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22. XXII - Em Bétulas


Fic: Análise Frontal


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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::N/A :: ( T.T )Não sei se isso é perceptível mas eu tento evitar Spoilers do quinto livro na Fic á todo custo. Eu comecei ela sem ler o livro, então teria que terminar sem colocar essas informações, certo? Não. Ainda sim, a Fic tem pequenos Spoilers. Na verdade, os maiores que tem são aqueles que por acaso eu adivinhei, ou nomes de personagens, fora isso o resto passa batido. Kisses para vocês.



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..:: EM BÉTULAS ::..

Capítulo XXII




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Any tinha razão, já estava tendo a sub-organização para os grupos de estudo naquela semana mesmo.


Comentei á Catherinne que conjuraria uma corda para amarrarmos Kitty na Sala comunal e que se ela precisasse de mais um metro era só me avisar.


Ela disse que talvez não fosse necessário.


“Temos o Colin”.


Colin tinha notas altas em quase todas as matérias, talvez isso ajudasse em algo.


Acordei cedo e comecei meu dia ao avesso.


Sim, isso mesmo.


Catherinne era insuperável, sua cama estava vazia.


Olhei para Any: parecia aqueles ursos que hibernavam o inverno inteiro.


Íris e Kitty também continuavam dormindo.


Terminava de colocar as meias quando ouço um estalo.


Any estava de um salto, vestindo o uniforme como se estivesse indo para a guerra (Nem me pergunte da onde tirei essa expressão).


Alegou que tinha algumas coisas urgentes para se fazer e saiu.


Sim, eu sou lerda.


Arrumei meu cabelo de qualquer jeito mesmo e também sai.


Foi aí que começou.


Perguntei que horas eram para a Clarie. Nisso, me irritei comigo mesma e voltei no dormitório correndo.


Então verifiquei minha saca de materiais e vi que faltava um livro.


Voltei para o Dormitório pela segunda vez.


No caminho encontrei Neville por acaso e descobri que não estava tão mal; ele tinha esquecido três livros.


Quando entrei no salão vi Draco Malfoy com a cara de mal-humorado que ele reservava para muitos.


Isso por alguns segundos, quando comecei á perceber uma certa quentura no rosto, ele estava na melhor forma de um olhar misterioso a “Lá Malfoy”.


Peraí, fiquei sem-graça com o olhar dele??!! (O QUUUEE???)
Acenei para Luna que estava na mesa da Corvinal e dei bom-dia a Rony.


Any permanecia na mesa.


Ótimo! Então não sou tão lerda assim.


Tomei um chá tranqüilamente, Flitwick estava com uma roupa tão engraçada...


Não encontrei nenhum Profeta Diário disponível infelizmente, sai o mais rápido possível da mesa me perguntando porquê não poderíamos ser um grupo de amigas normais que tomam o café-da-mãnha juntas, sim, Any já saíra novamente para falar com o Teo e Catherinne já devia estar na porta da sala.


PLOFT!!


Alguns pergaminhos voaram.


Fiquei tão distraída que acabei esbarrando em alguém.


Minha mãe sempre diz para eu ser positiva.


Então ta: já tinha saído do Salão, senão todo mundo teria visto.


Certos momentos precisam de apresentação.


Com a mesma voz da apresentadora do programa de rádio “A Magia de cantar” digo que tive que esbarrar justo na Loureeeemm Krinskiiii!!


Olhando melhor, ela tinha um grupo de seis garotas atrás dela.


“Agora Merlin, me escute bem.” Comecei em pensamento.


“Se eu morrer hoje, vou chegar lá, em cima quebrando tudo!”


Krinski não deixou que seus cabelos loiros varressem o chão quando ela terminou de empilhar as suas anotações; ia pronunciar um sonoro “desculpas”, então viu quem era e fez um gesto intragável de “ah, é você?”, seguindo reto para o Salão Principal.


Será que as pessoas não percebem o quanto ela é intragável? E ridícula também?


Essa direção não foi tomada por iniciativa própria, uma garota fez sinal para prosseguir, vou chamar ela de garota sensata.


Wesley Bonfligiot me entregou um livro que tinha rolado mais longe.


Ele sempre tinha um ar muito animado, juvenil.


Quem dera se eu fosse assim...


Ele não ia com a cara da Krinski também, tanto que a xingou em voz alta.


Ah, Maravilha! Da Corvinal inteira, UM aluno não me odeia.


Ta, acho que também não é pra tanto.


Teo ficaria meio chateado se soubesse do que falei.


Na aula não sai melhor do que entrei.


Era a primeira aula de Transfiguração depois daquele incidente.


Estava errando detalhes bobos e medíocres, totalmente... O QUE? Péssima? Não. Horrível.


Mas não se preocupem! Eu não explodi a sala de Transfiguração, mesmo por que aí eu acho que Minerva ia ficar um pouco brava...


Kitty disse que talvez finalmente minha convivência com Neville estivesse me afetando.


Pedi, muito gentilmente, que Kitty fosse contar pra mim quantas folhas as árvores que fazem parte da propriedade de Hogwarts tem.


Almocei logo. Uma matéria com o título ”Tudo sobre os gatos da seleção da Irlanda” rodava nas mãos das garotas.


Francamente... !!


Antes de sair da mesa Catherinne me perguntava se estava tudo bem.


“Tudo bem”.


CLARO, que está tudo bem.


Aproveitei aqueles minutos extras, precisava esfriar um pouco, então saí do castelo ainda batendo o pé, dando a volta pela orla.


Eu explico: no fim dela tinha-se uma meia-dúzia de bétulas adultas que formavam uma parede sólida praticamente frente ao lago.


Fiquei um pouco receosa pois á margem era estreita naquela parte e atrás ficava somente uma camada de ramos e galhos, me sentei na grama ainda com a cara emburrada.


Ninguém conseguiria me ver lá mesmo.


E mesmo que alguém viesse, certamente esse alguém estaria correndo um grande risco de vida.


Olhei para meu reflexo e comecei a rir.


Realmente, minha cara estava muito engraçada e um pouco do peso que sentia se foi.


No entanto olhei novamente e vi minha face séria, nos olhos, um brilho intenso igual que tivera semanas e semanas atrás ao me ver numa vidraça.


Será que aquela era eu?

Será que alguma mudança tinha ali? Que eu jamais poderia ver ou sentir?



Crec.
Barulho de um galho se partindo.


Não. Analisando melhor era barulho de um galho sendo pisado.


Pisado? Ah, mas eu esgano!


Num acesso de fúria apontei a varinha imediatamente para a passagem estreita em que passei minutos atrás.


E então...


...



...



Sabe, acho que eu reconsidero o que disse anteriormente, ia me atrasar.


Talvez tenha sido um ataque esquizofrênico-alucinativo de minha mente.


Aí eu vi um par de olhos conhecidos vindo em minha direção.


Ele andava lentamente como se não tivesse remotamente um afazer especifico naquele momento.


Meu rosto olhou de novo o reflexo, a feição ficara serena por instantes.


Quando estava há um metro de mim, tomei fôlego para falar, olhei um pouco alarmada para os lados.


Sim, era Draco Malfoy.


Fiquei preocupada por que aquelas bétulas não eram tão confiáveis assim.


Ele abaixou-se vagarosamente ao meu lado e com um de seus dedos ele fez sinal de silêncio frente a minha boca.


- Shhhh. Tudo bem, não há ninguém perto da orla – disse ele baixo e pausadamente.


Ele pareceu-me que foi tomado de uma força contrária repentina, recuando um passo.


Me desatei a rir.


- Que foi? – perguntou ele com estranhamento num tom um pouco mal humorado.


- Desculpa, não segurei – disse ainda rindo – é que por pouco não lanço um feitiço em você, escutei os passos e me assustei...


- Você sempre tenta azarar todo mundo que chega perto quando está fora do castelo? – perguntou ele ainda achando esquisito meu comportamento porém, começando a rir – A Idéia é legal mas...


O que me desconcertou momentaneamente, era raro ver ele sorrindo e naquele instante parecia que fez por um gesto sincero.


- Ãhn... Na verdade não – disse me recompondo – Só quando meu dia está sendo horrível, aí sem querer posso descontar nas pessoas.


- E o que faz um dia horrível para você?


Certas coisas nunca mudam. Ergui os olhos para vê-lo melhor, olhando o lago.


Fui impedida de falar pela minha própria surpresa.


Nunca tinha falado de meus problemas para ele e era complicado fazer isso pela primeira vez.


Como não emitia nenhum som, Malfoy desviou o olhar do lago.


- O.K. Já entendi – disse ele dando meia volta e se afastando.


- Não, espera! – disse levantando.


Não. Ele já tinha feito a parte mais difícil. Não podia ir agora...


- Você foi uma das poucas pessoas que me perguntou isso. É que é meio difícil pra mim ainda...


Parecia que não houve reação alguma isso. Tinha parado de andar mas não se virou.


Tomando ar com alguma dificuldade, resolvi falar. Não era tão difícil assim, né Gina?


- Eu estou começando a ir mal em Transfiguração – iniciei num tom de preocupação – não sei o que ocorre comigo.


Me sentei novamente na grama, cutucando uma joaninha com a varinha.


Ele finalmente refez os passos, dessa vez se sentando ao meu lado.


- Você tem certeza que quer fazer isso?


- Sim, quero, eu amo Transfiguração – falei penosamente, antes de perceber o que ele tinha dito – Peraí! Como você sabe no que quero me formar?


- Não foi difícil de descobrir – respondeu ele num tom misterioso.


Por alguns segundos permaneci em silêncio, ainda surpresa.


Ele assumiu um ar pensativo.


- Acho que nunca recaí em Poções...


- Entendo – iniciei irônica mas rindo – Por que você é o máximo e nunca erra.


- Não, também não precisa ser tão humilde assim.


- Ah Draco par – comecei rindo e então petrifiquei, por ora não terminando a frase.


Ele devia ter percebido o efeito daquilo por que começara a rir ( e alto) vendo minha cara.


- Tudo bem, acho que estava mais do que na hora de nos chamarmos pelo nome.


Céus, como posso ficar desconcertada desse jeito?


- Pode ser somente uma fase ruim – falou ele também tamborilando sua varinha entre as mãos.


Enquanto isso a joaninha já estava do tamanho de uma moeda de um nuque.


- Ou não – terminei olhando para a grama.


- É tão importante assim para você? – perguntou ele seriamente se virando em minha direção.


- Muito – não posso ir mal nos exames, não agora – falei com semblante preocupado.


Olhei o relógio ao mesmo tempo em que me levantava.


Naquele momento D... Draco tinha uma expressão em que poderia estar em qualquer lugar menos ali.


Ao perceber isso, ele também pôs-se de pé rapidamente.


- Logo vamos ter que voltar para a aula, acho que queria beber algo pelo menos antes disso.


- Por que não tenta conjurar? – perguntou Draco como se aquilo fosse um desafio.


- Se eu fizesse, você beberia o primeiro gole? – perguntei animada enquanto fazia um aceno com a varinha.


A joaninha voltou ao seu tamanho normal.


- Não acredito muito que teria suco de abóbora dentro desta taça – disse ele desdenhosamente.


- Também não seria tão má assim – murmurei sorrindo.


Virei-me em direção ao castelo.


Derrepente parei aos meus passos e olhei para trás.


Ele estava me observando.


Uma força maior que eu fez com que voltasse.


Eu tentava encontrar as palavras certas e quando isso não acontecia gesticulava muito com as mãos.


Senti que ele me olhava diretamente nos olhos então por fim, exclamou:


- Não precisa agradecer.


- Parece que você sempre tenta adivinhar o que eu penso!


- Eu não adivinhei. Você fez essa mesma expressão quando devolveu o livro – falou Draco com um tom divertido.


Sorri. Menos mal, pensei que ele nunca se lembraria disso.


Draco se aproximou bem perto de mim e disse num tom baixo:


- Então, Boa Sorte, Gina.


- Ob...


- Shhh – fez ele novamente o gesto quando se encontramos – quer que eu saia na frente para se variar um pouco? – falou ele voltando com seu tom divertido.


- Não – respondi num tom quase inaudível - Draco estava há centímetros de distância de mim – Dessa vez não.


Gina, se jogue do lugar mais alto que você encontrar; Você está ligeiramente nervosa por que Draco Malfoy está muito próximo de você e o pior: Ele sabe perfeitamente disso.


- Uma dia poderíamos sair daqui sem nenhum de nós dois se adiantar-se? – perguntei numa voz preocupada.


- Sim, um dia.


Nos encaramos por alguns minutos, ás vezes tenho medo de olhar as pessoas nos olhos e dessa vez eu não tentei embora soubesse que ele olhava para os meus.


Quando me disctanciei, novamente olhei para trás enquanto passava por entre as bétulas.


Draco passará uma mão pelo cabelo, não sabia se estava preocupado com alguma coisa pois ele escondia tudo muito bem, o que era quase impossível para mim.


E eu ainda tinha que arrumar as sacas para a aula nas estufas...


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"Enviado por uma coruja especial...."

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