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17. Morte (13/2)


Fic: Até o fim - NC 18- Dr-Hr


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 17 - Morte



Após uma tarde mais longa do que as normais, e que só não tinha sido chata porque Draco tinha ficado o tempo inteiro ao seu lado, Hermione foi liberada por Madame Pomfrey para que esta voltasse ao seu dormitório. Mas não antes de receber estritas recomendações tanto ela, quanto Draco. Com a ajuda de seu então ‘namorado’, Hermione pôs-se de pé e se encaminhou para fora da enfermaria que estivera utilizando bastante, ultimamente.

Uma vez do lado de fora, Draco envolveu a cintura esguia da grifinória com um de seus braços, dando-lhe suporte e proteção. Caminhava vagarosamente por alguns corredores na direção do salão principal, quando Hermione parou abruptamente. Num primeiro momento, o loiro se assustou pensando que ela pudesse estar se sentindo mal, mas logo tranquilizou-se ao ver os lábios avermelhados tomarem a forma de um sorriso tranquilizador.

-O que foi? – Ele perguntou, sorrindo ternamente para ela.
-E agora, como vai ser? Eu quero dizer... Nós dois, o que acontece? – Ela perguntou, tensa.
-Vai ser como eu sempre quis que fosse! Agora que o cicatriz já sabe, não temos mais motivos pra esconder que estamos juntos. – Ele disse, acariciando um lado da face dela com as costas das mãos.
-Você sabe que vai ser um problemão, não sabe? – Ela perguntou, divertida.
-Sei... Mas sei também que eu te amo e que pra ficar com você eu enfrento quaisquer problemas! – Ele disse, puxando-a para mais perto e selando seus lábios nos dela. – Então, agora vamos porque a Srta. tem que jantar! – Ele disse, assumindo uma postura mandona.

Ela soltou uma gargalhada divertida, enlaçando seus dedos nos dele para logo em seguida voltarem a caminhar. Não sabiam a força do impacto que seria eles chegando juntos, de mãos dadas no salão principal, mas nenhum dos dois estava se importando muito com isso. Eles só queriam curtir os momentos que tinham juntos, sem ter que ligar para o que os outros pensariam ou falariam disso tudo.

Viraram num corredor anormalmente movimentado para aquele horário. Havia uma aglomeração de alunos em volta de algo que eles não puderam visualizar porque os mesmos(alunos) estavam tapando a visão do casal. Se entreolharam, cúmplices e preocupados antes de avançarem, ainda com as mãos unidas, na direção dos alunos. Quando mais próximos, puderam ver que Mc Gonagall conversava com Snape preocupada, enquanto alguns alunos esboçavam expressões tristes e assustadas.
Dentre os alunos presentes ali, Hermione pôde ver Harry, que abraçava uma Gina chorosa contra o seu peito, e Rony que conversava com Lauren, preocupado. Antes que pudesse mencionar algo a Draco, a voz de Zabini se fez presente.


-Hey cara! – Disse ele para Draco, passando por entre a multidão para alcançar os dois. Quando o moreno percebeu que Draco e Hermione estavam com as mãos unidas, sua expressão se tornou ainda mais confusa e espantada do que antes.

-O que está acontecendo? – Draco perguntou a Zabini, ignorando o olhar inquisidor que este lhe mandara.
-Uma aluna apareceu morta! Não disseram nada ainda... – Disse o moreno, preocupado. – Mas na minha opinião, isso foi uma maldição imperdoável! – Continuou Zabini, num tom mais baixo para que só eles ouvissem.
-Como isso? Nós estamos dentro de Hogwarts! – Draco perguntou, exaltado.
-Parece que ela era do terceiro ano... Corvinal eu acho... Ou Grifinória, não tenho certeza.

Hermione não havia falado nada até aquele momento, apenas olhava fixamente para um ponto a sua frente. Os olhos de Draco se focaram no que a castanha tanto observava e então ele pôde visualizar o que chamara a atenção dela. Coberto por um manto negro, o corpo da menina estava sendo transportado por dois professores que Draco não reconhecera no momento. A grande roda se abria dando passagem para o corpo inerte da jovem menina, que teve sua vida interrompida por causa das artes das trevas.


-Muito bem alunos! Voltem para seus dormitórios! As devidas medidas de segurança serão tomadas por nós! Amanhã estará tudo esclarecido! – Disse McGonagall em voz alta.
-Olha professora! – Um garotinho, do segundo ano aproximadamente, apontou para ao brilhante no chão, bem ao lado de onde o corpo da garotinha estivera anteriormente, despertando a atenção de todos ali presentes.


As mãos de McGonagall alcançaram o objeto brilhante, reconhecendo-o imediatamente como o emblema da Sonserina que ficava preso aos uniformes de todos os alunos da casa. Um clima de tensão se instaurou no local e todos se encaravam desconfiados. Imediatamente, McGonagall lançou um olhar significativo a Snape e ambos saíram dali, caminhando a passos largos e rápidos na direção da sala de Minerva. O restante dos alunos permaneceu no mesmo lugar observando o corpo da aluna assassinada flutuar na direção leste do castelo.

Hermione não conseguiu conter por mais tempo um pranto desesperado e deixou escapar um soluço, seguido de algumas lágrimas que rolavam por seu rosto. Seus joelhos cederam e ela só não foi ao chão, porque Draco a amparou, envolvendo-a num abraço. Todos os alunos ali presentes desviaram a atenção imediatamente para o casal. Alguns os fitavam com espanto por presenciarem uma cena completamente inusitada entre Malfoy e Granger, e outros olhavam com preocupação para Hermione pois os problemas de saúde da castanha eram de conhecimento de todo o castelo através de boatos.

-Tire-a daqui, Malfoy. – Disse Harry, não com o mesmo tom raivoso de outrora, agora estava cabisbaixo, preocupado.

No mesmo instante, Draco sustentou-a pelos quadris, puxando-a de encontro ao seu corpo. Ela enlaçou as pernas ao redor dos quadris dele e enterrou o rosto na curva do pescoço do loiro, deixando mais lágrimas fluírem. Afagando os cabelos castanhos, Draco começou a caminhar sustentando o peso de Hermione, na direção do salão de monitores. Os olhares curiosos de praticamente todos os presentes os seguiram até sumirem de vista, inclusive os de Blaise.




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-Vou pedir que Dobby traga algo para jantarmos. – Disse Draco, enquanto colocava Hermione sentada na cama, em seu quarto de tons negros.
-Não vou conseguir comer nada. – Disse Hermione com a voz chorosa, abraçando os joelhos. – Ela devia ser tão novinha...
-Eu sei, meu amor. Foi uma cena horrível para todos... Mas tenho certeza que amanhã saberemos mais detalhes do que aconteceu... Só não consigo acreditar que tenha sido logo dentro de Hogwarts. E se foi mesmo uma maldição imperdoável, temos que tomar muito cuidado a partir de agora...
-Draco.... Eu estou com medo! – Disse Hermione, agarrando-se a ele.
-Não tema. Eu estou aqui! – Ele assegurou, afagando os cabelos castanhos.
-Tenho tanto medo que algo aconteça a você! – Ela disse, num sussurro.
-Nada vai acontecer, fique calma! - Draco a tranqüilizou. – Vai ficar tudo bem...
-Promete?
-Sim, eu prometo. Agora vou chamar Dobby, você precisa se alimentar.




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No salão comunal da sonserina quase desabitado, Zabini estava perdido em pensamentos, sentado em um dos sofás próximos à lareira. Os últimos acontecimentos tinham mexido com a cabeça do rapaz, que se encontrava pasmo e confuso. Além de uma morte dentro do castelo, ainda havia Draco que tinha aparecido de mãos dadas com uma grifinória. Não era qualquer grifinória, era Hermione Granger, melhor amiga de Harry Potter! Estava na cara que os dois estavam juntos, ele só não conseguia entender como aquilo poderia ter acontecido.

Decidiu esquecer aquele assunto por aquele momento e se concentrar nos seus problemas mais graves. Ele tinha certeza que aquela morte havia sido causada por alguma maldição das trevas, constatando suas suspeitas de que uma guerra se aproximava. Como ele bem havia percebido, o autor daquele crime tinha deixado cair um emblema sonserino, suas desconfianças já existentes, aumentaram ainda mais corroendo-o por dentro. Se negava a acreditar, mas os indícios levavam sua suspeita diretamente para uma pessoa. E por coincidência ou não, essa mesma pessoa acabava de entrar o salão comunal.

- Preciso falar com você! – Ele exclamou, denunciando sua presença.
-Agora não! Não estou em condições! Você viu isso? Essa morte dentro de Hogwarts! – Ela exclamou, nervosa. Algumas lágrimas rolavam pela face da menina.
-É exatamente sobre isso que quero falar com você! – Ele insistiu, aproximando-se dela.
-Eu já disse que agora não, Zabini! – Ela respondeu, chamando-o pelo sobrenome como raramente fazia.
-Agora sim, Renata! Você vai me escutar! - Ele disse, raivoso, segurando um dos braços dela com firmeza.
-O que você quer? Olha, eu to cansada. Não estou em condições de discutir relação agora! – Ela tentou argumentar.
-Deixa de ser sonsa, garota! - Ele disse, aumentando o aperto sobre o braço dela. – Eu sei o que você anda fazendo por aí!
-Do-do que você está falando? – Ela perguntou, assumindo uma expressão assustada e uma palidez mais acentuada que antes.
-Não se faça de desentendida, você sabe muito bem do que eu estou falando! – Ele disse, lançando um olhar ameaçador.
-Muito bem! Se você sabe, por que não vai lá correndo contar para McGonagall? Hein? Vai lá contar pra nossa diretora querida! Só não se esqueça querido, de que você vai se ferrar junto comigo!
-Eu vou me ferrar junto com você? – Ele perguntou confuso.
-Óbvio, ou você acha que eu fiz esse filho sozinha? – Ela disse, esboçando um sorriso sarcástico.


Um silêncio incômodo se instaurou no local. Zabini continuava a apertar o braço de Renata e a fitava, boquiaberto, enquanto ela o encarava desafiadoramente. Ele ainda tentava assimilar as últimas palavras da morena em sua cabeça, mas cada vez entendia menos daquilo tudo. Ele tinha plena certeza, até então, que ela era a sonserina envolvida na morte da menina há poucas horas. Que todos aqueles sumiços dela eram devido às suas recentes práticas das trevas, mas então uma revelação bombástica como aquela, e sua mente trabalhava sem parar, quase fervilhando, sem encontrar nenhuma resposta coerente para aquilo tudo.

-O que? Você ta de brincadeira, né? – Ele conseguiu dizer após longos minutos de silêncio.
-Ué, você não me disse que sabia o que eu andava fazendo por aí? Então, vamos lá conte para a McGonagall que nós dois fomos muito além das regras da escola bem aqui debaixo do nariz dela! – Ela disse, ironicamente. – Ou você acha que ela vai te deixar sair bem dessa?
- Você está grávida! – Ele disse, com os olhos fora de foco, largando-a e deixando seu corpo desabar numa das poltronas próximas.
-Descobriu a pólvora! – Ela ironizou. – O que deu em você, hein Blaise? Primeiro me disse que já sabia de tudo e agora fica aí com essa cara de tapado!
-Eu não estava falando disso. – Ele disse, ainda se recuperando do choque.
-Não? – Agora foi a vez dela se assustar. – Estava falando de que então?
-Eu achei que você fosse a culpada pela morte da garotinha! – Ele soltou, encarando-a depois de muito tempo.
-Você está louco!? Tudo bem que eu não sou um exemplo de bondade, mas também não sou uma assassina! – Ela exclamou, raivosa.
-Você queria que eu pensasse o quê? Você estava estranha, sumia o tempo todo e depois reaparecia sem dizer onde estava! – Ele defendeu-se, levantando novamente.
-Pra sua informação, eu estive o tempo todo com Madame Pomfrey! Ora fazendo exames, ora ajudando-a na enfermaria!
-Você ajudando na enfermaria? – Ele perguntou, sorrindo sarcasticamente. – Isso sim é o que se pode chamar de mudança.
-Não seja idiota! – Ela retrucou, sentando-se no sofá com uma expressão cansada.

Alguns segundos de silêncio se seguiram, enquanto Zabini sentava-se ao lado dela no sofá. Ele respirou fundo antes de dizer:

-E então, o que pretende fazer quanto a isso?
-Como assim o que eu vou fazer? – Ela perguntou, desentendida.
-Vai tirar?
- O que? Está maluco? Como você pode pensar uma coisa dessas de mim?
- Ah Renata! Vamos combinar que você nunca prestou! Nós dois sabemos muito bem disso!
-Você é um imbecil! Se não quer esse filho... – Ela começou, mas foi interrompida por ele.
-Filho? Quem me garante que esse filho é meu? Você vive se agarrando com vários caras pelos cantos do colégio! Você pensa que eu não sei? Até mesmo pro Draco você já abriu as pernas! Você é uma vagabun... – Ele não conseguiu terminar a frase pois sentiu uma ardência no lado esquerdo de sua face, causada pela mão de Renata que o atingira em cheio.
-Nunca mais ouse falar dessa maneira comigo! – Os olhos da morena já estavam marejados e em sua face havia uma expressão de profundo ódio.
-Não estou dizendo nada além da verdade! – Ele respondeu, alisando o lado do rosto atingido.
-Escuta aqui, eu vou ter esse filho você querendo ou não! E não precisa se preocupar, eu vou cuidar dele sozinha, ele nunca vai precisar de você como pai! Eu serei a mãe e o pai dessa criança! – Ela afirmou, num tom de voz amargo.
-Ótimo! – Ele exasperou, furioso.
-ÓTIMO! – Ela gritou, antes de virar as costas e subir as escadas para o dormitório, em passos largos e rápidos.


Zabini se largou no sofá e enterrou o rosto nas mãos. ”Que diabos eu vou fazer agora?”, pensou enquanto olhava para o vazio.

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No salão comunal da grifinória o murmúrio e as conversas não davam indícios de que cessariam tão cedo. Um moreno de olhos extremamente verdes observava o crepitar das chamas na lareira, pensativo. Sua cicatriz já não doía há pouco mais de um ano e até então ele acreditara que estava tudo em paz. Mas os recentes acontecimentos lhe provavam o contrário. O fim da guerra havia sido apenas uma doce ilusão, e o lado do mal voltava com mais força do que nunca, infiltrando-se até mesmo dentro do local que era considerado o mais seguro do mundo bruxo, Hogwarts.

-O que vamos fazer agora? – A voz suave de Gina, despertou-o de seus devaneios.
-Eu sinceramente não sei, Gina! – O moreno admitiu, retraído. - Em todas as outras vezes que eu lutei contra o mal, eu sabia bem o que estava enfrentando, Voldemort e suas artimanhas. Mas agora... Agora é tudo diferente! Eu estou no escuro, às cegas! Não sei o que combater nem como!
-Hey cara, relaxa! Nós vamos conseguir destruir o que quer que esteja por trás disso tudo! – Disse Ron, que estava deitado no colo de Lauren. A presença da sonserina no salão comunal da grifinória era tão comum que nenhum dos grifinórios parecia notar ou se incomodar com isso.
-Pela primeira vez, eu sinto que não! Tem algo muito diferente dessa vez! Nem mesmo minha cicatriz dói! – Harry reclamou, apontando para sua testa. – Temos que fazer alguma coisa!
-O que você está querendo dizer? – Perguntou Gina.
-Vamos começar a investigar! Temos que encontrar quem está por trás da morte dessa menina! Nunca ficamos parados! Temos que fazer alguma coisa! – Afirmou Harry.
-Concordo com o Harry! – Interpôs Rony. – A partir de amanhã começaremos a procurar o culpado! Ajudaremos a ordem sem que ninguém saiba, e logo vamos resolver tudo!
-Espero que esteja certo. – Disse Gina, recostando a cabeça no ombro de Harry.




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Um clima de tensão tomava conta do salão principal na manhã daquele sábado. Os alunos se arrastavam preguiçosamente para as mesas das quatro casas, esperando ansiosos por algum esclarecimento sobre os recentes acontecimentos. A mesa dos professores estava vazia, chamando a atenção de praticamente todos os presentes, com exceção de alguns primeiranistas inocentes. Rony conversava com Harry e Gina na mesa grifinória, enquanto Lauren remexia com desinteresse a comida em seu prato na mesa sonserina. Nem Draco, nem Hermione tinham aparecido até então. As especulações sobre onde estariam todos os professores eram muitas, e os murmúrios eram gerais, envolvendo todo o salão numa atmosfera de medo.

Indícios de uma noite mal dormida ocupavam os rostos da maioria dos grifinórios, e alguns alunos de outras casas, como Lauren. A ameaça eminente de uma guerra próxima preocupava-os e muito, despertando o desespero em alguns e causando a exaustão em outros. Passada mais de meia hora do horário usual de início do café da manhã, Minerva McGonagall entrou no salão principal seguida de outros professores como Snape e Flitwick. O silêncio se estabeleceu no local, e os alunos tomaram posturas rígidas e sérias. Os professores se acomodaram na mesa ao fundo do salão, deixando apenas McGonagall de pé, tomando a atenção dos presentes para si.

Antes que a diretora do colégio pudesse dizer algo, a atenção dos alunos foi desviada para o mais improvável casal de Hogwarts que acabava de passar pelas portas do salão. De mãos dadas e expressões duras nas faces, Draco e Hermione caminharam em sincronia até onde seus caminhos se diferenciavam. Antes de se separar dela, Draco puxou Hermione de encontro ao seu corpo, beijando-lhe o topo da testa, para logo em seguida, caminhar na direção da mesa sonserina. Hermione fez o mesmo, assumindo o seu lugar de costume ao lado de Rony na grifinória.

Alguns comentários de assombro e surpresa puderam ser ouvidos, vindos de alguns alunos estupefatos. Mas estes logo foram abafados pela voz da professora McGonagall que trazia novidades não muito agradáveis.

-Em nome de todos os professores de Hogwarts... - Começou McGonagall com pesar. - ... eu sinto informar que a escola não é mais segura. - Múrmurios vindos de todas as quatro mesas se fizeram presentes. - O que ocorreu ontem não foi um acidente. O que tivemos aqui foi um assassinato! Um assassinato dentro de Hogwarts.

Gritos de horror e medo se sobressaíram em meio à confusão que se seguiu. A guerra estava próximo, mais próxima do que qualquer um ali imaginava.



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N/A: Oiii gente!!! Eu sei que vcs tão querendo me matar,não é msm??? Mas eu tenho algo a fizer em minha defesa!!! Primeiramente, desculpa a todooos por essa demooooora giganteeesca!!!! É que bem, eu me mudei e estamos com um problema com a empresa telefônica daqui e até hj não instalaram minha internet!!!! Estou quase surtando como vcs podem imaginar! Segundo, eu estava completamente atooolaaaaada com os trabalhos da faculdade!!! Inclusive estou aqui no lab da própria pra poder pesquisar sobre um trab que tenho q apresentar segunda-feira!!! E pra completar, fiquei sem meu pen drive por uma semana, pois tive que emprestá-lo a um professor pra ele analisar um trabalho escrito!!! Isso tudo contriubuiu e muito para o atraso do capítulo!!! Mas ele chegou!!! Prometo que vou tentar não demorar tanto com o próximo, mas é que vem aí o carnaval e sabem como eh... haushaushauhsuahs . Brincadeira!! Vou me dedicar mais às fics, mas não fiquem tristes! rsrsrs A próxima a ser atualizada será Apenas meros detalhes com o epílogo pra finalizar!!! \o/ E não percam seis sentidos que já está com o capítulo 2 no ar!!!! =D ... Agradeço a todos que não me abandonaram e perdãaaaaaaaaaaaaaaaao!!!! Amo mto vcs!!!
Quem ainda não tem meu msn, add aee!!! (apesar de eu nao estar mt na net ultimamente! rsrsrs) e Orkut tb!!! hehe
Beijoocas a todos!


Ju Fernandes





N/da intrusa que tá se aproveitando da oportunidade (Crik Snape) - Opa, oi gente? Td blz? Hahaha... O que eu tô fazendo aqui? Adivinhem só... postando o capitulo!!! hahaha Fazendo essa favorzinho pra Ju né, meio forçado, mas tudo bem. hahaha Brincadeira... eu tô é loca pra ler logo esse capitulo!!!
Olha, a Ju tá mentindo ai... ela tá na facul só de bobeira mesmo... ela nem estuda!!!! =)
Brincadeira... tadinha dela gente... ela tá sem telefone em casa, sem net decente... tá só curtindo o carnaval e morrendooo de saudade vocês!!!!!!!!!
E eu morrendo de saudade dela né... pq ela quase não dá as caras no msn! hahaha
Aiii... vamos fazer a Ju feliz?? A gente comenta bastante mesmo.... sabe que ela cumpre com as chantagens que ela faz neh?? hahaha
bjus e desculpa a intromissão!!!
*deixa eu ir lá ler esse capitulo logo antes que eu tenha um treco aqui!*

bjus... Crik Snape! ;*




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Comentários: 2

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por Tielly em 16/09/2011

que cap. lindo! ele assumiram pra todos *o* ~grita, dança, rebola~ poskposkposk' to amando, posta mais! ;*

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

Enviado por vanzhan em 20/08/2011

OMG OMG OMG OMG!

CURIOSA NÃO DEMOREE PLZ!

Irei ler o aviso Bjuus

Nota: 5

Páginas:[1]
:: Página [1] ::

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