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13. XIII - Momento Oops


Fic: Análise Frontal


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::N/A :: Amo Natal. Não sei se teria a mesma coragem delas de passar o Natal fora de Casa, mas sempre acho que a Cidade fica mais bonita nessa época. Kisses para voces.



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..:: MOMENTO OOPS ::..

Capítulo XIII




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Eu devia, isso mesmo, deixo essa palavra destacável até demais, DEVIA ter me sentido culpada.


Eu não sou do tipo de querer mal para as pessoas.


Só que a raiva, o jeito com que a Krinski reagiu naquele dia, me impediu de fazer qualquer coisa além de deixar tudo como estava.


Parece Infantil né ?


Eu estava nervosa com aquilo tudo, isso sim.


Malfoy iria mesmo fazer aquilo ??


E se desse tudo errado ?
Se de alguma forma descobrissem que nós fomos os responsáveis ?


Não ia querer nem ver.


Ele mandou outra coruja depois, é claro.


O Lugar em que deixaria os ingredientes, uma das salas vazias do sexto andar.


Malfoy buscaria mais tarde, de modo que, ninguém fosse suspeito, caso alguém por exemplo aparecesse lá, assim do nada.


O que convenhamos, era difícil.


E não apareceu mesmo.


Antes disso, pedi pra Catherinne me explicar de novo, como quem não quer nada, o que Sprout falará naquela aula sobre Bulbosus Corrasum.


Li algumas coisinhas ali e aqui em alguns livros da Kitty.


A Estufa estava deserta no dia que peguei os tais ingredientes, dessa vez fiz tudo direitinho, pelo menos.


De alguma forma estava meio estranho para mim.


Nada evitou que ficasse pensativa no dia seguinte.


O resto seria por conta do Malfoy...


Naquele dia eu já tinha assistido á todas as aulas, o Salão ainda não tinha sido enfeitado, normalmente ocorreria 2 dias depois, eu, Íris e Catherinne (Any praticamente deveria estar se “despedindo” do Teo) estava conversando sobre qualquer coisa que não absorvi.


- Gina o que há com você ? Não fala nada ! – exclamou Íris estranhando.


Catherinne dispensou o comentário com um gesto de mão.


- Liga não, está muda desde que acordou, NÉ GINA? – respondeu ela erguendo a sobrancelha.


- Impressão sua – falei baixo.


Colin se juntou a nós, estava com uma cara um pouco séria. Para quem está acostumada a ver ele todo alegre, foi mais esquisito ainda, Catherinne e Íris pareceram não notar.


- A Sibila falou que um aluno novo ia morrer...


- Que novidade Íris ! – falei com um “quê” de ironia.


Colin fará um gesto que acabava de se lembrar de alguma coisa.


- Engraçado... Você falando na Sibila me lembrou de algo que ouvi não faz há muito tempo.


- Escutou o quê ? - perguntou Íris.


- Não, não deixa quieto – falou ele desconsiderando.


- Coliiiiiinnn !!!


- Está bem... – Ele abaixou o tom de voz para somente nós escutarmos o que ele dizia - Não tenho certeza se é verdade, vocês sabem como as pessoas podem inventar, embora não vejo nenhum motivo para isso nesse caso. Eu estava com alguns Lufas-Lufas quando falavam, uma tal de Glasnot está encrencada, fez uma brincadeira de mal gosto na aula da Sibila e perdeu um bocado de pontos. Sibila estava de soltar fogo pelas narinas, foi o que disseram.


Nós três continuamos interrogativas.


- Não me olhem desse jeito !! Eu não sei o que ela fez, e era isso que queria saber.


Nós três interrogativas, não.


Nós duas, é claro !


Íris estavam com olhos brilhando, parecia saber perfeitamente do que Colin falava.


- Aaahh, já sei!! A Parvati estava comentando com a Kitty, soube por intermédio delas. Não foi brincadeira de Mal gosto dela Colin ! Soube a versão pelo próprio pessoal da Corvinal, Glasnot falava com a Sibila sobre um objeto estranho que tinham achado, a questão é que ele tava com uma azaração ...– Íris terminou meio desanimada pois percebeu que não sabia muito também sobre tal fato.


- Bobagem – falou Catherinne.


- Vários Corvinais estavam achando a história engraçada, e Íris, quem pode garantir que não foram elas que o azarou ? – retorquiu Colin.


Minha Xícara estava quase trincando de tamanha força era a que apertava.


“Corvinal”.


Várias vezes, mencionado. Já estava esperando o pior.


- A tal da Glasnot não é a melhor amiga da Krinski ? – retorquiu Catherinne curiosa.


Me engasguei.


- Catherinne você pode me emprestar sua coruja ? – falei afobada.


- Sim, tudo bem, vai mandar carta para quem ? – perguntou ela discretamente.


Não respondi, sai o mais rápido possível para o Corujal.


Parecia uma louca é claro.


Quando cheguei lá eu parei abruptamente. “Vamos Gina, você está perdendo tempo” pensei.


Tempo ? Pra quê ? Por quê ?


Oras, devia ter algo de errado, relutante, escrevi algo.



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“Ultima sala do 5° andar, Corredor á direita, se puder o mais rápido possível.”



V.W


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Paaaatéticooooo Gina, isso foi horrivelmente patético (O.K, vou poupar os comentários).


Passos de lesmas, certo ?


Sim, isso mesmo.


Deduzia que esperaria séculos pelo Malfoy naquela sala, o mais provável era que ele não viria.


Oras, melhor assim !!


Errei feio por que praticamente esbarrei com ele há alguns metros da sala.


Foi engraçado a cena: Eu, vermelha (mais ainda se for possível), com o cabelo todo bagunçado e Malfoy, do mesmo jeito de sempre, pálido, e sem o menor resquício de preocupação.


Quero dizer, quanto á esse último item, talvez tivesse sim, por que suas sobrancelhas estavam levemente erguidas.


Como eu não tinha certeza sobre o que eu ia falar quis confirmar primeiro.


- Hun, você fez a tal da poção ?


Ele fez que sim com um aceno.


- E foi um tinteiro mesmo que você usou ?


Novamente ele confirmou.


Comecei a entrar em pânico e foi aquelas frases de pessoas em pânico que me passaram pela cabeça, coisas como: “Sabia que ia dar errado !”, “Ta vendo ? TÁ VENDO ?“


E coisitas mais que nem vale repassar.


- Weasley você não me chamou aqui só por causa disso não é ? – perguntou ele ainda com as sobrancelhas levemente erguidas.


- É que...


Falei sobre o que tinha escutado, ele pareceu inexpressivo durante todo o tempo que falei, tomei o maior cuidado possível pra não dizer nada que indicasse que estive muito preocupada com isso tudo.


O Problema maior na verdade, não era que ele estivesse inexpressivo e sim por que ele sabia muito bem, se me permita afirmar, deixar a face inexpressiva, digo, ele pode pensar o que quiser e a pessoa não descobre muito fácil o que ele está pensando.


Isso ás vezes me dava um frio na barriga por que sempre conseguia “ler” o que a pessoa pensava e aí era diferente.


- Glasnot ? – perguntou ele achando o sobrenome estranho (ou engraçado, já disse que não sei).


- Sim.


- Eu também ouvi algo parecido.


Comecei á rir.


- Não, nada – falei quando ele olhou estranho pra mim - Ah, ta bom, eu falo ! É que tava imaginando a cara da Sibila – comecei a imitar uma voz fanha – “Previ que hoje ocorreria algo de anormal”.


Ele fez uma careta.


- Para mim só idiotas assistem á aula dela – falou ele num tom superior.


Tenho certeza que no mínimo achou que eu assistia aulas de adivinhação.


- Claro, claro – comecei num tom de Ironia – para você todas as pessoas mais inteligentes devem gostar de Poções.


- E o que você vê de especial em ficar olhando para uma borra de chá ? – perguntou ele levemente curioso.


- Eu não estou defendendo a Sibila. Tem pessoas que gostam da aula dela e nem por isso são burras, sabia ?


- Quais por exemplo ? – falou ele forçando curiosidade.


- Malfoy... – comecei num tom muito impaciente – Ah, não sei oras ! – minhas orelhas ficaram vermelhas e ele começou a rir - Você fala num tom de “Eu sou o máximo” como se tudo que você afirmasse fosse verdade – disse gesticulando as mãos (até demais).


- Você falou isso só pra me contrariar Weasley – falou em resposta com um brilho anormal em seus olhos cinzentos.


- Ora, pouco importa não é mesmo ?


- Ah é ? E como é a expressão “Eu sou Máximo” ? – perguntou ele cruzando os braços, deu a impressão que ele fazia isso quando REALMENTE queria saber de algo.


- Todo ser com sobrenome “Malfoy” tem essa expressão, impossível de não se notar, aliás, me admiro que você não tenha reparado – conclui secamente.


- E desde quando você repara nisso ?


Seu rosto estava inexpressivo novamente (mas tinha um trejeito de riso), agora ele tinha me pegado: eu não sabia o que responder.


- Oras, você SEMPRE fez essa expressão.


- Mas eu não per...


Interrompi ele á tempo.


- Tem alguma perspectiva de novo plano para a Krinski já que o plano “Bulbosus” falhou ?


Não sei se ele percebeu, tudo indicava que não.


- Obviamente não vai dar para fazer mais nada essa semana já que falta alguns dias para entrarmos de férias e ela não vai passar o Natal na escola – murmurou ele em resposta.


Nem vou dizer com que expressão o Malfoy falou.


- Ãnh como você sabe que ela vai passar o Natal em casa ?


- Algumas fontes – falou ele indiferente.


Formou um silêncio momentâneo.


- Então, é uma aposta irreal de quem é capaz de agüentar isso até o final – falei mudando totalmente de assunto. Me referia há alguns dias atrás, quando ele propôs aquele desafio.


- Não diria assim Weasley. Você deu sua palavra, como se fosse um acordo.


- Que animador... – completei em voz baixa.


Saímos da sala (não antes de verificar o corredor o que por ora estava deserto) e caminhamos lentamente até chegar na parte em que o corredor se divide em dois.


Estava escurecendo ainda.


- Então é isso – falei como se estivesse confirmando algo que acabou de ser dito.


- Acho que sim.


- Eu vou pela direita


- E eu sigo reto.


- Certo.


Foi estático, um olhando para a cara do outro.


- Tinha mais alguma coisa para dizer ?


- Hun, não, não.


Mais um momento estático de silêncio.


- Pensando melhor tem sim: Eu não freqüento aulas de adivinhação.


- E você não respondeu minha pergunta.


Olhei para o relógio rapidamente.


- Tenho que ir, até depois das férias ! – falei já andando.


- Até...


Oras, não é nada disso! Já tinha respondido a pergunta, ele sempre teve esse jeito e não se fala mais nisso !


Além de tudo, que as garotas me perdoem, tava mais do que decidido desde então que eu não iria contar sobre esses encontros e nem a finalidade deles, a história poderia vazar...


Teria conseguido meu objetivo pelo menos até ali, ninguém me olhará torto depois que voltei. No último dia de aula começou “a correria” para o pessoal que não iria ficar na escola, o que cá entre nós era a grande maioria.


Tenho certeza que Filch quis esfolar alguns alunos da Grifinória pela baderna que fizeram na festa improvisada, no salão Comunal. Jonnathan, Lara, Wallace e Henrich foram os organizadores dessa vez.


A Decoração do Salão Principal estava de arrasar, com suas doze árvores, algumas com enfeites que mudavam de cor perenes e cintilantes, outras com guirlandas prateadas e douradas, havia viscos de azevinhos por todo salão.


O legal de tudo na época de Natal é que o salão Comunal ficava muito vazio então podíamos ocupar quantas cadeiras quisesse e ficar ao lado da lareira, estive durante dois dias hiper-gripada por causa das idéias brilhantes de Kitty de fazer guerra de bolinhas de neve, ah sim, falando desse jeito dá para perceber que tínhamos nossos momentos de “Eu sou uma criança feliz” (Any e Kitty tinham em excesso) mesmo que não fossemos mais crianças, eu sei.


O que não mudou foi o caso do Dormitório do 6° Período continuar cheio o que lá tinha suas vantagens, nos aproximamos mais em termos de amizade e até me vi sendo mais confidente com Íris.


Engraçado, durante as férias eu não vi muito Mione, Harry e Rony...


Uma coisa que me deixou mal foi numa conversa a tarde que não sei se foi proposital ou não, em que eu e Any ficamos sozinhas tomando um chá da tarde, tinha começado mais ou menos assim:


- Sabe, quando houve aquele mal entendido sobre o Teo ?


- Sim – confirmei normalmente.


- Não é que eu não queria falar para você ou coisa assim e sim porque estava insegura, você deve saber que ás vezes tenho receio de falar o que ocorre comigo.


- Tudo bem, esquece isso.


- Saiba que qualquer coisa que você quiser falar ou desabafar pode contar comigo.


- Hun... certo.


- Eu própria ás vezes me sinto mal quando guardo tudo, mas como você disse antes é melhor parar de mexer nesse assunto – falou ela finalmente tocando na comida.


- Any, você quer me perguntar algo ? Se for não precisa falar isso – murmurei erguendo uma sobrancelha.


Ela ficou muito espantada pelo meu comentário.


- Não, e também não precisamos disso não é mesmo ?


É, ela tinha certeza, o problema era comigo então.


O Natal era uma de minhas datas favoritas.


Adorava a Ceia.


Quero dizer, ganhar presentes e festejar com meus amigos era legal, depois da Ceia, é claro.


Junto com o Natal chegava as férias, parecia que este período letivo cansava duas vezes mais que os outros. Já começara a acreditar que simplesmente alguma coisa devia ter ocorrido nas férias anteriores comigo, algo mesmo, pra estar agindo assim.


De mãnha o que vi lá frente da minha cama foi uma pilha de embrulhos, joguei um travesseiro na Any, sempre me acordavam desse jeito, o fato verídico que sou um pouco dorminhoca e sempre achei horrível acordar com uma coisa batendo na sua cara, já que tinha acordado cedo era uma oportunidade única mas para quê se preocupar com isso ?



Era Natal.


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"Enviado por uma coruja especial...."

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