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3. A missão


Fic: A MISSÃO --Quando ódio pode virar amor -


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Ainda estava com o bilhete na mão quando ouviu Rony batendo na porta do quarto a sua procura.


- Você está aí dentro Hermione? Responde droga! - Parecia que ele ia colocar a porta à baixo de tanto bater. -Que saco! Além de tudo está surda é?!


- Cala boca Ronald! Me deixa em paz!


- Pode deixar que vai ser um prazer fazer isso. – E dizendo isso bateu a porta e saiu de casa.


                 


O olhar de Hermione voltou-se para o bilhete em suas mãos e sem querer começou a lembrar de como tudo isso começou.


 


 


Hogwarts – Sexto ano


 


O rosto de Hermione queimava de raiva, as lágrimas que caiam pareciam ser de fogo. Como alguém poderia ser tão cego como o Rony? Além de não perceber o quanto ela gostava dele, agora também fazia questão de ficar se exibindo com a aquela idiota da Lilá.


Ela estava tão furiosa que se voltasse pra a sala comunal e encontrasse aquele idiota com aquela exibida seria capaz de cometer uma loucura. Decidiu ir a biblioteca, pelo menos lá teria um pouco de paz.


A biblioteca estava vazia, a não ser por uns poucos alunos do segundo ano que estavam sentados em uma das mesas. Precisava mesmo fazer um trabalho para o Snape e por isso decidiu pegar logo o livro e começar o trabalho, mas sua cabeça não a deixava se concentrar. Queria falar com alguém, desabafar, mas com quem? Harry era muito amigo de Rony, não se sentiria à vontade em falar com ele sobre isso. Uma vez ouviu Gina dizendo que, como não tinha com quem conversar em casa, escrevia tudo em um diário e assim, toda sua raiva e frustração iam para o papel.  


Olhou em volta e não havia ninguém em volta. Decidiu, então, pegar um de seus pergaminhos e desabafar ali, depois jogaria fora, queimaria, qualquer coisa, mas agora precisava desabafar.


 


 


Me sinto mais sozinha do que qualquer outra coisa. Vejo pessoas felizes passando por mim e a felicidade delas me incomoda, me sinto egoísta de me sentir assim, mas não consigo evitar, é mais forte do que eu.  Me pergunto se algum dia alguém vai olhar pra mim, gostar de mim de verdade, será que ele vai olhar pra mim?


Muitas vezes choro antes de dormir e isso não me deixa feliz, me sinto idiota! Quando ouço uma música,leio um livro, me pergunto se algum dia vou sentir isso, mais de um modo recíproco, não somente eu gostando e sim, dos dois lados.


Tudo o que eu mais queria era ter alguém do meu lado, me sinto sozinha.


Que ódio do


 


Enquanto escrevia não percebeu que Harry e alguns alunos da Sonserina chegaram também à biblioteca.


- Tudo bem Mione?- Perguntou Harry


- Tudo. – dobrou de qualquer jeito o papel e colocou dentro do livro que estava lendo para o trabalho do Snape.- Seu amiguinho Rony não veio com você não?


- Não. – Sua expressão demonstrava que havia alguma coisa que ele estava escondendo.


- Ele ta grudado com a Lilá não é?


- É.


- Eu sabia, não precisa ficar com essa cara Harry,o idiota é ele e não você.


- Também não precisa falar assim.


- Esquece não fala mais nada. – Não queria mais falar nesse assunto. –Você já fez o trabalho do Snape?


- Já dei uma adiantada, mas to com dificuldade no da McGonagall, você pode me ajudar?


- Posso.


E assim, as horas foram se passando, a companhia de Harry fez bem a Hermione, ela nem se lembrou da raiva e da solidão que tinha sentido à tarde. Esqueceu-se até demais da raiva, na hora de sair, acabou deixando o bilhete dentro do livro da biblioteca, nem se lembrava mais que tinha escrito.


Harry a acompanhou até o salão comunal, onde se despediram. Hermione subiu para seu dormitório, precisava descasar um pouco. Deitada em sua cama, começou rever o dia mentalmente, o idiota do Rony grudado na escandalosa da Lilá, a raiva que ele sentiu, a ida à biblioteca e como foi bom ter desabafado naquele papel. Desabafado naquele papel?


Putz.


“Não acredito que fui tão idiota. Como posso ter esquecido?” Era o pensamento de Hermione enquanto corria desesperadamente pelos corredores de Hogwarts para ir à biblioteca. Chegou tão afobada que Madame Pince até reclamou, mais isso não era importante agora. Foi mais rápido possível para a estante à procura do livro, que pra seu alívio, estava lá. Começou folheá-lo à procura do papel, mas não estava conseguindo achar. A respiração, que já estava alterada, agora era descompassada. Num movimento desesperado, agarrou o livro e começou a chacoalhá-lo no ar, foi quando um papel caiu de dentro das páginas. Hermione suspirou de alívio. Abriu para checar se era o mesmo papel e seu queixo caiu. Não era o mesmo papel. Não era sua letra. Começou ler compulsivamente.


 


Sei bem como se sente. Também me sinto assim muitas vezes, e nunca tenho com quem desabafar. Foi bom saber que não sou o único.


Por favor, se quiser falar comigo, deixe outro bilhete na última página do último livro da primeira estante.


 


Foram incontáveis as vezes que Hermione leu aquele pequeno pedaço de papel. Não podia estar acontecendo isso, será que a pessoa sabia que era ela tinha escrito aquilo? Era uma caligrafia fina e graciosa, não conhecia ninguém que escrevesse assim. Estava escrito ‘único’, o que queria dizer que era um garoto. Ela estava desesperada, então a única coisa que conseguiu pensar foi escrever.


 


Por favor, devolva-me o papel que escrevi. Foi por engano que o esqueci dentro do livro.


Grata.


 


Ela colocou dentro do livro no lugar em que ele havia falado no bilhete e foi para seu dormitório para rezar e sonhar, sonhar que isso tudo não havia passado de um pesadelo.


 


 


O estupor de Hermione foi interrompido pelo som de bicadas vindas da janela. Uma coruja marrom estava a sua espera, com um papel preso aos seus pés.


 


Prezada auror Granger


       


O Ministro da Magia vem por meu deste, pedir para que compareça o mais rápido possível no ministério.


Assunto urgente e confidencial.


 


Atenciosamente


Anna Korfw


 


- Que saco! O que será agora? Não tenho um minuto de paz. Será que não existem outros aurores nesse mundo não? – esbravejou em voz alta ao ler o comunicado.


Em poucos minutos já estava a caminho do ministério.


 


 


 


Quando voltou pra casa, Rony ainda não havia chegado. Foi se deitar um pouco, sabia que ia ser uma longa conversa e que muito provavelmente brigariam novamente. Mais uma vez, sua mente vagou para o seu sexto ano em Hogwarts.


 


Hogwarts- Sexto ano


 


Hermione não tinha conseguido pregar o olho naquela noite, a expectativa era muito grande. O dia mal tinha amanhecido quando ela foi correndo para a biblioteca à procura do livro. Tinha certeza que não encontraria nada lá mas para sua surpresa, não havia um, mas sim dois bilhetes dentro do livro, um era o seu, o que foi esquecido por ela acidentalmente e um outro.


 


Bom dia


Seu bilhete já foi devolvido, desculpe se a aborreci. Não era minha intenção. Não voltarei a incomodá-la.


 


Quando terminou de ler o bilhete, sentiu uma coisa estranha, quase um sentimento de culpa, afinal a pessoa havia entregado o seu bilhete e ainda estava pedindo desculpas, o que ela queria; afinal, não tinha uma pessoa para conversar e agora tinha encontrado uma, de um modo estranho, mas havia encontrado. Decidiu escrever outro bilhete para seu correspondente misterioso.


 


Bom dia


Me desculpe se fui rude com você, não era minha intenção, só estava meio assustada com o rumo que as coisas tomaram, nunca imaginei que alguém leria o que tinha escrito naquele papel.


Se quiser, gostaria de continuar escrever para você. Poderíamos deixar os bilhetes sempre nesse livro na mesma folha, mas, lógico,se ainda quiser continuar a escrever para mim. 


Me avise por favor.


 


Ah, sua letra é muito bonita por sinal.


 


Esperava que com esse bilhete a má impressão do primeiro fosse apagada. Agora era saber se ele queria ou não voltar a falar com ela.


 


 


Rony tinha acabado de chegar em casa e Hermione sabia que isso significava uma nova briga, principalmente porque ela tinha que contar uma novidade pra ele. Hermione saiu do quarto e foi até a sala conversar com ele.


- Rony, preciso conversar com você.


- Fala. - Seu rosto estava inexpressivo.


- Enquanto você estava fora, chegou um comunicado do Ministério.


- E...?


- E você não quer nem saber o sobre o que era o comunicado?


- Era pra mim?


- Não, era pra mim.


- Se era pra você, porque ta falando dele comigo?


- Porque até onde eu sei somos casados, ou isso mudou também?


Um silêncio constrangedor tomou conta da sala.


- Desculpa, me fala, sobre o que era o comunicado?- Perguntou Rony.


- Hummm, - Hermione não sabia por onde começar. – Bom, tive até que falar com o ministro,é um trabalho confidencial, mas como você é meu marido tenho permissão de te contar.


- Que trabalho é? – O tom de Rony começou ficar mais agradável.


- Tenho que me disfarçar e ir atrás de uns antigos comensais.


- Só isso? E por que esse mistério todo?


- O problema é que esses comensais são muito mais espertos do que aparentavam, e pelo que parece, muito mais letais também. Outros aurores foram enviados para essa missão, mas nenhum obteve sucesso.


- Que bom que pensaram logo em você. – O tom de voz agora, não era mais agradável e sim um misto de sarcasmo com inveja. Essa mudança no tom de voz de Rony não passou despercebido por Hermione e prevendo o perigo, tentou amenizar a situação.


- Na verdade não, meu nome foi indicado por alguém, mas não sei quem. – Ficou pior do que não tivesse falado nada, o rosto de Rony agora tinha um tom vermelho.


- Com certeza um de seus admiradores né.


- Ah Rony, deixa de bobagem.


- Agora isso é bobagem? Tudo que eu digo é bobagem? Será que nosso casamento não é uma bobagem também?


 


 


 


 


- Pelas barbas de Merlin Rony, de novo essa discussão não. Tem mais uma coisa que quero te dizer.


- Mais?


- Sim, eu preciso contatar um ex-prisioneiro que ta trabalhando na Travessa do Tranco e negociar a sua ajuda, além é claro, de pegar os comensais, e isso tudo pode demorar um pouco, vou precisar ficar fora um tempo.


- Quanto tempo? Daqui uns dias vai ser reveillon e você sabe que minha mãe gosta de toda a família reunida.


- Eu sei meu amor, mas eu preciso, foram ordens do ministro.


- E que ex-prisioneiro é esse?


- Não sei, não me informaram o nome dele.


- Humm.


- Por favor Rony, não faz essa cara pra mim não, é lógico que preferiria ficar com você, com sua família, mas não dá.


Rony permaneceu imóvel , com uma expressão impassível, era péssimo ficar olhando alguém assim. Hermione preferia que ele tivesse gritado, xingado ou pelo menos falado alguma coisa, assim saberia o que ele estava pensando. Mas nada disso aconteceu, nenhuma palavra dita, nenhuma expressão. Por fim Hermione decidiu quebrar o gelo e falar.


- Como é urgente tenho que partir logo e também quanto mais rápido eu for, mas rápido eu volto.


- Tanto faz.


 E dizendo isso Rony saiu da sala deixando uma Hermione atônita, sem saber o que dizer. “Tanto faz”? Quer dizer que, pra ele, tanto fazia se ela está ou não em casa?  Hermione arrumou suas coisas o mais rápido possível e saiu para a missão.

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