No dia seguinte, Harry se levantou cedo, tomou um banho um pouco mais demorado que o de costume e desceu para a cozinha com o humor levemente melhor do que o da noite passada.
Assim que chegou a cozinha, viu a Sra. Weasley conversando com sua prima. A Sra. Mellton, prima de Molly, era uma mulher alta, bastante magra, de cabelos negros, pele branca e olhos muito azuis. Tinha um temperamento bastante parecido ao da Sra. Weasley, - era muito ligada a família. Teve apenas dois filhos, Robert e Albert, e foi criada junto com Molly, por isso consideravam-se irmãs. Ela havia decidido ficar mais uns dias com Molly, pois tiveram pouquíssimas oportunidades para conversar e agora estavam tirando o atraso, conversando tão animada e rapidamente que mal dava para acompanhar o tema da discussão.
Harry ficou alguns instantes parado, pensando se deveria entrar na cozinha ou se voltava silenciosamente para o quarto. Não teve a chance de se decidir. O Sr. Weasley chegou discretamente até Harry, segurou seu braço e disse baixinho:
-Espero que você possa me desculpar, Harry. Adoro aquelas duas mulheres, mas não posso perder a chance de ter alguém para dividir a atenção delas comigo. Eu sozinho, com a dor de cabeça que eu estou, não vou conseguir. – Dito isso, entrou na cozinha, deu um suspiro e cumprimentou Molly. – Bom dia, querida – e deu um leve beijo nos lábios de sua esposa – e bom dia, Catherine. Vejam só quem já acordou!
-Harry, querido! Não dormiu bem essa noite? – Perguntou a Sra. Weasley com um ar de preocupação.
-Não, Sra. Weasley, dormi muito bem. – Mentiu Harry.
-Bom dia, Harry... Posso chamá-lo de Harry? – Disse a Sra. Mellton sorrindo e, com um discreto aceno de cabeça, Harry respondeu que sim. – Ótimo. Bom dia, então. Estamos terminando de preparar o café...
-Sentem-se, sentem-se... Cathy, aquela colher, por favor? Obrigada... Então, do que falávamos?
-Tia Brigit... Ela e aquele “homem” que ela arranjou... Eu não me conformo!
E assim desenrolou a conversa entre as duas. Da tia Brigit, foram para a prima Frida...
Assim que o Sr. Weasley acabou de comer, ele interrompeu rapidamente a fofoca animada das duas mulheres.
-Molly querida, aonde você alojou Albert e Robert? Não os vi no quarto dos gêmeos, estavam apenas os pequenos.
-Na verdade, Artur, meus filhos não ficaram. Albert está atarefadíssimo no departamento de Cooperação Internacional em Berlim, não pode ficar apesar de termos pedido tanto. Robert está completamente envolvido em um julgamento na Suprema Corte Alemã. Ele ainda tem o problema com a sogra, está doente coitada. Varíola de Dragão aos cento e poucos anos é preocupante. Lizzy levou a mãe para a casa deles e por isso meus netos ficaram. Espero que eles não nos dêem muito trabalho... Estão numa fase dificílima!
-Desculpe-me, Sra. Mellton, mas seus filhos trabalham na Alemanha? – Perguntou Harry com um pouco de curiosidade.
-Não te disse quando apresentei vocês, Harry? – Perguntou a Sra. Weasley, mais para si mesma do que para o Harry. – Cathy não é alemã e nem o finado marido dela, mas a sogra dela é. Os meninos nasceram e estudaram lá, e agora trabalham como loucos para o Ministério Alemão. Você já conversou com eles? Ou com os pequenos? Acho que não... Eles têm um sotaque carregadíssimo.
-Ora, Molly, nem é assim! – Protestou a mãe e avó coruja.
Elas retomaram a conversa sobre filhos e netos e Harry viu uma oportunidade perfeita para sair e dar uma volta no jardim da Toca. Precisava pensar um pouco, colocar os sentimentos e os pensamentos em ordem. Não podia ficar tendo ataques de ciúmes todas as vezes que visse Gina com alguém.
Foi pensando nisso que Harry se levantou da cadeira e se encaminhou para a porta que dava para os fundos da casa. Quando acabou de passar pelo umbral da porta, escutou a Sra. Mellton dizendo para Molly e Arthur (ele não conseguiu aproveitar a oportunidade de sair, pois Cathy insistia em falar olhando para ele também):
-Molly, você se lembra da formatura de Albert? Ele e Gina formam um casal tão bonito, não acha?
-Formam, sim. Lembra dos dois dançando juntos? – Disse Molly com um sorriso.
-Claro! Ele insistiu tanto para que ela fosse como par dele... Não sei o porquê de não terem se acertado naquele dia mesmo.
-É verdade, Cathy. Tenho uma foto linda deles aqui na gaveta... Ainda não tive um tempinho para comprar um porta-retrato. Não gosto dos que eu conjuro... Perdem o brilho muito rápido...
Harry ficou estático, com as costas apoiadas na parede do lado de fora, ao lado da porta. Ele não estava imaginando coisas, então... Aquele... Aquele retardado do “Allllbert” tava de olho na Gina... Na sua Gina. Sim, sua, porque quando ele vencer Voldemort, ele e ela vão ficar juntos!
Vencer? E se não vencesse? E se ela não quisesse mais?
-Aqui está, Cathy! Olha que lindos! Sabe, não deu tempo de te contar o que eu vi lá. – Falou a Sra. Weasley, em um tom muito parecido ao de fofoca que atiçou a curiosidade da outra.
-O quê? Conta logo, Molly!
-Pelo amor de Merlin! Vocês duas não param de falar, não? – Disse o Sr. Weasley jogando as mãos para cima com um sorriso nos lábios.
-Artur querido, você não ia arrumar aquela garagem hoje? Aproveita essa semana que você vai ficar em casa...
-E deixa a gente conversando! – Completou Cathy. – Continuando... O que foi que você viu lá?
O Sr. Weasley revirou os olhos, sorriu carinhosamente para a esposa e se encaminhou para dentro da casa.
Harry já estava respirando fundo e tomando um leve impulso para sair de uma vez do alcance da voz das duas mulheres quando ouviu a Sra. Weasley dizer:
-Peguei os dois abraçadinhos atrás de um daqueles arranjos enormes que foram colocados no salão da festa. Sabe, até pensei em intervir... Amo seu filhote, mas ele já era um homem e minha menina ainda estava indo para o quinto ano...
Harry não conseguiu ouvir mais nada. Uma raiva surda, sufocante se apossara dele. Viu dois gnomos atravessando o quintal e chutou os dois para longe, porém foi com tanta força que outros dois saíram da toca ao ouvirem os gritos de dor dos companheiros. Quando viram o que havia acontecido, saíram em direção ao Harry com pequenos pedaços de pau e começaram a subir pela calça dele. Outros, ouvindo os guinchos dos revoltados que subiam e atacavam o garoto, resolveram sair das tocas e atacarem também. Neste momento, Harry perdeu as estribeiras, começou a chutar, bater e lançar a torto e a direito os pequenos e irritados gnomos. Ele jamais tinha ouvido falar que aqueles seres poderiam ser tão irritantes... E justo numa hora daquelas?! As pequenas criaturas não deixavam por menos. Guinchavam, mordiam, arranhavam e batiam como podiam no garoto. Não demorou muito e Harry acabou tropeçando na raiz de uma pequena árvore, e desabou no chão.
Os gnomos não perderam a oportunidade e o atacaram com ainda mais vontade que antes. Harry rolava de um lado para o outro tentando se levantar, mas quando se apoiava com alguma de suas mãos as criaturas a mordiam e espetavam impedindo-o de se levantar.
Foi nessa situação degradante que ele os viu pela primeira vez.
Um calor subiu pelo seu rosto enquanto as pequenas criaturas o olhavam e tentavam entender porque ele parara de lutar. Todos os pequenos olhinhos se voltaram para a mesma direção que Harry olhava e paralisaram-se também.
Por uma pequena trilha que saía de um pedaço de mata virgem ali perto e ia até o jardim da Toca vinha um grupo estranho de pessoas. Por volta de umas dez, vestindo túnicas azul-escuras de um tecido aparentemente não muito leve, mas de um caimento gracioso, e com capas que tinham grandes capuzes cuja ponta ia até o meio das costas e cobriam quase todo o rosto. Apenas uma das pessoas destoava desse modelo de vestimenta, a diretora McGonagall, que acompanhava o que seguia ao centro do grupo.
Quando chegaram ao jardim pararam a um sinal da diretora e essa veio até Harry.
-Posso saber o que está acontecendo aqui, Sr. Potter? – Disse a diretora com seu famoso tom de reprimenda enquanto encarava as criaturinhas que cobriam o corpo de Harry ainda empunhando pequenos pedaços de paus e tinham na boca pequenos pedaços da roupa do garoto. – Deu para arranjar brigas até com os gnomos do jardim, Potter? O que há com você? Justo hoje? – Disse a diretora entre dentes.
Se recuperando do susto e sentindo o tamanho do vexame que estava passando, levantou-se de um pulo e começou a bater suas roupas com as mãos na tentativa de tirar um pouco da sujeira que havia nelas. Ele não conseguia encarar a diretora e muito menos aquelas pessoas que se mantinham um pouco distantes esperando ele se recompor. Mesmo sem conseguir ver os olhos dos visitantes, sentia em cima de si cada um dos olhares daquelas pessoas, mas um deles pesava de maneira diferente sobre ele. Era, e de alguma maneira ele sabia, do líder do grupo, da pessoa que havia acompanhado lado a lado a diretora.
Quando conseguiu melhorar um pouco a aparência (a diretora usou um feitiço para limpar suas vestes – Ele ainda não se acostumara com a liberdade de usar magia) os visitantes se aproximaram.
-Vamos entrar, por favor. Arthur e Molly não estão nos esperando para hoje, mas creio que não haverá nenhum problema. Eles já estão de sobreaviso. – Disse olhando de maneira geral para todo o grupo que a acompanhava.
Harry encontrou uma pequena brecha na vigilância de Minerva e começou a se encaminhar para longe do grupo. Nada do que ele já havia feito superava a vergonha que estava sentindo agora e, sentiu-se aliviado quando, enfim, alcançou um dos cantos da casa e pode se ver fora do alcance das vista dos recém-chegados. Podia escutar os passos muito leves daquelas estranhas pessoas indo em direção a entrada da frente da casa. Não havia nenhum som, nenhum murmúrio entre eles, apenas a diretora conversava com um homem de voz grave porém de fala calma que havia se aproximado.
-Se preferir, Minerva, podemos esperar aqui enquanto avisa os donos da casa sobre nossa presença. Não queremos ser mal-educados.
-Ora, Camthalion, Molly e Arthur já sabem da vinda de vocês, apenas não sabíamos quando seria possível essa visita. – Respondeu Minerva com um pequeno sorriso tranqüilizador.
Harry já estava bem próximo da entrada da cozinha quando ele a ouviu.
-Harry Potter, a hora, pela qual esperava, chegou...
Harry estacou... Ela estaria ali? Seria um deles? Então, sentiu medo, pois agora já não parecia tão plausível aquela confiança cega que a tal mulher gerava em seus sonhos? Por que confiara nela? Quem é ela?
-Não é hora de demonstrar suas fraquezas, Harry Potter. Suas perguntas logo serão respondidas...
Virou-se tão rápido quanto seu corpo podia, mas não viu ninguém. Não houve tempo de se espantar com a rapidez com que o grupo havia entrado na casa e já estava sendo chamado por McGonagall para se juntar a eles na sala.
Rony havia acordado e se espreguiçava deitado quando viu a cama ao lado vazia.
O Harry já se levantou?
Esticou os braços acima da cabeça com toda a força que tinha e deu um enorme bocejo. Então, mal havia se sentado na cama, e ouviu a porta de seu quarto ser aberta.
-Hermione! Isso é jeito de entrar no quarto de alguém? – Disse isto com um misto de susto e carinho.
-Ai Ron, desculpa... Você viu o Harry?
-Por quê? Ele não está lá embaixo? – Perguntou erguendo uma das sobrancelhas
-Bom... É que eu desci a pouco e parecia que ele já havia tomado café, mas adivinha o assunto na cozinha? Sua mãe e a Sra. Mellton estavam falando na possibilidade de finalmente a Gina e o Albert ficarem juntos “como elas sempre desejaram”. – Disse Hermione revirando os olhos.
-Humm, e você acha que o Harry deve ter ouvido isso e saiu para se enforcar em algum lugar? – Falou enquanto abraçava fortemente a moça a sua frente. – Mione, o Harry tem que entender que a separação deles foi forçada por ele mesmo... Ele está fazendo uma tempestade num copo de água.
-Ronald, você sabe o quanto o Harry gosta da Gina! Você sabe o quanto ele sofreu e sofre por ter terminado o namoro deles! Você sabe muito bem dos motivos que o levaram a fazer isso!
-E você também concorda comigo que ele exagerou nessa separação! Pára, Mione. E por que você está tão preocupada? Você acha que a Gina tem que ficar quietinha no canto dela esperando o Harry resolver o melhor momento para eles ficarem juntos? Desde quando você mudou tanto de opinião?
-Eu... Eu não mudei de opinião... É... É que eu... Entendo o Harry... Agora mais do que nunca! – Olhou sorrindo meio tímida meio vermelha para o ruivo.
Ron não perdeu a oportunidade e beijou Mione com paixão, com a necessidade que seu coração e seu corpo sentiam.
-Rony! – Exasperou-se Mione – Se... Se alguém entra?
-Mione, por que isso ainda? O que você disse agora pouco não foi uma confirmação de que a gente tem que realmente ficar junto? Ou aquilo foi por OUTRO motivo? – Disse mudando levemente o tom de apaixonado para desconfiado.
-Não! Que quer dizer com isso?
-Então por que não assumir logo de uma vez? Você está me parecendo muito enrolada para quem era tão resolvida e dona de si. – Disse virando as costas e pegando uma camisa estendida nos pés da cama.
-Não, Rony. – Mione se aproximou do ruivo, abraçando-o pelas costas e beijando seu ombro nu. - Apenas me dê um tempo... Eu ainda estou muito perdida com tudo isso. Deixa-me digerir os últimos acontecimentos e suas prováveis conseqüências antes de dar um passo desse tamanho... Eu não quero que nada dê errado, nada, ouviu?
Rony permaneceu em silêncio por mais alguns instantes. Com um suspiro resignado, ele levantou uma das mãos e pousou sobre uma das de Hermione que repousavam no seu abdômen. Apertou carinhosamente e se soltou dos braços da bruxa.
-Tudo bem... Vamos deixar esse assunto para depois. Espera um pouco aqui enquanto vou me trocar e a gente já desce para eu tomar café.
Gina acordou bem cedo e ficou olhando para o teto no quarto ainda escuro pensando nos últimos acontecimentos. Harry era o nome que martelava em seus pensamentos. Quantas vezes se perguntou o que estava acontecendo com ele? Quantas vezes não quis correr ao seu encontro, abraçá-lo e beijá-lo tão ou mais apaixonadamente do que quando estavam juntos? Parecia estar em um passado tão distante aqueles momentos de paz, alegria. Ela sabia que não poderia fraquejar, sabia que de um jeito ou de outro aquela era a melhor solução. Soube que haveria o rompimento assim que encontrou Harry ajoelhado ao lado do corpo de Dumbledore.
Quantas mudanças a morte do diretor ainda acarretaria? Quanto sofrimento ainda haveriam de experimentar antes que um dos lados dessa maldita guerra sobrepujasse o outro? O que sentia por Harry afinal? Amava-o?
Dúvidas e mais dúvidas surgiam, iam e voltavam, e o sono abandonava paulatinamente seu corpo e permitia que a frustração, o medo e aquela terrível sensação de vazio dominassem sua alma.
Hermione se mexera ao seu lado. O dia já havia avançado sobre a noite, mas ela ainda desejava permanecer em silêncio, sozinha. Ela esperou a amiga se levantar e sair do quarto para voltar a abrir os olhos. Quando escutou os sons dos passos de Hermione se distanciarem, ela se levantou, abriu a janela e se debruçou sobre o batente. Respirou profundamente e se deixou observar a paisagem que se desenhava a sua frente.
Foi quando escutou o barulho da porta da cozinha ser aberta. De sua janela não conseguia ver a porta, porém conseguia ver o jardim. Esperou ver logo em seguida quem havia saído da casa, porém ela não ouviu mais nenhum som ou viu alguém. Um pouco curiosa, resolveu esperar pacientemente enquanto via a movimentação de pequenos pontos no jardim.
Gnomos.
Como seu pai gostava daquelas criaturinhas e como sua mãe não as suportava. Pela movimentação já sabia que não ia demorar e eles teriam que fazer a bendita desgnomização do jardim.
Sorriu.
Foi neste momento de distração que viu quem havia saído da cozinha.
Era Harry. E ele parecia bastante irritado, pois bruscamente chutou dois pequeninos para longe, e pela distância que alcançaram foi um chute bem forte. O que será que aconteceu com ele? Teria sido mais um sonho com Você-sabe-quem?
Mas o que se desenrolou a seguir foi aquém de qualquer expectativa. Gina jamais soube que aquelas criaturinhas fossem capazes de atacarem um bruxo daquela maneira. Nunca haviam se comportado assim! Mas Harry bem que havia merecido. Por que chutar os dois pequenos com tanta força? Ficou observando e não conseguiu acreditar quando viu que os gnomos conseguiram derrubar Harry no chão. Gina achou que já era o suficiente e resolveu descer para ver se podia fazer alguma coisa, mas neste momento ela ouviu a voz da diretora reprimindo Harry e quando observou melhor a área de onde vinha a voz da diretora, viu que a mesma não estava sozinha.
Quem seriam aquelas pessoas?
-Bom dia, Ginevra. - Uma voz estranha, muito calma, soou em algum lugar na sua cabeça.
-O quê? – Perguntou em voz alta, assustada, olhando para todos os lados. – Mas...
-Acalme-se...
-Quem é você? – Interrompeu a voz enquanto ainda procurava quem falava com ela.
Mas ninguém lhe respondeu. Ainda desconfiada e um pouco assustada, observou o grupo se afastar em direção a entrada principal. Quem seriam aquelas pessoas? Que voz era aquela?
Uma das pessoas do grupo, antes de virar um dos cantos da casa, virou a cabeça em sua direção e ela pode ouvir novamente aquela voz.
-Talvez seja melhor você se aprontar e vir nos encontrar. Muito há para ser dito e pouco tempo temos disponível. Acalme-se e tudo será explicado.
A pessoa voltou novamente a cabeça para frente e seguiu junto com os demais. Gina estava perplexa, estática. Quem eram eles? Que tipo de gente era aquela? Restabeleceu um pouco o controle sobre seus pensamentos e resolveu seguir o conselho que lhe fora dado. Aprontou-se e dirigiu-se para as escadas.
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Bom gente espero que vocês gostem desse capítulo!Foi um pouco difícil para escrevê-lo, já que precisei tomar cuidado com alguns detalhes...
Espero sinceramente que vocês gostem, ele não está realmente corrigido mas fiquei ansiosa e já postei!
Pessoal, gostaria de pedir para vocês comentarem!Pode ser até mesmo para dizer que está horrível.O que importa é que com o comentário eu vou poder arrumar e melhorar a fic.
Beijo a todos!
Fá