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16. O início do Despertar


Fic: O Despertar do Arcana Spiritum


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Hermione! –Harry chama pela amada ao vê-la desacordada no chão.

Ela não responde. Ele dá uma cotovelada no rosto do comensal que ameaçava se levantar, antes de ir até ela e verificar seu estado.

-Como ela está Harry? –Dumbledore, que acabara de chegar, pergunta preocupado já que viu, ao longe, o que aconteceu.

-Não sei, não consigo sentir o pulso. –Harry falava quase desesperado e com a voz embargada.

-Acalme-se, deixe que eu vejo. –Alex se abaixa e tenta sentir o pulso dela –Está muito fraco, pegue o meu testrálio e leve-a pra enfermaria agora! –fala pondo Hermione nos braços de Harry que segue até o testrálio.

-Avise que eu não demoro a regressar! –Dumbledore fala a Harry.

-Sim senhor! –fala já levantando vôo com Hermione nos braços.

No hall de entrada os professores aguardam alguma notícia, todos apreensivos, quando Harry entra apressadamente com Hermione nos braços.

-Mérlin! O que aconteceu Harry? –Minerva pergunta muito nervosa.

Ele não responde apenas continua correndo em direção a enfermaria, com Hermione nos braços, enquanto os professores seguem atrás dele tentando saber de alguma coisa, sem sucesso, pois ele não ouvia nada, na sua cabeça passava apenas um pequeno filme dos seus momentos com Hermione, desde que a conhecera, até aquele dia de manhã.

Ao chegar na enfermaria ele põe Hermione em uma das camas, e Madame Pomfrey vai imediatamente até eles.

-O que aconteceu Potter? –Ela pergunta tirando a varinha das vestes e medindo a pulsação de Hermione.

-Eu não sei ao certo, ela não se feriu durante todo combate, só faltava um comensal e então ela se jogou sobre mim, empurrando eu e o comensal pro chão. Acho que ela impediu que algum feitiço me atingisse, eu não sei, estava de costas. –fala desesperado e andando de um lado pra outro.

-Dumbledore estava lá? –Minerva pergunta ainda assustada.

-Sim, ele chegou logo após, ela cair desacordada, e disse que já vem. Ele e o Alex devem estar cuidando dos comensais que prendemos. –fala nervoso e conjurando uma cadeira pra se sentar ao lado da namorada.

-Por favor, eu preciso ficar a sós com a senhorita Granger, Minerva pode cuidar do senhor Potter pra mim? –Pomfrey pede, dizendo claramente pros professores saírem.

-Eu vou ficar! –Harry fala apressadamente.

-Não pode senhor Potter, tenho que retirar a roupa dela, e acho que o senhor não quer ver isso né? –fala bem humorada tentando quebrar a tensão e deixando-o corado.

-Certo, mas depois me chama... eu não quero deixá-la. –Harry pede já se levantando.

-Pode deixar Harry, eu mesmo te aviso, mas agora vamos cuidar desse braço e depois você vai a torre da grifinória tomar um bom banho! –Minerva fala tentando tranqüilizá-lo.

Ele sai meio contrariado, e os demais professores os seguem. Duas horas depois Harry volta com a profª. Minerva, e se junta a Dumbledore e Madame Pomfrey que estavam à frente da cama de Hermione.

-Então o que ela tem Madame Pomfrey? –Harry pergunta aflito.

Madame Pomfrey abaixa a cabeça, tentando esconder os olhos marejados, e Dumbledore respira fundo antes de virar e encarar Harry.

-Quando cheguei vi que Belatriz tinha lançado um feitiço em sua direção, e Hermione se jogou em cima de você pra te proteger Harry.

-Belatriz, mas como? Eu a deixei muito ferida! –Harry pergunta pasmo.

-Ela usou sua ultima força vital para lançar-lhe o feitiço da morte, Harry. –Dumbledore fala desviando os olhos de Harry.

-Como assim Alvo, você quer dizer que Hermione foi atingida por um Avada Kedrava? –Minerva pergunta horrorizada, deixando Harry estático, ao ter suas suspeitas confirmadas.

-Eu vi o último feitiço conjurado pela varinha dela. Era um Avada Kedrava sim, mas não se desesperem porque ela esta viva. –Minerva e Harry que estavam em estado de choque parecem se animar.

-Então ela vai ficar bem? –Harry pergunta esperançoso.

-Belatriz estava muito fraca, tinha pouca vida, e Hermione parece que não estava ferida e também estava com bastante energia...

-Aqueles fracotes não davam nem pra saída, só me deixei ferir por desatenção, com certeza Hermione poderia enfrentar mais 10 deles sem problemas! –Harry fala seriamente, impressionando bastante McGonagall e Pomfrey.

-Então agora cabe a ela decidir se quer morrer ou viver Harry. Será muito difícil e doloroso, mas se ela se esforçar poderá voltar, por isso você poderá ficar aqui ao lado dela, o tempo que julgar necessário, sei que é o único que poderia chamá-la . –Dumbledore fala sorrindo paternalmente pra Harry que fica confiante.

-Pode deixar, ela prometeu que não ia me deixar sozinho, tenho certeza que ela vai voltar. –fala confiante e se sentando ao lado dela, segurando uma de suas mãos entre as dele –Não se preocupe meu amor, eu vou ficar aqui com você, não vou te deixar. –fala deixando uma lagrima escapar e beijando a mão gelada dela.

-Não se preocupe, o Harry só criará problemas se o deixarmos longe dela, você pode não acreditar, mas esses dois se amam muito, e tenho esperanças de que Hermione escute o chamado dele. –Dumbledore diz a M. Pomfrey, que sorri afirmativamente, e depois sai acompanhado de Minerva.

-O Weasley chegou, devo pedir para ir ao seu escritório? –Minerva fala aos sussurros pra se certificar de que não seria ouvida.

-Sim, e depois providencie pra que todos os alunos se reúnam no salão principal, para que eu possa esclarecer tudo o que houve, e está havendo. –Dumbledore fala com uma expressão séria, e Minerva se afasta pra providenciar o pedido.

No escritório de Dumbledore, Rony entra e se aproxima da mesa do diretor.

-O senhor mandou me chamar? –fala seriamente.

-Sente-se Rony. Me diga, o que viu no vilarejo quero todos os detalhes de sua observação.

-Sim senhor, eu anotei tudo que vi e ouvi, mas já adianto que não há nada de muito revelador. –Rony fala tirando um bloquinho de suas vestes.

Mais tarde Gina vai visitar Harry e Hermione na ala hospitalar.

-Oi, gatinho! –fala tentando animá-lo.

-A culpa foi minha Gina. Eu não matei a Belatriz, e ela se vingou, ela disse que iria atrás da minha família se eu não a matasse! Ela tirou minha família, tudo o que eu tinha... eu a perdi porque fui um covarde! –fala aos prantos.

-Não fale isso Harry, você não é um assassino, deu uma segunda chance a Lestrange, e aquela víbora a desperdiçou! Preferiu morrer a ter uma nova chance. Hermione mesmo que soubesse e, provavelmente desconfiava que era um Avada, se jogou na frente porque não suportaria te perder, ela jurou te proteger e assim o fez, a culpa foi daquelazinha, que agora está morta e não vai, nunca mais fazer mal a ninguém.

-Mas a que preço! Eu não vou poder viver sem ela, se ela morrer...

-Ela não vai morrer! Ela é forte, e nunca te deixaria, acredite nisso! –fala firmemente, pondo a mão sobre o ombro do amigo.

-Você tem razão não vou desistir. Ela vai voltar pra mim, eu tenho certeza que vai! –fala tentando enxugar as lágrimas e recebendo apoio de Gina.

Hermione estava no meio do nada, não conseguia ver, ouvir, sentir, ou tocar nada. Mas ao tentar se mover sentiu uma dor enorme lhe tomar, era como se cada músculo do seu corpo estivesse dolorido, sua cabeça parecia que ia explodir, ela só queria que aquilo parasse, desejou não ter acordado. De repente ouve uma voz ao longe, uma voz familiar, que fica cada vez mais forte, até que ela consegue ouvir claramente: “Hermione, eu sei que a culpa foi minha, se eu tivesse matado aquela assassina, você não teria precisado me proteger e não estaria assim... Eu preciso de você meu amor, volta pra mim, eu juro que nunca mais nada de mal vai te acontecer, eu juro! –Ela ouve a voz de Harry, que parecia está chorando”.

-Harry, eu vou voltar! –ao falar isso uma avalanche de lembranças a atinge e flash’s, de ordem cronológica aleatória, começam a rodar em sua volta, ela sente a cabeça doer, e começa a ficar zonza.

No dia seguinte Harry está sentado ao lado de Hermione, acariciando sua face, quando Dumbledore chega acompanhado de dois medi-bruxos.

-Como está tudo? –Dumbledore pergunta a M. Pomfrey que vai recebê-lo.

-Ela está do mesmo jeito, apesar de os sinais vitais estarem mais estáveis. Já o Potter, não sai do lado dela, passou a noite acordado, segurando a mão dela, e falando de coisas que ambos passaram juntos desde que se conheceram. Nunca vi jovem tão dedicado e nem tão romântico. –fala com admiração e sorrindo, olhando pra Harry.

-Os dois têm uma relação muito bonita, sem duvida se amam muito, e isso me preocupa. –fala com ar preocupado.

-Porque? Não me diga que veio levá-la? –fala sussurrando e olhando pros medi-bruxos atrás do diretor, e Dumbledore apenas confirma com a cabeça –Mérlin! Ele não vai aceitar isso fácil. –fala penalizada.

-Eu sei, mas vamos ter que enfrentar isso. Vamos. –fala aos dois que o seguem até a cama de Hermione, enquanto M. Pomfrey fica de longe olhando.

-Professor, quem são eles? –Harry pergunta ao ver o diretor se aproximando.

-São medi-bruxos do St. Mungus, e vieram levar a Hermione para ser internada lá. –responde calmamente.

-Porque? Ela está pior? –fala preocupado e se levantando.

-Não, não é nada disso Harry, mas os pais da Hermione a querem por perto, e no St. Mungus ela irá receber uma atenção especial, não se preocupe. –Dumbledore fala tentando acalmá-lo.

-Certo, então vamos pro St. Mungus agora? –Harry pergunta já mais calmo.

-Na verdade Harry, você sabe que não pode sair de Hogwarts, sabe que não seria seguro...

-Você quer dizer que vão afastá-la de mim? –fala alterando a voz, e olhando ameaçadoramente pros médicos.

-Harry entenda, eu não queria afastá-lo, mas os pais dela exigem que ela seja transferida pra onde eles possam ficar ao lado dela. Tente entendê-los...

-Entendê-los! E eu, como eu fico? Ninguém vai tirá-la de mim, ninguém! Eu prometi que ia fazê-la voltar e eu vou cumprir! –Grita muito nervoso.

-Sinto muito Harry. –Dumbledore fala tristemente, e pegando sua varinha num movimento discreto e rápido, mas sendo desarmado por Harry.

-Ninguém a tira daqui, e acho que se Voldemort e os comensais não conseguem me derrotar, acho que vocês também não vão! –fala ameaçadoramente, olhando de jeito frio e sombrio, e com um sorriso maléfico. Isso faz os medi-bruxos que empunhavam suas varinhas, recuarem dois passos e o olharem amedrontados.

- Expelliarmos -Harry faz as varinhas dos dois voarem longe.

- Expelliarmos -Snape que acabara de chegar desarma Harry, e Dumbledore que já havia pegado sua varinha conjura algemas nos pulsos e tornozelos de Harry.

-Me solta! –berra furioso, enquanto os medi-bruxos, rapidamente, põem Hermione numa maca flutuante.

-Harry entenda que é necessário! –Dumbledore tenta acalmá-lo.

-Não! Deixem-na aqui... HERMIONE! HERMIONE...VOLTA PRA MIM, NÃO ME DEIXA! –fala chorando muito, e tentando se soltar, o que provoca ferimentos nos pulsos e tornozelos dele.

Os medi-bruxos usam uma chave de portal pra irem pro St. Mungus e nessa hora, Dumbledore o solta. Harry pega sua varinha e sai correndo em direção a porta, mas é estuporado por Snape antes de sair.

-Cuide dele, e mantenha-o dormindo até a noite, é melhor que ele descanse bem. –Dumbledore fala um pouco abatido.

-Claro, pode deixar, vou cuidar pra que ele esteja bem calmo quando o senhor vier falar com ele. Tenho um pouco de poção da paz aqui. –M. Pomfrey fala ainda se recuperando da cena chocante, ela havia ficado emocionada.

Hermione parecia estar inconsciente, mas ao ouvir Harry chamar por ela novamente, a garota acorda num sobre salto, e ouve seu amado pedir pra que ela volte, e não o abandone. Nesse momento ela fica desesperada e tudo a sua volta começa a girar em alta velocidade, cores e formas se misturam rapidamente, até ela sentir que acabara de cair. Pela primeira vez ela sentiu algo firme, e quando abre os olhos vê que está no jardim de Hogwarts, perto do lago. Ela se levanta com certa dificuldade e vê as águas do lago se mexerem como se estivessem fervendo, até que uma porção sobe e adquire a forma de um senhor de vestes antigas, parecendo um ancião, com cabelos e barba longa.

-Quem é você que quer reivindicar a antiga herança? –fala em tom sereno, muito parecido com o de Dumbledore.

-Meu nome é Hermione Granger, e eu não sei que herança é essa, eu só quero sair daqui, tenho que acordar ou voltar, não sei. –fala olhando em volta, e muito confusa.

-Para você voltar ao mundo dos vivos, vai ter que dominar o Arcana Spiritum, e o caminho é muito difícil, muito poucos conseguem tomar posse de sua herança ancestral, e não acho que alguém que está entre a vida e a morte, está na melhor posição pra arriscar. –fala sabiamente.

-Então é isso! Era uma Avada Kedrava como imaginei, mas deve ter sido fraco, por isso to resistindo. Mas isso quer dizer que o Harry deve ta desesperado, ele deve ta se sentindo culpado...Droga! Eu tenho que volta antes que ele faça uma besteira! –fala pensativa, andando pra um lado e outro, enquanto o ancião a observa confuso.

-Quem é Harry? –fala com certo interesse, a surpreendendo, pois ela parecia ter se esquecido dele.

-O Harry...er...meu namorado. –fala corada e um pouco sem jeito.

-Hum... entendo, o amor é um bom motivo pra querer voltar. –fala pensativo.

-Então me diz logo o que eu tenho que fazer pra voltar de uma vez! –fala decidida.

-Não é tão fácil assim, por mais que o amor seja grande e forte, não é nem de perto suficiente. Eu vou te contar a história e você entenderá.

-Desculpa, mas será que poderia ser um resumo? Eu to meio que com pressa. –fala tentando ser educada.

-Não se preocupe por que o tempo aqui é relativo, pode ser maior ou menor que o real. –fala entre risos.

-De qualquer jeito eu quero voltar se possível dentro de uma semana no tempo real. –ela fala tentando se acalmar.

-Só se passou um dia, então acalme-se, até porque será necessário que saiba onde está entrando, me entende?

-Sim senhor, eu vou ouvi-lo atentamente. –fala se sentando e prestando atenção.

-No início da civilização, quando os homens começavam a se juntar em tribos, alguns sábios começaram a se relacionar com a natureza de um modo mais profundo, sendo os primeiros a descobrirem a magia . Eles se reuniram e formaram um povoado cujo nome e história apenas eles e seus descendentes tem o direito de saber. Os primogênitos tomaram posse do conhecimento mágico, e resolveram passá-lo a homens que tinham talento pra usar magia, formando assim as primeiras academias ou escolas de magia, esses homens se denominaram bruxos. O tempo passou e os bruxos já possuíam, famílias e já eram detentores de muitos conhecimentos mágicos, apesar de não chegar aos pés dos primeiros, e achavam que os homens comuns e demais seres mágicos ou não, deviam se submeter a eles.

Bruxos poderosos e influentes começaram uma guerra pra escravizar os homens comuns, e como apenas poucos bruxos eram contra esse comportamento, a primeira geração lançou as Leis Fundamentais da Magia, e uma maldição que recairia sobre os de segunda geração que não concordassem em respeitar os demais homens. As famílias bruxas que se recusarem a receber em seu seio os homens comuns, conceberá, de tempos em tempos, um aborto que é um homem comum e que não pode usar magia. A magia no sangue destas famílias também irá enfraquecer e eles nunca poderão chegar aos altos níveis mágicos, em compensação àqueles que receberem os homens comuns, terão a magia renovada e produzirão descendentes que poderão usar os mais altos níveis de magia, apesar de nunca poderem rivalizar com os de primeira geração, que tem poder ilimitado.

Depois disso a guerra cessou, e as forças da luz e das trevas entraram em equilíbrio, proporcionando aos primogênitos, que se retirassem e fossem viver num lugar só deles. Foi fundada uma cidade onde apenas os primogênitos e seus descendentes poderiam entrar, assim como alguns dos mais belos e poderosos seres mágicos que foram convidados a partilharem de tal graça. Mas alguns dos primeiros se casaram com bruxos e homens comuns, preferindo ficar com a família e proporcionando a seus descendentes, a chance de um dia reivindicarem sua herança, ao dominar o Arcana Spiritum, e obterem o poder e o conhecimento de seu antepassado.

Mas isso ocorreu há muito tempo, hoje há poucos que podem reivindicar a herança, e dentre estes, são raros os que conseguem despertar esses genes adormecidos, você provavelmente já estava numa escala de poder bruxo muito elevada, e esse amor que sente contribuiu para que esse momento chegasse. Mas lhe aviso Hermione, Electa una via non datur regressus ad alteram, ou seja, escolhido um caminho, não lhe é dado o direito de mudar de opinião. O caminho do despertar é difícil e doloroso, apenas um em mil consegue passar por ele, e aqueles que não conseguem perdem sua alma, portanto você terá que escolher seguir para o próximo estágio, ou arriscar sua alma eterna em algo que tem muitas chances de dar errado. Se você se perder não haverá retorno, e estará condenada ao sofrimento, por isso pense bem antes de dar a resposta, terá todo o tempo necessário. –ele a adverti seriamente.

-Não tenho o que pensar, eu tenho que voltar, e não tenho medo de arriscar. Pode acreditar que vou ser esse um em mil! Fiz uma promessa e vou cumpri-la custe o que custar, a palavra de um bruxo é sua honra, e meu amor vai me dar as forças que preciso. –fala decidida, apesar de levantar com dificuldade, claramente ainda sem forças.

-Então que a cerimônia comece! –o ancião brada e tudo volta a girar novamente.

N/A: Desculpem o atraso, mas o meu pc ta horrível, e enquanto num tenho verba pra trocar, os caps podem atrasar um pouco!

N/A²: Eu nunca fiz drama então qualquer critica e sugestão serão aceitas, é só mandarem comentários!

N/A³: O mistério do Rony ta sendo desvendado e no próximo cap, tem a reconsiliação dele com Harry. Hermione não morreu, acho que vocês gostaram disso não é! O Tiulo da fic começou a ser explicado, espero que gostem, mas só vou saber se mandarem coments! rsrsrsrsrs

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