Epílogo
Dez anos depois...
Era uma manhã magnífica: o sol brilhava, as nuvens pequeninas e douradas flutuavam lentamente contra o céu azul.
Sim era uma bela manhã.
Os pássaros cantavam.
Cantavam?
Os malditos pássaros cantavam! Se é que dava para chamar aquele grito irritante de canto.
O príncipe revirou-se na cama, abafando o som estridente com três de seus travesseiros de plumas de ganso. Porém, isso não era o suficiente para aplacar o som.
— Inferno de pássaro nojento — ele falou, o som saindo abafado por causa dos travesseiros. Ele soergueu levemente as almofadas e gritou a plenos pulmões: — CALA ESTE MALDITO BICO!
Obviamente isso não reduziu um milésimo de todo o ardor da ave, que pareceu esmerar-se ainda mais em seus piados, os quais pareciam mais agudos que nunca.
Num assomo de raiva e impotência, o príncipe saltou de dentro do casulo quentinho das cobertas e lançou um de seus formosos travesseiros contra o pássaro maligno, berrando a plenos pulmões:
— AVE MALDITA!
O ruído reduziu-se significativamente enquanto o belo e macio travesseiro voava com força pela janela, despencando de uma das torres mais altas do castelo.
Isso não aplacou a raiva do príncipe, mas o fez sentir-se muito melhor.
— Bom dia, Alteza. Foi um belo arremesso.
O príncipe riu levemente enquanto voltava o olhar a seu criado de câmara. Apesar de seu recente ataque de mau humor, um comentário como aquele sempre conseguiria lhe arrancar um sorriso.
— Bom dia, Wrostang, e muito obrigado. Diga-me qual é a agenda de hoje.
Depois de controlar um início de um sorriso, o criado começou a longa lista de tarefas reais daquele dia:
— À primeira hora, Vossa Alteza tende um encontro com as delegações vindas das terras dos Barões Weasley e do Duque de Creevey. À segunda hora, Vossa Alteza deverá ter um encontro com os pequenos vassalos do oeste a respeito do clima.
O príncipe gemeu ao ouvir isso. Seria uma conferência horrível, estes fazendeiros conseguiam lhe tirar das casinhas. Ele continuou sendo auxiliado pelos demais criados enquanto Wrostang continuava sua lista interminável.
—A terceira e última hora da manhã, deverá encontrar-se com o ministro das relações exteriores a respeito da busca de uma princesa adequada e...
— Não mesmo — resmungou o jovem deixando que seu cabelo longo fosse preso com uma fita de veludo negro.
— Ao meio dia, Sua Majestade, a Rainha solicitou vossa presença em audiência privada, nos aposentos particulares reais. Na primeira hora da tarde, há um encontro de comerciantes na sala do trono, esta reunião será assistida com Sua Majestade, o Rei. À terceira hora, vossa aula real de esgrima com o capitão da Guarda Real. A quarta e quinta hora, Vossa Alteza deverá treinar com a guarda. À sexta hora...
— Por favor, Wrostang. Estou tonto. Chega de horas e atividades — resmungou o príncipe acertando faixa ao redor da cintura. — Eu cansei apenas de ouvi-lo. Vamos descer ao desjejum.
O criado sorriu amplamente e acenou afirmativamente abrindo a porta dos aposentos reais para que o príncipe saísse até ao salão.
O jovem herdeiro do trono possuía vigor infindável. Com apenas vinte e dois anos assumira boa parte das funções reais, incluindo atendimento aos pedidos dos vassalos e os exercícios militares no campo de treinamento dos soldados reais.
Ele era, com toda a certeza, o maior orgulho de Atalaia, com sua altura invejável, seus cabelos fogosos e seus olhos verdes como as matas do reino.
As donzelas casadoiras o desejavam e penduravam-se em cachos ao seu redor nos bailes reais. Os homens o invejam por sua força física e mental e mantinham-se afastados de disputas que certamente perderiam, pois o príncipe foi forjado a ferro e fogo, ele era íntegro, disciplinado e um gênio.
Entretanto, apesar de todas as bajulações, o príncipe herdeiro não era mimado. Tratava a todos com a mesma educada cortesia, o que fazia dos serviçais seus mais solenes defensores, além dos mesmos se desdobrarem para atender todos os seus desejos: fossem mais moedas para o jogo, fossem damas para aquecer sua cama e aplacar sua impetuosidade.
Próximo da hora do meio do dia, Benjamin suspirava enquanto seguia do salão, onde ouvira novamente a mesma litania de queixas dos barões e vassalos do oeste a cerca da estiagem que assolava o reino, até a torre onde ficavam os aposentos de seus pais.
Oras, pensava o príncipe enquanto dava suas largas passadas, é verão!
O verão em Atalaia sempre foi carente de chuvas, principalmente no oeste, o que ele poderia fazer? Lutar contra os desígnios de deus?
Controlou a onda de raiva ao se posicionar em frente às portas dos aposentos reais de sua mãe e seu pai e esperava ser anunciado.
Ele estava irritado. Se fosse numa situação comum ele apenas entraria na ante-sala, onde sua mãe costumava bordar, e a beijaria nas faces depois de esmagá-la num abraço gigantesco. Ele fazia isso desde sua mais tenra juventude.
Mas não, sua mãe tinha que tornar tudo formal, onde ele ficava plantado em frente às grossas portas de carvalho como se estivesse implorando uma audiência.
Ao contrário, ele estava ali forçado!
Benjamin só ansiava ardentemente que sua mãe não lhe pedisse novamente para comparecer a outro baile.
Estava farto de bailes e das tentativas fracassadas de seus pais em casá-lo com qualquer moça bem nascida do reino de Atalaia. E, ultimamente, até aceitavam as nem tão bem nascidas assim.
O príncipe Benjamim sentia-se jovem demais para um compromisso tão sério como o casamento. Até mesmo sua madrinha havia se casado bem mais velha que ele.
Obviamente, o jovem herdeiro descartava o fato de que à época dos fatos todos fugiam de Voldermot e sua ignomínia, e que sua madrinha teve de manter-se solteira para cuidar dele, o príncipe herdeiro.
Interrompendo seus pensamentos erráticos, o criado particular de sua mãe saiu e falou com sua voz eternamente formal:
— Alteza, Vossa Majestade vos verá agora.
Respirou profundamente tentando afastar a aura de mau humor que o perturbara o dia todo. Era impossível que ficasse pior. Inclinou a cabeça ao serviçal e adentrou nos domínios particulares dos pais antes que o mesmo fizesse uma nova reverência. Tinha dias que Benjamin detestava reverências, aquele era um deles.
A Rainha Luna estava sentada bem próxima da janela. Seus cabelos dourados, já raiados aqui e ali de prata, refulgiam e criavam a impressão de que havia um alo brilhante ao redor de sua mimosa cabeça.
Ele ainda prendia a respiração por um segundo quando via aquela mulher bela e tranqüila que havia lhe dado a luz. Sua mãe era um poço de coragem e fé. Um exemplo de amor que o príncipe gostaria de seguir o resto de seus dias.
Mesmo assim ele estava irritado com a “audiência”. Por isso, forçou-se a fazer uma reverência profunda e dura, além de falar num tom puramente sarcástico:
— Majestade.
A formosa face da Rainha iluminou-se num sorriso compreensivo e divertido, antes de sinalizar a sua ama:
— Anna, pode ir. Eu devo falar a sós com meu filho. A propósito querido, olá. Sua mãe não ganha um beijo?
Benjamin rolou os olhos e com duas passadas largas aproximou-se da cadeia da mãe, para logo lhe plantar um sonoro beijo nas bochechas macias. Ele resmungou enquanto era beijado de volta:
— Foi a senhora quem exigiu a formalidade, mamãe.
Luna deu um sorriso maroto e retrucou:
— Pensa que eu não conheço o seu dia cheio de atividades? Só requerendo uma audiência para que esta pobre mãe passe algumas horas memoráveis com seu bebê. Vamos sente aqui comigo.
O príncipe sentou-se onde a Rainha indicara, grunhindo:
— MAMÃE! Eu não sou um bebê!
Isso, obviamente, mais as feições típicas de garoto emburrado, fizeram Luna rir gostosamente e apertar as bochechas sardentas enquanto dizia:
— É claro que é meu eterno bebê. Entretanto, não o chamei aqui para isso, meu filho. Preciso pedir-lhe uma coisa.
Benjamin encarou a mãe com olhos desconfiados.
— Sinceramente, espero que não seja outro baile de solteiras.
A Rainha não pode deixar de rir discretamente enquanto negava com um aceno.
— Não, não outro baile, pelo menos não será aqui.
— Mamãe eu não estou entendo, a senhora pode ir direto ao ponto?
A Rainha suspirou e replicou:
— Tenha mais paciência, Jim. Você é bem sobrinho do teu tio. Sempre impaciente, sempre temerário, não tem calma para nada e...
— Mamãe — observou Benjamin controlando um sorriso. — A senhora está se perdendo novamente.
A Rainha exasperou-se e lançou uma mexa dos cabelos dourados para trás replicando:
— Bem, eu não tenho culpa. Cada dia que passa você fica mais intransigente e tão igual ao Harry que... Eu francamente não sei como a Mione agüenta e...
— MAMÃE!
—Está bem, está bem — apaziguou Luna mas murmurou: — jovens impetuosos... Enfim, meu querido, como eu ia dizendo antes que me interrompesse.
Benjamin apenas arqueou a sobrancelha incrédulo com esta acusação, gesto que a Rainha ignorou com muita elegância enquanto continuava sua fala mansa:
—Nós todos fomos convidados para o enlace da Princesa Isabella e do Barão Bonnes, lembra-se dele querido? Seu pai e eu gostaríamos que nos acompanhasse até Penedo para a cerimônia de assinatura do contrato. Primeiro passaremos em Aires obviamente, Harry e Hermione queixam-se que você não aparece com continuidade para visitar os primos... Depois iremos todos até Penedo para o enlace.
O príncipe ficou em silêncio com o cenho franzido e um olhar nada amigável.
— Bella vai casar-se?
Luna arqueou uma sobrancelha fina e dourada antes de responder:
— Claro, ela está em idade de casar-se e tem todo um reino para comandar. Os ajustes foram feitos durante este último ano. Pensei que você soubesse, meu filho.
Definitivamente o dia poderia piorar!
Não. Benjamin não sabia. E o casamento de sua amiga de infância o incomodava em uma parte de seu ser que ele não gostaria de descobrir existente.
— Bella não me falou nada nas últimas cartas. Será que ela não sabia? — Tentou ele.
Luna riu.
— Obviamente que sabia. Rei Draco e Rainha Pansy fizeram vários contatos com diversos nobres a fim de que Bella escolhesse o noivo.
— E por que não entraram em contato comigo? — reclamou Benjamin.
A Rainha o olhou confusa e respondeu:
—Querido, foste o primeiro a ser chamado. O que eu me lembro daquele dia é que você riu e disse que Bella ainda continuava brincando com você. Benjamin, você ignorou a carta.
O príncipe sentiu que todo o sangue esvaía-se de sua face enquanto um nó poderoso torcia-lhe as entranhas. Bella o procurara, e ele a ignorara... Agora sua amiga de folguedos provavelmente casaria com um almofadinhas qualquer. Ele não podia fazer isso. Tinha que salvá-la deste casamento tão cruel.
Enquanto Luna prosseguia a descrição do que fariam nos próximos dois meses, Benjamin tecia o plano para salvar Bella do casamento com o Barão Chatonildo Bonnes.
Início da NC
Um fôlego quente umedeceu-lhe o ponto sensível atrás da orelha, mãos igualmente cálidas seguravam-lhe ambos os seios. O próprio gemido a despertou.
— Finalmente — resmungou uma voz grossa em seu ouvido, fazendo-a se arrepiar.— Achei que perderia toda a diversão.
A isso escorregou uma das mãos lentamente até atingir o centro morno e suave do sexo feminino.
— Harry — ela protestou tentando voltar-se para tocá-lo.
— Shishhh — ele fez mordiscando-lhe o lóbulo da orelha.
Definitivamente Hermione havia acordado. Ela tentou lutar por dois segundos para voltar-se e ficar frente a frente com o marido, até que ele afundou lentamente um dedo dentro dela lhe arrancando a capacidade de pensar.
Mantendo-a de lado e com as costas fortemente apertadas contra seu peito, Harry ergueu-lhe uma das pernas para colocar-se justo entre elas, com seu poderoso sexo roçando na umidade crescente e atordoante da esposa.
— Isso, justo onde eu queria que você ficasse — ele grunhiu continuando a beijar-lhe o pescoço perfumado.
— Harry — ela reclamou tentando forçá-lo a dar o que ela queria.
Ele riu, mordendo-lhe o pescoço.
— Calma minha gatita selvagem.
Ele continuava amassando-lhe um dos seios, e circulando com muita delicadeza o clitóris, fazendo-a gemer mais e mais.
Era surpreendente que mesmo depois de tantos anos eles ainda tivessem tanta paixão para compartilhar. Não havia um único dia que ele acordasse sem desejá-la. Amar Hermione era um vício constante e estimulante. Mesmo os pequenos raios prateados no meio de seu cabelo ondulado de gata selvagem, o deixavam cada vez mais enredado de amor.
O príncipe nunca pensara que haveria um sentimento tão forte conduzindo sua vida. O amor que ele sentia era muito mais profundo, muito mais espesso que qualquer outro sentimento que ele tenha sentido.
— Harry James Potter Atalaia se você não... — ela gemeu profundamente quando ele apertou-a contra o corpo. — Eu vou...
Ele deu uma risadinha e afundou-se, num único golpe, no corpo feminino que o ansiava. Os dois gemeram juntos.
Ele sussurrou palavras amorosas e confusas enquanto iniciava movimentos longos e profundos. Hermione só podia gemer chamando-o com cada vez mais necessidade.
Em algum momento, quando os raios do sol efetivamente invadiram o quarto, os movimentos ficaram mais fortes e mais urgentes e as palavras mais desconexas.
No fim, quando o calor abrasador e a onda de espasmos varreu os dois, as palavras foram as mesmas, repetidas em uníssono:
— Eu amo você.
Final da NC
Aos poucos as respirações acalmaram-se. Os corpos permaneciam unidos. Harry tinha o rosto afundado nos cabelos perfumados de camomila e hortelã da esposa. Era sempre o mesmo perfume delicado e refrescante. Era o cheiro que o lembrava de casa.
— Harry, eu adoro quando você me desperta — falou Hermione e Harry sentiu um sorriso na voz suave.
— Eu adoro despertá-la querida — ele respondeu apertando-a com mais força.
Hermione suspirou quando Harry saiu finalmente de seu corpo, e aproveitou-se de que ele estava completamente relaxado para voltar-se e ficar frente a frente com seu maravilhoso esposo.
Ele sorriu com o movimento, mas não abriu os olhos, queria curtir mais um pouquinho à cama antes de iniciar o dia, e certo de que, dali alguns minutos, ouviria vários pares de pezinhos vindo na direção do quarto deles.
Todas as manhãs, enquanto Hermione levantava-se e se preparava para o dia, os quatro filhos do casal se uniam a Harry na cama para uma sessão longa e risonha de distribuição de deveres.
Harry ouvia cada um dos filhos narrando sua rotina do dia, com certo prazer assustado. Afinal, nunca pensara que um dia teria quatro pequenos terrores correndo pelas escadarias de seu castelo, enquanto deixavam uma trilha de desordem e desastre.
Os desejos dele haviam sido atendidos. Eles tiveram uma menina com os cabelos e a impetuosidade de Hermione, mas com seus olhos verdes e seu desdém pelas fraquezas humanas.
Tiveram por outro lado três meninos com os olhos dourados e a compaixão de Hermione, e dois deles com os cabelos espessos e negros do príncipe de Aires, e todos com seu senso de honra e com o imã Potter. Os três eram adulados por qualquer mulher que os visse.
Hermione sussurrou interrompendo seus pensamentos:
— Harry...
— Hum?
— Estou preocupada com Bela.
Harry suspirou e abriu os olhos, enquanto acariciava lentamente os cabelos e as costas da mulher que significava toda a sua vida.
— Eu sei, eu também estou. Mas a escolha é dela não é?
Hermione suspirou também como se concordasse. Príncipe Harry tentou convencer a esposa:
— Querida e se fosse Liliana? Você interferiria? Ou me deixaria intervir?
A princesa sorriu ante o intento do marido e retrucou:
— Obviamente que não, o que não significa que eu permita que Bella desperdice sua vida com aquele... aquele.. aquele tedioso menino, é isso!
Harry riu e a abraçou:
— Querida, se não fosse pelo menino teríamos perdido a guerra, anos atrás. Ele é corajoso, eu tenho certeza que fará Isabella feliz.
— Eu sei — ela sussurrou, mas sem muita convicção.
Poucos segundos depois, o casal ouviu risadas e reclamações, as últimas vindas da mais velha dos filhos, enquanto eles dirigiam-se ao quarto dos pais.
— Bem, vamos ficar apresentáveis, Alteza — falou Hermione catando a camisola que estava no chão.
Harry abafou um impropério e tratou de vestir as ceroulas. Mal tinham terminado, quando a porta abriu-se e um coro de vozes fininhas disseram:
— Bom dia, mamãe e papai!
É mais um dia comum iniciava-se no principado de Aires.
Era o terceiro e último dia de viagem. Benjamin estava ansioso por ver a velha amiga de infância e muito desejoso de iniciar o plano que cuidadosamente havia elaborado para impedir o casamento.
Ele esforçou-se por parecer tranqüilo e não deixar nem seus pais e muito menos sua madrinha, a mais perspicaz de todas as mulheres, descobrirem o que realmente acontecia em seu interior.
O príncipe olhou para o caminho com sensação de reconhecimento, ainda que fizessem quatro anos desde a última vez que fora a Penedo.
A seu lado, seu tio cavalgava com a mesma destreza de sempre. Benjamin muitas vezes pensava que Harry era o filho de um dos deuses gregos, com sua aparência bela e feroz.
Rei Ronald cavalgava mais atrás rodeado de soldados da guarda. Infelizmente, salteadores eram comuns nessa região inóspita. Desde que Dom Sírius Black retirou-se das matas entre os reinos, muitas das antigas instalações do Bando do Dragão tornaram-se lares de muitos vagabundos e ladrões.
Hermione cavalgava próximo à carruagem de sua mãe, primeiro porque elas sempre procuravam estar o mais próximas possível, e segundo, porque todos os seus primos resolveram viajar com a “Tia-Rainha Luna”.
Pouco tempo depois, a comitiva via as sombras das torres do castelo de Penedo e a sua frente o caminho começava a percorrer os campos de trigo. Porém, Benjamin não pensava na beleza dos campos dourados e das pessoas sorridentes que trabalhavam neles. Seu foco era Bella.
O príncipe foi interrompido de seus devaneios ante a exclamação afogada de seu tio. Rapidamente ele mirou o local que atraía tanto a atenção de Harry de Atalaia.
E ficou literalmente de boca aberta.
O cavalo era baio, parecia não ser de nenhuma raça e ser de todas. A amazona que o conduzia voava com graciosidade como se cavalo e amazona fossem um só. Os cabelos negros e soltos eram uma cortina suave de seda que tremeluzia, e quanto mais perto a dupla chegava, mais admirado Benjamin ficava.
Muitas mulheres tentaram seduzi-lo. Muitas tentaram ofuscá-lo com suas estonteantes belezas, mas nenhuma sequer pode fazê-lo sentir um décimo do que sentia naquele momento.
As faces, de maçãs altas e suaves, estavam rosadas pelo exercício. Os olhos como duas piscinas cinzentas de prata, a boca era suave e delicada, como pétalas de rosas selvagens.
— Tio Harry! — a amazona gritou entusiasmada.
Benjamin levou um choque ao reconhecer a voz levemente rouca.
— Bella, você não deveria estar se preparando ou algo feminino assim? — Harry indagou divertido enquanto recebia um abraço engraçado uma vez que ambos estavam montados.
— Papai disse algo parecido, mas mamãe sabia que eu precisava de ar puro — Bella respondeu. — E então tudo bem? A viagem eu digo? Papai tem tentado, mas sabe bem como a floresta pode ser um esconderijo apropriado para rufiões... Oh, desculpe tio Harry, não que o senhor tenha sido um rufião. Quero dizer o senhor nunca foi um rufião e...
Harry sorria ante a confusão que a afilhada de Hermione conseguiu fazer e ficou realmente grato quando sua esposa interrompeu o que prometia ser um longo pedido de desculpas.
— Bella, meu amor!
— Madrinha!
Em dois segundos as duas haviam desmontado e agora se abraçavam com força.
Rei Ronald havia se aproximado para ver o que acontecia, e balançou a cabeça entediado, tentando compreender porque as mulheres sempre gritavam e pareciam histéricas quando se encontravam. Devia ser um dos mistérios da vida.
Ele lançou um olhar para Harry que trocou uma piscada cúmplice com o irmão. E então olhou para seu filho e... Ficou total e completamente chocado.
Benjamin tinha o olhar suplicante e embevecido, e totalmente dirigido à Isabella. Ou ele muito se enganava, ou era o mesmo olhar tonto que Harry enviava à Hermione quando ela aparecia no alto das escadarias. Talvez fosse o mesmo olhar que ele lançava à Luna.
Seu filho estava apaixonado.
O que seria uma notícia fantástica, não fosse o fato de que, em três dias, a jovem estaria cumprindo a formalidade do noivado com outro homem.
Isso seria uma grande complicação.
Bella tentou manter o coração calmo. Uma boa coisa é que havia cavalgado bastante, assim podia fingir que estava afobada por isso e não pela presença de Jim. Ele ficava bonito a cada ano que passava.
Mas ele não quis você. Insistia aquela vozinha irritante que a magoava.
Colocando seu sorriso mais iluminado, a princesa herdeira de Penedo finalmente voltou o olhar para Benjamin.
— Olá, Alteza.
Ele quase precisou lembrar como respirar quando os olhos cinza, tão familiares quanto misteriosos pousaram nos seus. A voz rouca desceu pelo seu ser como um manto morno numa noite fria.
— Olá Bella — ufa, ele ainda sabia falar.
Ela lhe sorriu e o fez piscar. E logo o foco da alegria de Bela dirigia-se a seus pequenos primos. Era óbvio que eles se visitavam com certa freqüência. E o fato de que seus primos de sete, cinco e dois anos fossem beijados e abraçados pela princesa o fez sentir um ciúme injustificado.
— Lembre-se de respirar, filho — Benjamin ouviu a voz grave de seu pai a seu lado.
O príncipe respirou, e piscou, e tentou engolir, mas sua boca estava seca.
— E lembre-se de que foi você quem a desprezou.
Aquelas palavras o atingiram como um murro no estômago. Deuses, ele havia desprezado o amor de Bella. Desde, bem, desde sempre. E agora ela iria se casar. Com outro! E ele estaria lá para testemunhar isso. Ou não.
Se antes seus planos eram de impedir o enlace, agora os planos eram outros. Benjamin de Atalaia iria roubar a noiva.
Sim, roubar a noiva.
Parecia uma boa idéia, ele até achou que tinha um bom plano.
O pequeno problema é que Bella nunca estava em lugar nenhum! Ele jamais conseguia ficar com ela a sós. Parecia que o mundo estava contra eles.
Até o suposto noivo boboca tinha mais chances de ficar a sós com ela. E toda a vez que Benjamin olhava, lá estava o Boboca Bonnes babando em cima da SUA Isabella, tocando-a com aquelas mãos pegajosas, e o príncipe de Atalaia tinha de desviar o olhar e controlar os instintos assassinos que lhe assolavam.
A primeira oportunidade real apareceu quando todos resolveram cavalgar na antevéspera do enlace. Benjamin traçou cuidadosamente o plano de ficar a sós com Bella. Era bem simples na verdade.
Ele conseguiu fazer o boboca Bonnes ficar de pajem dos seus primos e depois, cuidadosamente, seguiu para uma parte desconhecida da floresta. Ele tinha certeza que Bella o procuraria assim que não o visse junto com a comitiva, e Liliana lhe ajudaria, indicando o caminho, porque lhe prometera uma nova boneca.
Depois de cavalgar por uma meia hora, Benjamin desmontou e deixou o cavalo descansando próximo ao um córrego, logo sua “salvadora” se aproximaria, ele teve certeza de deixar pistas suficientes para ela.
Demorou um pouco mais do que ele esperava, mas então ele ouviu os chamados de Bella:
— Jim? Benjamin?
— Estou aqui — ele gritou de volta.
Ela chegou avermelhada e com um olhar preocupado no rosto. Que logo se transformou em divertimento. Como se ela soubesse o que ele tinha planejado.
— Tudo bem, Jim, você conseguiu me afastar deles. O que você quer?
Aquela voz, ah, Benjamin tinha a impressão de que a excitação lhe comeria vivo. Nunca havia sido tão escravo dos sentidos quanto agora.
— Conversar. Conversar pessoalmente — ele interrompeu a tentativa dela de retrucar. — E sem as constantes interrupções de seu “adorado” noivo.
Bella desmontou num salto ágil e sorriu.
— Ele, tecnicamente, ainda não é meu noivo, Benjamin.
O ruivo sorriu e pensou, e nem será. Obviamente esta observação mental o deixou irritado novamente com toda a situação e ele falou mais ríspido do que gostaria:
— E então Bella, como é que você não conta que estava caçando um marido?
Isabella perdeu o sorriso por um instante e lançou a ele um olhar cheio de dor que o fez se arrepender da pergunta imediatamente. Mas ela recuperou o sorriso, que nem de longe tocou seus olhos quando respondeu:
— Achei que você sabia. Não era um assunto que eu gostava de tratar, muito menos por cartas.
O príncipe avançou para ela com as feições tomadas de culpa.
— Bella, eu...
— Não Benjamin — Ela interrompeu-o, esticando uma mão para pará-lo. — Nossas escolhas foram feitas. Você sabe, sempre soube que eu queria que fosse você. Mas agora é tarde demais para nós.
— Bella...
— Por favor, Benjamin — ela disse com os olhos suplicantes e úmidos. — Eu vou noivar daqui a dois dias. Com um homem corajoso e especial. Que me tem muito carinho e...
Benjamin irritou-se e a agarrou pela mão puxando-a até seus braços.
— Carinho?! Carinho! Você vai casar com um boboca que lhe tem.. carinho?
Bella fixou os olhos na túnica verde de Benjamin e tentou não se afetar com a proximidade enquanto respondia:
— Isso é tudo o que eu posso sentir por ele, e é mais do que eu esperaria de um casamento na minha situação.
Benjamin a pegou pela nuca forçando-a a encará-lo.
— Que situação forçaria você a ...
— Benjamin, eu sou a herdeira do trono. E mulher. Mesmo minha mãe concorda que devo me casar antes dos vinte anos. Por favor, Benjamin, não torne tudo ainda mais difícil.
Ela tinha os olhos brilhantes de lágrimas e a boca levemente aberta. Era um convite mais poderoso do que ele poderia resistir.
— Oh, Bella, minha Bella...
E num gemido cobriu a boca suave com a sua, num beijo passional que lhe despertava todos os instintos animais que ele mantinha com rédeas curtas. Ele sempre fora uma criança controlada, um adolescente cordato e um adulto moderado. Entretanto, naquele exato momento, Benjamin sentia sua alma libertando-se de duras amarras construídas ao logo de uma vida.
Deuses ela tinha gosto de framboesas, doces e ácidas, e todo o corpo macio se modelava ao dele.
— Beije-me, Bella — ele pediu deslizando a boca pela pele sedosa.
— Não posso — ela gemeu.
— Pode, pode sim — ele afirmou beijando-a com mais impetuosidade.
Ele sugou-lhe os lábios com cuidado e forçou levemente a língua na boca rosada. Enquanto isso, deslizou suas mãos reconhecendo o corpo que mudara com os anos, tentando recobrar algo familiar. Quando ele tocou um dos seios, maiores do que ele imaginara, ela gemeu em protesto e ele aproveitou para aprofundar o beijo.
E então tudo ficou caótico demais.
O sangue rugia-lhe nos ouvidos e ele sentiu os cabelos agarrados com fúria enquanto Bella o segurava e o beijava com mais e mais vontade, até que respirar ficou imperativo.
Muito a contra gosto, eles soltaram-se. Benjamin com as mãos ao lado da cabeça de Bella, segurando-a com medo de lhe fosse escapar, enquanto Bella segurava as mãos dele.
Com as bocas torcidas e rubras eles encararam-se por um longo tempo em completo silêncio.
Alguns minutos depois eles ouviram chamados, e pela voz irritante devia ser do Boboca Bonnes.
Isabella soltou-se rapidamente e respirou fundo muitas vezes, antes de murmurar:
— Isso nunca mais se repetirá.
Então, num novo movimento fluído, ela montou seu cavalo e gritou:
— Estamos bem, Edmund. O cavalo de Benjamin teve que parar para descansar, só isso.
Ela rapidamente aproximou-se do futuro noivo e eles trocaram murmúrios, enquanto Edmundo acariciava-lhe a face com expressão realmente preocupada. Isso fez Benjamin apertar as mandíbulas com raiva, enquanto voltava a montar seu corcel.
Logo, eles juntaram-se ao resto do grupo e Isabella tomou o cuidado de não se aproximar por nenhum momento de Benjamin.
O beijo permanecia gravado a ferro e fogo em sua memória. Ela sabia que jamais deveria ter permitido. Entretanto, sua alma clamava pela oportunidade de beijar Jim, de acariciá-lo, de levar todas as lembranças felizes e possíveis para sua nova vida.
Durante o jantar, a Rainha Pansy observava a filha e o jovem herdeiro de Atalaia com o cenho franzido. Se ela pudesse apenas fazer com que as coisas fossem como deveria ser...
Hermione a cutucou e cochichou:
— O primeiro plano dele não funcionou, mas não perca a esperança, ele apenas está começando.
— Eu sei — cochichou Pansy de volta. — Mas não me parecem bons augúrios que Bella o evite como se evitasse as dez pragas do Egito.
Hermione riu e falou com um olhar brilhante:
— Tenha fé, Pansy, eu e Luna estamos dispostas a ajudar, sutilmente, e óbvio. Estes rapazes Potter são muito independentes.
A Rainha suspirou concordando. As três mulheres, as duas rainhas e a princesa, haviam decidido que Isabella e Benjamin eram o casal perfeito, e, se tudo desse certo, fariam outro tipo de enlace. A Rainha Pansy apenas ficava preocupada com o jovem Barão Bonnes, mas Hermione havia lhe dito que não deveria se preocupar com os ovos antes da galinha os ter posto, o que quer que isso significasse para a castanha, fazia a rainha de Penedo relaxar.
O jantar acabou e todos se recolheram. O dia da véspera seria turbulento, uma vez que as mulheres preparariam roupas e os criados arrumariam o salão de festas.
Benjamin teria só mais um dia.
E aquela noite.
Irritado por não conseguir dormir, ele saiu à varanda do quarto, e escorou-se na muralha olhando ao céu estrelado. Não havia lua. A noite era escura.
Escura o suficiente para saques e...
O rosto de Benjamin iluminou-se num sorriso satisfeito.
A noite era perfeita para raptos de moças!
Com cuidado ele analisou o castelo circular tentando lembrar onde o quarto de bela ficava. E então ele lembrou-se que ela morava na antiga Ala das rejeitadas. Os aposentos de Bella incluíam banheiros e cozinhas próprios. E Benjamin sabia como chegar aos quartos. Só faltaria descobrir onde Bella dormia.
Ou não dormia. Bella revirava-se na cama relembrando a cada instante a boca faminta de Jim, seu corpo cálido e duro, e das carícias que trocaram. Havia sido muito melhor do que em seus sonhos. Do que todos eles.
Isabella apenas não compreendia o que havia mudado. O que fizera Benjamin revoltar-se com o casamento?
Ele não a amava. Por um tempo, a princesa se iludira pensando que com o passar do tempo o ruivo pudesse sentir algo mais por ela. Mas fora em vão. Quando ele não respondeu à carta enviada por seu pai, foi como se o coração da princesa se transformasse em milhões de pequenos pedaços, que jamais voltariam a ficar unidos.
Ela fizera um esforço sobre humano em continuar a escrever cartas alegres e impessoais, para não perguntar o que havia de tão errado com ela.
Edmund apareceu como um raio de sol no meio do inverno. Ele era calmo e gentil e muito educado. Parecia quase pedir desculpas por ter aceitado o convite do Rei Draco para conhecê-la, e a tratava com tanta delicadeza como se ela fosse uma boneca de porcelana.
Diferente de Jim.
Diferente da ânsia feroz com que o príncipe a atacara, como se fosse um pirata e ela fosse o saque mais importante.
Não. Ela não enveredaria por este tormentoso caminho. Ela seria feliz com Edmund. Eles poderiam chegar a amar-se com o tempo. Ela tinha certeza disso.
Irritada consigo mesma, Bella afastou a colcha e aproximou-se de sua bancada.
O vento que soprava era morno, mas mesmo assim lhe deu a impressão de estar carregado de presságios. Bons ou maus, ela não saberia identificá-los. Depois de poucos minutos, Bella dava meia volta pra retornar ao quarto.
— Bella — uma voz conhecida sussurrou.
Ela voltou até o muro de proteção e buscou a origem da voz com o cenho franzido.
— Bella, aqui.
Isabella conteve o grito ao ver Benjamin encarapitado num galho perto de onde ela estava.
— Benjamin, seu maluco, o que você está fazendo aí? — ela ralhou. — Você pode cair.
Ele lhe deu um sorriso arrasador e então falou:
— Dê-me apenas um pequeno crédito Bella. Eu também aprendi a subir em árvores com a madrinha.
Antes que Bella pudesse manifesta-se sobre aquele absurdo, ela viu Benjamin erguendo-se e, num segundo ele pulou.
Bella gritou, tapando os olhos.
Benjamin aterrissou justo ao lado da amada, e a abraçou bom força.
— Viu só, eu ainda lembro bem.
Bella afastou as mãos do rosto e ficou furiosa. Lembrou a Benjamin a Rainha Pansy quando Draco a enraivecia além do limite. Ela começou a bater-lhe com força, e ainda que não fosse totalmente debilitante, para susto de Jim, ela tinha músculos potentes.
— Jim, seu desgraçado, você quase me matou do coração! Estúpido, Imbecil...
Ele riu levemente segurando-a pelos pulsos e consolando-a.
— Shihh, tenha calma minha querida. Eu estou bem. Você sabe que eu sabia o que fazer, não era tão bom como você durante a infância, mas aprimorei meus conhecimentos.
Bella ainda tremia um pouco, porém deixara de tentar machucá-lo. E Benjamin aproveitou para abraçá-la estreitamente.
Mais recuperada do susto, Bella sussurrou contra o peito do príncipe.
— Você não deveria estar aqui.
Ele não falou nada e continuou abraçando-a.
— Benjamin! Você não deveria estar aqui. Eu vou noivar amanhã. Meu noivo está há poucos metros dentro do castelo.
Benjamin beijou-lhe os cabelos perfumados. Rosas, obviamente, e sorriu consolando-a.
— Shihh. Eu já disse que você tem que ter um pouco mais de fé em mim, meu amor.
Ele sentiu exatamente o momento em que Bella compreendeu o sentido da frase. A jovem ficou com o corpo completamente tenso.
— Benjamin nós..
Ele gesticulou negativamente com a cabeça e afastou-a um pouco do corpo.
— Bella, meu amor, tenha fé.
Ela o encarou confusa ante o sorriso doce de Benjamin, que a beijou rapidamente antes de pegá-la no colo.
— Benjamin, o que você pensa que..
— Estou raptando-a, Bella, e então, pela sagrada Igreja de minha mãe, você terá de casar comigo.
Isabella tentou falar qualquer coisa, porém era tarde demais. O príncipe já se atirava com ela pela murada e corria pelo pátio chamando o cavalo aos assobios.
Ela pensou seriamente em gritar, mas isso alertaria todo o castelo e sabe-se lá o que seu pai faria com Jim. Não que o desgraçado não merecesse, mas isso criaria um incidente sério com Atalaia. E ela sempre poderia escapar.
Benjamin a colocou sobre a sela, segurando-a firmemente, de forma a não permitir que ela escapasse e montou atrás dela, segurando-a apertado contra o peito.
Quantas vezes Bella idealizara esta imagem? Inúmeras. Mas em nenhuma delas ela estaria prestes a noivar e, com toda a certeza, em nenhuma ela estaria pensando em fugir.
Ela ficou em silêncio mortal. Não falaria mais com o tratante que ela, com toda certeza por castigo divino, amara durante toda a vida. Ele estava destruindo-a. Como ele não podia perceber isso? Dando-lhe falsas ilusões de que a amava também. Quando ela sabia com certeza que ele não sentia nada. Isso era injusto demais, com ela, e com Edmund.
Oh, Deuses! Edmund! A vergonha que ele passaria!
Lágrimas de vergonha, tristeza e impotência lavaram as formosas feições da princesa, que controlou os soluços histéricos com muito esforço.
Em poucas horas amanheceria. E ela logo reconheceu o local para onde Jim havia lhe levado. O Acampamento do Dragão. A sede oficial. Não os locais mais acessíveis onde os ladrões e salafrários se escondiam. E sim o local que ainda era ocupado pelos ciganos em algumas épocas do ano.
Ele dirigiu-se até o esconderijo dos cavalos, e depois de desmontar e ajudar Bella a descer, ele encontrou a corda que os içaria para cima.
Só quando eles chegaram ao antigo apartamento de Sírius é que Benjamin percebeu que Isabella chorava. Ali não estava tão escuro quanto dentro da floresta e o brilho das lágrimas atraía o olhar. Ele tentou abraçá-la, mas ela esquivou-se fracamente.
— Bella, querida, não.. Não chore. Por favor, eu...
— Como você pode? Como? Está destruindo a minha vida! Está destruindo a honra de Edmund, que é o homem mais gentil que já conheci!
Benjamin rangeu os dentes ante a menção do Boboca Bonnes. Mas forçou a voz a ficar tranqüila.
— Bella meu amor eu...
Isabella perdeu a razão e enfiou o dedo elegante contra o peito amplo do príncipe esbravejando:
— NÃO ME CHAME DE MEU AMOR! O QUE VOCÊ SABE SOBRE O AMOR? DEIXOU-ME ANOS NO LIMBO! SOFRENDO! ESTE ÚLTIMO ANO FOI O PIOR DE TODA A MINHA EXISTÊNCIA, SABENDO, COM TODA A CERTEZA, QUE VOCÊ ME DESPREZAVA TANTO QUE SEQUER SE DEU O TRABALHO DE RESPONDER A CARTA DE MEU PAI! NÃO ME CHAMA DE MEU AMOR!
Isabella caiu ajoelhada com o rosto entre as mãos chorando em grandes soluços, e Benjamin sentiu-se o pior dos homens. O mais desgraçado, o mais rude. Como ele podia ter feito sua melhor amiga, o amor de sua vida, sofrer tanto? Ele conseguiria recompensá-la por todas as lágrimas amargas?
Sem mais pensar, Jim abraçou-a com força, ainda que ela tentasse lhe escapar. Pouco a pouco os soluços foram acalmando e Bella deixou-se abraçar e consolar.
Eles ficaram ajoelhados no chão, um nos braços do outro por muito tempo. Até que Bella murmurou:
— Eu não entendo.
Benjamin a abraçou com mais força, e sussurrou em resposta:
— Eu amo você Isabella. Eu sempre amei. Só sou tão teimoso quanto meu tio e demorei a aceitar o inevitável.
— Que inevitável? — Ela murmurou de volta com a voz ainda mais rouca.
— Que eu nasci para amar você.
Bella afastou-se do abraço e encarou o rosto do homem que sempre amara. Estava ali, naqueles olhos maravilhosamente verdes. Todo o sentimento que ela pensara nunca reconhecer nele.
O dia amanhecia e a claridade invadiu a cabana, dando visibilidade, ainda que pouca.
Benjamin sentia o coração encolhendo ao ver as faces vermelhas e úmidas de Isabella, assim com seus olhos vermelhos e inchados. Ela estava muito mais linda do que quando era criança e ele a consolava.
O príncipe foi beijando as faces amadas e murmurando:
— Eu amo você Bella, eu sempre a amei e sempre a amarei.
Eles não saberiam dizer como começou efetivamente o beijo. Mas num momento Bella ouvia a declaração de amor de sua vida, e no outro beijava apaixonadamente Benjamin.
E ele iniciara o beijo mais profundo logo na primeira investida. Ambos sedentos um do outro, uma necessidade além de todos os princípios morais que pudessem sobreviver ainda.
Eram um homem e uma mulher, isolados e amarrados por laços invisíveis, mas fortes.
Início da N/C
As bocas urgentes se procuravam, ao mesmo tempo em que mãos afobadas tocavam o que podiam. Quando Benjamin sentiu as mãos delicadas de Isabella tocando-lhe uma parte muito sensível de sua anatomia, ele gemeu e segurou-a pelos pulsos.
— Não Bella,
Ela não se deu por vencida e continuou arqueando o corpo para ele.
— Bella,por favor — ele gemeu abraçando-a.
— Por que não? — Bella perguntou com a voz rouca de excitação.
—Por Deus Bella, eu não iria te desonrar assim — exclamou ele fitando-a. — No chão imundo de um acampamento clandestino. Fora do casamento!
Isabella sorriu maliciosa e o encarou com cuidado.
— Benjamin, o quanto você me ama?
Ainda confuso por causa do desejo ele respondeu:
— Muito.
— E faria qualquer coisa por mim?
Ele concordou rapidamente:
— Qualquer coisa.
Ela suspirou e aproximou a boca até encostar-se aos lábios dele e então pronunciou as palavras:
— Então faça amor comigo.
— Bella — ele gemeu indefeso, enquanto ela salpicava-lhe beijos pelo rosto e pelo pescoço.
— Aqui, faça amor comigo aqui.
O príncipe sempre foi controlado. Sempre conseguiu ser galante e cavalheiresco. Mas Isabella conseguia atirar tudo isso por terra. Ele perdia o senso de qualquer outra coisa que não fosse a sensação de tê-la nos braços. E ouvi-la pedindo que lhe fizesse amor, com toda a certeza arrancou dele os instintos mais primitivos, os de posse.
Beijou-a com mais fúria que cuidado, arrancando as roupas como se as sentisse queimando sua pele. O gosto de Bella era enlouquecedor e entorpecedor. A pele era sedosa, mas não como seda, um material gelado.
Bella era veludo, quente, suave, macio. Ele queria que fosse mais claro, que ele pudesse admirar aquele corpo magnífico que seus dedos desvendavam. Ele queria muito uma cama também. Mas nada disso era possível.
Ele afastou-se rapidamente da princesa, acalmando-a os gemidos de protesto com sussurros doces e gentis.
Com uma rapidez surpreendente, ele moveu suas roupas até formarem um pequeno e estreito leito, que o lembrou da sua viagem de volta para casa, das camas improvisadas e dos sonhos ao ar livre.
—Nós vamos de vagar, meu amor — Jim disse ao ver Bella apressando-se em tirar a roupa. — Nós faremos muito, muito de vagar.
A voz profunda do príncipe enviou calafrios gostosos pela coluna de Bella. E ela parou de desfazer os laços da túnica.
Benjamin tomou as pequenas mãos entre as suas e beijou-lhe os dedos um a um. Depois lhe beijou os pulsos e colocou os braços dela ao redor de si.
Com delicadeza diferente dos beijos trocados, o príncipe de Atalaia foi abrindo os laços de fita e desnudando os ombros da morena entre seus braços. Então ele beijou-lhe o pescoço e a clavícula, inspirando profundamente o perfume de rosas que ela exalava. Ele afastou-se apenas o suficiente para tirar a túnica e a sobre-túnica e colocá-las em cima das próprias roupas.
Com a ponta dos dedos, ele riscou o colo de Isabella fazendo-a se arrepiar.
— Jim, eu...
— Shihh, calma, eu vou cuidar de você.
Bella deixou que ele a despisse completamente, e tremeu apenas um pouco quando sentiu que ele a abraçava, tão nu quanto ela.
Ele beijou-a profundamente, deslizando as mãos pelos braços dela até que ela relaxasse completamente. E então começou a passear os dedos másculos pelos ombros, pelas costas, pela barriga femininos.
Ela era toda feminina, doce, suave. E poderia matar com um piscar de olhos. Ele conhecia todas as aptidões dela. Isso era o mais excitante.
Tocou-lhe os seios fazendo-a surpreender-se e gemer.
— Bella, acaricia-me — ele pediu beijando-lhe o pescoço.
E a princesa de Penedo, conhecida por falar mais de cem palavras por minuto não tinha nada para dizer. Pela primeira vez em toda a sua vida.
Ela tocou o corpo quente e dourado de Benjamin. Ele quase não tinha pelos. Seus mamilos eram vermelhos e duros e ela sentiu desejo de beijá-los, então foi o que fez, arrancando um gemido forte dele.
Ele desceu as mãos até as nádegas arredondadas de Isabella e então a puxou de encontro a seu corpo. Os dois gemeram.
Porém, era ele quem deveria excitá-la. Deveria deixá-la pronta.
Assim, foi o que fez, beijando-a toda.
Começou pelos olhos, nariz, bochechas, boca, passou ao pescoço e ombros.
Seguiu a trilha até os seios fartos, arrancando de Bella um grito de surpresa:
— Jim?
—Tenha calma.
— Por favor — ela resmungou cravando as unhas nos ombros fortes dele.
Com cuidado ele a deitou na cama improvisada, cobrindo-a com seu corpo.
Isabella não sabia o que pensar o quando agir, sua mente havia apagado. Ela apenas sentia uma necessidade que crescia em seu abdômen. Ela não sabia pelo que implorara a Jim, mas imploraria de novo.
A boca quente em seus seios a transtornava, ela apertou uma coxa contra a outra tentando acalmar, tentando alcançar algo que não sabia o que era.
A mão de Jim pedia passagem e Isabella deixou-o tocá-la. Qualquer coisa para acalmar o calor e o desejo. Quando ele tocou-a finalmente, Bella sentiu uma onda de choques passando por seu corpo enquanto gritava por ele.
— Benjamin, o que.. eu... Benjamin!
O príncipe também perdera o resto do controle e, enquanto Bella galgava um pouco a mais na escada do prazer ele posicionou-se sobre ela. Preparado para entrar. Ele queria dar tempo a ela para se acostumar com a posição, e isso lhe consumia todas as forças.
Entretanto, Bella tinha outras idéias. E com auxílio das mãos e das pernas obrigou Benjamin a entrar em seu corpo de uma só vez, até o final.
—JIM!
A dor! Deuses a dor era terrível, mas o prazer de senti-lo inteiro dentro dela, acoplado a si era inexplicável.
Benjamin respirava com força, tentando controlar-se.
— Calma Bella, tudo bem, está tudo bem, eu vou só — ele tentou mexer-se e ela gemeu. — Oh deuses. Eu realmente sinto, meu amor, mas supostamente dói na primeira vez .. eu.. — as explicações eram confusas com voz ofegante e Bella não compreendia.
Mas ela sabia que ele sofria tanto quanto ela sofrera segundos atrás. E ela desejava tanto ele. Tanto... E então o beijou, fazendo-o reagir imediatamente, travando um duelo de línguas e lábios.
Ela gemeu quando ele mexeu-se saindo quase completamente dela, e rapidamente a dor transformou-se em algo mais. Algo ainda mais ardente e urgente.
Eles começaram a movimentar-se juntos, Benjamin sussurrando palavras doces de amor, enquanto Bella o riscava com as unhas e exigia a satisfação que ele tanto prometera.
O calor crescia e crescia e as respirações ficavam cada vez mais agitadas até que Bella não sentiu mais nada. Foi como se seu corpo tivesse se partido e a alma voado longe. Ela ouviu a própria voz num grito desconhecido e ouviu ao longe um urro que parecia com a voz de Benjamin, mas não podia ter certeza. A sensação a embalava deixando-a alheia a qualquer outra coisa.
Final da N/C
Ela foi voltando aos poucos, sentindo caroços desconfortáveis nas costas, onde as roupas se enrolaram, e sentido o peso de Jim em cima dela. E aquilo lhe pareceu tão absolutamente certo que deixou escapar um suspiro.
Benjamin mexeu-se com cuidado, apenas afastando o peso do corpo dela, mas ainda assim cobrindo-a em sua maior parte. Ele começou a beijar-lhe o rosto e o pescoço com devoção.
— Bella, eu nunca... em toda a minha vida...
Ela sorriu no lusco-fusco do primeiro raio de sol e buscou-lhe os lábios antes de sussurrar:
— Eu sei.
Ele pareceu tão desamparado, que Isabella o embalou contra o corpo, acariciando-lhe as costas e os cabelos suados. Eles se pertenciam.
Agora, iriam lutar contra o que viesse.
O casal de pombinhos voltou apenas na manhã do suposto enlace. Benjamin estava mais que decidido a manter Bella com ele. A princesa era dele, em todos os sentidos. Ele jamais experimentara um prazer igual, tanto em seu coração quanto em seu corpo. O Boboca Bonnes que saísse do seu caminho por livre e espontânea vontade.
Isabella por outro lado, navegava no doce rio da felicidade.
Depois de um ano de sofrimento, imaginando que jamais poderia alcançar o verdadeiro amor, ela descobria que Benjamin era um Potter perfeito, possessivo, briguento, e enlouquecido de amor.
Ela conseguia compreender como Luna esperara pelo marido, ou porque sua madrinha lançara-se nos braços do príncipe rabugento. Eles eram irresistíveis.
O castelo parecia mais com um formigueiro. Soldados e pessoas comuns entravam e saíam em hordas. O burburinho era terrível e Bella e Jim trocaram olhares assustados com o desastre que os aguardava.
Eles praticamente passaram despercebidos pelos criados e ouviram de longe o grito do Rei Draco:
— Como assim, ele sumiu? ACHEM O DESGRAÇADO! VASCULHEM EMBAIXO DA TERRA SE FOR O CASO!
— Demônios — resmungou Benjamin.
Isabella apertou a mão do amante num gesto de conforto, e eles trocaram um sorriso confiante.
Eles entraram juntos, ambos temendo o pior. Mas parecia que ninguém efetivamente estava dando atenção a eles. A Rainha Pansy tentava tranqüilizar o Rei Draco, mas ele se recusava a escutar qualquer coisa e passeava para cima e para baixo resmungando:
— Onde está a honra deste cretino?! Como ele ousou fazer isso com minha filha?! Eu vou matá-lo!
Benjamin respirou fundo e pronunciou-se:
— Majestade, estou aqui.
O Rei lhe deu um olhar sem interesse e grunhiu:
— Eu sei que está aqui, Benjamin., estou vendo-o
A princesa e o príncipe trocaram olhares confusos. Hermione aproximou-se dos afilhados para dizer qualquer coisa, quando Beowlin Nott, o segundo filho do Duque de Nott aproximou-se com olhar enraivecido e impotente.
— Majestade, trago notícias do traidor.
O Rei Draco imediatamente se pôs na frente do vassalo numa postura beligerante e ordenou:
— Fale, rapaz.
Beowlin engoliu a seco e falou de forma assustadoramente enraivecida:
— O Barão Edmund Bonnes pede perdão pela forma furtiva como escapou, entretanto não podia renegar o chamado.
Benjamin e Isabella soltaram ofegos surpresos. Mas ninguém da sala realmente estava surpreendido.
— QUE MALDITO CHAMADO? — Rei Draco berrou.
O jovem filho do Duque disse entre dentes, tentando controlar seu conhecido mau gênio.
— Da Igreja. O infeliz foi ser monge! Ele já havia pedido asilo no Monastério dos Dominicanos ao norte quando eu o alcancei.
Beowlin parecia cuspir as últimas palavras.
A sala do trono ficou em completo silêncio.
Repentinamente, Harry começou a rir, surpreendendo todos. Ele gargalhava tanto que as lágrimas escorriam por suas faces.
— Mione, sua pequena bruxa — ele conseguiu ofegar. E então voltou a rir.
Hermione tinha um pequeno sorriso satisfeito no rosto, e logo todos começaram a perguntar ao mesmo tempo o que havia acontecido.
Ela simplesmente respondeu:
— Eu rezei.
Todos sorriram. Ela apenas retribuiu, deixando-os no limbo do fato de que havia conversado longas horas com Edmund, incentivando-o a seguir sua real vocação.
Ela era sutil, ora, ninguém precisaria saber.
— E agora — Rei Draco disse, um menos irritado. — Falemos da união dos reinos, Rei Ronald.
O ruivo concordou com um aceno e complementou:
— O casamento deverá ser marcado para os próximos meses.
—O mesmo contrato? — a Rainha Pansy indagou.
— É claro — complementou a Rainha Luna.
Benjamin franziu o cenho numa postura tão idêntica a Harry que Hermione teve de rir, discretamente é claro. Ela jamais provocaria um leão.
— Que diabos vocês estão falando?
Os dois casais reais brindaram os príncipes com sorrisos culpados. Mas com olhares jubilosos.
— O casamento de vocês foi acertado à quatro anos — afirmou a Rainha Luna.
— Tivemos apenas um contratempo quando não respondeu a minha carta, meu rapaz — resmungou o Rei Draco.
— Quatro anos! — Isabella ofegou.
Rei Ronald sorriu e aproximou-se do filho, que ainda mantinha a mão presa a de Bella.
— Jim, qualquer um via que vocês se amavam. Pensei que era uma questão de tempo. Harry e você são tão parecidos...
Fim.
Ops, antes eu devo dizer as palavras: E eles viveram felizes para sempre. Ou algo assim.
N/A Carla Ligia – A desaparecida: EU SEIIIII!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Eu sou uma pessoa má, sem coração, e atrasada. MAS, pelo menos, estou aqui para redimir-me destes últimos capítulos demorados e extensos..*teve gente que me pediu capítulos longos e nunca mais apareceu..oO*. O que comentar? Este foi um epílogo com cara de capítulo??;P?? Eu fugi do tema H/H? Não, não posso comentar nada disso. Eu venho hoje para dizer apenas OBRIGADA! Obrigada é uma palavra tão singela e tão minúscula perto do sentimento que tenho por todos vocês, meus leitores assíduos, em especial, aos meus comentaristas. Sem vocês, a fic não teria sido nada. Apenas mais um link na Floreios e Borrões, apenas um tempo desperdiçado. Vocês, meus amores, me levaram adiante, me impulsionaram dia a dia, não importando as dificuldades de tempo e inspiração, ou os computadores do mal que resolvessem morrer; me trouxeram até aqui, com seu carinho, sua admiração, e seus puxões de orelha, os quais eu muito que mereci. Não sei se vocês sabem, mas a fic nasceu de um de meus muitos sonhos doidos *sim eu sonho muita coisa, e muita coisa maluca*. Com a idéia de escrever em dupla, no caso com a Janete. Ela teve problemas pessoais e eu acabei sozinha com a responsabilidade de uma fic que eu nem sabia por onde começar. Afinal eu era a leitora, a TD - Tira Dúvidas - não a escritora. Jamais a escritora. Quando vi, estava recebendo comentários bárbaros, de pessoas que me perguntavam de qual livro eu adaptava a história. Tive que pedir para a Jan, que continuou postando gentilmente a fic no login dela para não perdermos votos ou comentários, para colocar um aviso de que a fic não era adaptada. Imaginem como me surpreendi com isso. E me surpreendia a cada capítulo com os elogios e a gana dos leitores em descobrir os pequenos segredos que distribui pelo enredo. Só de pensar enchem-me os olhos de lágrimas, porque eu sou, acima de tudo, uma leitora. Aqui, enganando a todos, fingindo-se de escritora. Talvez seja assim que surjam as melhores histórias. Meus amados e adorados leitores e comentaristas, eu desejei escrever algo que tivesse dor, sofrimento e miséria humana, mas que tivesse um final feliz. Eu sou pró movimento finais felizes. Acho que nossa vida já tem infelicidade o suficiente para ainda enchermos nossas mentes com isso. E consegui. Consegui escrever algo que foi apreciado. OBRIGADA POR ISSO. Eu devo agradecer como no Oscar???*para e pensa..oO*... Agradeço ao Grande Arquiteto do Universo por me dar criatividade e a vocês como inspiração. Agradeço aos meus pais que incentivaram minha mente *agora vocês sabem a quem culpar por eu ser doida, hihihihihi*. Agradeço as minhas amigas mais íntimas, também leitoras, e que eu mencionei na N/A passada. Agradeço em especial, enviando todos os sentimentos bons, aos meus comentaristas, e é claro que agradeço aos leitores mudinhos. Gente a fic é de vocês. Eu sei que to melosa hoje...*dêem um tempo é a TPM nossa de cada mês*. Mas esta N/A não serviria mais como antecipação de capítulos, porque a fic terminou aqui. Não haverá continuação. Então, a N/A serve como agradecimento da autora e os parabéns a todos os que persistiram e chegaram até aqui comigo e com Batalhas e Honras. Eu voltarei no próximo ano com novidades. E estou escrevendo no projeto de fics: Várias formas de dizer Te amo, que é puramente H/H. Pretendo escrever outros shippers, mas tudo dependerá de meu tempo e de minha inspiração. Aiii, tenho que terminar, ou me matarão pela demora até chegar aos comentários *quase morri respondendo porque era muita coisa... então, lembrar-me de jamais deixar tudo para última hora, kkkkk*. Em meu coração, todos os que leram BeH estarão num cantinho privilegiado, e, na sala VIP, todos os que comentaram. Eu amo vocês, eu agradeço a vocês com humildade pelos elogios, que temo, nem sempre foram merecidos. Eu imploro ainda o perdão pelas demoras e pelos sumiços. E é isso, nos veremos de novo, eu tenho certeza. E, como sempre, as tradicionais Beijocas estreladas intergalácticas aos meus COMENTARISTAS e Beijinhos para meus mudinhos de plantão. E até a próxima fic, ou comentário. O que vier primeiro, hihihihihi. E, é claro, um surpreendente Natal e um magnífico Ano Novo a todos vocês, cheios de luz e de realizações mil.
PS: Vou direto aos comentários, como sempre fiz no caso de deixar acumular..*-*.. Os atrasados primeiro, e finalmente os do último capítulo.
Respostas aos comentários do capítulo XIII, com atraso, mas com carinho
Claudiomir: Sumidooooo... Como estás? Eu ainda estou esperando teus comentários, e te devendo uma visita em Apollyon, mas estou hiper mega ocupada, então me perdoa a demora lá, sim..*-*... Espero que tenhas curtido o capítulo anterior e este aqui também. Beijocas estreladas querido e até mais. PS: Gabriel e Cortadora de Almas, eu estou hiper mega ocupada também... eu entendo o Claudiomir...¬¬.. E também ando com meus comentários atrasados, mas prometo que nas férias coloco tudo em dia... eu espero...*-*.. Adoro vocês.
Jessy: Eu vou começar, então a linda e poética resposta ao teu comentário...*-*... Estou super curiosa para saber o que dirá deste capítulo que tu não lestes, *faz carinha de má*, sim, pois tu estás sofrendo junto com o povo para saber o que aconteceu, ahsuhasuhasuhasuhaushaush. O Harry é muito gostoso..*olhinhos brilhantes*.. Mas ele já tem dona então não tenho muita saída tenho??*-*??? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Pobre Gina, todo mundo se fartou com a morte da ruiva, hihihi... É o Draco teve uma história triste, por isso ele era tão estranho na primeira aparição, ele ainda estava tentando se recuperar, coitadinho. A Pansy não é fácil, mas ela consegue compreender o Draco. Ele é que não tem muita fé na esposa. Fico super feliz que tenhas amado o capítulo. E não, definitivamente, não vou te enviar a surpresa do último capítulo, principalmente as N/C’s, sua tarada, kkkkkkkk. Beijocas estreladas meu anjo e até lá. PS: eu também amo os gêmeos..*-*...
Hermione.Potter: Sabe, como muito treino eu não fico vermelha quando me elogiam tanto. Dizer que BeH é perfeita me deixa tonta de emoção. Espero que tia aula tenha sido boa, apesar da hora em que foste dormir, hihihihi. Eu amo saber que vocês adoraram o capítulo, as N/C’s, as cenas de batalha. Isso me deixa super emocionada...*-*... Não fiques deprimida, minha querida flor, tudo acaba nesta vida, e pensar que este projeto teste foi tão bem aceito me enche de orgulho *inchada igual uma galinha com seus pintinhos*. Eu amo os Weasley, adoro que eles sejam tão letais. O Draco realmente surpreende, mas acho que capítulo que vem será ainda mais surpreendente. Finalmente alguém que, por um segundo, teve dó da Gina, ela só sofreu na minha fic... u.u.. Mas alguém tinha que sofrer, não é verdade??? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. A morte da Gina e a morte do Voldinho vão ser sensacionais. Não precisa me matar. Irá haver outra fic, eu prometo. Mas volto a ressaltar que BeH termina por aqui.
Nanda : Sim eu matei.. E sim, só matei os malvadinhos... Eu bem que queria matar um e outro, mas as leitoras me ameaçaram com torturas inimagináveis... ¬¬... E sim, foi a Gina quem estava numa poça de sangue, tadinha. E sim, o Harry se deleitou em saber que a Hermione o amava...*-*... Agora o Draco é uma vítima das circunstâncias. Eu fiquei com dó dele, mas enfim, ahsuhasuhaushaush. Sim a Hermione vai casar com o Harry, e o epílogo está aí. Beijocas estreladas flor, e até mais.
Doninha: Ohhh, amada..*-*.. Capaz que foi no dia do teu níver??*-*?? Parabéns super atrasado então. Espero que o capítulo tenha sido maravilhoso, ahsuhasuhasuhaushaush. Realmente a mente alterada pelo conteúdo etílico de muitas bebidas pode alterar certas percepções, hasuhasuhasuhasuhas. E estou corada em saber que tenho qualidade.. Eu me sinto carimbada pelo selo de qualidade da Floreios sabes, hehehehehehehehe. Tenha calma, os pais sustentam a gente até mais do que deveriam. Eu sei, é assim comigo. Espero que as aulas tenham sido boas apesar da minha eterna demora. Hihihihihi. Beijocas estreladas portuguesa. E até a próxima.
Nuna: Sim já foi pro último capítulo...u.u.. Mas tudo acaba na vida.. Espero que tenha curtido o capítulo. Beijocas estreladas.
Nick:Aiiiii, que ótimo que adoraste...*-*... Sim o Draco é cheio de segredos sangrentos, kkkkkkkk. A cena da Gina deu certo trabalho porque eu queria matá-la mas não tinha decidido como, hihihihi. Harry e Hermione são uma delícia de se escrever, realmente eles estão eternamente apaixonados. Espero que a queda de Voldemort tenha sido satisfatória, hihihihihihi. Beijocas estreladas flor.
Paula:Ohh..*-*.. O Draco não é da pá virada, ahsuahsuahsuashuashaus. E o segredo dele não é sujo, a não ser que tu consideres sangue sujeira..oO... Oh, o Harry é o que nós queremos que ele seja...*-*... E concordo que a Hermione é faminta de.. bem, tu sabes o que, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Estou esperando os comentários verdadeiros então, hihihihihihi. Beijocas estreladas.
Betina: *Observa leitora que fica de pé atrapalhando os outros, kkkkkkkk*. Bem Betina-ex-Rhaíssa, suas desculpas obviamente são aceitas. Eu compreendo que, muitas vezes, forças ocultas e malignas nos impedem de comentar, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu fico tão lisonjeada quando estes ases das fics dizem que são minhas fãs..*-*.. Até me sinto uma escritora..*quando nós sabemos que sou é leitora mesmo, kkkkkkkk*. Mas não roa as unhas, é um hábito odioso, e não coma madeira, confie em mim, o gosto não é tão bom quanto à aparência, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E toma um chazinho de Melissa para o nervoso, hihihihihihi. Eu só posso inchar feito uma galinha com orgulho dos pintinhos quando elogiam meus personagens..*-*... Coitada da Gina, na fic ela nem chegou perto do Harry e todo mundo desconta a raiva do mundo nela, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E não, nada de pedir a morte da Cho.. Coitada ela sofre bastante, hihihihi. E pára de dizer que o Harry é teu, ou a Hermione te encontra numa ruela escura e já viu, ahsuhasuhasuhaush. PARTE 2: Que bom que tu estavas com vontade de escrever...*-*... Sim os Weasley são demais, é por isso que eu tenho uma fantasia com um ruivo, com gêmeos e... bem tu sabes né??? Hehehehehehehehehehehehe. Sim, o pobre Draco só sofre nesta fic. Mas vai mostrar que ele não tem coração fraco não. Voldinho é o mais mais no encontro com a morte, eu queria que fosse lenta e dolorosa, mas para garantir o matei rápido mesmo, kkkkkkkkkkk. De certa forma a Belatriz matou o Voldinho. Mas quem realmente deu o ponto final foi o Benjamin..*-*.. Este menino é ótimo. Bem, a Hermione não ficou grávida nos últimos capítulos... Achei que seria muito igual a tudo, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Ela não se machucou também... Pelo menos fisicamente. E o Harry não toma vergonha na cara nunca, haushaushaushaushuashuashuash, Vá mascar chiclete e não roa os móveis da casa, Betina Maria, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Hermione tem mais do que sorte, meu bem, tem leitoras e uma escritora boazinha que deu a ela um homão de presente, hihihihihihihihi. Já fui à tua fic nova.. Acho que ando devendo comentários, mas.. hehehehehehehehe. Logo eu apareço lá. Beijocas estreladas e até.
Proserpine: Pra variar, autora emocionada com o bando de comentários...*-*... *Acredito sim*. PARTE 1: Sim muitas coisas reveladoras. Dona Proserpine...~^... Eu avisei que os últimos capítulos seriam de revelações.. =D. É este é o segredo que fez o Draco ser um mal humorado do cão lá no início da fic, hehehehehehehehehe. Ele sofreu muito até se perdoar do engano e a Pansy o compreende bem, ela nem pensará que tem de perdoá-lo, ela o ama e o aceita com os defeitos e erros que possui. O que será que tu imaginavas..oO.. Matar inocentes sempre é um bom segredo. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. PARTE 2: *Realmente és a fênix, kkkkkkkkk*. Pois eu fiz declaração 2 em 1, para facilitar, mas só o Harry sabe dos sentimentos da Hermione. Teve encontro Cho-Hermione, mas não teve sangue e morte, porque eu to muito boazinha por estes dias, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. *Teu irmão foi bonzinho...*-*... Meu irmão SEMPRE é um mala...* Sim a Luna se salvou, sim eu salvei a Minerva..¬¬.. Eu ia matar ela, mas todo mundo se enfureceu com a idéia, tive de deixá-la viver...¬¬’. Sim a Belatriz amou o Sírius, mas foi um amor egoísta e portanto não deu certo. Putz, quem matou ela de verdade? A Hermione e o veneno? Ou o Sírius e a adaga???oO??? Ela teve seis maridos. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu ia colocar isso na fic, mas iria ficar grande demais. Preferi só citar um monte de maridos, hihihihihihi. PARTE 3: Noooossa, eu me sinto super emocionada em pensar que te deixei acordada até tão tarde... O_O... Colares de dedos é algo que eu acalento desde um filme que um cara fazia colares de orelhas... Mas eu sempre pensei que dedos eram mais emocionantes, por causa das digitais e tal. Dedos são únicos...* é eu sou sanguinária*. Não tenha medo, eles são tão adoráveis..*-*.. Sim, a conversa é um hábito que une as pessoas, os irmãos conseguem resolver suas diferenças e desmembrar gente é algo que alivia o estresse, kkkkkkkkkkkkkkkkkk. É, a Hermione não usaria o grito de guerra Weasley por um simples motivo: O HARRY MATARIA ELA E TODO O CLà WEASLEY! Fora isso, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Não o Rei Ronald não aparece em toda a fic, até porque os personagens centrais são os H’s. Ele ainda vai aparecer. ÚLTIMA: Sim, foi ela quem morreu, pobre Gina. Todo mundo quer ela morta, hahahahahahahahaha. Teu irmão não é tão legal assim..¬¬... Dez minutinhos não é nada, hasuhasuhasuhaushasuash. Sim, houve encontro Luna/Ronald/Filho, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Beijocas estreladas.
PS: meu MSN é carlaligia_jus@hotmail.com
Teresa: É o Harry é um safado, óbvio que ele pensou em manter a Cho, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E eu agradeço a ti todos os elogios. Fostes uma das minhas leitoras mais fiéis, e eu me sentirei orgulhosa se leres outra fic milha. Eu penso em algo D/H até tenho algo pronto pra isso, hihihihi. Sim sangue e morte, e foi a Gina. Espero que tenhas curtido a cena de reencontro da Luna, do Ron e do Benjamin. A Mione não tava grávida nos dois últimos capítulos. kkkkkkkkk. Beijocas estreladas meu anjo.
Respostas aos comentários do capítulo XIV
Hermione.Potter: Sim o último capítulo estava pronto. Mas eu não tinha tempo de finalizado... A idéia era fazer o povo comentar..*-*.. Eu fui má, espero que não tenha morrido, kkkkkkkkkkkkkk. Perdão pela demora, mas eu estava endoidecida dando aulas e ainda assistindo outras tantas, além do meu serviço. A Jan é mais má que eu, porque eu não sumo com minhas fics, kkkkkkkkkkkkk. Eu te adoro e jamais diria para parar de me encher o saco, kkkkkk. Não mesmo. Finalmente o comentário da fic, porque eu comento as reclamações primeiro, e os elogios depois: Emocionada até as lágrimas? Bem esta tem sido a minha frase preferida em todos os comentários. Vocês leitores do meu coração, são uma benção e me acalentam quando me desanimo. É a fic está acabando, mas tudo acaba, minha querida não fique triste. Eu devo avisar mais uma vez que não haverá continuação. É sério, preciso ir além, explorar outras idéias, cultivar novos personagens...*-*... Se eu pudesse eu faria um Harry para cada uma de vocês, e um para mim é óbvio, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Os capítulos terminaram. Hoje tem epílogo para provar isso. Um epílogo com mais cara de capítulo, mas enfim, eu me empolgo e tudo fica exageradamente grande, hihihihihihihihi. E eu jamais deixaria o Voldinho bater na Hermione, ou voltar para assombrar o castelo. Voldinho foi morto e cremado, hihihihi. Ai meu anjo, eu nem sei o que dizer. Só que sou grata por tanto apoio, e por tantos elogios. Foste uma das mais assíduas leitoras dos últimos tempos, e agradeço a cada capítulo o fato de resolveres ler esta fic que quase não acontece. Eu gosto de pensar que escrevo bem, mas nunca diria que tenho o poder da escrita. Eu sempre quis o dom da comunicação. Talvez seja isso, meu dom de comunicar a vocês o que minha mente muito fértil gera em cada loucura. A idéia é prender a atenção e gerar a ansiedade da descoberta, porque é assim que me sinto em cada fic ou livro (virtual ou não) que leio. Espero que tenhas gostado do epílogo tanto quanto tenhas gostado do último capítulo. Ele teve um enfoque diferente, hihihihihihi, foi mais Jim e Bella. Não vai ter continuação. Uma porque acho que a história acabou bem. Ela encerrou-se. Não houve cordas desamarradas em relação aos personagens principais, outra porque quero realmente inovar. Eu vou escrever mais, vou tentar manter o nível de qualidade. E sempre vou esperar ansiosa por seus comentários, e pelas reclamações também. Porque eu sei que abandonei vocês, mas juro que foi por uma boa causa. Muito obrigada pelos parabéns, e os retribuo por ter sido tão maravilhosa e mantido-se fiel a fic, mesmo quando ela começou a demorar a ser atualizada. Curta seu presente de Natal minha querida leitora. Beijocas estreladas e natalinas, Carla Ligia.
Doninha: Ei sou má. Eu sei que sou má. E não sou pior que a Jan, eu disse que ia demorar e quando digo que vai demorar é porque VAI demorar, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu sabia que sobreviverias, a duras penas, mas sobreviverias sem meu capítulo. Eu jamais desistiria de BeH mesmo que definitivamente odiasse a fic e resolvesse fazer capítulos cada vez piores, eu não deixaria vocês na metade..*eu sei a Jan é má, eu também sou leitora dela...u.u...* flor eu espero que tenha melhorado, jamais iria querer que morresses, NECESSITO dos comentários. E não percebeste, mas tinha capítulo novinho, hihihihihihihi. Agora terão dois e espero seus comentários finais. Adorei ter leitoras portuguesas *tu e a Jan*. E aguardo sua presença magnífica em outras fics, se é que já me perdoaste pela demora...*-*... Beijocas estreladas minha querida. Aproveite o presente de Natal e até a próxima.
Mione03: Eu fico muito feliz que tenha amado o capítulo. Sim, um dos grande segredos do Draco foi descoberto. O segredo que o fazia temer a repreensão da Pansy. O outro, o que o fazia não querer voltar a Penedo era a sua, bem, a sua realeza, kkkkkkkkkkkkkk. Não era a Gina, o Harry jamais se recuperaria se eu matasse a Hermione, eu não sou tão má assim. Obrigada pelos elogios, e obrigada por me dizer que o final não foi bobo *eu ainda acho que foi, mas estou em minoria aqui, kkkkkkkkkk*. A Bella sempre foi fantástica, coitada sofreu no meu epílogo, mas teve o seu final feliz também...=D. Espero que tenhas curtido o epílogo, e que o Natal tenha sido fantástico. Beijocas estreladas.
Nanda: Postei... DUAS VEZES!!!!!! CADÊ TU?????? Não me abandones...u.u... Espero que tenhas curtido os capítulos. Obrigada pelos comentários. Beijocas estreladas e um ótimo Natal.
Proserpine: Perdão pela demora, sim eu sou uma criminosa, o capítulo tava quase pronto, mas eu não tinha tempo de escrever o final, foi horrível para vocês e para mim, mil perdões. Eu me emocionei ao ver que o último capítulo foi bem aceito, mas não disseste nada do meu final bobo..u.u.. kkkkkkkkkkkkkkkkk. Epílogo ta aí, aproveite o presente de Natal Muito obrigada por todos os comentários de estímulo e pelas reclamações também, eu só espero que não tenhas me abandonado. Beijocas estreladas e até.
Claudiomir: Sim capítulo tava chegando, hihi. Gabriel, tens que ajudar o coitado do Claudiomir, ele tem muita coisa para fazer. A Cortadora de Almas, minha alma gêmea já faz o que pode, mas tu és um enrolão, kkkkkkkkkkkkkkkk. Eu sei que to devendo comentários, mas assim que voltar de viagem eu vou ler e comentar, prometo. Palavra de Carla Ligia. Ahh, e não gasta tanto papel imprimindo não... Coitada da natureza... Resposta ao comentário do capítulo, porque eu respondo as reclamações também: PARTE 1: Cortadora, eu concordo contigo *desvia do tomate que Gabriel joga – “eu não sou um herói!”*. Pobre Gabriel, não xinga ele não. É que ele se empolga, adora uma boa briga, eu sei bem como ele se sente, eu me sinto da mesma forma quando leio Apollyon... PARTE 2: É Theodore Nott é um vassalo mais leal ao reino que ao suserano...*-*... Adorei escrevê-lo. E ele não lembra a ti, Gabriel, porque ele não vai cumprir as ordens da forma como tu cumpres as tuas. A Gina tinha que morrer, eu tive que inventar algo, né??? Fui super criativa, fala sério!!!\o/!!! E viste Gabriel? De nada adiantou o Voldinho ter milhões de soldados, o que importa é o treinamento, me inspirei nos Predadores..*-*.. Treinamento é tudo. E luta de espadas dentro da sala do trono é o que há!!! Kkkkkkkkkkkkkkkk. Não te preocupes que o Claudiomir já te deu muito que fazer em Apollyon, Gabriel, aqui é só tu relaxares e curtir.=D. PARTE 3: Sim a Cho foi boa também, todo mundo queria que eu matasse ela...¬¬... E todo mundo amou que a Gina tenha se matado..oO.. Coitadinha. Foi algo similar, mas não era um vírus que se mutasse era um veneno hiper mega potente, *cá entre nós, eu adoro os venenos, os acho fascinantes*. Hehehehehehehehe, Gabriel adorei a história de morrer pelo próprio p*, eu concordo plenamente.PARTE 4: eu sabia que ia dar uma confusão dos demônios, mas tinha que fazer isso, hihihihi o Sírius matar a Belatriz apesar de tudo. O Benjamin sempre foi o indicado para matar o Voldinho, ele foi o mais prejudicado, vivendo longe dos pais, numa existência de fugitivo. O Mclaggen tinha tudo para acabar com qualquer oponente, ele tinha a técnica, o desejo de vingança, e a obrigação, preciso dizer mais? E Gabriel, tu jogavas nada. Sabes bem o que é honra com o inimigo morto. Se os outros não sabem, são os outros. PARTE 5: Finalmente surpreendi o Gabriel. SIM!!! O Draco é rei. Ele passou a ser rei quando me proibiram de matá-lo. Eu tinha outra idéia na época, mas tanto me atazanaram que resolvei deixá-lo viver com dignidade, kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. E não fala assim da Bella, que eu a amo apesar de ser uma pentelha. E queimaram os restos do Voldinho e da Bela, eles mereciam pior eu sei, mas daí a fic iria ficar com setenta e poucos capítulo *tipo uma fic que eu conheço*. O Draco é Rei, ele não precisa encarnar nada, ele é o máximo mesmo.. ahsuhasuhasuhasuhaushasu. *Depois perguntam por que ele é tão arrogante*. PARTE 6: Ihhh, perderam a aposta, a Hermione é muito elegante para meter um soco na Cho, embora esta tenha merecido nos últimos tempos...oO... Ohh, Gabriel, eu sei que é emocionante encontrar-se com quem te ama, depois de tanto tempo.. *não falo em pais em respeito aos teus que são uns ordinários*. PARTE 7: Sim é por isso que eu digo que a Cho merecia um soco, ela se grudou no Harry, mas o Harry é outro que merece umas pedaladas, kkkkkkkkkk. E acho que a Cortadora foi má contigo, tu precisas de ajuda para cravar a adaga??*-*??? Sim, A falta de comunicação...u.ú.. é algo que realmente me aborrece, hihihihi. Por isso escrevo e falo tanto, eu acho...oO... PARTE 8: é óbvio que se a Mione finalmente mostrou ao Harry o lugar dele *correndo atrás dela, obviamente*, o homem teve que correr atrás do prejuízo. Tu sabes bem como é né Gabriel? A Cortadora não entendo porque não sente estas emoções tão humanas.. sorte dela... E, sinceramente, o Harry tinha que dizer pra Cho qual era o lugar dela, não???*-*??? PARTE 9: Cortadora, não facilita. Nem todo mundo tem sorte de ter pais legais. Eu tenho uns que são hiper mega maravilhosos, o Gabriel tem uns que eu tenho desejos sádicos de esfolar vivos e pendurados pelos tornozelos... e sim, o Harry sempre encontrará a Hermione, kkkkkk, pelo menos nas minhas fics. PARTE 10: Gabriel, meu querido, tens toda a razão, qualquer herói/assassino no seu caso que se preze, tem um castelo, onde irá mimar e idolatrar a mulher amada...*-*... Eles não tiveram uma “penca” de filhos... só quatro..=D.. Eu juro que vou a Apollyon, eu sei que sou péssima leitora, mas prometo comentários magníficos. E concordo sempre em usar comensais como isca para tubarões, só lembre que tens de cortar a pele dos comensais com cuidado, afinal não queremos matá-los só fazê-los sangrar para atrair os peixinhos...*-*... E sim, vá ajudar o Gabriel, ele precisa muito disso, ainda que relute em assumir. Eu tenho certeza que ele será um ótimo pai..*-*.. Pelo menos eu desejo que Hermione compreenda isso em algum momento... Um beijo Cortadora e até a próxima. Gabriel, eu não saí de férias, apenas estava muito ocupada.Estou doida de saudades...u.u... Eu abandonei vocês e abandonei a fic, mas agora estou voltando, aguarde meus comentários. Claudiomir, eu sei que demorei em responder teus apelos desesperados. Mas agora já nos entendemos, hihihihihihi. Espero comparecer com meus comentários em Apollyon, logo, logo. Ah, muito obrigada pelos comentários, a ti, à Cortadora de Almas, e ao Gabriel, eles e os elogios me levaram adiante. Aproveitem o presente de Natal. Beijocas estreladas e até logo *de preferência em Apollyon, eu sei*.
Nuna: Eu também amo minhas leitoras, em especial as que me elogiam..*-*... O Harry é um homem gostoso, mas ele não gosta muito de se comprometer, kkkkkkkkkkkkkkkkkk, coitada da Cho, ela achou que eles iriam ficar juntos, afinal ele sempre freqüentava a cama dela... kkkkkkkkkkkkkkk. Sim, o encontro entre filho e pais foi especial..=)... Pobre Gina, porque vocês odeiam tanto ela???oO??? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu vou postar outras fics e vou esperar-te. Espero também que tenhas gostado do epílogo. Obrigada pela companhia nesta nossa jornada. Um maravilhoso Natal. Beijocas estreladas e até mais.
Jessy: Não chores pela fic, Jessiiiii, hihihihihihi. Ainda bem que sou advogada e não cantora, senão eu passaria fome, kkkkkkkkkkkkkkkkkk. Eu sei que demorei em posta...*autora vermelha de vergonha*. E já estou postando o epílogo... *que tu já lestes*. FINALMENTE alguém TEM PIEDADE NO CORAÇÃO, eu também fiquei com dó da Gina, mas todo mundo queria as tripas dela, nossa, coitada. A Belatriz tinha que morrer... *faz carinha de má*... E está queimando no mármore do inferno simmmmmm, claro que juntinha do Vold do maaaallll. Também concordo que ele deveria ter tido a morte lenta e dolorosa, mas enfim, tava na hora de terminar a fic, e se eu resolvesse deixar o veneno agir o negócio embromaria tudo,¬¬.Que bom que amadorastes os encontros..*-*.. Eu queria ser doce, sem ser melosa demais, ahsuhasuahsuahsuashaush. Oras, a Hermione tinha que fugir do Harry, para fazê-lo correr atrás e se rastejar aos pés dela *momento Corvinal do Mal*. E teve mais filhinhos que filhinhas... hihihihihihihi. É ÓBVIO que precisa agradecer todo o esforço e dedicação das super amigas que tenho. Eu vou decidir os nomes logo.. *não, não falastes demais*. E vai ter outras fics sim...=).. Ahh, não demorei tanto, e, afinal de contas, é um presente de Natal..*-*.. Beijocas estreladas minha querida, e até mais, no MSN é claro.
Nick: Eu sei querida, não chores. Eu fico super feliz. Tentei fazer um fim feliz mesmo, sem mortes de pessoas boazinhas...*ta isso foi por opressão dos leitores..¬¬.. Eu bem que queria matar um ou dois bonzinhos, mas enfim*. Hermione e Harry juntos era minha obrigação. Detesto finais onde os mocinhos não ficam com as mocinhas. Então seria contra os meus princípios escrever algo assim...=D... Muito obrigada pelos elogios. Muito obrigada por cada comentário. São os comentaristas que levam os escritores adiante. E escreverei mais fics, certa de que irás me visitar. Um maravilhoso Natal. Beijocas estreladas e até mais.
Teresa:Ohh amada, eu sei que sempre voltas das cinzas. Fico super feliz pelo teu estágio e entendo plenamente o que significa “final de semestre” Não chora que eu choro também *pisca para secar as lágrimas*. Se eu pudesse, como eu disse noutra ocasião, eu faria um Harry para cada leitora, e um pra mim.. Mas não tenho esta capacidade, só nos resta sonhar... Eu fico tão feliz que sintas falta da fic, mas mais feliz ainda que sintas falta de mim..*momento autora emocionada e chorona*. Obrigada por todos os elogios, nossa, Teresa, és, com toda a certeza, minha leitora mais elogiosa, e a mais amável que tenho. Eu sempre esperei que o final da fic ficasse pelo menos bom. Porque, em geral, os finais são cansativos. Mas eu queria que tudo desse certo também, odeio finais tristes. Eu espero que minhas futuras histórias sejam com o mesmo padrão de qualidade, e que eu realmente tenha muita, mas muita “inspiração colorida”. E, o principal, que estejas comigo. Eu disse acima e torno a dizer. São vocês, meus amados comentaristas que fazem com que eu tenha vontade de voltar sempre. Beijocas estreladas e um Natal magnífico;
Rani: Ai amada, to enviando o epílogo, para todos os lados do mundo. E espero que tenha valido apena toda a demora. Beijocas estreladas para ti, minha querida amiga, e um maravilhoso e estupendo Natal.
Betina: Sua safadinha, estava esperando teu comentário do capítulo final...*-*.. Mas aceito ele junto com o do Epílogo, hihihihi. Espero que tenha amado os dois, e que tenhas um Natal iluminado. Muito obrigada pelo apoio e pelos comentários. Beijocas estreladas e até mais.
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