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4. Descobertas


Fic: A MISSÃO --Quando ódio pode virar amor -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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****Aviso**** Ministério da saúde adverte: Comentar faz bem a saúde, principalmente da autora. Comente! Não custa nd e ainda me deixa super feliz... beijos **************************** 


Como se o Natal já não tivesse sido péssimo, o ano novo prometia ser ainda pior para Draco Malfoy, mais uma vez ele ficaria sozinho em sua casa.


- Se o ano já vai começar assim imagina o resto.- esbravejava Malfoy sozinho em sua casa.- E de que me adianta uma namorada se na hora que preciso, ela não está?


Katherine Tork era a namorada de Malfoy no momento. Depois de ter sido solto e de sua mãe morta, Malfoy começou a namorar uma menina atrás da outra, sem nunca ficar tempo suficiente para se apegar. Katherine não era muito alta, era loira de olhos muito verdes. Ela era o tipo de pessoa que não tinha nenhum atributo físico marcante, mas que de um modo geral era bonita. Era meio exagerada, seu visual chamativo demais, beirava às vezes o brega e o vulgar, além disso era dona de uma fala arrastada que irritava demais Malfoy.


Draco não era a melhor pessoa do mundo, havia cometido muitos erros no passado, era preconceituoso, orgulhoso, mas como todo mundo, precisava de um ombro amigo em que podia confiar e desabafar, mas com essas namoradas-relâmpago era impossível.


Toda essa época de festas era muito triste pra Malfoy, ele queria falar sobre isso com Katherine, mas era superficial demais para entender. Ele sabia que o que ela sentia por ele não era amor e sim um tipo de possessão, o que ele realmente não sabia era o porque ainda estava com ela.


Ele a convidou para passar o final de ano com ele, mas ela disse que precisava ficar com a família, que vinham parentes de fora e que não poderia ficar com ele essa noite.


Família, tudo que Draco não tinha e tudo o que ele mais queria ter.


 


 


 


Hermione ainda não acreditava no que tinha ouvido de Rony. Seu casamento estava muito errado, não havia duvida disso, mas ela não sabia responder onde é que tinha começado a desandar.


Foi pensando nisso o caminho todo até a missão. Para sua surpresa, o lugar onde ela tinha que começar a procurar o ex-prisioneiro era em Londres mesmo, mas especificadamente na Travessa do Tranco. No documento que ela recebeu do Ministro havia informações que o prisioneiro deveria estar trabalhando na Borgin e Bukes.


“Ex-prisioneiro e trabalhando na ,Borgin e Bukes. deve ser uma ótima pessoa” ironizava mentalmente Hermione.


Na manhã do dia trinta, uma senhora baixinha e gorducha, perambulava na Travessa do Tranco. Estava vestida com vestes pretas com detalhes roxos e com todos os outros acessórios combinando: guarda-chuva, óculos e sapatos. Apesar da aparente idade, era impossível não notar o ar jovial que irradiava dela. O que ninguém sabia era que debaixo de toda aquelas roupas e maquiagem se encontrava Hermione Granger.


A especialidade de Hermione era o disfarce, assim poderia localizar pessoas sem ser reconhecida. Toda vez que tinha que recorrer aos disfarces, ela agradecia mentalmente sua mãe, como boa trouxa, ensinou vários truques de maquiagem que Hermione usava agora em seus disfarces.


Era preciso encontrar o prisioneiro o quanto antes, sem a ajuda dele seria impossível prosseguir a investigação que o Ministro pediu. Após andar um pouco pelas vielas, Hermione encontrou a loja que procurava, então a senhora rechonchuda entrou na Borgin e Burkes.
No momento em que ela entrou não havia ninguém no balcão da loja. Aguardou uns segundos e então Draco apareceu. Não era o mesmo que ela lembrava da escola, havia crescido uns 15 centímetros, devia estar com quase 1,90m agora, estava mais musculoso, os cabelos agora crescidos davam a ele um ar rebelde, mas sem deixar de serem lindos. Havia muitas coisas diferentes, mas uma em especial não tinha mudado nada nesses anos que eles não se viam: os olhos continuavam os mesmos.


Quando ele voltou os profundos olhos cinzentos para Hermione ela não conseguia pensar em mais nada, eram os mesmos olhos de tantos anos atrás, eram os mesmos olhos que um dia ela desejou tanto. O ar fugiu de seus pulmões.


- Senhora? Está tudo bem? Posso ajudá-la? – Era a mesma voz. Uma voz rouca e suave ao mesmo tempo.


Sua inconsciência fez uma viagem involuntária ao passado. Os sentidos abandonaram Hermione.


 


 


 ***************************************************************


Hogwarts- Sexto ano


 


Hermione não sabia se tinha feito a coisa certa ao deixar aquele bilhete dentro do livro. A primeira vez tinha sido um engano, mas agora ela havia o deixado propositalmente. Era uma sensação estranha porque, mesmo sendo arriscado, não saber quem era a pessoa era prazeroso, tinha um certo sabor de irresponsabilidade.


De manhã ela voltou à biblioteca em busca de uma resposta e não se decepcionou.


 


Bom dia


Não precisa pedir desculpas, é natural se sentir insegura com o rumo que as coisas tomaram, também me sinto assim. Nunca imaginei que poderia falar tão abertamente com alguém um dia. Por isso, por enquanto, prefiro não relevar quem sou, tem algum problema?


É lógico que quero continuar a conversar com você e não vejo problemas em deixarmos nossos bilhetes nesse livro, afinal poucas pessoas o pegam mesmo.


Obrigado pela minha letra, a sua também é muito bonita.


Não querendo ser intrometido, mas o que aconteceu para você ficar tão brava a ponto de escrever aquele primeiro bilhete?


 


Mais uma vez...  


Bom dia e obrigada por querer ser minha amiga.


Beijos. 


 


Hermione releu várias vezes o bilhete e por fim guardou o que recebeu e escreveu um novo para seu amigo secreto.


 


 


Bom dia


A cada bilhete seu, me surpreendo com sua educação, pensei que conhecia todos aqui de Hogwarts, mas não conheço ninguém como você. Tem certeza que é daqui?


Você ta brincando né? Em que mundo você vive para dizer que minha letra é bonita? Comparada a sua, a minha é um borrão.


Por enquanto também acho melhor não sabermos quem somos, ta sendo divertido esse mistério, não acha?


Amizade não se agradece, se retribui. Então a melhor coisa que você tem a fazer é ser meu amigo também.


Em relação ao primeiro bilhete que você leu, bom, tinha acontecido uma coisa chata comigo, me decepcionei muito com uma pessoa, mas ela não é mais importante assim agora.


Falando nisso, porque você disse que não tem com quem desabafar?


 


Bom dia amigo querido


Beijos.


 


O tempo agora era contado pela distancia de um bilhete para outro. Até as pessoas que não sabiam de nada que estavam acontecendo, notavam as diferenças, apesar de Hermione negar terminantemente qualquer uma delas.


 


Boa tarde


É claro que sou de Hogwarts, de outro modo como poderia ter acesso à biblioteca?!


Sua letra não é um borrão, não chega nem perto disso.


É. De um certo modo, ta sendo divertido sim o mistério, mas já começo me perguntar quem é você e quando vou conhecê-la.


Sinto muito pela coisa chata que aconteceu com você. Não deveriam acontecer coisas ruins a pessoas especiais como você. Me diz quem foi o babaca que quebro a cara dele! Brincadeira...


Bom, não tenho com quem desabafar porque as pessoas me julgam antes de me conhecer. Sabe quando a fama te precede?  É assim comigo, as pessoas acham que me conhecem, mas não sabem nada sobre mim, e por causa dessa “fama” acabo ficando sozinho. Não sou a melhor pessoa do mundo, mas me julgam muito pior do que sou e, além disso, tem meu pai que me pressiona a ser quem eu não sou. É muita pressão em cima de mim, sou cobrado de todos os lados. Só recebo cobranças e xingamentos, ninguém realmente está preocupado comigo.


Você é uma das poucas pessoas que perguntam como estou, a maioria me pergunta se já fiz o que tinha que fazer. Acho que é por isso que gosto tanto de falar com você.


Você disse que a pessoa que te aborreceu não é mais tão importante, o que aconteceu pra você mudar assim de opinião?


Deixo parar de escrever porque isso aqui ta gigante já, vai se cansar de ler.


 


Beijos, querida.


D.


 


 


 


 


 


  


Depois de receber esse último bilhete Hermione ficou muito agitada. Primeiro porque mais uma vez a pessoa se mostrou gentil, além disso, ela confiava em Hermione e ao que parecia, gostava de falar com ela. Segundo porque a pessoa assinou com “D.”. Ela precisava saber de quem era esse “D”, mas por mais que procurasse em sua mente, não achava ninguém que ela conhecesse. E terceiro porque ele perguntou o porquê de Rony não ser tão importante assim agora e nem ela mesmo sabia explicar. Apenas depois dos bilhetes que ela parou de pensar em Rony, só depois dos bilhetes é que ela tinha voltado a sorrir.


Só agora ela havia percebido o quanto aqueles bilhetes tinham mudado seu dia-a-dia e o quanto aquela pessoa que a escrevia era importante em sua vida.


 


 


Bom dia


Fico muito feliz que confie em mim, pode parecer piada, mas pode contar sempre comigo.


Como alguém pode se afastar de você? As pessoas que se afastam não te conhecem, porque te conhecendo, até mesmo um pouco como eu, sabem o quanto você é especial.


Fico envergonhada em dizer mas, acabei percebendo que o motivo para eu não pensar tanto naquela pessoa, é você, falar com você me tem feito muito bem.


                        


Desculpa o bilhete curto, mas to com vergonha e tenho que ir também.


Beijos.


 


 


A resposta já estava lá depois das aulas.


 


Boa tarde


Hoje você me fez muito feliz. Também preciso confessar que tenho pensado muito em você nesses últimos tempos.


Eu não sou especial, você é que é, a pessoa mais especial que já conheci.


 


Beijos minha querida...


D.       


 


Era oficial. Hermione estava muito interessada naquele garoto, nunca tinha conhecido ninguém tão sincero em toda a sua vida. Os bilhetes continuaram a serem trocados, dia após dia, muitas vezes com mais de um por dia até. Cada vez mais carinho era transcrito pro papel e Hermione acabou percebendo que agora não gostava mais de Rony e sim de correspondente misterioso. Quando percebeu isso decidiu que já estava na hora deles se conhecerem.


 


Meu querido


Acho que já está na hora de nos conhecermos pessoalmente. Não agüento mais de curiosidade... E também quero conhecer a pessoa que, ultimamente, tem estado em meus sonhos.  Quem sabe assim, finalmente posso dar um rosto ao meu homem dos meus sonhos.


Estava pensando e acho que a Sala Precisa seria um bom lugar. O que acha? Mas precisamos dizer a mesma coisa para podermos entrar, o que poderíamos dizer?


 


Beijos.


Na hora do almoço a resposta estava lá.


 


Acho a Sala Precisa perfeita, também acho que está na hora de nos conhecermos.


Poderíamos dizer: “Quero encontrar meu amor”. O que acha? É isso que eu sou pra você? Porque é isso que você é para mim.


Se eu for isso pra você também, que tal nos encontrarmos amanhã ao meio-dia?


 


Esperando ansiosamente sua resposta


D.


 


O coração de Hermione parou quando ela leu ”Quero encontrar meu amor”, mas depois de pensar ela viu que ele era isso mesmo pra ela: o seu amor.


 


Acho a frase perfeita...


E amanhã ao meio-dia também está ótimo.


 


Até amanhã.


Beijos...


 


A impressão que Hermione teve foi a de que esse foi o dia mais longo de toda a história. Os minutos teimavam em não passar e as horas se arrastavam, a ansiedade pelo dia seguinte era enorme. Finalmente iria ver a pessoa que a fazia se sentir tão bem, iria ouvir as palavras doces de seus próprios lábios e quem sabe, até beijá-los.


Ao meio-dia em ponto, Hermione estava em frente à Sala Precisa. Seus cabelos estavam arrumados e usava seu perfume preferido, tinha um aroma suave de sândalo com alfazemas.


 


- Quero encontrar meu amor. - Hermione falou com a voz falha de ansiedade. Por alguns instantes nada aconteceu, até que a porta se abriu.


 


A sala preparou um ambiente perfeito para um primeiro encontro. A luz era fraca, mas aconchegante. No canto da sala, havia um sofá onde eles poderiam conversar mais confortavelmente depois. Enquanto olhava mais detalhes da Sala, a porta se abriu e ela pode ver uma silhueta. Draco Malfoy vinha em sua direção.


 


 


 


Tempo atual- loja borgin_____--


 


 


- Senhora? Senhora? Por favor...A senhora está bem? – A voz de Draco estava alarmada. Aos seus pés, estava uma Hermione inconsciente, vestida de senhora.


Hermione estava tonta, sua cabeça girava de um modo vertiginoso. Quando abriu um pouco os olhos, vislumbrou um olhar cinzento preocupado voltado para ela.


- Senhora? Está tudo bem?


- Você! - Se ela não estivesse tão tonta o seu tom certamente seria acusador. – O que aconteceu?


- A senhora passou mal e desmaiou. Está sentindo alguma dor? Tem algo que posso fazer para ajudá-la?


- Não é possível, Malfoy...


- Desculpe, mas a senhora me conhece?


- Não, quer dizer, sim. – Hermione estava muito confusa. Nunca, em nenhuma das suas missões, tinha acontecido nada parecido.


- Desculpa, não entendo o que está querendo dizer.


- Nossa! O tempo fez bem a você, hein? Até parece que é educado.- Hermione estava furiosa.


- Quem é você? O que você quer comigo? – Agora Draco é que estava com raiva. Quem aquela velha pensava que era?


- Agora ta parecendo o Malfoy que eu conheço. – E dizendo isso Hermione foi tirando a maquiagem deixando um Malfoy atordoado.


- Gra-Gra-Granger.


- Auror Granger para você.


- Oh sim, Sra. Auror Granger- Malfoy tinha um ar debochado. – O que quer comigo?


- Com você nada. Preciso falar com um ex-prisioneiro.


- Ex-prisioneiro? De Azkaban?


- De onde mais seria, seu idiota?- Hermione falava revirando os olhos, como se Malfoy fosse mentalmente debilitado.


- Olha aqui sua sangue-ruim, idiota é a sua m...- Mas Hermione o interrompeu.


- Me falaram que ele estaria trabalhando aqui.- Hermione falava mais pra ela do que para o próprio Malfoy.- Muito estranho, onde estará o prisioneiro 367?


- 367? – O rosto de Malfoy ficou pálido.


- Sim, você conhece?


- Conheço.


- Me fala logo quem é sua doninha oxigenada.


- Doninha oxigenada é a sua mãe.


- Não fala da minha mãe, seu monte de bosta-de-dragão. Me diz logo quem é o prisioneiro.-Hermione estava furiosa. – Fala.


- Sou eu.


- Pára de brincar e me fala logo.


- Sou eu, idiota! Além de sangue-ruim é surda?


- Como assim? – Ela estava atordoada.


- Eu sou o ex-prisioneiro 367.


 


 


 


 

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