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15. O segredo das espadas


Fic: O Passado de Dumbledore - Cap 26 postado!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry fez um grande esforço para desviar sua atenção de Daeron e Gina. Olhou para a amiga que o observava com curiosidade e disse.


 


-Ele não disse muita coisa, mas não acredita que essa relação que eu tenho com a Tári seja muito especial. Ela possui um poder que envolve muitas atividades mentais e este não é um dom tão incomum entre Senhoras Élficas. – Disse com o cenho um pouco franzido.


 


-Mas ela não fica se comunicando com a gente e você chegou a ver naquele dia no campo algo que ia acontecer com ela ainda. – Disse Hermione não contente com a explicação do amigo.


 


-Perguntei a mesma coisa a ele, Mione, e ele acredita que eu tenho a mente mais aberta que os demais. Ele me disse que é fácil acessar meus sentimentos... – Disse com um verdadeiro tom irritado. – Eu to ficando cansado de todo mundo lendo meus pensamentos, sabe? Ele mesmo me provou isso respondendo a uma pergunta que eu ainda não havia feito, só havia pensado em fazer.


 


-Harry, você deve se acalmar. Dumbledore não disse que você precisava aprender a fechar sua mente? E isto não era uma das coisas que ela ia te ensinar? – Perguntou Rony tentando animar o amigo.


 


-É o que ela diz... Não sei, não gosto disso. Parece que não tenho privacidade. Sei lá. – Disse um pouco chateado. – Espero que ela melhore logo para resolvermos isso.


 


-É... E enquanto isso o senhor podia dar um jeito naquele elfo, né? – Disse Rony com um sorriso. – Pensa bem, Harry. Como é que Você-Sabe-Quem vai saber que você está aqui e com quem está?


 


-Sabe, Harry. É verdade... Você podia aproveitar esse tempo aqui para reconquistar a Gina. Aqui ela não corre perigo e pelo menos vocês aproveitam um pouco um ao outro. – Disse Hermione – Está na cara que você está infeliz sem ela.


 


-Ahhhh gente, não enche vai! – Disse Harry no mesmo momento em que viu Daeron se levantando e estendo uma mão para ajudar Gina a se levantar. Ele pode ver o elfo dar um daqueles sorrisos que fazem os corações das moças pararem e pode ver também as bochechas de Gina se ruborizar. Não iria agüentar aquilo.


 


Um jovem elfo que nenhum deles conhecia aproximou-se dos garotos dizendo.


-Olá, jovens. O almoço já será servido. Queiram me acompanhar?


 


****


 


-Por que me faz essa pergunta agora, meu Senhor? – Perguntou Snape encarando as duas espadas acima da cama de Tári.


 


Com calma, narrou as lembranças que acabara de reviver em sua mente para o bruxo, dando ênfase à última, pensando seriamente na maneira como a filha poderia ter forjado características humanas em suas espadas.


 


-É realmente intrigante, meu Senhor. Não saberia explicar como ela poderia ter feito isso sem ser uma bruxa, e mesmo que fosse, o mais próximo dessa técnica que já ouvi falar envolve magia negra. Tári não se envolveria com esse tipo de conhecimento.


 


-Dumbledore se envolveria? – Perguntou Lúthien com uma expressão fria.


 


-Não! Dumbledore só teve conhecimento desse tipo de magia, estudou-a a fundo, mas jamais utilizou nenhum desses meios. E mesmo assim jamais os ensinaria a alguém! – Disse Snape com um tom surpreso e veemente.


 


-Não suspeito das ações do marido de minha filha, Severo Snape, mas suspeito que Tári poderia ter tido acesso a esses conhecimentos... Eles moravam juntos, estudavam juntos... – Uma expressão triste e cansada começava a aparecer na face do elfo. – Mas não consigo imaginar minha filha se envolvendo com esse tipo de magia.


 


Severo observava o elfo falar e sentia o pesar e as dúvidas em suas palavras. Não poderia ser! Mas ele tinha razão, Tári poderia ter tido contato com esse tipo de conhecimento. Não contendo mais sua curiosidade e ansiedade, Severo tomou em suas mãos, Calad e Dúath e pôs-se a analisá-las.


 


Eram leves, fáceis de manusear e possuíam um brilho muito particular. Uma idéia estranha passou por sua mente enquanto via os olhos observadores de Lúthien perscrutar-lhe suas intenções. Ele levantou as duas espadas, assumindo uma posição de ataque e antes mesmo que pudesse entender o que havia acontecido, estava caído, imóvel, de borco no chão.


 


Lúthien correu para acudi-lo, e analisando os olhos do bruxo, passou um vidro que continha uma substância de cheio muito forte e nauseante perto de seu nariz. Como se estivesse se livrando de uma camada de gelo, que se quebrava com suas lentas tentativas de se movimentar, ele conseguiu sentar olhando assustado e curioso para as espadas.


 


-Por que resolveu me atacar, Homem? O que há de errado com as espadas? – Perguntou Lúthien observando o bruxo se levantar devagar.


 


-Não estava tentando ataca-lo, Senhor. Tive apenas uma idéia, como se alguém soprasse em meus ouvidos o que deveria fazerem seguida. Pareceu-meuma dica. Lembra-lhe algo o que aconteceu aqui?


 


-Não... Mas talvez você tenha provado um pouco do poder de defesa que minha filha já me disse que suas espadas continham. Ninguém poderia se valer de suas espadas em uma disputa que não fosse ela...


-Mas Lólindir não se fez valer de uma delas para atingi-la? –Perguntou Snape.


 


-Sim, mas Lólindir é um elfo poderoso e deve ter sido capaz de absorver uma parte do impacto proveniente da espada... É comum os guerreiros com grandes dons na forja implementarem suas espadas com uma espécie de defesa, permitindo apenas seus donos a empunharem. Se a defesa dessas espadas possuírem o mesmo princípio, Lólindir deve ter ficado um tempo enfraquecido e talvez por isso optou pela fuga.


 


Snape se sentia impotente como há muito não sentia. Desde que soubera que o Lord das Trevas era grato a ele por ter informado sobre a profecia, e então saber que era o filho de Lílian... Desde que soubera que não poderia protegê-la. Precisava encontrar uma maneira de ajudar uma das poucas pessoas no mundo que pode chamar de amiga, que entendeu suas dores e seus erros. Não poderia perder mais um em tão pouco tempo!


Sentou-se no leito de Tári, tomou uma de suas mãos e com um gesto mudo pediu para que ela o ajudasse a curá-la.


 


 


Era um quarto apertado, de chão batido, possivelmente uma choupana. A brisa que entrava por uma fresta de uma janela empoeirada era a única fonte de ar fresco ali dentro. O calor era sufocante e olhando para o lado notou um forno de barro sendo alimentado por uma mulher muito suja e suada.


 


Ao terminar de colocar dois grandes pedaços de tora dentro do forno, a mulher se virou e deu dois passos em direção a Snape. Como ele já imaginava, ela não o viu e sua mão se estendeu atravessando-o em direção ao balcão de madeira que estava atrás dele. Snape viu a mão da mulher atravessar seu corpo e puxar duas espadas. Colocou uma em uma espécie de mesa que havia perto do forno e a outra em cima de uma bigorna. Antes de pegar a marreta que também jazia sobre a bigorna, a mulher puxou seus cabelos desgrenhados e os amarraram em um rabo de cavalo, deixando a mostra suas orelhas pontudas. Ela respirou fundo e virou para pegar um livro no mesmo balcão onde estavam as espadas.


 


Era um livro muito velho, com capa de couro e madeira. Abriu-o e colocou-o em cima da mesinha ao lado da bigorna, sobre a outra espada que jazia ali também. Virou algumas folhas lendo em voz alta algumas linhas em uma língua estranha. Pegou uma pena e um tinteiro ao lado e começou a fazer algumas anotações em um pergaminho que ela puxou de dentro do livro. Terminou suas anotações e se virou lentamente em direção a janela. Com os olhos fechados, puxou o ar mais uma vez. Uma labareda apareceu ao lado dela e Fawkes pousou sobre um pequeno poleiro que havia preso na parede. Tári abriu os olhos, olhou para a fênix e sorriu calidamente como quem agradece a presença de alguém muito querido.


 


Virou-se novamente para a bigorna, pegou a espada e enfiou a lâmina no forno. Depois de alguns minutos, colocou-a novamente na bigorna, tomou a marreta em suas mãos e começou a falar em sua língua materna que Snape entendia muito bem.


 


-Com o meu suor – E bateu a marreta com violência no metal – Dou a minha resistência, - Mais uma marretada - minha persistência – Outra marretada - e a minha fibra!


 


Colocou então a marreta de lado e passou as duas mãos imundas no rosto e na nuca e antes que Snape pudesse dizer alguma coisa, ela segurou a ponta da espada em brasa com as duas mãos. Um grito mudo de dor saiu dos lábios da elfa, que agüentou a dor e mergulhando as mãos e a espada em um balde com uma substância bastante viscosa, conseguiu soltar as mãos da lâmina.


 


Ainda com muita dor, pegou novamente a espada e a enfiou no forno. Depois de mais alguns minutos, retirou-a de lá e colocou-a novamente na bigorna.


-Com o meu sangue – Mais uma marretada – dou-lhe minha força – Mais marretadas- e a parte do coração que guarda a honra e o juízo. – Largando a marreta, pegou um pequeno canivete e cortou a palma de sua mão e deixou o sangue pingar e escorrer pela lâmina incandescente fazendo o sangue borbulhar e se fundir ao metal. Mais rápido que se tivesse colocado em água, o metal esfriou e brilhou como se houvesse acabado de ser polido. Ela permitiu o toque de sua mão ferida na lâmina fria e deixou o sangue continuar a fluir até que este deixasse de ser absorvido pela espada.


 


Exausta, ela se deixou sentar no banquinho que tinha ali perto e virando-se para a ave que observava a tudo silenciosamente, disse:


 


-Deixarei Calad para amanhã... Preciso repor meu sangue antes de continuar com isso.


Um pio longo saiu do bico da ave e ela continuou:


 


-Sim Fawkes, é necessário. Temos muitos inimigos e pouco posso fazer contra a magia que reina aqui. Sou uma Senhora Élfica e meus poderes são grandes, mas não lanço azarações com varinhas e nem nada disso. Preciso ser capaz de lutar de igual para igual com esses homens, e para me defender, preciso de algo tão grandioso quanto suas armas. Não viverei sob as vestes de Alvo, não fiz isso com meu pai, não farei isso com meu marido. NÃO FAREI ISSO COM NINGUÉM! – Um brilho imperioso tomou os olhos brancos de Tári, ao mesmo tempo em que um brilho vermelho emanou da lâmina de Dúath sobre a bigorna.


 


E a lembrança se esvaiu em fumaça.


 


-O que você viu, Severo Snape? O que ela mostrou a você que não mostrou a mim? – Disse Lúthien tentando esconder um pouco da mágoa que invadia seu coração.


 


-Senhor, onde estão os livros que Tári costumava carregar consigo quando viajava? O livro de capa de couro e madeira...


 


-Já procuramos tudo o que poderíamos nos livros que ela carregava. Não acha que eu não teria pensado em algo assim antes? Afinal foi com as espadas dela que ela foi ferida!


 


-Por favor, Senhor... Eu preciso vê-los. Talvez ela tenha mostrado a lembrança a mim e não ao senhor pelo fato de eu ser um bruxo e nós temos nossas próprias maneiras de esconder o que queremos!


 


Alguns minutos depois, Severo estava sentado ao lado da cama de Tári com o livro que pedira em suas mãos. Virava página por página com sua varinha murmurando uma grande quantidade de palavras que nem mesmo Lúthien conseguia compreender.


 


Em um determinado momento, uma das páginas emitiu um brilho rápido e estranho. Imediatamente o bruxo parou de virá-las e passou a observá-la com mais atenção.


 


-É aqui que está, não Tári? – Disse se virando para a elfa adormecida.


 


O brilho se intensificou e as palavras que outrora estavam escritas ali se desmancharam, fundindo-se à página, e novas palavras, em uma caligrafia fina e inclinada, começaram a aparecer como se uma mão invisível estivesse as escrevendo.


 


Severo parou de respirar por alguns segundos quando reconheceu as palavras que ouviu na memória que Tári havia compartilhado com ele. Era uma espécie de ritual e que lembrava a Severo outro tão poderoso quanto... Terrível e que desejava ardentemente que não tivesse relação alguma com aquele.


 


Ela não podia tê-las feito, não podia ter dividido sua alma, não podia ter criado duas Horcruxes!


 


Lúthien observava o bruxo e sentia os mesmos calafrios que ele conforme avançava a leitura através da mente do homem. Sua filha não podia ter feito isso.


 


Conforme sua leitura foi chegando ao final, os músculos de Severo foram relaxando e um sorriso de alívio se formou em seus lábios.


 


-Genial... Simplesmente genial!


 


-Pode me explicar agora, Severo Snape? – Perguntou Lúthien com uma pontada de curiosidade e irritação.


 


-Sim, claro, meu Senhor. Ela não dividiu sua alma, apenas a estendeu!


 


-Como assim?


 


-Bem, pelo que eu pude ler, as espadas são hoje uma continuação de seu corpo... É como se as espadas, quando empunhadas por suas mãos, unissem-se ao seu corpo. Mas, pelas características de seu treinamento, pela maneira como ela sempre manejou suas espadas, ela deu características próprias às mesmas... Como se quando as empunhasse, essas características ficassem mais fortes, mais latentes. – Ele disse enquanto voltava a observar a página que acabara de ler. – Mas tínhamos, sim, razão de temer. Ela utilizou alguns dos princípios existentes na obtenção das horcruxes, e talvez por isso, não consegui segurar as duas espadas... Talvez Lólindir só tenha conseguido desferir o golpe por estar empunhando apenas uma, além de ser bastante poderoso. É como se as espadas possuíssem consciência, e para obter isso, ela com certeza se baseou em rituais de magia negra.


 


-Sabendo disso, poderemos curá-la? – Perguntou Lúthien sentando-se à beira da cama da filha. Segurava com suas duas mãos uma das mãos geladas dela, observando o corte profundo nas costas da elfa.


 


-Eu acredito que sim. E acredito que ela tenha me mostrado aquela lembrança justamente para chegarmos nesta conclusão. – Levantou-se da cadeira, pegou as duas espadas que ainda permaneciam no chão e continuou – Para ela se recuperar, ela precisará de toda a sua força... Talvez seja hora das espadas de Tári voltarem a ser somente espadas.


Lúthien o encarou e um calor estranho, mas reconfortante apoderou-se de seu coração. Sua filha concordava com o bruxo. Confiava nele e de alguma maneira dizia para confiar também.


-Que assim seja feito.


 


Durante duas horas o elfo e o bruxo discutiram e aprontaram tudo que precisariam. Lúthien deu ordens para proibir a entrada de qualquer um no quarto durante as próximas horas e isso dava a eles sossego e segurança para fazerem o que tinha que ser feito.


 


Com cuidado, Lúthien tirou as vestes de sua filha, cobrindo-a com um lençol de seda azul apenas de sua cintura para baixo, ainda mantendo-a de bruços.


 


Quando terminou, Snape aproximou-se trazendo as duas espadas colocando Dúath sobre o ferimento e Calad alinhada sobre a primeira, de tal maneira que os punhos ficassem em direções opostas.


 


Lúthien retirou sua própria espada da bainha e olhando para Severo esperou o sinal. O bruxo derramara sobre as espadas um líquido transparente que fez as duas espadas brilharem calidamente, como se possuíssem brilho próprio. O Senhor Élfico aproximou-se e trocando mais um olhar com o bruxo, lutando contra a ansiedade e o medo, levantou sua espada acima de sua cabeça em uma nítida posição de ataque. E antes que Snape pudesse dizer qualquer coisa Lúthien golpeou as duas espadas sobre o corpo da filha.


 


Um brilho muito forte partiu do ponto onde Arsil, a espada de Lúthien, tocou Calad e um vento forte começou a circular no quarto. Lúthien foi jogado contra a parede assim como Snape e não conseguiam se mover.


 


Com um som agudo, Calad trincou e para espanto de Lúthien e regozijo de Snape, a espada sangrou. O sangue corria lentamente, descendo sobre Dúath que assim que a primeira gota de sangue escorreu, trincou também e sangue das duas se misturou entrando pelo ferimento nas costas de Tári.


 


Lúthien e Snape só podiam observar. O vento os mantinha presos e apenas com muito esforço conseguiam abrir um pouco das pálpebras para observarem o que estava ocorrendo.


 


Não souberam precisar o tempo que demorou, mas assim que o vento diminuiu e eles conseguiram se mover, correram para a cama de Tári para ver o que realmente havia acontecido.


 


O corte se fechara.


 


-Pai? – Um som fraco que mais parecia vindo do vento passando pelas frestas de alguma janela saiu dos lábios da elfa.


 


-Minha filha! – Lúthien não pode conter as lágrimas que enchiam seus olhos. Sorriu. – Eu pensei que ia perder você, minha estrela do Norte.


 


Severo sorriu quando finalmente Tári conseguiu se desvencilhar do abraço apertado que o pai lhe dava. Ela puxou o lençol até os ombros e virou-se para ele.


-Sabia que podia contar com você, meu filho... Não era à toa que Dumbledore lhe confiou a própria vida e tantos segredos. – E estendendo a mão que tremia levemente, chamou-o pra um abraço. – Terá para sempre minha gratidão.


 


-Irei chamar Elladan agora, minha Senhora. – Disse Snape se afastando e se levantando.


 


-Não precisa se incomodar, Severo. Meu filho já aguarda na porta.


 


 


 


Comentários da autora desnaturada.


 


Não vou comentar um por um, porque basicamente o que eu tenho a dizer a todos é:


 


MIL DESCULPAS! PERDÕES!


 


Sei que é infinitamente chato começar a ler uma fic que nunca termina. Desculpa gente, do fundo do coração. Eu tenho desculpa para esse atraso monstruoso.


 


Bom, eu não sei se todos sabem, mas já parei a fic por motivos de saúde uma vez, e dessa vez foi um pouco diferente. Tive uma espécie de reflexo do que aconteceu comigo anteriormente, mas graças a Deus me recuperei beeeeeeeeeeeeeeeeemmmmm mais rápido. Não estou 100%, mas já consigo fazer a minha vida andar para frente.


Mas essa parada também teve outros agravantes. Era para eu me formar ao final desse ano, e devido à essas complicações, reprovei em uma matéria chave e só me formarei ano que vem. Resultado: Um inferno astral em casa.


Outra coisa. Estou sem estágio, procurando um desesperadamente. Inclusive estou até prestando concurso, e para quem já passou por algo parecido, a gente tem que estudar.


 


Por isso, e mais umas coisinhas bem mais leves (que se fossem só elas eu tava no céu), que eu não posso garantir regularidade com as atualizações. Eu não repassei para o meu querido beta esse cap pq nem ele eu tenho encontrado. (muito da culpa minha que desapareci.)


 


Bem, às minhas duas leitoras que vivem me puxando a orelha, me xingando e todo o resto que elas tem direito, eu digo: MUITO OBRIGADO! São graças aos seus puxões de orelha (que elas lembram de mandar pelo e-mail o coment :p) que eu paro para pensar na minha fic. E aí, quando eu penso, dá aquela coceirinha no dedo, e recomeço um cap e muitas vezes chego a rascunhar até três (perdendo um pouco das minhas horinhas de sono :p), mas só consigo finalizar, arrumar, corrigir de vez enquando, que exige um trabalhinho mais caprichado.


 


Muito obrigada pelos puxões de orelha Escarlet e Cassandra. Realmente, peço um pedido de desculpas, de perdão, especial para vocês duas.


 Obrigada mesmo pelos coments de todos: Penny Lane, Escarlet Esthier Petry, Lucas Malfoy, Mary Krum, #@Juhh_Potter@, $Didi Moody$, Cassandra Ridlle, Fl4v1nh4, Rubeo, EXPERT2001, Isabelle Delacour
 


Mil beijos e por favor não desistam de mim!!!!!

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