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15. A Rotina


Fic: Tal mãe, tal filho: A paixão de Lord Voldemort


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O fim de semana transcorreu daquela forma apaixonada (N/A: aquela que vcs, leitores, queriam saber) que sempre marcam os inícios de namoro. O domingo passou rápido, assim como toda a semana. Tom tomava o cuidado de ministrar a poção do amor com uma freqüência segura, ao mesmo tempo que ele mesmo ingeria a poção rejuvenescedora.
Se encontravam todos os dias, ao entardecer. Saíam para dançar, jantar, um cinema ou simplesmente ficavam em casa. O importante para Tom era ministrar a poção do amor. Para Alissa, era ficar ao lado dele. Freqüentemente (N/A: Com trema mesmo, e ai do infeliz que tentar me corrigir), ele refazia o feitiço que restituia a visão à ela, mesmo que ela ainda não assumisse publicamente o fato de que voltara a enxergar.
Os dias passavam rápidos. Ele normalmente dormia na casa dela (quando dormia) tomava seu café com ela e depois ia para seu quartel general, onde continuava mandando nos Comensais, que ficavam confusos com suas desaparições. Depois do café, ela começava a atender seus clientes. Foi assim o primeiro e o segundo mês, em uma rotina simples e sem preocupações.

Em algum momento, que não se pode precisar exatamente qual, Voldemort começou a se cansar disso. Não era um homem de família, embora estivesse agindo como um. Além disso, lhe enjoava os carinhos excessivos que Alissa lhe dispensava, mesmo que o sexo ainda fosse bom. Precisava mais autonomia e, para isso, decidiu chamar Snape.
- Preciso de uma poção do Amor.
- Sinto muito, Milord, mas eu já lhe tenho dado dois frascos dessa por semana. Não sei o que mais posso fazer.
- Eu preciso de outra poção. - Calou-se, fazendo um tom melodramático.
- Qual poção, Milord?
- Uma poção que não seja necessário ministrar em, no máximo, 24 horas para não perder efeito.
- Com todo o respeito, Milord, isso não existe.
- ENTÃO INVENTE! CRIE! FAÇA O QUE EU MANDO!
- Isso poderia levar meses, talvez até anos! - Snape armou uma cara de surpreso ao responder isto.
- Eu preciso para agora. - Responde o Lord das Trevas, sua voz em um tom frio, macio e mortal, conhecida em seu círculo por ser normalmente usada antes de uma cruel tortura ou chacina.
Snape engoliu a seco quando o viu mover sua varinha de forma ameaçadora. A próxima coisa que ouviu foi um dissilabo que faz muitos bruxos temerem.
- Crucio - A dor passou por todo o corpo do Comensal que estava jogado no chão, esle se contorcia e tremia e gritava com todas as forças de seu ser, mas nem por isso a sensação terrível terminava. O bruxo malévolo ergueu sua varinha e Snape ofegou de dor.
- Semana que vem, dez frascos de poção de amor e uns trinta frascos de poção rejuvenescedora. Talvez esse estoque lhe dê tempo para a pesquisa.
- Sim, Milorde - A voz saíra tremida.
- E pode espalhar o quão generoso eu sou para os seus amigos.
- Com certeza, Milord. O senhor é o melhor.
- Agora saia! Acho que já lhe dei tarefas.
Snape se arrastou até a barra da roupa do outro bruxo e beijou-as. Depois, retirou-se do recinto, sem nunca virar-lhe as costas. Saindo daquela casa, aparatou na frente dos portões da escola e corre para o escritório do diretor. Este olha para a cara de Severus quendo ele entra de supetão na sua sala.
- O que houve, meu rapaz? Você está bem?
- Albus, meu velho, o Lord esta mais macio, não foi tão ruim quanto seria normalmente, e acho que sei qual é a razão!



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Tchan-tchan-tchan-tchan!!!!!
O que será que acontecerá???
Apareceu a liga do bem (finalmente! haushuahsuahsuash)
Bom, vou deixar o gancho e ir dormir, pq eu fui uma boa autora e terminei de escrever isso agora, 1:29min, segundo o relógio do meu pc. E ainda tenho que tomar banho!
(Antes que me perguntem, não é de banheira, não tenho shampoo de melancia e muito menos um Tom me esperando lá, seus mente sujas!)
Besos.
Comentem!
Ahhhhh, e outra coisa!

FELIZ 2009 PRA TODOS VCS!!! (tahhhhh, eu sei que tá atrasado)

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