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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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2. Capítulo 02


Fic: Desejo-te DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 2

Acordei sentindo uma respiração diferente no meu pescoço. A luz entrava fraca pela cortina. Esse detalhe anunciava que estava sol, mas tenho certeza que não o suficiente para esquentar o dia. Olhei para o lado e ainda era cedo. Virei para o lado e encontrei o corpo nu de Harry. Ele ainda dormia. Retirei lentamente o lençol de cima de mim e comecei a levantar-me lentamente. Não queria acordá-lo. Assim que coloquei meus pés no chão ouvi a voz dele:

- Acho que precisamos conversar, Mione. – fechei meus olhos num gesto de rendição. Eu queria adiar aquela conversa o máximo possível. Os braços dele passaram pela cintura puxando-me novamente para a cama. Eu também estava sem roupa.

- Harry... – agora eu estava deitada de barriga para cima e ele ao meu lado. Um dos braços sobre a cama que servia de apoio para a cabeça. Senti os dedos dele tirando uma mecha que estava sobre meu rosto. – Eu...

- Mione... Não quero perder sua amizade... O que houve ontem foi... – ele começou. Sabia que escolhia bem as palavras.

- Um erro? – completei admirando aqueles olhos verdes que eu tão bem conhecia.

- Você acha que foi erro? – seu tom era de mágoa.

- Não, não acho... – suspirei. Fechei os olhos. Eu não havia decidido mudar? Voltei a encará-lo – Foi algo maravilhoso – minha voz adquiriu um tom mais sensual – Podemos repetir qualquer dia desses. – pisquei e sorri. Logo o clima tornou-se mais leve. Harry deu-me um selinho e levantou-se.

- Preciso de um banho... Já volto.

Assim que fiquei sozinha percebi uma coisa. Transar era bom e eu queria repeti-lo. Só que meu alvo agora era Draco Malfoy.

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- Não sei porque se vestiu... assim – ouvi meu amigo murmurar.

- Mudar é sempre bom, Harry. – parei ficando na frente dele. Mesmo de salto precisei levantar um pouco meu corpo para alcançar o ouvido dele e murmurei – E você já deve ter percebido... – depois passei levemente minha língua pelo pescoço dele. Não podia negar que meu amigo era uma delícia. -... que eu mudei.

- Hermione... – ele falou num sussurro. E eu sabia que ele estava ficando excitado. Virei de costas e sai andando.

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O som da minha bota ressoava pelo corredor. Harry vinha logo atrás ainda impressionado pela minha resposta. Andava fingindo não notar as pessoas comentando sobre mim. Será mesmo a Granger? Fiz um caminho de forma a entrar pela porta que daria de frente para onde ele estava sentado. Ele era tão previsível. Sentava sempre no mesmo lugar. Sempre entre as mesmas pessoas.

Ajeitei meu cabelo. Abri mais um botão da blusa do uniforme. Havia deixado a gravata no meu quarto. Afinal, hoje era domingo. Entrei pelo salão olhando um ponto. Ele demorou alguns minutos para dar pela minha presença. Até que levou um cutucão de Zabini que mexeu a cabeça na minha direção. Malfoy estava rindo de alguma coisa. Sorriso idiota. Morreu quando me viu. Quando me secou na verdade. Sustentei o olhar dele por mais alguns segundos, depois procurei por meus amigos. Sentei-me à mesa. E logo Harry fez o mesmo.

- Mione? – Gina perguntou. Até Luna tinha perdido seu ar lunático e se aproximado ligeiramente de Ron. Tolinha... Há muito ele não é meu... alvo .

- Bom dia, pessoal! – disse como se tudo estivesse normal.

- Mione, que mudança foi essa? – a ruiva perguntou-me com um sorriso na boca – Você está... deslumbrante! – essa menina é uma graça. Só cometeu o erro de dispensar o Harry.

- Obrigada, Gina – mexi-me na cadeira e pude perceber que Malfoy ainda olhava na minha direção. Abaixei a cabeça para esconder o riso. Por que não começar realmente agora? – Acho que estava precisando disso, sabe?

- Eu nem sabia que tinha saias do uniforme mais curtas! – ela disse animada. Harry, que havia saído do seu estado de excitação, estava irritado. Rony, vermelho. Luna, apenas observando a conversa com sua mãozinha em cima da coxa do meu amigo.

- E não tinha, mas nada que uma bruxa não possa resolver – dei uma piscada para ela. Felizmente, Rony começou um assunto de quadribol e eu não era mais o foco da atenção deles. Enchi meu copo de suco. Senti um frio na barriga. Não acredito que eu realmente faria aquilo... Qualquer receio se dissipou quando me lembrei do corpo nu e suado do Malfoy. Bebi um gole deixando que uma gota escorresse. Passei meu dedo médio pelo queixo enxugando a gota. Depois o lambi. Sensualmente. Passando o dedo pela minha língua e pelos meus lábios. E terminei chupando-o levemente. Chupei-o da mesma maneira que havia feito com o pinto do meu amigo. Nesse instante, vi Malfoy derrubando seu copo de suco e sorri. Depois, virei meu rosto e comecei a ignorá-lo. Fingi que ouvia toda aquela história de quadribol, mas minha mente só pensava em outras formas de seduzi-lo. Malfoy, 1. Hermione, 1.

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Três semanas passaram desde que rolou minha primeira vez com Harry e minha primeira provocação. Eu e Harry estávamos mais próximos, com brincadeiras mais... picantes. Era comum darmos selinho um no outro, eu passar a mão pelo peito dele ou ele deixar a mão dele deslizar pela minha coxa. Sexo? Não rolou mais. Eu queria o Malfoy. E via o Malfoy olhando para mim quando eu tocava o Harry.

O sábado amanheceu nublado. Estava frio, mas nada exagerado. Era dia de passeio para Hogsmead. Eu estava mesmo precisando sair do castelo para que meu plano fosse para outro nível. Vesti minha calça jeans azul escura, coloquei uma blusa preta de mangas longas, mas decotada. Combinando com a blusa, uma bota de cano longo. Para dar uma cor, um cachecol vermelho. Claro que o cachecol cobria meu decote que seria revelado na hora certa.

Fomos para o passeio. Eu andando de mãos dadas com Harry como era nosso costume agora. Malfoy passou acompanhado de outra garota da sonserina. Uma loira bonita, mas sem graça. Devia estar comendo essa fulaninha. Sortuda.

Os casais estavam de pegação e eu e Harry acabamos tomando um caminho diferente. Ele ficou fascinado com os novos produtos de uma loja recém aberta de produtos de Quadribol. Eu não agüentava mais ver aquilo e decidi dar uma volta sozinha. Fazia tempo que eu não ficava sozinha.

Resolvi ir em direção à Casa dos Gritos. No caminho decidi tomar uma cerveja amanteigada no Três Vassouras. O local estava lotado. Olhando rapidamente em volta não achei quem procurava. Esperava no balcão para ser atendida. Quando reparei numa caixa branca do outro lado com o símbolo da Florean Fortescue. Madame Rosmerta aproximou-se de mim e perguntou:

- O que vai querer, criança?

- Estão vendo sorvetes agora? – lancei outra pergunta apontando com a cabeça a caixa.

- Ah menina. Nem me fala. Tentaram implantar uma novidade aqui do mundo trouxa, mas não deu muito certo. Só esperando o senhor Fortescue retirar daqui.

- Que novidade? – ela já parecia estar ficando irritada.

- Um tal de piloqué. – ela respondeu. Segurei para não rir. Olhei pela janela e quem eu vejo passando? Malfoy. Sozinho. Merlin está do meu lado.

- Eu poderia experimentar um? Quanto custa?

- Nada, menina perguntadeira. Desde que vá embora e deixe-me trabalhar!

- Tem de chocolate? – ela girou os olhos impaciente e voltou com o sorvete. Agradeci. Sai pela outra porta, de forma que Malfoy pudesse me encontrar... por acaso .

Abria a embalagem enquanto corria. Sentei num banco. O local ficava na parte de trás da maioria das lojas, era um local calmo. O local ideal. O sorvete era bom e não entendi como os bruxos não gostaram. Acho que era só falta de costume. Tomava meu sorvete normalmente até perceber a aproximação de Malfoy. Tirei meu cachecol. Pela ausência de som, notei que ele havia parado. Não virei para saber a exata localização dele, imaginei que eu devia estar de perfil.

Passei a língua pelo sorvete. Indo de baixo para cima. Virei o picolé. Lambi novamente. Olhei para o lado e ele estava me encarando. Tolinho.

- Perdeu alguma coisa, Malfoy? – ele levou alguns segundos para responder. Deu alguns passos na minha direção.

- Quem te deu o direito de conversar comigo, sangue-ruim? – não respondi, apenas repeti o gesto. - Que porcaria é essa que está comendo?

- Decidiu conversar com sangue-sujo? – eu perguntei olhando-o. Ele deu mais dois passos na minha direção. – Sorvete. Um bruxo tão bem conceituado como você não conhece uma simples sobremesa? – ele venceu a distância entre nós mais rápido do que eu imaginava possível. Puxou-me com força pelo braço de forma a me levantar do banco. Um arrepio percorreu meu corpo. E o pior: ele percebeu. Aquele maldito sorriso surgiu nos lábios dele.

- Não consegue apagar certa imagem da cabeça, Granger? – maldita voz rouca. Maldito cheiro amadeirado. Respirei com rapidez. Merda. Tinha que tomar as rédeas de volta. Aproximei meu corpo de forma que meus seios tocassem no peito dele. Os olhos dele vacilaram por um instante pela minha atitude, mas logo voltaram a assumir o ar frio. Era minha vez.

O braço que segurava o sorvete ainda estava livre das garras dele. Lambi-o mais uma vez. Aproximei minha boca do ouvido dele, precisei ficar na ponta do pé e falei bem baixinho:

- De que cena está falando, Malfoy? – recuei, mas recuei lentamente roçando meus lábios gelados no pescoço branco. Foi a vez dele se arrepiar. Os dedos dele relaxaram na pressão. Puxei meu braço de volta e voltei a sentar. Não porque queria afastar-me dele... apenas para dar para aquele sonserino filho da puta uma boa visão do meu decote.

Comecei a passar o sorvete pelos meus lábios. Depois passava a língua por eles. Novamente ele agiu rápido e aproximou-se de mim.

- Você não sabe com quem está brincando, Granger. – ele disse com o tronco abaixado para me encarar.

- Malfoy, Malfoy... Estou aqui, tranqüila, tomando meu sorvete... Não sei do que está falando... – cara de ingênua. Ele ficou puto.

- Sangue ruim maldita. Não se faça de sonsa. Acha que não percebo? – ele falou. A raiva (e o desejo?) eram legíveis em todos seus poros.

- Malfoy... Estou apenas seduzindo Harry... – ele riu.

- Você ainda vai se arrepender desse jogo... – Malfoy estava cada vez mais próximo. – Já disse: você não sabe com quem está brincando.

- Não sou uma daquelas sonsas da Sonserina. – lambi mais uma vez o picolé. O olhar dele vacilou. Dos meus olhos para meus lábios. Mantive-me séria.

- Sangue ruim maldita – e foi embora.

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Bela maneira de começar a segunda-feira. Reunião dos monitores com a Diretora Minerva. E sempre o mesmo assunto. O mesmo blá-blá-blá. Ela começou falar sobre as monitorias, os relatórios, as detenções,... O mesmo discurso. Então, ela falou de algo que chamou atraiu minha atenção:

- Por isso faremos um baile de máscaras! Será em comemoração... – não ouvi o resto. Olhei pela sala e todos estavam felizes! Baile de máscaras! Merlin! Que século estamos? Quando todos aplaudiram, percebi que ela havia terminado. Então levantei a mão. – Sim, senhorita Granger.

- Acho esse Baile uma perda de tempo – ouvi os sussurros “tinha que ser a CDF” e coisas do gênero. – Século 21, Diretora. Com todo o respeito acho que chega essa coisa de bailinho! – ela olhou-me espantada. – Acho que podemos organizar a festa em algum bar de Hogsmead. E, além disso, não há mais guerra e nem Comensais. Por que não podemos ter o direito de sair para ir aos bares finais de semana à noite?

- Senhorita Granger! Eu ach...

- Desculpe interromper a senhora. Afinal, não temos que ficar enfurnados aqui! Festas já acontecem aqui dentro mesmo, por que não podemos sair? Claro que esse direito fica restrito aos alunos maiores de idade e podemos chegar num acordo na quantidade de saídas permitidas.

Silêncio.

- Não pode estar falando sério, senhorita Granger...

- Alguém aqui discorda das minhas idéias? – perguntei olhando para o resto do grupo e minha atenção repousando demoradamente em Malfoy que olhava-me inexpressivo. Lindo demais.

- Acho que a idéia é boa, Diretora – ele respondeu.

- Acho que Hermione tem razão... – falou Ron – Afinal, tanto batalhamos para ter paz e viver em liberdade. Cadê nossa liberdade?

Ela respirou fundo.

- Concordo – o alvoroço foi enorme. – Contudo... – silêncio novamente – Nada de estudantes bêbados perambulando pela escola. Terão charretes para trazê-los de volta às 23 horas.

- Onze? – Malfoy manifestou – Muito cedo... Quatro horas da manhã, pelo menos...

- Quatro? – ela olhou espantada. Ele não tinha jeito nenhum para cuidar dessas coisas.

- Diretora, geralmente esses bares abrem às 21h. – falei calmamente. Concordamos em sair apenas aos sábados e alternar as saídas, mas precisa haver um limite maior de horário. Que tal voltarmos às duas?

- Oh, Merlin... – ela disse sentando-se pela primeira vez.

- E estudantes que infringirem essas regras ficam suspensos do passeio por tempo indeterminado. Caberá à senhora decidir a punição. – falei conciliadora.

- Certo, mas o retorno de vocês fica sendo a uma hora.

- Diretora... – eu já estava perdendo a paciência. – Tudo bem... Mas se em dois passeios provarmos que podemos fazer isso dar certo, a senhora muda o horário de volta para às duas. – ela pareceu refletir e apenas concordou com a cabeça. Naquele dia não voltei para meu dormitório. Fui carregada para o nosso Salão Comunal.

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Passaram-se duas semanas e seria realizada a festa de Natal. Escolhemos uma danceteria bruxa muito bem recomendada. Muitos se sentiram mais tranqüilos por não haver toda aquela pressão: quem eu convido, quem me convidará, foi sozinha, vou acompanhada,... Excepcionalmente neste dia, estudantes a partir do 5º ano foram permitidos sair desde que houvesse autorização dos familiares.

Chamei Gina e Luna para se trocarem no meu quarto. Fazia tempo que eu não ficava só com as meninas e estava sentindo falta. E resolvi também contar o que estava acontecendo comigo. Felizmente, elas pouparam-me de toda uma introdução.

- Então, Mione... O que está havendo entre você e o Harry? – Gina perguntou pulando na cama. Contei tudo. A boca das duas estava abria a cada palavra que eu contava. Por que eu contei tudo. Simplesmente tudo.

- Nossa, Hermione... Quem diria... – falou Luna. Ela estava um pouco séria e depois abriu um sorriso até então desconhecido para a morena – Como podemos te ajudar?

- Pensando numa roupa... – eu falei e elas começaram a rir.

- Como se você precisasse! – a ruiva falou dando um delicado tapa no meu braça – Anda chamando atenção ultimamente...

- Com roupas simples... e uniformes encolhidos! – Gina e Luna se entreolharam e depois correram para frente do meu armário. Vendo aquilo percebi que havia me afastado muito delas. E senti saudades de estar com as duas.

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Naquele dia a festa foi fechada para os estudantes de Hogwarts. Gina e Luna estavam com seus respectivos namorados. Eu e Harry. Ele elogiou-me muito quando me viu. Eu usava a minha bota que tanto adoro, com uma saia preta que ficava na altura do joelho, mas era bem colada ao corpo. Uma blusa lilás e os cabelos soltos.

As mesas estavam decoradas com as cores das Casas de forma harmônica. Todos estavam animados pela novidade de sair e comemorar uma festa fora da Escola. Logo as mesas começaram a ser ocupadas. Estudantes andavam animados pelo espaço com copos de bebidas coloridas. Os menores de idade foram enfeitiçados e se tentassem consumir bebida alcoólica, pequenas faíscas avisariam os professores.

A pista foi enchendo conforme as pessoas perdiam a inibição, a música tornava-se mais dançante e nada daquela música ambiente chata que tocava no consultório dos meus pais. Harry me tirou para dançar e eu aceitei. Olhei ao redor a procura de Malfoy. Achei-o. Estranhamente ele estava desacompanhado.

Dançávamos animados até que Harry chegou mais perto de mim e passou a língua pelos meus lábios, fiquei toda arrepiada. Retribuí a carícia. Reparei que Malfoy ainda estava sozinho. De braços cruzados olhando aquilo. Desci minhas mãos de forma sensual pelas costas dele. Não deixei de encarar o loiro. Que balançou a cabeça em negativa e saiu em direção aos banheiros.

Pouco depois, Harry puxou-me para um canto e falou:

- Mione... Acho que devíamos... Sei lá... Foi bom ficar com você. E esses nossos toques, nossos beijos... Mione, não sabe o quanto tenho enlouquecido com isso. Não sei se te vejo apenas como uma amiga... – Ah, Merlin? O que eu estava fazendo? A verdade atingiu-me como um raio ao encarar os olhos sinceros do meu amigo. Eu estava usando uma das pessoas mais importantes da minha vida. Usando-o num jogo bobo. Usando-o em ago que envolvia apenas eu e o Malfoy.

- Harry... precisamos conversar... – levei-o até uma mesa que estava vazia e sentamos um de frente pro outro – Sabe, acho que nossa primeira vez foi maravilhosa. Fico feliz que tenha acontecido com alguém especial para mim – ele ia falar, mas eu coloquei meu indicador sobre os lábios dele – Só que isso está indo mais longe do que eu pretendia e quero parar enquanto tenho o controle.

- Do que está falando, Mione?

- Estou a fim de outra pessoa...

- Tipo, apaixonada? – Ai, credo! Eu apaixonada pelo Malfoy?

- Não! Claro que não... Só... interessada... E não seria justo eu envolver você nessa história...

- De quem está falando? – ele perguntou.

- Isso é algo que ainda não estou preparada para contar... – eu disse. Ele não poderia saber...

- Não confia em mim? – e havia um tom amargado em sua voz que eu ainda não conhecia.

- Não é isso, Harry... É apenas algo pessoal... – eu tinha medo da reação dele. Não era tão pessoal assim visto que Gina e Luna já sabiam. Mas, Harry não podia saber dos desejos que eu sentia e, principalmente, por quem eu sentia.

- Achei que tivéssemos tido uma noite especial. – ele argumentou.

- Foi especial. Sempre será especial e inesquecível – Acontece que sua amiga quer algo mais... carnal. Respira, Hermione! – Por favor, Harry... Sua amizade é o que mais tenho de especial no momento.

- Certo – ele disse contrafeito. Respirou fundo – Depois conversamos melhor, Mione. Vou beber alguma coisa. – Harry afastou-se bem mais sentido do que eu imaginara. Dei de ombros e fui procurar minhas amigas. Elas estavam acompanhadas, mas consegui puxá-las para o lado.

- Gostando da festa?

- Mione! Nem acredito que essa idéia foi sua! – exclamou Gina.

- E que a Diretora aprovou! Seria engraçado ver Snape embriagado! – elas riram imaginando a cena. Mudei de assunto ao perceber uma música animada tocando.

- Pegarei alguma coisa para beber. Querem alguma coisa? – fui até o bar e pedi uma dose de uísque de fogo. Fiquei no balcão. Parvati veio conversar comigo animada pela “balada”. Ela logo foi puxada pela sua gêmea e foram em direção ao banheiro.

A pista estava lotada, mas eu não queria saber. Os diretores e professores já tinham ido embora e ainda tínhamos uma hora antes do “toque de recolher”. Comecei a dançar de forma mais sensual. E eu sabia que ele estava me olhando. Claro que a bebida ajudava. Deixei meu corpo balançar no ritmo da música. Fechei os olhos.

Senti alguém aproximar-se de mim por trás e passar a mão pela minha cintura. Abri os olhos e virei-me rapidamente. Eu sabia que ele não se aproximaria de mim na frente de tantas pessoas. Era Justino Finch-Flechley o autor de tamanha ousadia. Não posso negar a beleza dele, mas chega de envolver outros. É o Malfoy que eu quero.

- Poxa, morena – ele começou – Não topa dançar comigo? – neguei e procurei meu alvo. Sumiu.

- Preciso ir ao banheiro, Justino. Até mais!

Aproveitei a desculpa para fazer um xixizinho básico e jogar uma água no rosto. Esperei a minha vez e entrei. Fiz o que tinha que fazer e trombei em alguém quando saí.

- Granger...

- Que susto, Malfoy... – eu tentei passar, mas ele impediu o caminho. – Sai da frente.

- Não... Falei que era arriscado brincar comigo, Granger – antes que pudesse entender o que estava acontecendo, a boca dele já estava em meu pescoço. Tentei me afastar, mas ele segurava-me pela cintura.

- Solte-me, Malfoy! – eu disse com a voz fraca. Senti a boca dele subindo pelo meu pescoço. Depois, ele sussurrou num fio de voz rouca:

- Tem certeza que quer que eu te solte, Granger? – um arrepio involuntário percorreu meu corpo. Não pude conter. E eu sabia que ele sorriu perante a minha fraqueza. A outra mão dele segurava minha nuca. Não sei quando fechei meus olhos. A mão que estava na cintura subia lentamente a minha blusa tocando-me com a agilidade que eu sabia muito bem que ele tinha. Senti-o beijando meu pescoço, subindo pelo maxilar e a língua dele roçando o canto da minha boca. Agradeci por estar nos braços dele, pois minhas pernas fraquejaram. Ele afastou-se alguns milímetros.

- Eu jogo esse jogo há muito mais tempo, garota. Não brinque comigo... – dizendo isso o toque dele cessou tão rápido quanto havia começado. Apenas acordei do transe em que estava quando ouvi a porta do banheiro batendo. Loiro filho da puta.

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A festa foi um sucesso. Como todos os alunos comportaram-se e não houve nenhum caso de bebedeira (pelo menos nenhum que os professores ficaram sabendo) as saídas noturnas para Hogsmead foram aceitas.

Durante os próximos dias a minha tarefa de seduzir Malfoy continuou. Eu estava começando a aprender a ler aqueles olhos azuis e frios. Eu estava mexendo com ele. Depois do episódio no banheiro, não vi o loiro com mais ninguém. Gina e Luna avisavam quando eu estava dando muito na cara. Nesses momentos, eu sorria para Malfoy. Ele acenava negativamente a cabeça e saia jogando os cabelos para trás.

Eu estava estudando no Salão Comunal com meus amigos. Harry estava distante desde nossa conversa. Respeitei. Ele precisava de um tempo, mas eu sentia falta do meu amigo e de como era nossa relação. De repente, ele bateu o tinteiro com força na mesa, espalhando tinta para todo lado e sujando meu pergaminho.

- Que é isso, Harry? – falei brava.

- Quem é? – ele perguntou bravo. Aquela história de novo.

- Já disse que é assunto meu!

- Quem é o quê? – perguntou Rony extremamente curioso, claro.

- Nada, Ron. Vamos estudar. – falei tentando finalizar o assunto.

- Um cara que a Hermione está a fim – ele falou para me provocar.

- E não quero contar sobre isso! – olhei para Gina suplicando ajuda.

- Mas, eu tenho o direito de saber, Mione!

- Se ela não quer falar... – a ruiva falou em meu auxílio.

- Ah, Harry!!! Não quero contar! – mas que coisa... Harry estava ficando chato desde que deixei claro que não queria nada com ele. Ele só falava comigo para fazer a mesma pergunta.

- É meu direito saber! – ele falou batendo com o punho na mesa.

- É meu direito não contar! – revidei. Juntei minhas coisas e ouvi Rony falando:

- Acho que você forçou a barra, Harry.

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Estava há cinco dias sem falar com Harry. Cinco longos dias. Sentia falta demais da companhia dele e não sabia como me reaproximar sem ter que ter a mesma discussão. Suspirei ressentida e continuei meu caminho.

A biblioteca estava muito vazia. Sentei à mesa que ficava em frente à poltrona que Malfoy estava sentado. Só tinha ele lá. Dia de sol. Raro por aqui. Sabia que ele estaria lá. O desgraçado estava com lição atrasada em Transfiguração.

Sentei. Ele olhou-me. Prendi meus cabelos e sorri. O golpe final estava por vir...

Abri meu livro vagarosamente. Molhando meu indicador a cada página que virava. Ouvi o barulho que a poltrona fez. Ele estava mudando de posição. Estava nervosa. Faria algo extremamente arriscado. E num local público. A visão que ele tinha de mim estava livre, exceto por uma cadeira. Levantei-me com ruído suficiente para chamar mais a atenção dele e não alertar a madame Pince. Tirei a cadeira levando-a para outra mesa.

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Draco acompanhava todos os movimentos da grifinória que ele odiava, mas não conseguia parar de admirar. Ela estava provocando-o e ele caindo no jogo. Desde que a prensara no banheiro seus desejos tornaram-se ainda mais fortes. Ansiava a cada dia para saber o que ela faria. Depois, saía irritado consigo mesmo por ter se deixado envolver. Ia para seu quarto, entrava embaixo de banheiro e se tocava pensando na maldita sangue-ruim.

O sonserino sentiu arrepiar-se ao vê-la lamber o dedo de forma deliciosa. Não entendeu o porquê dela tirar a cadeira, mas quando ela voltou para o lugar em que estava sentada notou que tinha ampla visão das pernas da grifinória. O que ela vai aprontar? , ele perguntou-se.

Hermione voltou ao seu lugar. Olhou para os lados antes de encarar Draco. Ele estava sério. Apreensivo e não tirava os olhos dela. Constatando que não havia ninguém Hermione abriu dois botões de sua blusa. O contorno dos seios era visível. O loiro piscou repetidas vezes. Não acreditava no que via. Fechou o livro definitivamente e deixou sua atenção voltada simplesmente para a morena à sua frente. A mão dela passou superficialmente por cima da blusa, mas de forma sedutora. Ela encarava Draco com um sorriso nos lábios. Aquela mão! Mérlin! Se ela descer dois centímetros... Por que diabos ela faz isso? Notei que é só comigo! Mas que Droga! Até Você??? - pensa Draco olhando para seu pênis já duro - É só a Sangue-Ruim!!! Controle-se. Está numa biblioteca...¹

Os dedos de Hermione correram até a barra da saia e os olhos do loiro acompanharam tudo. Merlin... Ela não fará isso... O que houve com a Granger? O sonserino viu as pernas dela abrindo-se lenta e sensualmente. Ajeitou-se mais uma vez, na esperança de disfarçar o volume cada vez maior no interior de sua calça. Olhou para o lado e notou madame Pince preenchendo pergaminhos distante dali. Volta sua atenção para Hermione. A outra mão dela estava abrindo mais um botão. Já era possível para o loiro divisar a cor do sutiã que ela usava. Draco torna a olhar para baixo da mesa. Ela havia levantado um pouco de sua saia. Mais alguns centímetros e ele poderia ver a calcinha. No entanto, o loiro sabe que não vai aguentar por muito tempo. Então a mão delicada, no entanto ousada da morena para de subir a saia. A expectativa mata o loiro a cada segundo e a cada segundo o desejo toma conta de si. Ele sabe que logo agirá por impulso. Sabe que falta pouco para pular sobre a mesa e possuí-la. Ali mesmo.

O dedo médio torna a subir contornando todo o corpo, o seio, até chegar aos lábios. Chupou-o de maneira obscena. Hermione consegue reconhecer um lampejo nos olhos do loiro. Ela então percebeu: havia ido longe demais. Antes que pudesse se recompor, viu o loiro levantar com a varinha em punho.

Draco sempre foi suscetível aos prazeres da carne. Sempre teve a mulher que quis, na hora que quisesse e na posição que quisesse. No entanto, aquela grifinória estava o levando à loucura. Sem pensar, levantou-se com a varinha em punho e lançou um feitiço que fez Madame Pince cair num sono profundo. Estamos realmente sozinhos??? - pergunta-se Draco enquanto caminha e salta sobre a mesa como se fosse um tigre em busca de sua presa. - Foda-se se tem alguém olhando! Eu a quero! Agora! ¹

Hermione só tem tempo de levantar-se rapidamente. A cadeira cai para trás num baque surdo. Draco a puxa pelo pulso.

- Eu te avisei, Granger – seus movimentos são calculados. A cintura dela vai de encontro ao pênis já duro. Hermione não pode conter um suspiro. – Era isso que você queria, não é? – sem resposta - Não é, Granger?

- Sim, Malfoy... – entregue. Dominada. Era assim que Hermione se sentia ao estar envolvida pelos braços de Draco. Sem perceber já estava encostada na mesa. A cadeira havia sido desviada com um chute do loiro.

- Granger... O que está fazendo comigo, garota? – ele parou a milímetros da boca dela.

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Quanto tempo eu queria provar o sabor daquela boca? O calor daquela “pegada”? Ele estava tão próximo. Achei que resistiria mais tempo, mas sabia que minha jogada foi um xeque-mate. Eu estava lá. Prensada entre ele e a mesa. Havia apenas nossas respirações tensas. Rápidas. A boca dele aproximou e parou. Tão perto. Ele ainda estava jogando.

Filho da puta sedutor.

Cheguei com meu rosto mais perto. Passei minha língua pelos lábios dele. Um gemido baixo.

- Granger... – a maldita voz rouca. O sorriso. O brilho de desejo no olhar. Senti-me sendo erguida e colocada na mesa. Não havia delicadeza. Então nossas bocas se encontraram já dando passagem para as línguas que entraram numa guerra louca e deliciosa. Maldito seja. Beijava bem pra caralho! Senti meu corpo deslizar para frente. Senti o pau duro. Ainda mais duro que antes, se possível. As mãos dele percorriam meu corpo. Sem pudor. O toque firme na minha coxa. – Era isso que você queria, não era? Desde o dia que me flagrou com a Parkinson. – eu não conseguia responder. Arrepiei-me quando os dedos precisos tocaram a minha barriga sob o tecido da blusa. Puxei o cabelo dele e comecei a lamber e mordiscar aquele pescoço alvo.

Merlin.

Estava prestes a transar com Draco Malfoy ali mesmo. Em cima da mesa da Biblioteca. Só não continuamos, pois fomos surpreendidos por um barulho próximo.

- Madame Pince?

- Cuidei dela, Granger. Fique aqui. – ele saiu. Desci da mesa. Ajeitei a cadeira e minhas vestes. – Não vi ninguém.

- Melhor eu ir... – disse sentindo meu rosto corar. Enfiei minhas coisas de qualquer jeito na mochila. Ele virou-me.

- Isso não acaba aqui, garota.

- Pode ter certeza que não. – dei um beijo nos lábios dele e sai.

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As duas semanas seguintes foram puxadas. Hermione conseguiu “brincar” mais um pouco com Draco, mas somente à distância. Parece que todos professores estavam terminados a prender todos em milhares de trabalhos longos. O mais curto era um tratado sobre História da Magia que devia ter pelo menos um metro de pergaminho.

Hermione e Harry ainda não se falavam. A menina não entendia, mas o amigo havia se afastado ainda mais. Querendo evitar confusão decidiu recolher-se aos seus aposentos. Estava concentrada quando a porta foi aberta de supetão.

- Harry! – ela levantou-se ao ver a expressão irada do amigo – Precisamos mesmo conversar.

- Você estava apenas brincando comigo, Hermione? – o rapaz pegou Hermione pelo braço ignorando a pergunta feita por ela. – Responda!

- Harry! Pare com isso!

- Você pede para ele parar?

- Você está me machucando!

- Não respondeu minha pergunta, Hermione. Você pede para ele parar? – a raiva dominava Harry. Ele apertava cada vez com mais força o braço da amiga.

- Não sei do que está falando, Harry.

- Mentirosa! – ele gritou puxando-a pelo braço – Eu vi. Eu tenho seguido você, Hermione. – Harry percebeu o reconhecimento nos olhos dela e disse irônico – Trocando-me pelo Malfoy?

- Aconteceu... Não é paixão, nem nada... Apenas...

- Desejo? Como pôde?

- Você está me machucando. Pare com isso! – ela tentou em vão puxar seu braço.

- Ainda não respondeu minha pergunta, Hermione. Você pede para ele parar? – fez-se silêncio que foi quebrado por uma voz fria que Hermione jamais havia ouvido de seu amigo – Você já tremeu de prazer sob meu corpo. – a voz tornando-se uma súplica – Apenas uma chance... Uma última chance, Hermione.

- Não dá, Harry. Quero sua amizade. Sinto falta disso...

- E eu sinto falta de outra coisa! – a voz tornou-se fria novamente e ele começou andar em direção ao quarto levando Hermione.

- Pare! Pare, Harry! Está machucando meu braço.

- Entenda, Mione... - ele prensou-a contra a parede – Estamos falando do Malfoy! Quero apenas que recobre sua razão. E se for preciso usar um pouco de... força para isso, farei.

- Harry? O que está havendo com você? – Hermione encarou o amigo. Os olhos dele estavam num tom mais escuro que o normal. – Solte-me...

Ela não foi ouvida. Harry beijou seus lábios com violência, arrancando sangue.

- Você já pediu para eu ficar, Hermione. – ela tentava afastar o amigo, mas não conseguia. – Assim você só dificulta as coisas! – Harry então deu um tapa em Hermione. Ela sentiu grossas lágrimas escorrendo. Pedia para o amigo voltar. O que estava acontecendo?

Sentiu ser levada para a cama. Tentou fugir pelo outro lado, mas foi puxada pela perna.

- Harry! Acorde! – ela gritava. Ele estava compeltamente fora de si.

- É só para você entender que é minha... minha Mione. – a íris ainda em um tom verde escuro. Agilmente ele prendeu as duas mãos de Hermione com uma sua. Passou a mão pelo seio dela, mas antes que pudesse abrir o primeiro botão uma voz fria e arrastada se fez presente:

- Saia de cima dela, Potter.




¹ - Claudiomir ajudou-me muito. Essas frases ele que me mandou e eu apenas dei uma pequena adaptada. Créditos para ele.

Agora... O que acharam??? Comentemmmm! Agradeço o apoio de todos que tem comentado e alguns recadinhos:

Almofadinhas Marota Potter - Sumida! Espere que goste deste capítulo

Amanda Romanov Potter - capítulo postado

Brenda Moreira Marques - capítulo postado

Claus - obrigada pela ajuda e espero que o Gabriel não apareça por aqui... Só se for para elogiar!

Crik Snape - Sumida!!!! Entendo o por quê, mas estou com saudades!

Hellen - espero que goste deste capítulo também!

Hiorrana - ainda está brava com a Hermione??? Sumiu também! Saudades!

Isa Malfoy - querida! Espero que ocntinue apreciando! Será que consegui postar antes da sua viagem???

Josy Chocolate - doida!!! Espero que goste! O que está achando dessa Hermione?

Ju Fernandes - Nada de azarações pelo MSN??? Capítulo postado, Ju! (E com um copo de martini do lado)

Landabeth Martins de Souza - demorou, mas o capítulo saiu!

Margarida - Adoro seus comentários! capítulo postado e ansiosa pela sua atualização!

Maris - querida amiga! Demorou, mas o capítulo saiu. Suas caras e bocas no MSn me ajudaram muito!!! hahahhahahahha Espero que goste do capítulo! E vê se atualiza logo as suas!!!

Mione03 - Pode deixar que esse sorvete ainda volta! Espero que esse cap tenha te agradado também!

Miss Sonserina - somos quase xaras... o meu nome é Andrea! Alias, adorando suas fics! ganhou uma nova leitora!

Nessa Granger Malfoy - gostando???

SaRoCCaS - seus comentários são tão detalhistas! Tem me ajudado muito! Tomara que goste desse capítulo!

Serena - só uma palavra: sumida! Pelo menos esta ecsrevendo ne??? Saudades!!!

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Comentários: 2

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Enviado por Diênifer Santos Granger em 15/09/2013

Draquiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinhoooooooooooooo! *---*

Nota: 5

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Enviado por Ariane Granger Malfoy em 05/12/2011

muitoo booooom !!!!!

Nota: 5

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