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11. XI - Falando no Escuro


Fic: Análise Frontal


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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::N/A :: Lembrem-se sempre: Paciência é uma virtude... ^^" Tenham isso em mente quando forem ler minhas fics. As frases em itálico que aparecem em destaque representam algo como pensamentos ruins que sempre temos quando estamos de mal com nós mesmos.
Kisses para voces.



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..:: FALANDO NO ESCURO ::..

Capítulo XI




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Todos tem suas discurssões de vez em quando.

Todos tem uma vez ou outra algo que te chateia e a pessoa fica magoada por bem ou por mal.

Só sei de algo: Eu não estava nada o que era considerável de "Gina-legal" naquela tarde.

E isso sempre ocorre, de quando formos reparar, de quando as coisas acontecem, você se vê hiper-chateada por várias coisas que se acumularam de uma hora pra outra.

EU tentei falar.

Isso eu posso lhe assegurar.

Tentei falar e explicar e acabou não dando.

Olha só: Uma aula de Feitiços que além de ser hiper-complicada e bagunçada, descobri que Any estava com problemas.

Pelo que entendi, ela tinha visto Teo e uma Garota conversando "toda prosa" (não me pergunte, foi essa gíria que ela usou) no meio do corredor e ele teve uma atitude muito estranha depois.

Catherinne era a mais calma, e quando eu tentei explicar meu ponto de vista supondo talvez o motivo de Teo ter agido de tal forma, Any falou que eu o estava defendendo.

E aí eu e Catherinne discutimos, pra variar.

Na verdade, Any não estava dizendo coisa com coisa esse dia.

Eu fiquei chateada com isso obviamente.

Quero dizer, não foi nada assim de muito sério, só que eu já não estava legal e aquilo acumulou de certa forma.

Fui jantar extremamente cedo, já até tinha escurecido, ouvia Colin falar sobre qualquer coisa e mesmo de praticamente ter me isolado na mesa a Lara ainda se aproximou para comentar sobre a última semana de apostas agora sobre o jogo de Quadribbol .

E Se a Lara percebeu que tinha algo de errado comigo, ela disfarçou perfeitamente.

Quando saí do Salão Principal ouvi a Krinski murmurar algo, esta que estava entrando no salão e sua amigas rirem.

Pela primeira vez eu não senti nenhum tipo de culpa pelo por aquele "incidente" entre eu e ela. Ao contrário, meu primeiro pensamento foi de "Ela mereceu". E isso me assustou um pouco, quero dizer, me assustei mais tarde e agora estou precipitando fatos.

Aqueles archotes deixavam no alto pequenas luzes que tremeluziam com o passar dos alunos.

Meus pés não estavam me levando ao Dormitório.

Não por que eu não soubesse onde era o Dormitório ou algo do Gênero.

E sim por que eu não queria mesmo ir para lá agora, ir pra lá tudo bem, mas não agora.

Naquela hora, naquele exato momento, quero dizer.

Eu tava muito errada ?

O problema era mesmo comigo ?

Ultimamente eu tinha sido um imã de confusões.

Não era por que eu queria.

Eu sabia disso, então o que estava acontecendo ?

Parei no meio de um daqueles corredores de chão frio mesmo.

"Você esta sendo egoísta"


Ninguém parecia me compreender. Então, algo de errado devia estar acontecendo comigo.

"Ninguém quer saber como você esta. Caia fora."


Eu não queria ser bruta com ninguém.

Quero dizer, pessoas como Krinski e Malfoy eu nem ligava.

Só que Pessoas em que eu sempre confiei como Catherinne e Any, definitivamente não.

" E Você não vai ter ninguém no seu lado quando você mais precisar..."


Me vi sentar-me naquele chão frio, num corredor em que é particularmente um pouquinho menos movimentado que os outros.

Não me pergunte porquê.

O Dormitório Feminino com certeza era mais quente do que aquele lugar.

Agora todos deviam estar no Salão Principal. Ou quase todos pelos menos (contando comigo por exemplo).

Esse corredor teria pessoas é claro, se não fosse á hora do Jantar.

Então fiz uma pequena resolução: Nada poderia piorar.

Engano.

Ah não ser que...

Passos no corredor.

Apressados, sozinhos, ecoantes.

Levantei-me rapidamente e me pus a andar mais rapidamente.

Seje quem fosse, seje o que fosse, não poderia me ver.

Vi a mancada que tinha cometido somente naquela hora, por que eu estava tão absorvida em pensamentos que eu não vi que tinha parado justo há dois metros a frente do corredor de Feitiços e convenhamos, se tivesse virado a direita e subido algumas seqüências de escadas, não teria nenhum problema de ter que sair correndo ou qualquer coisa assim, mesmo por que ninguém passa naqueles corredores.

- Ah, então é você ? - ecoou uma voz, parei igual naquelas brincadeiras que Any fazia em sua casa, "Estátua" se não me engano.

Não, não sou eu, dãah, que pergunta ! Os cabelos ruivos continuam
inconfundíveis pelo visto.

- Weasley, uma das Poções que você fez estava errada - começou a falar uma voz conhecida.

A voz era masculina vejamos, arras...

Não ! Não ! Não será poooosiiiivellll !!!

Nãaaaaaaooooo (Tenho a ligeira impressão que já falei isso antes).

Droga, era o Malfoy !!

- Hun.. É mesmo ? - respondi de costas, queria que ficasse impossível ver meu rosto - E terei que refaze-la ? - falei de uma forma que minha voz não parecesse tremida (ainda no módulo estátua).

No mínimo ele devia ter aparecido só para se gabar sobre isso.

- Não, mas o Prof ° Snape retirou 40 pontos da Grifinória e mandou lhe devolver isto.

Provavelmente era a poção que tinha feito errado para averiguar. Pior que dessa vez o seboso tinha razão qualquer errinho podia realmente ter uma conseqüência desastrosa.

O Malfoy devia estar estranhando as situação, falando tudo de costas.

É que meu rosto estava meio inchado, não queria que ele me visse em NENHUMA hipótese desse jeito.

Vejamos, desculpas que poderia ter dito: (ou feito)

Alguma alergia interrupta ? ( Mas aí é que ele iria querer ver mesmo)

Abelhas ? (Tem abelhas rondando Hogwarts por acaso ? )

Levei uma pancada sem querer !!! ( NÃO ! Definitivamente NÃO! )

Chega, eu sei, eu devia ter falado algo, e eu não o fiz. Então foi aquele silêncio mútuo, um barulho de liquido balançando, Malfoy devia ter trazido a poção, e eu, de costas.

Sim, isso mesmo, eu permaneci de costas.

E estiquei o braço para trás.

Foi pior.

- Weasley, você terá que se virar - falou ele como se fosse a coisa mais óbvia do mundo.

- Oras, e não dá para por o raios da poção na minha mão ? - falei irritada.

- Não quero sujar minhas mãos, ainda não jantei - falou ele num tom de fingida preocupação.

Tinha que fazer algo pra a situação não se tornar ridícula (E já não estava?)

Quando eu me virei tentando pegar rapidamente a poção da mão de Malfoy (com uma das mãos no rosto num fingimento afetado de impaciência) ele recuou a poção de propósito.

Não preciso dizer que fiquei irritada com isso.

- Então fique com ela - respondi com uma certa bruscalidade cruzando os braços.

- E eu tenho cara de quê por acaso ? Não vou ficar com esse treco - só que já deu pra perceber pela voz do Malfoy que ele estava meio curioso.

Eu ia sair dali, ia sim.

Só que repensei de novo e isso não daria certo, Malfoy acharia que eu tinha corrido DELE.

Eu estava olhando o chão, ficou aquele minuto silencioso no ar e ouvi alguns passos lentos até que ficou cara á cara comigo.

- QUE FOI ? - falei bruscamente - vai tentar insultar-me ? Saiba Malfoy que há pessoas que fazem isso mil vezes melhor do que você. E te juro ... te juro que se você falar um "a" de minha família neste momento apelarei para a agressão física.

As palavras saíram meio que atropeladas, cuspidas talvez.

Os olhos não estavam tão vermelhos mas minha mão tremia.

- Eu só vim entregar sua.. ahn, será que posso chamar isso de Poção ? - falou ele com tom debochado.

Peguei o frasco com uma incrível brutalidade da mão de Malfoy.

- Chame como você quiser.

E murmurando um "maldita Krinski" desvencilhei pelo corredor numa fração de segundo.

- Krinski é ? - perguntou ele persuasivo como se tivesse descoberto algo muito interessante e seguindo meus passos num ritmo mais lento - Você falou Krinski não é?

- Não te interessa Malfoy - falei sibilando enquanto ouvia os passos atentos dele.

- Foi, foi sim - disse ele agora mais pra si - Que aconteceu ? - falou ele aumentando seu tom de deboche - as duas estão se matando pelo testa aberta por acaso ?

Parei no meio do corredor e virei-me para falar.

- Não, não foi isso e quer mesmo saber ? - o tom saiu histérico - A Krinski é uma loira aguada que está afundada em insegurança, do ar que ela respira até aquele tom horrível de batom nojento que usa, uma pessoa superficial - recomecei a andar e o estranho é que Malfoy acompanhava os passos de braços cruzados - e...

POR MERLIN, O QUE EU ESTAVA DIZENDO ?

Emudeci imediatamente á partir do momento que percebia que falava de minhas frustações para nada menos que Malfoy.

- A Parte de "Insegurança, do ar que ela respira até aquele tom horrível de batom nojento que usa " ficou autêntica -começou ele num tom de observação sarcástico - só que a parte " A Krinski é uma loira aguada " não foi não, por que o loiro dela tem uma tonalidade diferente e seria uma ofensa dizer que aquele loiro tem alguma
semelhança com o meu.

- Mas era justamente ESSA a intenção - observei agora também em tom Sarcástico.

Vou lhe contar um defeito meu, um defeito muito meu mesmo.

Quando eu ficava sozinha na Toca, quero dizer, Any e Catherinne me visitavam e vice-versa só que nas férias a tendência era mais eu e meus irmãos.

Então quando eu ficava sozinha nas férias, eu não tinha costume de ter pessoas freqüentemente perguntando sobre minha vida (e tinha algo á perguntar?) ou de mim.

E aí quando chegava na escola qualquer pergunta de "Oi, tudo bem ?" era o necessário para que eu tagarelasse meia hora com essa pessoa e coitada dela !

Ainda assim, eu adaptei isso em mim sem querer, a tendência era que depois de adaptado eu simplesmente tinha uma probalidade muito grande pra guardar coisas em mim e "me estourar" com elas nas horas mais impróprias.

Malfoy retomou seu lado cínico.

- Então quer dizer que você esta com raiva da Krinski e por isso deu um tapa na cara dela naquele sábado ... Parece que os Corvinais não gostaram muito -falou ele num tom inocentemente.

- Ah é ? - estava começando a ser mais sarcástica do que ele - Não era só eu que queria isso, tenho certeza.

Parei no meio do corredor, estávamos chegando ao final dele e nem assim tinha conseguido se livrar do Malfoy.

- A única coisa que ela fez e que me orgulhei de ela ter feito foi naquele jogo, uma bela captura não acha ?

Não preciso nem dizer que ele não gostou nada, nada, dessa resposta.

- Pelo menos eu não fujo das pessoas sabe ? Você quis sair da aglomeração aquele dia, não falou nada, você não teve coragem e ela conseguiu te humilhar, muito bem ainda por cima - terminou triunfante.

A Poção que segurava com as duas mãos escapou pelos dedos e caiu no chão.

O som do Vidro estilhaçado fez eco pelo corredor.

Encarei Malfoy e vi que tinha um brilho sagaz dentro de seus olhos, tínhamos parados ao lado de um dos archotes, com a mesma rapidez que aquele brilho apareceu ele sumiu segundos depois, o ar de ter encontrado uma diversão muito boa havia desaparecido.

Naquele instante é que ele viu que meu rosto estava inchado.

- Se eu não tivesse coragem - falei com ênfase - eu não estaria na Grifinória. Isso tem volta.

Faltavam alguns metros para terminar o corredor e dessa vez nenhum passo me acompanhou, Malfoy ficara parado onde estava aquele archote.

- Você é do tipo que teria medo de machucar até uma mosca - falou ele com um ar indecifrável.

- Ah é ? E você é o que por acaso ? Sr. Mosca Malfoy ?

- Não conseguiria se vingar, você não tem coragem pra isso - concluiu sua tese finalmente.

Refiz meus passos para que ele pudesse escutar claramente minhas palavras.

- Está me desafiando Malfoy ?

Suas sombrancelhas arquearam um pouco.

- Se assim o achar: Você não conseguiria.

- E você já fez isso antes ? Se vingar das pessoas ? - fiz a pergunta em tom inocente.

-Não uso esse tom Weasley. Chamo de "Pregar peças".

Sei. E Por que não faz isso ? Seus "companheiros" são tão inteligentes que poderiam te ajudar e muito - falei com ironia.

Eu sei, o tom da conversa saiu totalmente fora de rumo e nem poderia explicar o por que de eu estar perguntando aquilo.

- O que vai fazer ? - falou ele em tom desafiador.

- Eu não tenho porque falar isso para você.

Duas verdades: ele estava curioso e eu não estava com nada em mente, aliás, eu nem queria "pregar peça" ou seje o que fosse em ninguém.

Quero dizer, minhas condições não eram favoráveis.

E uma voz aguda perguntou em minha mente: " E as dele eram ?"

- Eu desafio você a pregar uma peça na Krinski - falou ele claramente num tom que parecia saber que eu recuaria.

Eu estava usando a tática errada.

Comecei num tom "Any-alegre-de-mãnha".

- Naaa verdadeeee, é eu que duvido que você conseguiria isso.

Não tenho palavras para descrever como era bom ver a incredulidade estampada naquele rosto no momento.

- Pois bem - respondeu num tom muito sério - espere uma coruja.

Quem agora começou a andar foi o Malfoy e quem ficou pregada frente ao archote fui eu.

- QUÊ ? - perguntei não acreditando - Você esta sugerindo o quê ? Se eu planejar isso com você com certeza não conseguirei por que você é ... - ele virou-se novamente para ver que palavra iria usar só que o adjetivo me escapou da boca e não consegui terminar a frase, por fim completei com outra setença - E não por causa de qualquer outra coisa !

- Já esta fugindo ? - perguntou ele num tom divertido.

Eu odiei esse momento por tudo que é mais sagrado, Malfoy via claramente minha indecisão com seus olhos cinzentos.

- Não Malfoy, só estou tentando te fazer lembrar o quão desagradável você conseguiu ser. Vamos ver quem vai desistir primeiro.

- Veremos - acrescentou com ênfase pondo um ponto final no assunto, foi ele que continuou a andar dessa vez, agora rumo ao Salão principal e eu que tinha ficado parado entre os archotes ainda cinco minutos depois daquela coisa tão interrupta entre discurssão e diálogo, tive que me lembrar que AGORA SIM eu mais que nunca deveria ir para o Dormitório Feminino.


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"Enviado por uma coruja especial...."

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