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2. Capítulo Dois


Fic: Doce Sepulcro


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Flash Back


- Mas que droga, Draco, me dê o valor que eu mereço.

A irritação no tom de voz de ambos tornava-se ainda mais visível e assustadora. Aquela situação não estava sendo fácil para nenhum deles. Hermione jogou seus joelhos sobre o colchão, cada um deles apoiado de um lado dos quadris de Draco, prendendo-o sobre o cama.

- Eu amo muito você, Hermione. – disse a ela, segurando a cintura tão fina dela com uma de suas mãos e a outra sua nuca, aproximando a face dela da sua. - Mas você sabe que não podemos continuar juntos.

Lançou suas piores palavras, que soavam incrivelmente torturantes para ela, atingindo-lhe forte no peito.

- Por que, Draco? – indagou a ele muito baixo, quase inaudível.

Draco pareceu pensar na melhor resposta que deveria dar a ela. Colou sua testa contra a dela, apertando-lhe a cintura fina com força e mostrando o quanto nada daquilo estava sendo fácil.

- Porque não fomos feitos um para o outro, Hermione.

- Mas nos amamos. – indignou-se com a linha de raciocínio que ele parecia estar seguindo.

- Não é o suficiente, eu não quero magoá-la. – fechou os olhos por alguns instantes, sentindo apenas a respiração dela contra sua face e o corpo dela sobre o seu.

- Eu quero que você me beije. – pediu, sua voz muito baixa e sua respiração ainda mais ofegante.

Draco abriu os olhos no mesmo instantes, apertando sua cintura firmemente e retirando dela um suspiro profundo. Por que ela estava lhe pedindo aquilo? Poderia apenas beijá-lo e ele certamente retribuiria.
Alguns segundos a mais em silêncio e Draco resolveu conceder-lhe o pedido. Pressionou seus lábios finos contra os dela, rosados e úmidos, sentindo o gosto deles por alguns instantes até que ela concedesse passagem para que ele aprofundasse o beijo. Suas línguas movimentavam-se em uma dança ritmada, havia desejo emanando de seus corpos. Hermione acariciou-lhe a nuca, eriçando muitos dos pêlos ali, sentindo que ele acariciava suas pernas, agora, de forma possessiva.
Buscaram por ar e foi a oportunidade que Hermione encontrou para pedir a ele mais do que estava recebendo.

- Eu quero ser sua... De novo.

Pressionou as coxas dela ainda mais forte, mostrando o quanto desejava conceder aquele pedido e, ao mesmo tempo, o quanto não poderia. Algumas lágrimas escorreram pelas bochechas de Hermione quando ela percebeu o quanto ele estava indeciso em relação a possuí-la novamente. E se ele não a amasse mais? Não, ele ainda a amava, isto era evidente.

- Não dificulte pra mim, por favor, Hermione. – respirou fundo, tentando retirá-la de cima de si, sem obter êxito algum.

- Só mais uma vez, Draco. – pediu manhosa, firmando-se sobre ele e despejando beijos em seu pescoço.

Seria difícil para ele resistir dessa forma. Talvez ele realmente precisasse disso, mais uma vez.

Fim do Flash Back


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Aproximou-se do túmulo em especial que procurava, fitando-o com as mesmas expressões de sempre: um misto de tristeza, decepção, ódio, saudade e milhares de muitos outros tipos de sentimentos que a inundava completamente.

- Você gosta de flores? – perguntou ao túmulo, um retângulo de granito com o nome do sepultado gravado na parte superior do mesmo, juntamente com as datas de nascimento e óbito. - Eu roubei estas de um daqueles túmulos ali.

E, dizendo isto, apontou para alguns jazigos distantes dali. Soltou um riso baixo, divertida pela própria piada. E, mais, por ter sido realmente verdade.

Sei que quando canto você pode me escutar


Virou-se para o túmulo dele novamente e prosseguiu, segurando as rosas azuis, já quase murchas, entre sua mão.

- Eu estava sem dinheiro, desculpe. – e sorriu fraca, baixando os olhos como se estivesse mesmo envergonhada. - Gastei tudo em bebidas ultimamente. – e sorriu envergonhada, remexendo as rosas em seus dedos. - Sabe, eu precisava me distrair um pouco, você estava me deixando louca.

Soltou mais um riso abafado, era como se estivesse mesmo dizendo tudo aquilo diretamente a ele. Sabia que não estava, mas gostava de acreditar que ele poderia escutá-la e compreende-la, mesmo que não recebesse resposta alguma em troca.

Sei que não vou mudar
Sou assim


Ponderou o que faria por alguns instantes, sentia-se nervosa como se estivesse em seu primeiro encontro romântico. Era sempre assim.

Venha pra perto de mim e veja como eu estou só


Decidiu, por fim, sentar-se sobre o túmulo, cruzando as pernas de leve e acolhendo o pequeno ramo de rosas sobre o colo.

- Por que você fez isso comigo? – disse ao túmulo novamente, fitando-o profundo e atentamente, era como se estivesse tentando penetrá-lo com os olhares. - Eu o amava, sabia? Você me deixou sozinha.

Suspirou tristemente, abaixando o rosto e fitando as rosas mais vez. Não vestia luto algum, suas roupas eram, na verdade, coloridas. Sabia que Draco admirava cores escuras, mas se recusava a usá-las nessa ocasião.

Você me faz querer viver


Queria acreditar que não precisava estar em luto por ele.

- Acho que você não vai querer as flores, né? – indagou diretamente ao túmulo, novamente, sorrindo meio lábio. - Não combinam com você. – e sorriu largamente agora, remexendo as rosas em seus dedos. - Eu procurei por rosas negras, mas eu não encontrei. – e esboçou uma leve expressão de desapontamento, sentindo a brisa do fim de tarde esvoaçar sua capa e seus cabelos encaracolados. - Sabe onde posso consegui-las?

Soltou uma risada alta demais agora. Era inevitável agir insana daquela forma. Recuperou-se do breve momento hilariante e suspirou tristemente, mais uma vez.

- Sinto sua falta, serpente. – baixou o tom de sua voz, assim como os olhares. - Eu queria poder escutar sua voz só mais uma vez. – divagou com seus olhares por toda a propriedade, assim como com seus pensamentos. - Eu adorava fazê-lo rir. Você era tão diferente do Malfoy que eu havia detestado um dia. – e sorriu fracamente, lembrando das intrigas que havia reinado sobre eles durante anos, em Hogwarts. - Eu adorava aquele seu sorriso de lado. Era tão... canalha. - sorriu novamente, um tipo de tristeza moldada em seus lábios. - Eu queria que você estivesse aqui, brigando comigo por eu ter acordado tão tarde hoje.

Descruzou suas pernas e esticou-as a frente do corpo.

E o que é nosso
Está guardado
Em mim e em você
E apenas isso basta


Fitou suas botas cano longo por algum tempo, deixando que as rosas pendessem sobre seu colo, algumas pétalas caindo sobre o chão de terra batida.

- Meus amigos não entendem como eu posso sentir tanta falta de alguém. – suspirou indignada, não com ela mesma, realmente sentia falta dele, mas não se repreendia por isso, sua indignação era pela insensibilidade de seus amigos. - Faz tanto tempo que você se foi, não é? – perguntou diretamente a ele, fitando a lápide e sentindo o mesmo nó na garganta de sempre, ao ler o nome dele cravado no granito. -Posso contar uma coisa pra você? – pediu, um sorriso faceiro brincando no canto de seus lábios, assim como um brilho diferente em seus olhares. - Eu nunca me esqueci de você. – cerrou os olhos por alguns instantes, inalando o ar ao seu redor, não cheirava a cemitério, o lugar era incrivelmente arejado e muito bem arborizado. - Nem um minuto sequer. – suspirou feliz com suas próprias palavras, eram tão sinceras que se orgulhava de sentir-se assim por ele. - Sabe por quê? – indagou novamente, abrindo os olhos e fitando a lápide novamente, seu peito inflando de satisfação pela confissão sincera que faria. - Porque eu ainda amo você. – disse a ele, articulando cada uma das suas palavras de forma sussurrante, deixando uma lágrima insistente escapar pelo canto de seus olhos - Por favor, é um segredo, consegue guardá-lo?

Riu fraco, um misto de divertimento pela piada e de um choro quase convulsivo.

Me sinto só
Mas sei que não estou
Pois levo você no pensamento


Limpou as lágrimas com as costas de uma de suas mãos e inspirou o ar novamente.

- Por que você fez aquilo? – havia indignação em sua voz, assim como irritação. - Você não podia simplesmente me amar? – disse isto um pouco mais alto do que deveria, sentindo vontade de poder gritar seu desabafo diante dele, de verdade. - Você foi sempre tão idiota, sabia?

Algumas novas lágrimas escaparam de seus olhos, mas estas eram de indignação, de raiva pelo rumo que suas vidas haviam seguido.

Para você sou mais um


Continua...



N/A: Eu aqui de novo! E então, já deu pra entender um pouco? Não? Não se preocupem... os próximos vão esclarecer muita coisa!! haha

E os comentários?? Como estão?? Você não vai fechar esta página antes de comentar, vai?? Diz que não... diz!! Melhor... comenteeeeee!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Próximo capitulo só com MUITOS comentários!!!! hahaha
E falo sério hein!!!

Vocês sabem que eu adoro vocês... meus leitores mais do que queridos!!!!!
Leitores novos, sejam muitíssimo bem vindos... !!!!!!!

Gente, tô com saudade da Ju... ela nunca mais apareceu na net! :X
E nem betou esses capítulos tbm!! Snif!!!

hahaha

Tá, agora você pode ir lá comentar!!! hahaha

bjuuus!!!

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