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3. Fim (?)


Fic: Memórias de Um Assassino - Dramione - Short Concluida


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Aparentemente ela está bem. Parece que ficou sem se alimentar por alguns dias. Mas não tem sinais de tortura física. Mas está esgotada psicologicamente. Ela não pára de chamar por Draco. – disse a medibruxa para Gina, Harry, Rony e Luna enquanto saía do quarto onde repousava Hermione. – Acho que em uma semana ela poderá finalmente ir para casa.
-Obrigada doutora- Agradeceu Harry enquanto iam para a ante sala. Ron, me passa aquele pergaminho. Eu ainda não consegui digerir muito bem essa estória do Draco e da Mione.
-Pois é o que eu estou te falando Harry, ele lutava feito um doido gritando o nome da Hermione. E ela perguntou por ele logo após ter acordado. E agora não pára de chamar por ele. E ainda tem aquelas memórias que precisamos ver.
-Isso tudo é muito estranho até para mim – disse Luna sonhadoramente – Não consigo entender como esses dois se apaixonaram.
-Gente, vamos esperar a Mione se recuperar. – disse Gina -Ela deve voltar para a casa em uma semana. Ela nos explica toda essa loucura. Harry porque você não vai para o Ministério com o Rony para investigar essas memórias. Quem sabe não é uma grande chave para finalmente acabarmos com essa maldita guerra e prosseguirmos com nossas vidas hein?

*****

Após uma análise mais minuciosa, descobriram que as memórias que Draco Malfoy havia entregado eram genuínas e muitas eram memórias obtidas por legimência. Nas memórias continham os locais onde estavam às últimas horcruxes e os pontos fracos de cada QG de Voldemort que ainda estava em pé.
*****

Quinze dias se passaram e finalmente Hermione foi liberada para voltar para sua casa. Seus amigos receberam-na com uma grande festa. Entretanto, Hermione estava totalmente apática a tudo à sua volta. A ausência de notícias sobre Draco Malfoy deixava a Castanha cada vez mais triste.
-Mi – chamou Harry com carinho- Como você está? – disse assim que chegaram à casa em que os três amigos dividiam- Precisamos conversar.
A Castanha nada respondeu. Apenas olhou para Harry de forma enigmática.
-Podemos? – insistiu Harry.
-Quero saber o que houve com o Draco, Harry! – respondeu Hermione triste.
-Hermione – começou Ron com cuidado – Nós estamos preocupados com toda essa sua relação com o Malfoy. Gostaríamos de entender o que está acontecendo.
-O que aconteceu com o Draco, Rony? – a voz da Castanha saiu esganiçada. Rony olhou de soslaio para Harry – Estou há dias perguntando por ele e ninguém me diz nada. Ele morreu? – os olhos da castanha já estavam marejados.
-Mi – Harry foi mais enfático – Não te falamos nada porque queremos te proteger. O Malfoy é um assassino. Um dos mais temidos. Vocês sempre se odiaram. Ele te chamava de sangue ruim. De repente você passa a se interessar nele. Dá para explicar isso!
-Eu não vou explicar nada a vocês – Gritou Hermione – Não sem antes de vocês me falaram exatamente o que aconteceu com ele.
-Porra Mione – explodiu Harry – Não vamos falar nada sobre aquele filho da puta do Malfoy. Eu quero saber desde quando o Malfoy virou Draco para você.
-Eu odeio vocês – gritou Hermione correndo em direção ao seu quarto.

*****


Gina foi atrás de Hermione, mas antes olhou rudemente para os dois rapazes e balançou a cabeça negativamente. Encontrou a amiga, aos prantos, deitada na cama. Com cuidado sentou-se ao seu lado e pôs sua cabeça entre suas pernas.
-Shhhiii, Não fique assim, Mi. São dois idiotas. Mas são dois idiotas que te amam. Eles quase enlouqueceram nesses quatro meses. Principalmente o Ron! Ele se sentiu muito culpado.
Hermione levantou a cabeça e olhou para a amiga, Gina continuou:
-Dá um desconto para eles. Só querem te proteger. E estão morrendo de ciúmes – Gina sorriu sapeca. Hermione a olhou curiosa - Rony disse que ele lutava e gritava pelo seu nome. E deixou isso aqui. Está na cara que ele te ama. – Gina entregou à Hermione o pergaminho que Rony havia achado.
Hermione olhou com dúvidas para o pergaminho que a ruiva lhe entregara. Grossas lágrimas escorriam pelo rosto da Castanha quando terminou de ler.
-Agora entende porque estão assustados? – perguntou a ruiva carinhosamente – Tememos o que não entendemos Mi!
Hermione secou as lágrimas com as costas das mãos e olhou profundamente para Gina.
-Você também não vai me falar o que aconteceu com o Draco?
-Você também não vai me falar o que significa esse amor improvável ?- perguntou Gina séria.
- Certo. Eu vou te contar. Eu acho que vocês precisam de uma explicação.

Hermione se endireitou na cama e Gina sentou-se em frente à ela.
-Eu sou apaixonada por Draco desde Hogwarts. – Hermione olhou para Gina, que tinha a boca aberta. - A primeira vez que eu o vi, eu o achei a coisa mais linda desse mundo. Fiquei babando. – Hermione olhou para Gina e sorriu – Tá, eu sei que éramos crianças... Mas ele parecia um anjo. Crescemos e ele não dava a mínima para mim. Como eu sofria com isso. No terceiro ano ele começou a me chamar de sangue ruim. Eu quis morrer. Tentei esquecê-lo. Mas parecia que quanto mais força eu fazia, mas eu me apaixonava. Você me entende?
-É claro que eu entendo Mi. – disse Gina sorrindo compreensiva. – Você esqueceu quantos anos eu fui apaixonada pelo Harry? Mas ele chegou, a saber?
-Sim. Foi naquele ano em que os Comensais entraram na escola. Eu já havia percebido, há algum tempo, o quanto Draco estava pálido e abatido. Meu coração doía, embora eu teimasse com Harry que Draco não estava fazendo nada de errado. Mas eu sentia no meu coração que alguma coisa estava errada, e que algo de muito ruim estava para acontecer. O que mais me angustiava é que eu não podia fazer nada.
Um dia, como promessa em observar o Draco e suas “atividades suspeitas”, eu pedi ao Harry para ficar com o mapa do maroto naquela tarde. Eu estranhei ao ver que o “pontinho” Draco Malfoy estava muito próximo, no banheiro desativado, do pontinho “Murta que geme”.

-Você ficou com ciúmes da Murta? – disse Gina rindo.
-Claro que não Gina! Mas eu fiquei curiosa. E não agüentando de curiosidade resolvi ir até lá para ver o que se passava. Levei um susto quando cheguei ao banheiro...

*****

Flash Back
Seu coração deu um pulo ao ver que Draco Malfoy estava chorando. Silenciosamente se aproximou de onde ele estava de forma que pudesse ouvir sem ser vista.
-Não, Murta, ninguém pode me ajudar. – Draco chorava tal qual uma criança – Eu não quero fazer isso! Não quero! Mas ele vai me matar, vai matar minha mãe, vai acabar com a minha família.
-Você não precisa fazer se não quiser, Malfoy.

Draco limpou rapidamente as lágrimas de seus olhos e olhou com ódio para a garota que acabava de entrar no banheiro.
-Sai daqui sua Sangue Ruim. - disse Draco irado – Quem lhe deu a permissão de ficar no mesmo ambiente que eu?
-Murta, saia, por favor – disse Hermione. Com espanto a Castanha viu a menina fantasma se afastar sem maiores reclamações. A Castanha foi se aproximando lentamente do rapaz loiro. – Draco, peça ajuda a Dumbledore. Ele pode te ajudar.
-Sua imunda! – disse Draco com nojo - Como ousa me chamar pelo primeiro nome? Como ousa se intrometer em minha vida?

Os olhos da Castanha encheram-se de lágrimas. Sentou-se perto de Draco. O rapaz levantou na hora.
-Você é burra ou o quê? Sai daqui. Deixe-me só.
-Draco – Hermione se levantou – Eu não sei o que você está fazendo, mas sei que algo de muito ruim está para acontecer. Se você precisa de ajuda, o Dumbledore pode te ajudar. Não faça nada de errado!
-Ninguém pode me ajudar Granger – disse Draco ríspido – E desde quando você tem o direito de se intrometer em minha vida?

Draco já saía da sala quando ouviu a voz de Hermione baixinho.
-Desde que eu me apaixonei por você.
-O que você disse? – Draco estancou, virou-se e seguiu furiosamente em direção à castanha.
-Nada – Hermione se deu conta do que havia falado.

Draco se aproximou da Castanha e começou a chacoalhá-la.
-O que você falou Granger? Repita!
-Me solta Malfoy. Você está me machucando.
-O que você falou sua sujeitinha de sangue ruim? – Draco perguntou ameaçadoramente.
-Me solta. Por favor – Hermione continha pavor em seu olhar.

Draco recuou e soltou o braço da garota. A Castanha correu até a porta e com um olhar triste saiu do banheiro.

Fim do Flash Back

-Nossa Mione – disse Gina assustada – Quanta coragem hein??? E depois disso? Vocês ainda se falaram na escola?
-Não. Eu sempre evitava ficar nos mesmos espaços que ele estava. Nunca mais falei nada. E logo depois aconteceu aquela tragédia toda. – disse Hermione triste, mas de repente seu olhar se iluminou – Ele me disse que não conseguiu matar Dumbledore porque ele se lembrou de mim.
-Como? – perguntou Gina boquiaberta.
-Ele lembrou de toda a nossa conversa. Deu um flash naquele momento em que ele estava com a varinha apontada para Dumbledore.
- E vocês apenas se reencontraram quando você foi capturada?
-Sim! Depois que o Rony saiu do quarto, Avery me imobilizou e me levou para o mesmo QG onde o Draco ficava. Nossa, como eu tive medo. Principalmente quando eu o vi. Como ele mudou.
-E?- perguntou Gina impaciente – Anda Mi. Me conta tudo...
- Avery me levou direto para o porão. Ouvi Greyback conversando com o Malfoy.

*****

Flash Back

-Já soube Malfoy?- disse O lobo Greyback enquanto sua saliva escorria pela boca. – Temos uma visita apetitosa. Uma nova prisioneira.

Draco fez cara de desdém.
-Seus gostos em nada são parecidos com o meu Greyback. Duvido que o que você considera apetitoso seja realmente apetitoso.
-Ahh, mas essa você vai gostar!!! Além disso, ela é recheada com gosto de vingança.

Draco levantou uma sobrancelha como se ordenasse à Greyback a se explicar.
-É a amiguinha do Potter que está aí. – O lobo apontou com o dedo para a cela onde Hermione estava – A Granger.

Draco correu até a cela onde Hermione estava para constatar se era verdade o que o lobo Greyback dizia.
-Oras, oras. Veja quem está aqui. Perdeu-se de seus amiguinhos, Granger? – perguntou Draco ameaçadoramente.

Hermione já ia dar uma reposta abusada ao rapaz, quando seus olhos se cruzaram. Hermione se assustou pela falta de vida nos olhos no homem que amou em segredo durante anos e se entristeceu. Este fato não passou despercebido por Draco. Sentiu seu coração se apertar ao ver Hermione ali tão frágil e sem resposta. Saiu rapidamente de perto da cela.
-Vamos fazer uma festinha com ela – começou Avery?
-Claro, claro – respondeu um Comensal batendo as mãos.
-Não se aproximem dela - gritou Draco para os três Comensais que se aproximavam da cela onde estava Hermione. Ao ver o olhar curioso dos Comensais sobre si, completou – a gente não sabe qual é o plano do Lorde para a sangue ruim. Não toquemos nela até que ele nos diga o que fazer.

Para o alívio de Hermione, que havia ficado desesperada com a aproximação dos Comensais, eles se afastaram resmungando que Draco tinha razão.

Hermione estava deitada no chão de sua cela quando percebeu a porta abrir. Assustada foi para o lado mais escuro do porão.
-Granger – uma voz arrastada soou na escuridão.
-Malfoy?- Hermione lentamente saiu de onde estava. Draco pode ver o pavor nos olhos da Castanha.
-Sou eu.
-O que você quer comigo? – perguntou Hermione assustada.
-Eu só quero te perguntar uma coisa. Algo que há anos não sai da minha cabeça. Uma dúvida que me corrói todos esses anos.

Hermione olhou curiosa pra o homem que estava à sua frente. Permaneceu muda.

-Naquela tarde, em Hogwarts, quando você entrou naquele banheiro. Você disse uma coisa em voz baixa e não quis repetir. Você ainda lembra?

O rosto de Hermione se iluminou. A Castanha esboçou um pequeno sorriso antes de responder.
-Quando você me perguntou com que direito eu me intrometia em sua vida?
-Exatamente – respondeu o rapaz sério.
-Eu disse que eu tinha esse direito desde que eu me apaixonara por você!

Para o espanto de Hermione que esperava outra reação violenta de Draco, o rosto do rapaz se iluminou em um sorriso de lado, tão típico do sonserino, mas que era sincero. De convencimento e não de deboche. Ao perceber que a Castanha lhe encarava, virou de costas.
-Obrigado! Eu só queria essa informação - disse Draco se preparando para sair.
-Espera Draco – Hermione foi até o loiro – Não sai assim. Por favor.

Draco permaneceu parado. Seu coração parecia querer sair do peito. Sentiu uma mão acariciar levemente os músculos de seus braços.
-Sabe quantas noites eu sonhei em estar assim tão perto de você?- disse Hermione manhosa
-Isso não me interessa, Granger – respondeu Draco ríspido.
-Claro que interessa Draco. Se não você não teria vindo aqui. Querendo saber sobre o que eu te disse há anos atrás. – disse Hermione enquanto se posicionava na frente do rapaz e acariciava seu rosto.
-Não me provoque Granger. Não sou mais aquele rapazinho amedrontado do sexto ano.
-Eu sei – respondeu Hermione acariciando o peitoral de Draco – Mas eu não tenho medo de você.
-Mas deveria – respondeu Draco fechando os olhos e sentindo o seu corpo se arrepiar com as provocações de Hermione.
-Por quê? – perguntou a Castanha enquanto levantava um pedaço da blusa de Draco e lhe mordiscava o peito.
-Porque eu posso ser mau- disse Draco segurando seus cabelos e lhe beijando com lascívia, o que foi prontamente retribuído pela Castanha – extremamente mau.

Draco beijou toda a extensão do pescoço de Hermione. Este movimento causou diversos arrepios por todo o corpo da Castanha. Draco percebeu e sorriu de lado.

Suas mãos ágeis começaram a percorrer todo o corpo de Hermione. Enrolou os cabelos da Castanha em suas mãos e a puxou para mais um beijo quente. Sua língua invadia e brincava com a boca de Hermione, deixando-a sem ar. Ao se separarem para respirar, Hermione soltou um gemido que enlouqueceu mais ainda o loiro. O rapaz a pegou no colo e a encostou na parede, apertando-a e a beijando com mais lascívia ainda.

Hermione agarrou o cabelo de Draco, guiando-lhe pela extensão de seu pescoço e colo. Com um gesto de sua varinha transfigurou em uma cama a padiola onde Hermione havia deitado. Com cuidado deitou a Castanha e se posicionou sobre ela. Lentamente retirou cada peça de roupa que a Castanha usava, olhando-a profundamente.

Uma das mãos dele subia pela coxa. E a outra apertava a bunda da Castanha com vontade. A boca sugava-lhe os seus seios. Essa sincronia entre as mãos e boca dele a enlouquecia, fazendo a castanha gemer baixinho.

Com um sorriso no rosto, Draco lançou um feitiço no local onde estava e sussurrou no ouvido da Castanha:
-Agora pode gemer à vontade.

Hermione, que já não conseguia disfarçar sua excitação, começou a gemer loucamente. Como uma gata no cio. Draco começou a acariciar a vagina da Castanha. Brincava com os dedos na entrada e os enfiava lentamente. Já a sentia completamente molhada.

-Por favor, Draco – disse Hermione gemendo – me possua. Por favor. Possua-me.

Em um movimento rápido, ele penetrou na Castanha. Hermione, por sua vez, emocionou-se ao sentir o corpo do homem que amava dentro de si. Pequenos choques começaram percorrer o corpo da Castanha. Parecia que seu corpo ia explodir de tanto prazer. Ele, ao perceber o quão excitada ela estava, levantou-se rapidamente. Draco rebolava dentro da Castanha. Em um movimento rápido Hermione se virou e passou a ficar em cima do loiro.

Hermione cavalgava em cima de Draco que gemia de tanto prazer. Hermione apertava os seus próprios seios e mordia os lábios. Quando percebeu que ela já não agüentava mais de tanto prazer, Draco ajudou-a aumentando o ritmo da cavalgada da Castanha e penetrou mais fundo e com mais força. Hermione foi a primeira a chegar ao orgasmo logo sendo seguida por Draco que a puxou e recostou sua cabeça em seu ombro.

Fim do Flash Back


*****


-Nossa Mi – disse Gina ficando vermelha – E depois desse dia?
-A gente fazia amor quase todo dia. Isso foi nos primeiros quinze dias – Disse Hermione ficando séria de repente – Depois Voldemort chegou. Ficou louco quando me descobriu lá. Passou a me torturar. Draco sempre arranjava um jeito de me dar uma poção revigorante. Jurava que ia matar Voldemort. Eu ficava apavorada e pedia para que ele nem tentasse. Um dia Voldemort permitiu que o Avery me estuprasse. Ele já solicitava há tempo. Quando Draco descobriu ficou louco. E o matou antes. Há um mês desconfiaram da nossa ligação e me transferiram. O Lucius tentou punir o Draco. A última notícia que eu sei é que Draco o matou. E aí ele foi me resgatar. E o resto você já sabe.

Gina se aproximou da amiga e lhe deu um abraço forte.
-Nossa Mi. Quanta coisa você passou.
As amigas ficaram durante algum tempo abraçadas. Hermione foi a primeira a afrouxar o abraço.
-E agora? – perguntou Hermione – Posso finalmente saber que fim levou o Draco?
-Claro- disse Gina enxugando uma lágrima. – No dia da batalha, quando os Aurores chegaram e viram o Draco começaram a atacá-lo, sorte que o Ron havia lido o pergaminho e chegou a tempo que eles não o matassem, mas ele se distraiu e foi atingido por vários feitiços. Está internado em estado gravíssimo no St Mungus. Ei Mione- perguntou Gina vendo a amiga ir em direção à porta- Aonde você vai?
-Vou encontrar meu amor – respondeu Hermione em um sorriso. – E ahhh! Conte aos meninos por mim!


*****


Hermione tremia ao entrar no quarto onde o loiro estava internado. Ficou assustada ao ver quanto o rapaz estava pálido. Por um momento cogitou a possibilidade de estar morto. Puxou uma cadeira que estava próxima e sentou-se ao lado da cama.
-Draco – sussurrou a menina enquanto alisava as mãos do rapaz – Você precisa viver meu amor. Viva para mim. Eu te amo tanto. Você não pode me deixar agora. Não agora que nos reencontramos. Seria tão injusto.

Grossas lágrimas corriam no rosto da Castanha, mas ela não iria desistir de ficar com o amor de sua vida. Dias após dias Hermione voltou ao hospital e sempre conversava com Draco. E sempre pedia para que ele vivesse.

*****


Enquanto isso o mundo bruxo sofria uma revolução, as memórias entregues por Draco revelaram não apenas os locais onde estavam as horcruxes assim como todos os esquemas dos Comensais, assim como ajuda política e financeira que recebiam. Logo Voldemort foi destronado e a paz reinou no mundo bruxo.

*****


Já haviam se passado 02 meses que Draco havia se internado. Era mais um dia como outro e Hermione visitava o rapaz no CTI. Mais uma vez Hermione se sentou ao lado do loiro e pediu que vivesse.

Hermione olhava distraidamente para a paisagem da janela quando sentiu algo roçar em seu braço. Lentamente virou seu rosto e percebeu que Draco acordava. Sua emoção foi tanta que a Castanha não conseguiu esboçar nenhuma reação. Apenas ficou lá paralisada, enquanto Draco lhe sorria.
-Eu adoro quando você fica com essa cara de boba, sem ter o que falar, Granger – disse com certa dificuldade – Você é sempre uma insuportável sabe tudo, que fala pelos cotovelos.

Hermione abriu um sorriso e se jogou em cima do rapaz, beijando-lhe todo o rosto.
-Ei Granger- disse Draco rindo – você está me machucando.
-Você ... você voltou!!!
-Você não pedia para que eu vivesse? Estou aqui.

Hermione olhou mais uma vez com carinho para o loiro que sorria à sua frente e o agarrou beijando-lhe apaixonadamente.

*****


Nasci Draco Lucius Malfoy. Filho de Lucius e Narcisa Malfoy. Pessoas influentes que vieram de duas famílias altamente tradicionais e preconceituosas do mundo bruxo: Os Malfoys e os Blacks.
Mas hoje não me importa mais a minha origem. Nem os preceitos delas e principalmente seus preconceitos. Tenho tudo o que eu quero e preciso.
Uma mulher me salvou. Uma mulher linda, gostosa, sensual e inteligente. Ela me salvou e hoje vivo por ela.


07 anos depois


-Draco, o que você está fazendo?- perguntou Hermione impaciente
-Peraí amor, estou escrevendo uma coisa aqui.
-Draco, o Scorpious está impaciente! Ele está doido para encontrar com o Tiago e o Alvo. Vamos logo!
-Tô indo!
Essa mulher me fez forte. Me deu amor, me deu uma família. Deu sentido à minha existência. Decidi escrever minhas memórias, para que possa ficar registrado o quanto eu amo Hermione Granger Malfoy. A amo como ninguém jamais a amou e nem vai amar.
D.L. M



N/A: Eis aí Xuxus...Demorei, mas pus a fic inteira...Espero que gostem...Desculpem a demora, é que estou meio enrolada em meio à minha mudança...Esse ano começou uma delícia...mudança de emprego, de casa..Mas tem uma coisa boa...Enquanto fico sem net por conta da mudança...escrevo!!! Quando tudo normalizar, postarei capítulos de RC e DO (minhas outras fics)...Mil beijos e um cheiro...

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Comentários: 2

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Enviado por RiemiSam em 14/01/2014

Apaixonante. Única palavra que define o que senti ao ler.

Nota: 5

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Enviado por silvia xavierdos santos em 13/02/2012

Essa fic foi uma das primeiras que eu li Dramione,adorei e hoje relendo continuo amando...

Nota: 5

Páginas:[1]
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