FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

8. VIII - Encarando o Fogo


Fic: Análise Frontal


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

-----------------------------------------------------------


::N/A :: Acontecimentos rápidos. Quem gosta da Parkinson, não vai gostar do Capítulo, tenho quase certeza.
Kisses para voces.



-----------------------------------------------------



..:: ENCARANDO O FOGO ::..

Capítulo VIII




-----------------------


Durante um tempo só escutamos os soluços de Susana, não demorou para vermos o tão conhecido portão com seus javalis alados. Subimos correndo, tanto nos corredores quanto no Salão Principal. Colin estava preocupado comigo, por incrível que pareça, Any e Teo estavam no Castelo, ela estava falando em tom choroso, mas Teo aninhou ela em seus braços dizendo coisas como "vai ficar tudo bem". Nós formávamos um grupo, instantaneamente um pouco depois do Saguão, Eu, Catherinne, Colin, Kitty, Iris, Any e Teo.


- Então...? - falava Kitty


- Estávamos na Dedosdomel quando pareceu que a coisa ocorreu, foi horrível, os 2 funcionários de uma loja vizinha saíram para ver o que ocorria então eu vi, 2 lampejos verdes... - a voz de Any parecia ir murchando enquanto falava, Teo olhava de esguelha.


- Absurdo... - falou Colin, Iris estava muda.


- Alguns alunos da Sonserina estavam convencidos demais para meu gosto - falou Teo, muito cauteloso.


- Vou ver se encontro Kate - disse Catherinne rapidamente, a Kate Fylen era a amiga Sonserina dela, elas são amigas de infância. Quando vieram a Hogwarts foram separadas por causa das Casas o que por um tempo afetou a amizade, isso também teve seu lado bom por que depois de um tempo por que Catherinne conheçeu algumas amigas dela Sonserinas e viu que não eram tão ruins quanto falavam por aí, mas não sei, é tão estranho!


Um ficou olhando para o outro, enquanto Catherinne desaparecia do corredor.


- Será que queriam pegar Harry? - perguntou Kitty.


A pergunta ficou no ar e se dissipou, no jantar, Dumbledore não prolongou o assunto, falou quase a mesma coisa que Any e pela primeira vez ele não quis contar o porque de alguma coisa à nós, o Ministério não prendeu os autores já que eles desaparataram ao mesmo tempo, só se sabem que foram os Comensais.


E só.


Os boatos continaram até domingo, como iam reiniciar as aulas o assunto ia ser posto em prateleira.


Domingo à noite o dormitório estava sem som, pudera, todas as meninas ja dormiam, só eu estava acordada, sentada em minha cama, era tarde da noite.


Foi quando a porta estava encostada se abriu.


Era Mione.


Fazia muito tempo que não conversava com ela, desde do começo do período mais ou menos.


- Oi Gina, achei que você estaria acordada. - falou ela num tom baixo.


Pois é... - disse eu pensativa, estranhei. Hermione não ia entrar no dormitório do sexto período pra falar simplesmente que achava que eu estaria acordada.


- As coisas andaram bem complicadinhas para você, não é mesmo? - perguntou ela com voz bondosa.


- Está falando em relação à Krinski ? - falei entediada.


- Não exatamente.


Entreolhei para ela quieta, no que ela estava pensando?


- Lourem terminou com Harry.


Não acreeeditooo, então era verdade?


- Quê ? - falei incrédula - Então foi mesmo ? Aquela garota tem algo na cabeça?


- Eu sei, eu sei. Mas ele não sabe de nada entende ? Quero dizer, pela Lourem é lógico que ele sabe das coisas, mas e você ? Tenho certeza que ela contou a versão dela somente.


- Isso até eu faria se fosse ela - notei com azedume.


- Faria ? Que bom !! - falou Mione com vivacidade, arregalei os olhos.


- Não ! Eu não quis dizer que ia falar com ele...


- Não ? - Pareceu que o balão de felicidade de Mione estourou - Mas Gina !


- Mione, eu não quero mexer com essa coisa de novo, e você sabe !


- Tem razão, afinal, ele só vai pensar que voce não está a mínima pra o que ele acha. Se for o que você quer, então tudo bem.


Hermione continuava a olhar impassível.


- Era só isso que você venho me falar ? É que Mione ! Mesmo que eu quisesse isso...


- Oras, por que não ?


Ela parecia mesmo decidida.


- Eu falo amanha com ele - respondi com voz de derrotada, não queria falar meus por quês.


- Harry esta na sala Comunal Gina.


- Ai...


As pessoas no Dormitório pareciam estar dormindo profundamente (pelo menos ninguém estava roncando).


- Você que sabe - falou Mione naquele jeito triunfal em que só Hermione Granger mesmo sabe fazer.


- Eu falo.


Ela deu uma piscadela, parecia contente.


- Então, Boa Noite e Boa Sorte!


Nas verdade, diria a palavra irradiante, se ela já não tivesse saído do Dormitório.


Leeeeegaaaaaalll, noooossaa, como estou animada para essa conversa.


Que seria daqui há uns, ãnh... 5 minutos ?


Fiquei sem palavras, o que eu iria falar? Tive uma vontade louca de cutucar alguém.


Pela primeira vez, aquela voz interior assumiu o controle e falou baixinho "Chegou a hora de você resolver seus problemas sozinha".


Ok.


Tudo bem.


Abri a porta do quarto.


Certíssima, Harry estava sentado numa cadeira confortável frente à lareira, por alguns instantes achei que tinha interrompido algo, ele olhava muito compenetrado para a lareira mas se uma pessoa ficar muito tempo olhando pra você, uma hora ou outra você percebe, ninguem precisa ser um gênio pra saber isso. Então foi quando ele me viu, não parecia zangado, só sem sono, continuei descendo as escadas e me sentei em uma das poltronas que também estavam perto da lareira, era uma noite fria.


Silêncio.


Ora Gina Weasley não é tão difícil conversar sobre uma falha de comunicação banal, que pode ocorrer com qualquer pessoa normal em seus dias normais!


- Eu sei que você tem direito de estar chateado comigo... - comecei do nada.


Só que ele não deixou eu terminar.


- Eu não estou chateado com você - ele falou com seus olhos verdes.


E falou isso calmo, calmíssimo, calmérrimo, super-calmo, e mais alguns superlativos possíveis, até me assustei com isso, arregalei os olhos.


Tudo bem novamente.


Mas então... O QUE EU ESTOU FAZENDO AQUI?


- Só tem uma coisa que não entendi ainda, a Lourem ficou irritada com você só por causa do que a Wendy contou ou - Harry hesitou por um instante - tem alguma coisa que eu não sei ainda ?


Não entendeu a pergunta ? Ai que Bom ! Eu também não ( já parei, já parei).


- Harry, eu sei de algo crucial: O Fundamento dela é totalmente sem sentido...


E Iniciei minha narrativa, ela dá um sono incrível, um verdadeiro porre, mas como Mione insistiu que eu contasse minha versão, eu o fiz.


Sei que no fundo ela ficou preocupada e olha que Mione não é de se preocupar muito fácil, quero dizer, ela só se preocupa por coisas que tem um determinado grau de seriedade e não á toa.


Depois de um tempo, novamente fez-se um silêncio.


Eu por uns minutos pensei em perguntar sobre o ataque a Hogsmeade (curiosidade falando mais alto) só que não achei sensato, então resolvi falar sobre algo que achei que Harry gostava, tudo pra quebrar aquele silêncio que tinha se formado instantaneamente.


- Vocês não tiveram muita sorte com a Lufa-Lufa né?


Incrível, Harry parecia um Olívio II falando de Quadriboll, mas não foi por muito tempo, acho que ambos já estávamos com sono, e acho também que foi melhor assim, pelo menos ninguem ficou chateado, isso foi uma suposição, é claro, muito minha, pra variar.


A Profª Cristy durante muito tempo ficou pesquisando as possibilidades para uma excursão Cultural de complemento para uma exposição Bruxa, sobre os artefatos mágicos da antigüidade, ia ser chatissimo, isso, era a minha opinião novamente, até os alunos se animaram, porém, nas atuais circunstâncias...


- Gina, acorda... - ouvi Catherinne dizer, soou meio estranho, parecia falar ao mesmo tempo em que sorria, talvez para a Professora de Runas não perceber.


Peraí, professora?


Ah sim, é que realmente estava com muito sono, mania de dormir tarde sabe?


Oras e por acaso, quem nunca cochilou numa aula? (não responda, não responda!)


E justo hoje ela estava passando uma matéria muito chata, a Any tava com cara de irritada, então para ver se melhorava aquilo, eu resolvi abrir o livro de Runas novamente, já que estava utilizando como travesseiro, passamos o resto da aula copiando matéria do quadro negro.


Acabou a aula, Any ainda estava muda, bem, isso seria normal, mas é que vocês não sabem, ela tem uma dose maior de "bobo-alegrismo-agudo" do que qualquer pessoa que conheci na minha vida (não exagera também) mesmo assim eu não queria que ela ficasse chateada por minha causa.


Essa nem eu sei explicar; andávamos rápido para a maioria dos alunos era a última aula do dia, a Any e a Catherinne, eu e elas não nascemos grudadas (Incrível! Aposto que por essa você não esperava !), então elas viraram no corredor para ver se encontravam o Jonathan (foi a Catherinne que me disse) ocorreu que eu não vi nada demais em fazer uma volta maior apesar do frio e da neve que caía lá fora cada vez mais espessa.


Alguns alunos da Sonserina passavam pelo mesmo corredor.


- Acho que os Weasleys devem demorar um mês apenas para comprar um uniforme - falou uma voz arrastada de deboche.


Não me virei, apenas ignorei.


- Ou assaltam os ex-alunos...


Ignorei.


- Será que eles já viram como é uma loja de roupas decente? - perguntou - se a voz (preciso dizer de quem é o dono?) com tom de fingida curiosidade.


Ig.. AHHHH CHEGA!


- Parou por aqui Malfoy - falei com os olhos faiscando, as risadas cessaram instantaneamente quando eu virei.


- E por que deveria fazer isso?


- O que você falou no começo do período mesmo? Um duelo? - foi a primeira coisa que me veio na cabeça.


- Não vai me dizer que a tonta da Weasley vai querer duelar? - alguns alunos riram.


AAAAAHHHH ÉEEE ??


OK.


Vamos ver então.


Peguei a varinha que estava no meu bolso lentamente, incrível o efeito disso, todo mundo se calou e o Malfoy ficou mais pálido do que já é.


Fechei os olhos, respirei fundo, rodopiava a varinha entre meus dedos e contei até dez.


- Por acaso... - começou ele com a mesma voz arrastada mas não deixei ele recomeçar.


- ESTUPORE!


Ele foi mais longe.


- PHLOGESTICUM!


Me abaixei rapidamente, o feitiço do Malfoy acertou um Grifinório, ele parecia prestes a Ter uma convulsão, começou a tremer e depois saiu desembalado pelo corredor. Agora, o meu feitiço acertou a... IUUUUUPI!!! EU ESTUPOREI A PARKINSON! EU ESTUPOREI A PARKINSON!!! MERLIN EU TE AMOO !!! Êêêê, cahãm, quero dizer... Que coisa não?


Cena ridícula: eu fiquei olhando para ele com varinha em punho, e ele ficou me encarando, sendo que ao "redor" estava uma verdadeira movimentação, uma boa parte causada por Jonnathan (onde estaríam Catherinne e Any?) que gritava algo como "10 galeões para Weasley, 10 galeões para Malfoy, alguém aposta mais? Dou lhe uma..." (tsc tsc, que feio Jonnathan!) Ah sim, Cristy apareceu, ela e Minerva eram as que tinham o maior dom de ver confusão, parecia chocada.


- Posso saber o que ocorre aqui? - ela não esperou respostas - muito me admira essa cena, Sr.ta Weasley cujo desde que conheço nunca deu problemas e agora arranja confusões à toda hora.


Ela se virou em direção a Malfoy.


- E Muito me admira também o Sr. Malfoy cujo é monitor mas arruma brigas mais que a casa da Sonserina inteira. Quem começou? - brandiu ela sérissima.


Cena ridícula 2: EU apontei para ele e o Malfoy apontou para mim.


- Vocês dois venham comigo - ela abriu passagem entre os alunos, seguimos ela em silêncio, Malfoy parecia bem calmo, tinha guardado sua varinha tranqüilamente.


E eu não acredito.


Como alguém pode ser assim ?


Será que dá pra acordar ?


Eu estava tremendo feito uma vara verde por que quase nunca tinha discurssões no corredor.


Mas ela não foi para sua sala, simplesmente nos levou à uma sala do quinto andar, fechou a porta e nos encarou.


- Eu quero que vocês respondam algumas perguntas minhas, certo?


Acenamos que sim.


- Temos dois alunos na ala Hospitalar, e temos vocês aqui - disse ela inspirando fundo


- Quem conjurou o primeiro feitiço?


- Eu, mas ele insultou minha família -Malfoy fez sinal que ia falar também.


- Ok. Já vi que é melhor nem recomeçarmos, não vai Ter jeito, vocês terão que fazer detenção - agora ela pareceu que estava falando mais pra ela mesma do que pra nós - eu soube hoje pela manhã que o Snape estava precisando de poções para o seu estoque, se elas não forem muito perigosas eu poderia estar passando a lista para vocês estarem fazendo até Sexta- feira, é, acho que seria isso mesmo - dizia ela agora pensativa.


- Peraí - Malfoy lembrou-se novamente que tinha boca - Eu não vou ter que fazer detenção com ela, né? - completou perplexo.


Desculpe, mas estava com vontade de vomitar.


- Isso não vai dar certo - respondi, evidentemente.


- Ah, mas vai sim! Só assim mesmo para vocês pensarem melhor e não saírem proferindo feitiços corredor á frente, e já estejam avisados ! Agora com licença, falarei com o Snape.


E Saiu.


Sentei numa cadeira, aquilo parecia ser uma sala de aula comum, só que com um teto maior, é, estava encrencada, a única coisa que valeu a pena foi ver a cara do Malfoy quando eu reagi.


Ouvi um barulho estranho, ele estava com a varinha em punho, olhando para cima, tava tentando acertar um Sterbiads que voava perto do teto e realmente fazia um barulho insuportável.


Você sabe né ? Aquelas coisinhas asquerosas que são parecidos com Diabretes e gostam de poeira.


Ainda bem que são pequeninos por que senão eu não saberia o que fazer.


Ele estava sem sorte, isso sim.


Já era a terceira vez que ele tentava acertá-lo mas o feitiço apenas quicava no teto e depois desfazia-se no ar, pudera, ele mirava de modo errado.


- Mire dois dedos acima do alvo - disse displiscentemente.


- Weasley, você acha que é quem para me ensinar algo? - disse o Malfoy cruzando os braços.


- Só estava querendo ajudar! - disse irritada, então levantei pus a varinha em punho, murando, ele fez uma cara como se soubesse que eu não iria conseguir.


E não consegui mesmo.


Ele ergueu as sobrancelhas mais convencido que nunca


Realmente, Sr. Sterbiads , meus sinceros e legítimos Parabéns, pela sua auto - força, dinâmica, merece até um prêmio.


GRrrrrr.


Eu mereço mesmo, então lá estava uma Weasley e um Malfoy tentando acabar com um Sterbiads idiota e esperando a droga de uma detenção.

----------------------------------------------------


"Enviado por uma coruja especial...."

..:: Angelina Michelle ::..

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2023
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.