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1. 1º Capitulo: De volta, de novo


Fic: Harry Potter e a oitava alma


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Era 7:00h. da manhã e Harry já estava de pé, para mais um dia na casa de seus tios Dusley,que não o deixava em paz desde o seu ultimo ano em Hogwarts.
Harry foi arrumar o jardim e em seguida iria arrumar a mesa para o café da manhã, mas fez isso sem estar realmente prestando a atenção no que fazia.
Ele pensava em algo que não lhe saia da cabeça, um sonho que o fazia despertar no meio da noite e não o deixava mais.Era um pedido de socorro.
Por isso Harry estava tão exausto naquele dia, que espera ser o ultimo ao lado dos tios.
- Harry! Venha logo menino.Seu tio logo vai descer do quarto para o café.Ele não quer se atrasar para o trabalho. –gritou tia Petúnia da cozinha.
Harry não respondeu, mas foi sem relutar arrumar a mesa.
- Petúnia onde esta Duda?Prometi dar uma carona até a casa de um dos seus amiguinhos!- Gritou tio Valter descendo o lance de escadas indo a cozinha.
-Não sei querido. Acho que foi dar boas vindas aos novos vizinhos.-respondeu Petúnia.
-Novos vizinhos?- perguntou Harry.
-É garoto, temos novos vizinhos e não queremos você metido com eles. –respondeu tio Valter - Eles são pessoas normais.- completou.
- Quem são? –quis saber.
-Um senhor já de idade com sua filha adolescente.-disse tia petúnia.
-Mas...- disse Harry, mas foi interrompido pela entrada triunfal de Duda pela porta da frente.
-Pai! Mãe!- Gritou Duda com a voz assustada.
-O que foi Dudoquinha? O que foi que aconteceu? – perguntou sua mãe.
Mas Duda não respondeu, não disse mais nada somente se calou, e fitou Harry com um olhar tão penetrante que Harry, naquele momento teve medo do que ouviria quando o silencio de Duda passasse. Duda não disse nada aos pais naquele dia, nem a Harry, ele se trancou no quarto após isso e não saiu mais de lá até a hora do jantar, onde se sentou a mesa, mas permaneceu calado e pensativo.
-Duda, me diga o que houve dessa vez?! Estou ficando preocupada com a sua atitude.-disse tia Petúnia durante o jantar.
Mas Duda não lhe deu importância.
-CHEGA DUDA! DIGA O QUE HOUVE OU... SE NÃO...- ameaçou tio Valter dando um berro que fez as vidraças das janelas tremerem e Harry dar um pulo.
-Harry!- foi a primeira palavra que Duda disse, desde o café da manhã.-Harry! –repetiu indicando com a cabeça o andar de cima, para irem conversar.
-Harry? – disse tio Valter.
-Eu?- questionou-se Harry - Por que eu?
-Porque sim garoto. Anda, suba e veja logo o que houve - falou rispidamente tia Petúnia, com ares de questionamento.
-Mas vou logo avisando, se você ousar levantar a mão para o nosso filho. Pode se considerar um garoto morto.-Completou tio Valter.
Harry subiu as escadas, apreensivo, com o que Duda iria lhe revelar.Ao entrar no quarto de Duda percebeu primeiramente que ele não mudara nem um pouco, continuava desorganizado e escuro e cheio de restos de embalagem de picolé, pacotes de biscoito, embalagens de pizzas, entre outros alimentos.
Harry entrou, assentou-se em uma cadeira perto da janela, e ali aguardou até Duda dizer o que Harry temia, ou já esperava.
-Ela também é bruxa. – disse Duda engolindo em seco.
-Quem? – perguntou Harry.- Quem é bruxa?
-Violet.- respondeu
-Violet? Quem Violet?- perguntou Harry, sem entender nada o que Duda estava querendo dizer.
-A três dias, Violet Magno e seu pai Arthur Magno , se mudaram para a casa em frente.-disse Duda olhando pela janela em que Harry se achava próximo.-Por educação acordei mais cedo hoje para poder ir dar as boas vindas aos novos vizinhos.Chegando lá –Duda estremeceu - bati na porta, que estava entreaberta, e como ninguém atendeu, resolvi entrar e me deparei com o hall todo revirado, e a cozinha também. Foi ai que...- Duda que estava assentado na cama abaixou o rosto e completou - eu ouvi uma voz.
-Uma voz?-disse Harry?
-Uma voz de garota.Me chamando, pelo nome, vindo do andar de cima . Eu subi e entrei em um quarto. Foi quando eu a vi, somente como uma sombra, um vulto, um holograma...
-Como uma lembrança?- completou Harry.
-Isso!Como uma lembrança.- disse Duda por fim.
-E o que aconteceu?-perguntou.
-Ela me disse: “Harry Potter, socorro! Avise Harry Potter, cuidado!”. E sumiu.
Harry saiu e do quarto perplexo.E depois do jantar Duda, que inventou a desculpe de que achava que estava gripando por isso não falou nada durante o dia, voltou ao normal e todos foram se deitar.
Harry vestiu o pijama e deitou na cama olhando pensativo para teto de seu quarto, até adormecer.
Ao dormir, sonhou que estava no lugar de Duda durante o que aconteceu durante a manhã.Ele encontrava-se na soleira de uma porta de madeira que se encontrava entreaberta, ele tocou a campainha, mas ninguém veio atender, ele resolveu entrar.
Quando passou pelo portal encontrou em uma casa destruída e revirada.Havia sangue no chão, e alguém o chamando pelo nome com um sussurro.
-Harry! Harry!
Uma voz de mulher.Harry subiu as escadas que davam para o segundo andar da casa, havia um corredor com o papel de parede rasgado e manchado de sangue, nesse corredor varias portas, de uma saia luz, a única aberta.
Ele entrou em um quarto simples com coisas ainda encaixotadas, e viu.Como uma imagem distorcida, como uma lembrança vista por uma penseira, uma linda garota vestindo um vestido longo, digno de uma princesa, de cabelos castanhos e cacheados nas pontas, tinha a pele branca, olhos doces e cor de mel porem muito tristes.Ela parou de chamá-lo e apontou para a cama, onde havia um envelope.
Harry o pegou, e o virou para ler o remetente, onde se lia “Para Harry Potter”, ele encarou os olhos tristes da lembrança que o observava ansiosa a abrir o envelope.
-Harry! Cuidado!- gritou a lembrança, se indo envolvida por uma fumaça espectral.
Harry acordou de um salto e percebeu logo que não estava sozinho em seu quarto escuro e embaçado devido à ausência de seus óculos.
Harry o pôs, atrapalhado, pois ao mesmo tempo em que tentava pegar sua varinha, seu braço estava dormente, e observou já assentado em sua cama que uma mulher jovem, de cabelos rosa chiclete pedia-lhe silêncio.
-Thonks?- disse Harry pondo-se de pé.
-Viemos te buscar.Mas não faça barulho para não acordar seus tios! –disse ela.
-Como assim “viemos”?- perguntou
-Toda a Ordem esta lá em baixo, pelo menos o que restou dela.- disse ela em um tom triste.-Vou sair, arrume uma mochila, com suas coisas, e...Leve o envelope!
-Que envelope?-perguntou Harry, sem obter resposta, pois com um estalo Thonks já havia aparatado.
Harry correu para o armário, tirou sua mochila, alguns livros, o mapa do maroto, a capa de invisibilidade ele colocou no bolso do blusão que vestia, e em cima da cama ele se deparou com o envelope do seu sonho, o mesmo que a lembrança daquela bela garota o mostrou.Mas como Thonks sabia do envelope?
A cicatriz de Harry ardeu e ele se deparou com um som de uma explosão que vinha do andar de baixo.Harry colocou a mochila nas costas empunhou a varinha e abriu a porta de seu quarto e viu que seus tios e seu primo também haviam escutado, pois estava, à porta de seus quartos com suas vestes de dormir e com as caras muito assustadas.Temendo o que teria sido tal barulho Harry pediu para seus tios não saírem dos quartos e ficarem quietos, e desceu as escadas, preparado para qualquer coisa.
Viu no hall uma garota ao chão semi desacordada e amarrada por cordas, a porta de entrada escancarada ao lado, Harry aproximou-se da garota, com sua cicatriz queimando como nunca, e percebeu, quando se agachou e afastou os cabelos do rosto da garota que era a mesma de seu sonho, Harry sem dar tempo ao desconhecido com medo de ser uma armadilha abraçou firme a garota, que Harry acreditava ser Violet sua vizinha, aparatou em tempo de ver uma varinha apontando para eles empunhada pela pessoa a quem Harry mais odiava no momento, Belatriz Lestrange. Só pensou em um lugar para ir: A toca.

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