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15. XV - Aula de Feitiços


Fic: Análise Frontal


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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::N/A :: Mais segredinhos sendo revelados. E agora ? Recomendo um pouco de paciência. Afinal, se esses dois só querem brigar em vez de verem que nasceram um para o outro em linhas tortas, eu não posso fazer nada... (Ironia pouca é bobagem) ” Uma segunda observação que queria fazer á vocês é que sou uma escritora tímida. Talvez não tenham notado a dificuldade em escrever isso, rs. Kisses para vocês.



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..:: AULAS DE FEITIÇOS ::..

Capítulo XV




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Tomei um banho bem demorado, daqueles que de quem olha de fora deduz que a pessoa quer se afogar em pleno banho.


No radinho passava “O momento de bruxa” que era sempre uma dica em especial, a de hoje era: “Da mesma forma que um Bruxo encontra uma varinha de Condão Compatível á si, você irá encontrar uma pessoa que combine com você, só existe a questão da paciência pois terá que passar por vários até chegar a escolha certa ... “a voz sumiu abruptamente, alguém apertará o botão para desligar.


A Maioria dos conselhos eram sobre amor mesmo, quantas e quantas vezes chorei ao lado desse radinho ouvindo esses conselhos ? Não sei, nem eu mesma posso dizer.


É... Chorona, romântica e se emociona facilmente, depois não podia reclamar se alguém não me levava á sério.


Tá, não era tudo: Any estava fazendo aniversário então enquanto tomava banho as garotas estavam se mexendo para fazer uma surpresa a ela.


Escolher um presente para Any era fácil, no Aniversário de Íris, por ter sido perto do Natal a regra era: Nada preto, tudo colorido (ou ia se ver com a Kitty), ela com certeza já estava melhor agora, já no do Rony era alguma coisa do time querido dele do coração que ficaria em estado de dar pulinhos.


Eu queria ter esquecido um pouco o que foi planejado contra Krinski só que não deu, nos intervalos das aulas as vezes, Any recebia cumprimentos de parabéns e quando o Harry falou conosco (Por obséquio, o Trio andava misterioso) minha consciência doía um pouco.


Quando saí do banho as três estavam sentadas em círculo no chão, o rádio foi ligado de novo e Kitty abaixou o volume.


- Eiiiiiii !!!


- Íris temos que ficar em silêncio !


- Aonde foi Any ? – perguntei me sentando.


- Deve ter ido ver Teo – falou Catherinne – espero que ela volte logo, isso é um tédio !


- Não, não foi não, ela estava com a Susana, se não me engano vai ter Teatro no Estudo de Trouxas e ela quer participar.


- Any não estuda isso ! – falamos eu e Kitty juntas e após alguns segundos nos entreolhamos espantadas.


- Ah, ela dá um jeito – falou Íris.


- Gina aonde você esteve durante a tarde de ontem ? – começou Catherinne – tínhamos que ir para a cozinha e precisávamos de você para ficar com Any, a Kitty pegou o bolo só hoje de mãnha cedinho !


Em cima da cabeceira improvisada como mesa havia um bolo de chocolate com glacê que estava no centro do Dormitório.


Any era viciada em Chocolate.


Olhei para Catherinne como ela tivesse perguntado como é a cueca favorita de meu Vô.


- Oras, o bolo não estava embrulhado ? Se estivesse ela nunca saberia o que teria na caixa.


- Aaaah não. Não mesmo ! Até parece que a Any Glaids ia descobrir o que tinha na caixa, ainda mais pelo fato da caixa nem ser chamativa – disse Kitty apontando para um canto do Dormitório uma caixa de cor florescente – e pelos dizeres que tinham “Feliz Aniversário Any Glaids ! Muitos anos de vida !!”


- E não podia ter arrancado ? – falei rindo.


- É Purpurina “deles lá” - falou ela se referindo aos elfos - não sei como tira o treco, devíamos ter falado pra eles não colocarem nada muito chamativo assim não atrapalharia o transporte.


- Não se preocupa Gina ! – exclamou Íris derrepente, ela tinha interpretado mal minha cara – pegamos o bolo depois, mantemos ele com um feitiço refrigerador, foi até melhor !


- Nossa, então não fiz nada ? – perguntei decepcionada.


- Queeee “Nada” Gina, você vai ter bastante com o que se ocupar, se essa coisa toda não terminar numa bagunça enorme eu me surpreenderia – falará Catherinne

- Ei, por que estão olhando pra mim ? – exclamou Kitty derrepente – se tiver guerra de travesseiros não é culpa minha !


Nosso quarto era o campeão de travesseiros estourados, alguns nós arrumávamos por contra própria, outros ficavam em perda total, umas verdadeiras bagunceiras isso sim ! A única que tinha um pouco de juízo ainda era a Catherinne.


Eu e Íris começamos a fazer protestos ao mesmo tempo.


- Ai não Kitty !


- Nem Inventa.


- Bolo e Travesseiros ! "tima combinação.


- Calma lá, também não é assim né ? – falou ela de cara feia – então não tem.


- Eeeeeeeeeeee


- Íris !


Ficamos um bom tempo olhando uma para a outra sentadas no chão do Dormitório, quem se cansou primeiro foi a Catherinne.


- Vou pegar um livro.


Nesse momento ouvimos passos perto da porta e uma voz.


Nos levantamos rapidamente (Catherinne me atropelou e Íris pisou no meu pé) e nos colocamos á postos caso fosse ela.


- Agiliza, agiliza – murmurou Kitty num leve devaneio para arrumar tudo rapidamente.


- E se não for ? – falou Íris em contra-resposta.


A porta se abriu, desligada como sempre, Any abrirá a porta, OLHOU PARA O DORMIT"RIO, virou-se novamente para fechar a porta e somente depois disso é que ela soltou uma exclamação.


- Parabéns para você... – começamos a cantar em coro, ela pareceu surpresa, estava rindo.


Na hora que terminamos de cantar a Kitty recomeçou a falar.


- Peeeeraaaaiiiiii !!! Antes de soprar as velinhas você tem que fazer um pedido !


- Só um pedido ? – começou Any fingindo estar chateada – Aqui tem 16 velinhas, então teria que ganhar 16 pedidos ! Isso não é justo ! Agora também não faço – falou ela rindo.


Nós todas começamos a falar ao mesmo tempo, entre uma das diversas vozes ouvi Íris argumentando:


- Gente, isso não conta muito, o importante é cortar o bolo de baixo para cima, dizem que é “para subir na vida” – falou Íris.


- Sei.. – falei rindo.


- Está bem, está bem ! – falou Any num tom mais alto que os demais.


Ela olhou momentaneamente para aquelas velas e soprou leve durante algum tempo.


Todas as velas se pagaram, ficamos alguns minutos em silêncio vendo aquela fumacinha se dissolver no ar, seje o que for que Any tivesse pedido queria muito que fosse realizado.


No dia Seguinte tivemos aula do Professor Bins


Uma aula monótona, chata, entediante.


E abafada.


Já tinha-se passado a hora do almoço e usava meu livro como travesseiro, o mais chato ainda é que nas aulas dele as horas se arrastavam.


Fechei os olhos e comecei a me lembrar de coisas que tinham ocorrido á algumas horas atrás, pela parte da mãnha.


Eu e Malfoy tivemos pela segunda vez nas Estufas, realmente o certo era fazer isso quando não tivesse aulas por que o risco de sermos pegos era menor, não corremos tanto risco até ali por que consegui o horário de todas as aulas de Herbologia daquele dia.


O que não foi de todo o mal.


Malfoy estava mais irônico que o normal.


Eu não tava querendo acreditar que isso se devia ainda ao dia anterior.


Quero dizer, tudo bem que ele odiasse, mas eu tentei falar esse detalhe de um modo sutil, juro que tentei !


Não podia ser só porque falei... Um Estrondo enorme fez-se derrepente.


Abri os olhos e vi vários alunos sobressaltados olhando para os lados.


- Por favor, permaneçam em seus lugares – soou a voz do Prof Bins tentando acalmar os ânimos enquanto alguns alunos se espichavam esperançosos pra ver algo da porta.


Um outro estrondo, que me lembrou as bombinhas de Natal irrompeu novamente.


Tinha vozes no corredor.


Bins interrompeu sua leitura e resmungou baixo, olhou para o lado de fora da sala (pela sua expressão não via nada que poderia ser considerado ‘anormal’) e ainda se dirigindo a nós falou rapidamente:


- Continuem a Leitura da página 457 á 460, eu já volto.


Ele desapareceu no quadro negro.


Vinte cinco alunos se entreolharam e um barulho interrupto de alguns arrastares de cadeiras tiveram.


Após a expressão de susto de Jonnathan e Wallace ao olharem o corredor, quase todos os alunos saíram rapidamente da sala.


Bins tinha pedido demais.


O corredor estava com um constante vai-e-vem de pessoas, algumas outras salas estavam com as portas fechadas, só mais duas estavam abertas (sim, eu saí da sala, isso foi feio de minha parte) e nada detinha o motivo do barulho que ouvimos.


5 minutos depois a sineta bateu de forma que Prof. Bins não acabou voltando para dispensar os alunos.


- Que estranho... – ouvi Colin falar enquanto arrumava seus livros, conversando com alguns Grifinórios.


As outras portas abriram-se.


Any me puxara para um canto enquanto também organizava seus materiais, Catherinne e Kate Fylen conversavam (essa garota não vai com minha cara, eu juro !) talvez seja por que ela é Sonserina ( Malfoy e um grupinho de Sonserinos estavam mais adiante no corredor rindo gostosamente, ai Merlin !) e eu esteja tão acostumada que todas as pessoas dessa casa me odeiem que a perspectiva de falar com ela me era estranha.


E falei isso pra Any.


Foi aí que ela me arrastou para o lado das duas, Lara passou rapidamente perguntando as horas e comecei uma discussão em voz baixa.


O meu argumento era sempre o “Any, ela não vai com a minha cara !” e ela dizia em resposta “Para de falar isso!”


Vencida pelo cansaço, ela se propôs a ir até as duas e me chamar depois já que eu não queria mesmo, ela disse isso como se estivesse indignada com minha postura


Pensei melhor e vi que Any tinha um pouco de razão, decidi me reunir com o trio, não cheguei á is so por que a própria Any saiu do lado delas andando rapidamente antes de falar qualquer coisa.


- O que foi ?


- Falo com ela sobre aquelas penas novas mais tarde – disse ela em tom despreocupado – sabe como é, elas estão falando de coisas meio pessoais demais.


Olhei melhor para elas (nós voltamos a andar) pensei que era meio estranho duas pessoas falarem de “coisas pessoais“em voz alta, e não comentei isso.


Derrepente comecei a somar os acontecimentos.


Primeiro, aqueles dois barulhos


Segundo, um fato talvez não relembrado, mas o segundo plano contra Krinski ia ser realizado nesse dia, pela parte da tarde (não, não tinha relembrado).


E eu ficava com um frio na barriga toda vez que me lembrava.


Terceiro, Malfoy apareceu do nada, rindo no corredor, tá, eu até não posso ser justa por que realmente os Sonserinos saem junto conosco quando bate a sineta da aula de História.


O Segundo e o Terceiro passa normalmente, só o primeiro que eu não tinha explicação, e não era só isso, estava tendo coincidência demais !


Falei pra Any que tinha esquecido um tinteiro e voltei.


Estava furiosa, Malfoy com certeza fez mais alguma coisa do qual não me avisou.


Quando cogitava que ele já tivesse ido pra sua outra aula (os corredores já tinham se esvaziado um pouco e agora quem chegaria atrasada na aula era eu) eu o vi, me aproximei rápido e falei andando ainda de forma que se alguém olhasse a cena, pensaria que estava falando com o próprio ar.


- Você sabe o que aconteceu há cinco minutos atrás, não sabe ? – perguntei tentando demonstrar toda a calma contida nesse mundo, não olhei pra ele.


- Depende do que você estiver se referindo, Weasley


- Malfoy, eu sei, você sabe – falei um pouco mais alto com minhas orelhas vermelhas.


Ele parou derrepente olhando com uma expressão misteriosa no rosto, seus olhos brilharam um pouco. Malfoy fez um aceno e entrou na sala que estava atrás de mim encostando-a, fiquei ainda 3 minutos olhando de um lado para o outro para me esgueirar para dentro da sala também.


Fechei e a tranquei com um feitiço.


- Havia um combinado, você sabia ! Eu sei que não confio em você e você muito menos em mim, mas pelo menos essa parte teria que ser cumprida ! Ah se tinha ! – minha mão tremia, estava tremendo mesmo, de raiva.


- Foi cumprida, o encontro para a Krinski foi marcado, é certeza que ela foi. A Poção foi colocada sobre um ornamental no Salão de Troféus – falou ele em voz séria.


- Ela com certeza teria que ir ! Um Pedido de Harry...


Eu Explico: Malfoy bolou um plano direito, a verdadeira idéia era que mandasse uma carta para os dois (Sim, nós utilizamos a desculpa imperfeita de “encontro” com a Krinski, de modo que a atraísse para o lugar certo), só que aí quem discordou foi eu.


A culpa ia cair sobre Harry !


E isso eu não queria...


Quando eu expliquei isso á ele, o seu estado de humor acabou ficando insuportável.


Imaginem, só imaginem, Malfoy com seu estado Irônico DUAS vezes maior que o normal.


Discutimos mais, logicamente.


De qualquer jeito, eu não queria que a culpa caísse em cima de outra pessoa, eu só tinha pensado nessa possibilidade muito recentemente.


Então, a solução, foi aquela carta !


Sim, aquela mesmo ... Meio bobo né ? Não acredito que Krinski um dia sequer mandasse uma carta pra Harry pedindo desculpas, ela tem um nariz pra lá de empinado (na minha modesta opinião, logicamente).


Quem diria, que Virginia Weasley e Draco Malfoy um dia estariam preocupados se Harry Potter e Lourem Krinski estariam se entendendo?


Não, Virginia Weasley e Draco Malfoy não estavam preocupados, era somente Virgínia Weasley,


- Ah, que inferno ! Eu estive preocupada o dia todo com isso – falei ainda atropelando as palavras.


Eu não podia ter falado isso, naquela hora estava descontrolada.


- Se fosse com você ela não pensaria duas vezes – argumentou ele em tom divertido enquanto tentava ler meus pensamentos.


- O que foi aquele barulho ? E como você sabe que deu certo ?


- Você não quer adivinhar ? – disse Malfoy ironizando a minha curiosidade com um tom de uma pessoa que pergunta á uma criança qual doce ela quer.


Bati o pé no chão fortemente.


- Não adiantaria nada fazer isso se ninguém soubesse o que ocorreu – murmurou ele as palavras.


Abri a boca de espanto pra falar mais foi difícil.


- V-Você... Não quer dizer que...


Ele olhava significativo parecendo se divertir internamente diante de minha confusão.


- Metade de Hogwarts ouviu aquelas bombinhas creio eu ! Você queria que todos soubessem é ?


- Não Weasley ! Isso só foi pra fazer barulho mesmo, o Castelo esteve tão silencioso esses dias que uma festinha não cairia nada mal – falou Malfoy em tom irônico.


- Claro, entendo seu ponto de vista – falei também ironizando – e se espalhou ?


- Não como queria, quem espalhou foi propriamente uma das amigas dela.


Ainda estava com um pouco de descontrole sobre mim.


- Todos vão saber que algo de anormal ocorreu – perguntei em tom de voz baixa olhando a sala deserta cheia de carteiras, eu não reconhecia que sala era.


- Com medo Weasley ? – perguntou ele com as sobrancelhas erguidas.


- Não, só que agora é mais fácil de descobrirem – a tremedeira voltará – Malfoy, se eu soubesse que você faria isso, eu juro que eu própria o teria feito !


- O Feitiço seria um pouco complicado pra você, é necessário concentração Weasley – começou ele incisivo – e de uma pessoa alta – falou o resto Sarcástico – o que não é o caso.


- Aaaah, conseguiria siiim ! – disse ainda num retomo de raiva – não é tão fácil desconcentrar-me na hora de um feitiço, sabe, Malfoy.


Iríamos começar a proferir palavras mágicas com as varinhas apontadas á qualquer momento! Não, não ocorreu isso, Malfoy ficou parado com os olhos brilhando, somente.


- Não haveria nada que te desconcentraria ?


- Nada – disse ainda em voz de desafio.


Ele deu um passo a frente, eu ainda estava perto da parede do momento em que tinha fechado a porta.


- Nada mesmo ? – perguntou ele vindo lentamente em minha direção, senti o hálito fresco dele em meu rosto quando me encarou a milímetros de distância e via aqueles olhos cinzentos de perto.


Fiquei pregada ali, Virginia Weasley, que momento MA-RA-VI-LHO-SO pra se ficar vermelha... (Droga, vermelha não...)


Ele tem olhos em que a pessoa parece se “afogar” quando vistos de perto.


- N-Nada ... – disse em tom muito baixo que quase não saíra som.


Senti a respiração dele de perto, seus cabelos platinados tocaram as minhas bochechas e aqueles segundos pareceram durar muito mais principalmente quando seus lábios tocaram os meus. Ele me envolveu com um dos seus braços puxando-me para mais perto, senti um cheiro suave quando coloquei minha mão sobre a nuca dele.


Não, eu sei, eu sei que devia ter recuado ou qualquer coisa do tipo, e eu conseguiria afinal ? Estava um pouco arrepiada com aquilo, ele tinha mãos frias, Para meu espanto minha mão permaneceu envolta da nuca dele mesmo depois do beijo ter terminado.


Não precisaria de um espelho pra saber que estava corando ao máximo.


- Ainda acho que é melhor eu fazer os feitiços – murmurou ele baixo em meu ouvido num tom divertido – tenho que voltar para a aula agora.



Não consegui dizer nada, ele destrancara a porta, saímos da sala um pouco depois.



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"Enviado por uma coruja especial...."

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