Era um dia totalmente normal na minha casa, quer dizer, Era um dia Tediantemente Normal na casa de Sírius. Harry e Ron estavam novamente ajudando Arthur a arrumar a sala de visita, que aparentemente possuía a incrível capacidade de se sujar sozinha, talvez nem fosse isso, possivelmente seria um dos quatro ninhos de fadas mordentes que estavam debaixo do sofá que fazia esse trabalho, mas enfim, todo dia era preciso que alguém perdesse horas arrumando-a. Desci as escadas até a sala de visitas, e puis minha cabeça na porta entreaberta, Arthur estava ajoelhado de frente para o sofá, com os dois garotos um de cada lado, segurando algo que parecia um borrifador de poção mirados para as almofadas sujas e encardidas do sofá.
- Cuidado, Cuidado – dizia Arthur Weasley, segurando uma das almofadas do sofá – Vou levantar as almofadas, e vocês rapazes, atirem essa poção desinfetante bem dentro no ninho, entenderam?
- Sim Sr.Weasley
- S-sim P-pai
- Bem, então... Agora! – disse ele puxando a almofada para cima e revelando uma espécie de colméia perfeitamente redonda. Os garotos começaram a Borrifar a poção desinfetante, que em forma de fumaça penetrou dentro da abertura da colméia, obviamente acordando as fadas mordentes, que saíram voando e indo para o rosto dos meninos, tentando defender sua casa. Harry e Ron largaram os borrifadores e começaram a mexer violentamente as mãos afastando as fadas mordentes que tentavam morder seus rostos.
- Saiam! Saiam daqui suas pragas! – Dizia Ron que agora tinha três fadas presas pelos pequeninos dentes em seu braço esquerdo – Saiam.
Hermione e Gina estavam com Molly fazendo o Almoço. Um cheiro muito bom saia pela porta da cozinha e vinha até mim, outra vez sentado na poltrona da sala contando as formigas no chão. O cheiro estava tão ótimo que resolvi levantar-me e ir até a cozinha ver o que era, puis só à cabeça para dentro. Onde o cheiro de frango assado estava bem mais forte do que em qualquer outro cômodo, Gina e Hermione notaram minha incompleta presença e viraram se olhando p/ mim.
- Oh Sírius – espantou-se Gina – Venha nos ajudar aqui.
- Isso mesmo! – complementou Hermione com um sorriso no rosto, uma das únicas presentes na casa que eram sinceras comigo.
- Ham? – Disse a Sra. Weasley – Não, não e NÃO. Sírius está muitooo ocupado garotas, deixem que ele vá embora – ainda disse ela Sublinhando com os olhos as duas últimas palavras.
-Não teria problema Molly, se eu... – Tentei argumentar
-Ah Sim! Teria problema Sim, volte p/ o que você estava fazendo Sírius, não precisamos de você aqui. – bronqueou-me enquanto puxava Gina pelas vestes para mais perto de si.
-Mas mã... – gina calou-se com um simples olhar da mãe, que ainda a segurando , virou-se para continuar a preparar o almoço. Hermione apenas consentiu com a cabeça e também se virou, Enquanto Gina, agora que sua mãe estava virada, olhava-me com olhos sedutores e passava a língua entre os lábios.
Nada disse. Apenas puxei minha cabeça para fora da cozinha e segui em diante para os meus afazeres na poltrona contando formigas.
Não poderia culpar a Molly, afinal, que mãe gostaria de ver sua pequenina filha de apenas 15 anos com um homem foragido considerado o maior aliado de Voldemort, e para poucos, um animago ilegal.
Devo dizer também que não fora culpa minha.
Eu estava andando pela casa, como sempre, aliás, como tenho feito a um bom tempo, estava um calor terrível, nunca achei que na Inglaterra pudesse fazer tanto calor, eu estava de calça sem camisa [1° erro] jogando xadrez com Harry e Gina [2° erro] quando o Sr. Weasley chamou Harry para ajudar a subir com algumas caixas.
-Boa sorte Gina, ele é muito bom, espero que você ganhe. – Desejou Harry à namorada
-Obrigada, amor – Disse ela retribuindo com um beijo rápido.
Continuei jogando, Gina agora no comando do tabuleiro, com três movimentos fez com que as peças, outrora de Harry eliminassem a maior parte das minhas, Harry era mesmo um péssimo jogador de xadrez de bruxo, entendo agora por que todos gostam tanto de jogar com ele. Passados uns minutos, Gina começou a prestar mais atenção em mim do que no xadrez.
- Acho que ele vai demorar para voltar.
- Ham? A sim... – respondi sem nem olhá-la, prestando atenção no jogo, terrivelmente entediado - Torre na E-5.
- Está muito calor não é mesmo... – puxou assunto novamente
- Está sim, não sei como estou agüentando.
- E você... Com esse pêlo todo, deve estar querendo um refresco não é? – Disse ela, passando a mão no tabuleiro levando todas as peças ao chão.
- Mas o que... – Gina estava agora sentada no meu colo, passando as mãos no meu peito.
- Você é tão... Másculo com esses pêlos todos, você deixaria eu... – dizia ela com uma voz mansa enquanto descia suas mãos pelos pêlos do meu corpo -... Ver todos eles? – agora ela estava com as mãos no botão da minha calça.
Não sei bem como, não era tocado daquela maneira há muito tempo, se fosse outra pessoa, não me importaria com idade ou com quem fosse eu já estaria sem aquelas calças há tempos, realmente mostrando todos os pêlos do meu corpo, mas então, algo fez com que eu me afastasse. O que foi ótimo, ela era apenas uma garotinha! Que por acaso era filha de um dos meus amigos e namorada de meu Afilhado. Não, eu não poderia cogitar fazer uma coisa monstruosa dessas. Desvencilhei-me e Gina e desci as escadas.
Garota Safada, a sós com um homem três vezes mais velho, tem a audácia de se oferecer assim, notei enquanto descia que o zíper de minha calça estava aberto por completo. Certo, safada e Veloz, admiti para mim mesmo, mas ainda sim era só uma garotinha.
Fechei o zíper de minha calça e desci as escadas, lá em baixo encontrei Harry ajudando Arthur com pilhas de caixas.
- Ela conseguiu, não foi? – perguntou Harry assim que me avistou.
- Quase, Quase que ela consegue... – Respondi secamente indo até a sala da arvore genealógica da minha família, onde molly estava tirando o pó dos móveis.
Antes que eu pudesse fazer algo, Molly havia se virado e dado de cara comigo, por ser baixinha, bateu com o rosto no meu peito, assustada disse:
- Oh! Sírius é você?Por que você não... Não depila tudo isso! Continuará tendo pelos quando virar cão, não se preocupe.
- Ah Molly, você é a segunda a falar que sou peludo hoje... – Hoje definitivamente não era meu dia. Deixei-a sozinha a limpar os moveis e fui para o jardim.
O Jardim daminha casa era realmente diferente. Alguém, mesmo bruxo, que visse a casa pelo lado de fora, não acreditaria que esta possuía um jardim enorme com uma arvore plantada no meio do jardim, a metros de distancia de uma mesa de madeira com bancos.
Sentei ao pé da árvore, e dei inicio ao trabalho incessante de contar as formigas da casa, algum tempo depois, Gina saiu da casa vindo em minha direção. Não sei bem, mas duvido que resista uma segunda vez.
- Desculpe- me Sírius – Disse ela sentando ao meu lado e pondo a cabeça entre os joelhos.
- Que não se repita – disse, tentando forjar uma autoridade severa.
- Não, nunca, desculpe-me, sabe... Se você pudesse conversar um pouco com o Harry... – nesse momento olhei-a atentamente - sabe, se você conseguisse convencê-lo a... Você entende, não?
- ham... Certo, acho que posso falar com ele sobre... Hum ... Você – Uma risada enorme tomou conta de meu interior, era verdade? Ela estava dizendo que Harry, meu afilhado e o garoto que derrotou Voldemort logo ao nascer, nunca fizera amor com a própria namorada? Sem duvida eu usaria isso contra ele um dia.
Acabei por ficar algum tempo conversando com a garota que um pouco antes, jogara-se em cima de mim, apalpara-me o tórax e abrira por inteiro o zíper de minha calça, um pouco estranho, sim admito. Então antes que eu me desce conta, estava dormindo um solo leve [3° erro].
Parece exagero dizer, mas acredite, não o é, eu simplesmente fui acordado aos berros! Gritando comigo estava uma Molly Weasley tão vermelha quanto seus cabelos um dia foram.
A princípio não entendi que era comigo, até que eu, em puro estado de sonolência, conseguisse captar algumas palavras em meio aos gritos da Sra. Weasley.
- VOCÊ! ... NÃO ACREDITO... DURMINDO... MINHA FILHA... SÍRIUS!
Ao tom, extremamente alto da ultima palavra, fez com que eu entendesse que a gritaria era comigo, mas o porquê ainda era um mistério, eu não havia feito nada! Ou será que... Nesse ponto eu resolvi me levantar e tentar acalmar a mulher absolutamente sem ar na minha frente.
- Molly, o que aconteceu? Por que eu... – Nesta hora eu percebi que estava só que cueca, um vento quente batia em minhas pernas peludas, Minha cueca branca estava suja de terra, devido onde eu estava deitado, e de suor, imagino que pelo calor. Resumindo, parecia que eu havia tomado um banho, e antes de me secar, rolei na terra, minha cueca branca estava transparente e com as nádegas suja de terra enlameada pelo suor.
Molly ainda gritava quando reparei que Gina ainda estava deitada, porém acordada, e para meu horror, segurando minhas calças.
Deixei Molly gritando sozinha, e Gina sentada horrorizada segurando minhas calças jeans, subi para o quarto de Harry, onde eu estava dormindo com os garotos a algum tempo, chegando lá . Encontrei-o e Rony. Para completar, Rony estava se masturbando, com o shorts nos calcanhares enquanto erguia uma de MINHAS revistas[¹], para que, Harry, também sem os shorts, fazia o mesmo.
Parecia que os garotos haviam sido atingidos por um Petrificus Tottalus[²]. Olhavam um para o outro esperando que uma desculpa brotasse, ou entrasse pela janela sendo carregada por uma coruja.
Não falei nada, Realmente quem estava encrencado era eu. Apenas disse:
- Garotos, Garotos; da próxima vez[³], tranquem a porta e... – tirei a revista da mão de rony – da Próxima vez[³], deixem as revistas onde encontraram, há duas semanas eu não as acho.
Bom, as coisas entre Molly e eu, acabaram se ajeitando. Eu expliquei para Molly e Arthur que eu não havia feito nada, Harry fora o único que acreditara em mim de primeira. Molly não deixava Gina a Sós com mais ninguém, Arthur apenas não comentava sobre o ocorrido, Harry nem dera importância [ainda me preocupo com isso] e Gina ... Gina tentava se soltar da mãe, sem que esta percebesse, toda vez que eu estava por perto [principalmente sem camisa].
Os Gêmeos bolavam outras de suas incríveis – máquinas do Caos – como Molly passou a chamar os “brinquedos” de Fred e Jorge. E ninguém ousava sequer ir chamá-los lá no quarto onde estavam, pois quando a professora Minerva foi até o quarto dos gêmeos para chamá-los para uma reunião, um polvo roxo grudou-se ao rosto dela. Molly e Tonks levaram quase 3 horas para conseguir tirar aquele polvo de Borracha do rosto da professora , e quando tiraram , descobriram que os lábios da Professora estavam tão inchados por um milagre ela ainda podia falar. Descobrimos mais tarde que era um protótipo de uma brinquedo chamado Polvo Beijador, que os Gêmeos estavam produzindo.
Lupin entrava e saia da casa tantas vezes ao dia quanto um relógio Cuco marcando eternamente o Meio-Dia, Ele agora servia, coitado, como meio de informações, juntamente com Arthur, que era o responsável por trazer informações de dentro do Ministério da Magia. Porém Lupin tinha um trabalho ainda sim mais difícil e aterrorizante que Hagrid, que nos servia de intermédio aos gigantes das montanhas, Lupin era o meio de comunicação da Ordem com tribos de Lobisomens que viviam escondidos em florestas e montanhas distantes. Todo dia era possível velo entrar pela porta da casa do Largo Grimmauld com uma nova cicatriz ou arranhão sangrando, Tonks por três vezes ameaçou-o dizendo que da próxima vez que o visse naquele estado o levaria para Madame Ponfrey, em Hogwarts, o que de maneira nenhuma o Assustava, já que Madame Ponfrey era quem o resgatava das noites de lua cheia que este passava na Casa dos Gritos. Soube mais tarde que era Tonks que tinha medo de madame Ponfrey, ela disse que um dia a enfermeira acidentalmente lhe dera um frasco de poção de flor do Fogo, achando que era uma simples dose de poção para dores, fazendo assim que Tonks não conseguisse se mexer por dias.
- Eu era só UM POUCO bagunceira – dizia Tonks – Ela não precisava ter feito aquilo! Naquele dia eu só tinha jogado Bomba de merda em cinco corredores, eu normalmente jogava em mais de 10 em um único dia! – Falava ela orgulhando-se, saí da sala logo que os Gêmeos chegaram e começaram a pedir dicas de como poderia fazer aquilo também.
Acho às Vezes, que os dias não eram tão tediosos para o resto do pessoal, eles tinham o que fazer, de certa forma, eles podiam sair de vez em quando, mas eu não. Eu Sirius Black, tinha de ficar em casa 24 horas por dia, sete dias por semana, não que eu Odiasse a casa, o que também era, mas não era só isso, pense comigo, fica incrivelmente monótono não sair de casa por um tempo muito grande, eu parava à janela e ficava olhando... O que eu poderia estar fazendo agora? Se eu pudesse sair? Se eu estivesse em Hogwarts?
Logo achei uma resposta, em dias como esse, em Hogwarts, com meus melhores amigos, Thiago e Lupin, Pedro não, já descartei Pedro de minhas memórias há tempos, Eu estaria, Provavelmente azarando Sonserinos nos corredores, Com Thiago do meu lado, esperando até que Snape passasse, e com Lupin atraz de Nós, Pedindo, para que parássemos...
Mas a realidade deve ser aceita, Eu, o primeiro homem a fugir de Azkaban, estava condenado agora a ficar dentro de minha própria casa até segunda ordem, Lupin, o lobisomem estava sendo ferido por vontade própria em vilas de lobisomens, e Thiago, meu melhor amigo, estava Morto. Não havia maneira de que os tempos dos Marotos Voltassem.
Eu ficava pensando, nos brincadeira que fazíamos, nas encrencas e castigos, que faziam da nossa vida de marotos tão divertida, Por vezes, ficávamos nos corredores esperando algumas garotas passarem para “cair em cima” literalmente. Eu e Thiago ficávamos nos corredores , quando algumas garotas passavam, nós tirávamos as camisas e fazíamos pose de fortões, para ver as caras delas, porém se alguma viesse até nós, eu e Thiago começávamos a nos agarrar, passando a mão um pelo corpo do ouro, Só para rirmos depois das caras das meninas.
Íamos até a biblioteca, Madame Pince nos revistava cinco vezes cada, para se certificar de que não faríamos nada de errado, o que nunca adiantava, pois éramos espertos. Abríamos um livro qualquer, em uma das páginas lançávamos um feitiço simples, criado por nós, o fechávamos e recolocamos na prateleira, nos afastávamos e esperamos a vítima, Normalmente fazíamos isso em livros de poções, que eram os mais procurados. Assim que eram abertos os livros na página enfeitiçada, a página explodia, em fogos de artifício, era impagável a cada de Madame Pince , quando , logo após uma explosão ela percorria a biblioteca com os olhos nos procurando.
Fazíamos guerras de feitiços em nosso quarto, sim tínhamos um quarto só para os Marotos, os quartos de Hogwarts sempre foram para seis meninos, porém Lupin e seu grande ponto forte em feitiços nos ajudaram a transferir os dois meninos que iriam ficar a mais. Nossas guerras de feitiços eram simplesmente as mais divertidas e safadas brincadeiras de todos os séculos. Nós começávamos, lançando feitiços de proteção nas paredes e janelas e também feitiços de surdez, para que ninguém além daquelas quatro paredes ouvisse o que fazíamos.
Nós lançávamos feitiços uns nos outros, feitiços de queima, de úmidificar, feitiços com fins embaraçosos e até mesmo feitiços que nós mesmos inventávamos para podermos rir uns das caras dos outros. Na grande maioria das vezes, as Guerras acabavam com todos pelados, rindo e às vezes sangrando.
É isso. – Pensei alto demais – Tenho que perguntar ao Lupin se ele tira uns dias de folga, isso os garotos vão adorar!
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[¹] – Revistas ? uHum , claro se vc imagina ser algo do tp ... Veja , ou SuperInteressante, enganou-se.
[²] – Totalmente Duros, imagem só. Koapkakapokapk
[³] – Bem claro q essa “ próxima vez “ não é uma suposição ou uma possibilidade , e sim um futuro próximo
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Gente ~ Minha 1ª fic , então vo usa isso como desculpa p/ qualquer coisa errada ou besta q possa ter aí em cima °°)
P/ qualquer coisa deixe coment´s - dizendo o quão horrível pode estar essa minha tentativa de FicWriter.
Thank.S
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