquer coisa, do que qualquer engravatado metido à besta, pois de Hagrid sim, seriam palavras com sentimentos verdadeiros e sem lengalenga algum. E, embora ela também preferisse que seu amigo fosse o escolhido a fazer o “discurso”, sabia que, além dele não conseguir, ninguém se prestaria a escutar.


Soltou um resmungo com esse pensamento e, desviando o olhar do representante do Ministério, que já havia terminado seu enfadonho discurso, olhou a mesa onde estava o corpo de Dumbledore. Com certeza alguém se aproximaria da mesa e colocaria fogo ao redor do diretor, a fim de cremá-lo como manda as tradições bruxas, mas não foi isso o que aconteceu. E foi com surpresa, embora não gritasse como várias pessoas fizeram, que viu chamas brilhantes e brancas surgirem e envolverem o corpo de Dumbledore e a mesa sobre a qual ele estava.


Cada vez mais altas, as chamas se levantavam encobrindo a visão do corpo. A branca fumaça espiralada compôs formas estranhas no ar. Ela não soube se todos tiveram a mesma impressão que ela, mas tinha quase certeza que a fumaça formara uma fênix alçando vôo, mas o fogo desapareceu em um segundo. Em seu lugar estava uma tumba de mármore branco, guardando o corpo de Dumbledore e a mesa onde ele repousara.


Soltou um suspiro, abaixando a cabeça, como se, a partir daquele momento, ver o túmulo branco de Dumbledore lhe doesse muito mais do que ver o corpo envolto no veludo. Era como se fosse atingida por mil Cruciatus, mas que não atingiam seu corpo, e sim sua alma.


Era difícil acreditar que Dumbledore estava morto e que Severus Snape era o culpado por isso. Como ele pudera? Depois de tudo o que Dumbledore lhe fizera, depois da confiança depositada nele, depois dela mesma ter tido a certeza, anos atrás, que ele realmente estava arrependido de ter se juntado a Voldemort... Ela queria tanto acreditar que ele não tinha nada a ver com aquilo, mas tudo indicava, tudo provava, que ele fora o responsável pela morte de Dumbledore.


Abraçou-se por baixo da capa, soltando um soluço que tentava a todo custo reprimir, mas que acabou escapando de sua garganta. Porém, conseguiu segurar todo o resto, embora as lágrimas já molhassem seu rosto de forma abundante. Sua vontade era ir embora daquele lugar, voltar a se enfiar em sua bolha como estava fazendo, concentrando-se apenas em seu mundo. Mas não poderia fazer aquilo. Ela sabia que deveria ficar junto dos outros, e ir ao enterro de Dumbledore foi apenas uma conseqüência, pois sua idéia era encontrar o diretor vivo e contar suas maravilhosas novidades a ele. Entretanto, descobri-lo morto há apenas algumas horas e que uma das poucas pessoas que ela já prezara na vida era a responsável por aquilo, tornava tudo tão difícil...


Levantou a cabeça para encarar novamente o túmulo do diretor, mas não foi o túmulo dele que viu, e sim um par de olhos castanhos e um pouco inchados a encarando intensa e curiosamente. Não soube quanto tempo ficou olhando aqueles olhos, afinal não conseguia calcular mais nada. Nem soube quantos passos deu para, o que pareceu uma eternidade, sentir aqueles fortes braços a enlaçarem, tentando consolar e acalmar sua dor.


A única coisa que sentiu foi conforto e proteção, e era o que mais precisava. Depositou sua cabeça no peito do rapaz, que apoiou seu queixo nela. Não chorava mais, não soluçava mais. Era incrível como ele sempre conseguia acalmá-la. Tirando os braços de dentro da capa, o abraçou também, soltando um suspiro em seguida. Ainda não soube quanto tempo ficou naquela posição tão confortável, até que saiu do torpor em que se encontrava ao ouvir alguém ao seu lado.


- Charlie, nós vamos entrar.


Assim com Charlie Weasley, ela também olhou na direção da voz, mas só o fez por reconhecê-la. Nunca esqueceria aquela voz, afinal, convivera um bom tempo com ela. Sem soltar-se do abraço, virou o rosto, deparando-se com o rosto cansado de Remus Lupin. Ele era acompanhado, ela notou depois, por uma mulher jovem de cabelos rosa-chiclete e rosto com o formato de coração. Conhecia-a de algum lugar, embora não se lembrasse de onde.


- Eu vou daqui a pouco, Remus - disse Charlie.


Mas Remus não o olhava mais. Parecia surpreso e até feliz em ver a acompanhante de Charlie. Claro que, devido à enorme tristeza pela perda de Dumbledore, a felicidade em seus olhos não durou mais que míseros segundos.


- Ari, que bom te ver - disse com a voz um pouco rouca.


- Oi, Remus - falou a mulher num sussurro, sem se soltar de Charlie.


Ficaram se olhando por um tempo, como se quisessem matar a saudade apenas com esse gesto, e sem se lembrarem das duas pessoas que os acompanhavam. Mas, com outro suspiro, Ari desviou seu olhar, que caíram no túmulo de Dumbledore, embora não o visse realmente.


- Tonks e eu vamos apenas terminar de organizar algumas coisas no castelo para Minerva - falou Remus finalmente, olhando para Charlie. - Depois, partiremos no trem, escoltando os poucos alunos que irão nele.


- Eu também vou de trem - falou Charlie. - A gente se vê na estação, então?


- Claro - falou Remus, depositando sua mão esquerda nas costas de Tonks, mostrando que já queria sair dali. Contudo, antes de ir, lançou um último olhar para a mulher. - Realmente foi muito bom te ver, Ari. É uma pena que as circunstâncias sejam estas.


- Também senti sua falta - ela falou ainda num sussurro e o olhando intensamente. Mas, antes que Remus saísse de perto, ela se soltou de Charlie, e mal dando dois passos, o abraçou fortemente nos ombros.


Remus, mesmo sendo pêgo de surpresa, não tardou em retribuir o abraço, passando seus braços em torno da cintura dela. Mas esse abraço, embora cheio de saudades, foi curto, terminando com ela dando um demorado beijo na bochecha dele.


- A gente se vê - ela disse, acariciando o rosto dele com a palma da mão e com um leve sorriso nos lábios.


Remus retribuiu o sorriso, mas que logo desapareceu quando lhe deu as costas, indo com Tonks para o castelo. Realmente tinham muito que fazer.


- E agora? - perguntou Charlie num suspiro, virando-se para encarar o túmulo de Dumbledore.


Ari também suspirou tristemente, quando falou, no entanto, sua voz saiu determinada:


- Agora é que vamos ter que lutar, Charlie. Mais do que antes. Mais do que na primeira guerra.


Naquele mesmo dia, o trem já levava todos os alunos embora de Hogwarts, os quais temiam que, provavelmente, nunca mais voltasse a abrir. Pelo menos enquanto Aquele-Que-Não-Se-Devia-Nomear estivesse vivo.


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 N/A: Bom, está aí o Prólogo... Não foi muito esclarecedor, mas garanto que os próximos capítulos serão um pouquinho mais esclarecedores, na medida do possível!


Georgea: Uuuuuu... que a força esteja comigo!!hehe... E posso garantir que temos muito o que esperar mesmo... E espero que suas expectativas sejam muito bem superadas! Beijão!


E pra quem deu aquela passadinha no trailer: espero que tenham gostado do Prólogo. E comentários, please! =D


Beijos,


Livinha


 


 


 

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