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5. Convivência forçada


Fic: A MISSÃO --Quando ódio pode virar amor -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- É sério? Você é um ex-prisioneiro?- Hermione tinha um ar perplexo.


- Sou.- Malfoy num tom derrotado.


- Mas como?


- Isso não é dá sua conta. – Disse Malfoy zangado.


- Claro que é. – Hermione não ia deixar aquela doninha oxigenada levar a melhor.


- Não. Não é. – Malfoy não ia deixar aquela sangue-ruim metida a besta levar a melhor também.


- É


- Não é.


- É. – Pareciam duas crianças discutindo.


- Não é.


- Chega! Chega! Cansei. Não vou mais perguntar, não quero saber, apesar de ainda achar que é da minha conta. – Hermione deu o braço a torcer.


- Melhor assim.


- Preciso falar com você ex-prisioneiro Malfoy. – Hermione tinha um ar profissional.


- Oh! Agora você precisa de mim – falou Malfoy com ar presunçoso.


- Que merda, to vendo que vai ser pior do que eu esperava... – E dizendo isso pegou um pedaço de pergaminho que tinha na sua bolsa e escreveu.


 


Prezado Ministro


A missão dada a mim se revelou impossível.


Não haviam me informado que o ex-prisioneiro em questão era o Sr. Malfoy.


Por motivos pessoais peço que enviem outro auror.


Ficarei esperando aqui o envio do auror e de sua resposta.


 


Atenciosamente


Hermione Granger Weasley.


 


 


- Granger Weasley? Quanta honra hein? – Malfoy olhava com o canto dos olhos o bilhete que Hermione escrevia.


- Isso é confidencial, não pode ser visto por pessoas como você. – Dizendo isso, Hermione despachou o bilhete. – E se quer saber é uma grande honra sim.


- Se era confidencial devia ter tomado mais cuidado, idiota. E que honra pode haver em pertencer a família de bruxos que mais desonrou os sangue-puros até hoje?


- Muito mais honra do que pertencer a uma família de assassinos, e criminosos como a sua.


A menção da palavra família deteve a atenção de Malfoy enquanto Hermione continuava a falar.


- O que foi ficou mudo, é Malfoy? Família de assassinos, criminosos e covardes é que é a sua. – Os olhos de Malfoy se estreitavam para ela. – O que foi? Covardes sim! Ou você acha que não sei que seu querido pai se matou?


- O que você tem com isso? – Rugiu Malfoy.


- Eu? Nada, só acho que foi muito covarde da parte dele, ao invés de pagar pelos crimes que cometeu ele vai lá e se mata.


Malfoy continuava mudo, somente olhava para Hermione com olhos apertados de fúria. Esse silêncio começou irritar Hermione.


- Sem contar com sua mãe né? O Que aconteceu com ela, se matou também? – Disse Hermione num tom debochado a fim de irritar Malfoy.


- CALA A BOCA! Cala essa boca imunda, nunca mais toque no nome da minha mãe ouviu? – Malfoy estava descontrolado. – Nunca mais ouse falar nela ou vai se arrepender de ter nascido. Você não sabe de nada, nunca soube. – Por impulso Malfoy pegou um dos crânios que ficava exposto na loja e arremessou na parede.


Hermione estava perplexa, por mais que quisesse irritar Malfoy nunca imaginou que um dia ele ficaria tão perturbado.


- Desculpa.


 Hermione estava realmente surpresa com a reação que ele teve, e sentindo-se culpada também. Queria irritá-lo, mas não deixá-lo fora de si. Com uma reação involuntária estendeu sua mão a procura da dele, como uma forma de acalmá-lo.


- Esquece... – Malfoy retirou a mão antes que a de Hermione tocasse na dele.


Percebendo o que tinha feito Hermione retirou o mais rápido possível a sua mão da bancada. Em seguida um silêncio constrangedor dominou o ambiente, nenhum dos dois falava, cada um entorpecido demais por seus pensamentos e devaneios para falar. Malfoy observava os cacos de vidro e o crânio que ele havia arremessado na parede com olhos desfocados, e os pensamentos longe.


Hermione estava absorta demais em seus pensamentos para perceber a presença de Malfoy. Sua atenção só foi chamada quando duas corujas chegaram à loja. As duas eram incrivelmente iguais, o mesmo tom nas plumas, os olhos caramelo e cada uma delas com um bilhete. O primeiro era direcionado a Hermione, que já esperava por ele.


 


Prezada auror Granger


Fique exatamente onde está. Isso é uma ordem. Não será enviado auror nenhum para trocar de lugar. A senhora foi designada para o caso, por tanto é sua obrigação permanecer nele. A situação está pior do que esperávamos.


Há informações de que o Bordeaux foi roubado.


Por enquanto essas informações não são confiáveis, estamos investigando.


A senhora sabe o que pode acontecer se ele realmente for roubado e cair em mãos erradas.


Sua missão se tornou de suma importância, não se trata mais de descobrir o paradeiro de alguns ex-comensais e sim garantir o equilíbrio no mundo bruxo.


Sinceramente não me interessa o problema com a senhora e o senhor Malfoy no passado, resolva-o agora, e consiga que ele nos ajude.


Mandamos um mandado judicial pedindo que a abrigue na casa dele. Não informamos o motivo exato para ele fazer isso.


Use esse tempo a seu favor, consiga que ele nos ajude. Seja rápida.


 


Patrick Massen


Ministro da Magia.


 


 Hermione estava boquiaberta, eram muitas informações para absorver. O Bordeaux foi roubado, isso era péssimo, ela teria de ficar hospedada na casa do Malfoy, isso era uma catástrofe. O cara de Malfoy também estava estarrecida enquanto lia seu papel.


 


Prezado Sr. Draco Malfoy


 


Como pode observar a Auror Granger foi designada para conversar com o senhor.


Para que haja um maior entendimento entre os senhores, o Ministério achou mais apropriado que a Auror permaneça em sua casa até que tudo seja resolvido.


Contamos com sua colaboração e ressaltamos que se a ordem de abrigá-la me sua casa for descumprida o senhor sofrerá com implicações diante do Ministério.


       


Esperando que tudo se resolva o mais rápido e de maneira mais satisfatoriamente possível.


 


Patrick Massen


Ministro da Magia.


 


Malfoy olhava perplexo para o papel em suas mãos. Olhou para Hermione procurando um vestígio de que tudo aquilo fosse verdade, quando seu olhar encontrou o de Hermione ele percebeu que não havia piada, era verdade, a pior coisa que poderia acontecer, Hermione e Draco, convivendo em baixo do mesmo teto.


- Mas que...- Draco começou a falar.


- ...merda! – completou Hermione.


 


Hermione ainda não tinha certeza de suas crenças sobre céu e inferno, mas de uma coisa ela sabia: se o inferno realmente existisse, ela começaria viver nele agora. Viver com o Malfoy era a pior coisa que poderia acontecer, além dele ser arrogante, prepotente, entre outros tantos defeitos, ele era rico, sempre fizera questão de ressaltar isso em Hogwarts, e com absoluta certeza iria se exibir com isso agora.


- Parece que vou ter que aturá-la em minha casa. – o mau-humor de Malfoy era evidente.


- Não pense que para mim vai ser divertido. Aturar uma doninha oxigenada não era o tipo de coisa que eu havia planejado para o meu reveillon.


Malfoy a fuzilou com os olhos.


- Vamos, já estava fechando a loja, vamos logo para minha casa. – E dizendo isso, pegou suas coisas que estavam em uma prateleira acima do balcão e saiu da loja.


- É muito longe daqui? – Hermione perguntou não conseguindo refrear sua curiosidade.


- Não.


Hermione não se lembrava de nenhuma mansão aos redores do Beco Diagonal, achou estranho, mas não comentou nada. Estavam em uma das alamedas do Beco Diagonal quando pararam diante de um casebre antigo, tinha portas de madeira e alguém há muito tempo atrás, havia pintado as paredes externas de amarelo, mas ninguém se dignava a esse trabalho havia muito tempo, deixando-a com um tom envelhecido e com aspecto de mal cuidada.


Hermione olhava distraída para o casebre imaginando há quanto tempo que não pintavam as paredes quando Draco falou com ela.


- Chegamos.


- Onde? – Hermione estava distraída.


- Na minha casa. – Draco olhava atentamente seus pés enquanto falava, preferiria estar em qualquer  outro lugar, menos ali, tendo de explicar qual era a sua casa.


Hermione olhava a sua volta tentando entender o que ele havia dito, não havia nada lá, só aquele casebre minúsculo, nenhuma mansão. Só quando olhou o modo envergonhado que Draco olhava para o casebre que a compreensão começou tomar conta dela.


- Você mora aqui? – Ela não conseguiu tirar o tom depreciativo de sua voz.


- Moro, algum problema?


- Não, não. - Hermione ainda não acreditava que aquilo poderia ser a casa do Malfoy.


 


Se por fora era ruim, por dentro era ainda pior. Ao entrar na casa não conseguiu deixar de notar o pouco número de móveis, e os que ainda haviam eram feios, feitos de madeira mal entalhada e sem acabamento, não era nada parecido com o que ela esperava. Não era só a falta de requinte da casa,  o que lhe chamava atenção era a falta de calor, a casa era fria, não havia toque pessoal em nada, se não fosse tão feio poderia até ser um quarto de hotel por tamanha imparcialidade.


- Então, o que está acontecendo? – Perguntou Malfoy.


- Ah?- Hermione ainda estava perdida olhando a casa, nem tinha percebido que Malfoy tinha falado com ela. – O que você disse?


- Eu perguntei o que está acontecendo, qual a jogada do Ministério. – explicava Malfoy com evidente mau-humor.


- Nada.


- Nada? – bufou Malfoy. – Mandam uma droga de uma sangue-ruim se hospedar na minha casa e ainda tem coragem de dizer que não é nada?


- Casa? Desde quando uma pocilga pode ser chamada de casa? Isso aqui está mais para um barraco.- acusava Hermione.


- Pocilga é onde mora a senhora sua mãe. – gritou Malfoy.


- Cala-boca !


Um minuto se passou até Malfoy falou.


- Se a hospedagem não está de acordo com seus padrões de qualidade senhora, pode se retirar, não me importo, a porta da rua é serventia da casa. – Falou Malfoy com uma falsa cordialidade, sua voz beirando o sarcasmo.


- Você realmente acha que eu gostaria de estar aqui, com você? – Havia um certo deboche no tom de voz de Hermione ao dizer isso.


- Admito que esse aqui não é um lugar muito agradável, mas em relação a estar comigo, tenho certeza que você gostaria.


- Mas você é muito convencido, não acha?


- Na verdade não, acho que sou realista, ou você acha que não percebi seus olhares pra mim?


- Olhares? – A voz de Hermione subiu três oitavas – Só se for de nojo.


- Nojo não, desejo. Admita, aquele cabeça-de-fósforo idiota não dá conta de uma mulher como você.


- Não fala assim do Rony.


- Defendendo o maridinho é?


- Sim, pelo menos ele tem alguém quem o defenda e você?


- Eu tenho uma namorada.


- Tem é? – Hermione estava incomodada demais com essa resposta.


- Tenho, a Katherine.- Disse Draco com simplicidade.


- Katherine?. – Falou Hermione num despeito evidente.- E onde está essa namorada-maravilha?


- Desde quando tenho que dar satisfação para uma sangue-ruim?


- Porque você insiste em me chamar assim?


- Porque você é uma sangue-ruim, e sangues-ruins não servem pra nada. – Draco lançou pra Hermione um olhar sacana, analisado seu corpo.  – Ou melhor, quase nada.


Ao perceber o olhar de Draco, Hermione recuou, sacando sua varinha, mas foi obrigada a parar quando seu corpo encontrou uma parede.


Agora com uma certa distância Draco começou analisar melhor Hermione. Pouco restava da menina que estudou em Hogwarts, os cabelos não eram mais espessos e volumosos, hoje estavam sedosos, liso na raiz e com leves cachos que caiam até o meio das costas, o rosto perdera o ar infantil, se tornando forte, mas com uma suavidade tipicamente feminina. Hermione toda estava mais feminina, o corpo se moldara ainda mais com o passar do tempo, adquirindo formas e curvas que antes não existiam.


Com o olhar ainda colado em Hermione, Draco foi se aproximando.


- O que você pensa que está fazendo? – Hermione tentou exprimir uma certa autoridade, mas sua voz a denunciou. Tentou se esquivar mais, só que havia uma parede impedindo.


Em poucos segundos Malfoy estava na frente de Hermione, tão próximo que podia se ouvir a respiração um do outro. Hermione tentou falar, mas estava entorpecida demais pelo aroma que emanava da pele alva do pescoço de Draco.


Um arrepio percorreu a espinha de Hermione quando Draco acariciou seu rosto. Ela protestou tentando tirar a mão de Malfoy de seu rosto, mas foi uma tentativa inútil, em um movimento rápido Malfoy pegou os braços de Hermione e imobilizou-os suavemente contra a parede. Antes mesmo que Hermione conseguisse manifestar qualquer reação os lábios de Malfoy foram de encontro aos dela.

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