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7. Capítulo VII.


Fic: thegossipqueen. - CAPÍTULO TREZE. coments?


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Math E. Gomez. ® 2OO8.
Todos os direitos reservados, proibida a reprodução por todo ou quaisquer meios.

Capítulo VII.
Shh, segredo.
Postado em:
50%: O7.12.O8.
100%: 11.12.O8.





MySpace Music Playlist at MixPod.com

Narrado por: Lílian Evans.

O que será que o Seth quer?

Depois de tudo, tudo que aconteceu hoje, o que eu mais quero é ir pra casa, tomar um banho e esquecer que eu vivo. Ai vem o Seth, pedindo pra gente se encontrar aqui no Starbucks pra conversarmos sobre o nosso excelente relacionamento.

MF, MFF, que droga de relacionamento é esse?

Quer dizer, há seis dias a gente começou a namorar e há três dias eu não escuto a voz dele nem o vejo pessoalmente nem sei por onde ele anda nem sei de nada. E sinceramente, eu nem gosto dele. Estou namorando com ele por pura... pressão.

Acho que chegou a hora de dar um ponto final nesse relacionamento desastroso.

Peguei um táxi que foi da escola ao Starbucks em menos de dez minutos.

Quando eu cheguei lá, ele já estava sentado com um copo de café na mão e conversava animadamente com três garçonetes boazudas que anotavam num caderninho só Deus sabe o quê.

- Oi. – falei eu, me acomodando na mesa. – Então, as vadias vão sair, ou a gente vai ter que conversar no banheiro?

- Não, não, as meninas já estavam de saída. – falou Seth.

Encarei elas por um segundo, que fizeram cara feia pra mim e então se retiraram. Logo estávamos eu, Seth e um café na mesma mesa ._.

- Então, - comecei eu. – o que você quer?

- Bem, eu quero conversar. – falou ele, vagarosamente, sem olhar pra minha cara; - Eu quero conversar sobre o nosso... relacionamento.

- Sim, isso eu sei. – falei, impacientemente. – Tinha na mensagem.

- É. Só que... eu quero contar o por quê de nós estarmos... namorando. – falou ele, sem olhar pra mim novamente. Ele agora olhava fixamente para a garotinha do Starbucks, que fica no copinho do café. –q.

Bem, que motivo será esse? Hm, deixa eu ver, ele me ama?

- Então. O motivo é que... Lily, eu não quero que você fique com raiva de mim.

- Fala logo. – disse eu, cansada.

- A Emmy. Ela que me pediu pra namorar com você porque... ela queria te separar do Tiago.

OMG.

Por que será que eu não estou chocada?

Quer dizer, o Seth me enganou, lógico, mas que tem Emmy por traz de todas as coisas ruins que acontecem diariamente na minha vida, isso eu já sabia.

- Eu-estou-profundamente-magoada-com-isso. – falei, entre dentes.

Levantei-me.

- Não espera. – falou ele, se levantando e segurando na minha mão.

- Não me toque. – falei eu, enojada.

- No começo... foi só um trato. Mas agora eu gosto de você, de verdade.

- Prove. – falei eu, olhando malignamente pra ele.

Ele hesitou por um segundo e então olhou fixamente pra mim.

- Isso já foi uma prova de amor. Eu revelei que tudo isso não passou de um trato com a Emmy e...

- Então eu já vi que tem gente que sabe provar o amor de um jeito muito mais especial do que esse. – berrei. – Com licença.

Saí então do estabelecimento. Ele me seguiu.

- Espera Lily! – falou ele. Eu continuei andando, ignorando-o. Até que passei de uma calçada pra outra, com o trânsito rápido separando-nos. – Espera! De quem você está falando?

Virei e berrei pra quem quisesse ouvir;

Eu sei que talvez eu não devesse. Ele podia estar profundamente magoado comigo, mas eu não ligo. Até porque ele é a pessoa que eu mais amo e eu não tenho vergonha de expor isso. Principalmente pro Seth.

- DO TIAGO LÓGICO. ELE SIM SABE PROVAR O AMOR!

- Ah... coitada. – falou ele, pra si mesmo.

- Como é? – falei eu, atravessando a rua e indo para a mesma calçada dele.

Ele hesitou;

- Bem, Lily... o Tiago não é isso que você está pensando que ele é.

- Claro que é. – falei, segura de mim mesma. Podia estar errada, mas a minha confiança nele estava acima de tudo.

- Até eu sou melhor que ele.

- Não me faça rir. – falei eu.

- Lily, - falou ele, ajoelhando no chão. – É sério. Eu realmente gosto de você. Me dá mais uma chance, eu...

- Devia ter pensado nisso antes de fazer um trato. – falei.

- Lily, eu...

- Não olhe mais na minha cara, seu animal...

Saí, deixando ele ajoelhado no meio da calçada. Nem olhei pra trás. E, nem tive pena, pra ser sincera.

Mas agora, a minha vida deu uma pequena guinada. Estou com mais de mil incertezas e só uma certeza: vou acabar com a Emmy. Custe o que custar.

Mas o que eu posso fazer pra acabar com a Emmy?

Opção um: planejar um plano pra executar mais tarde.
Opção dois: vá pra casa, tome um banho e planeje um plano pra amanhã.
Opção três: use sua cabeça pra funcionar e pense num plano pra agora.

Hm, acho que a Emmy já foi longe demais com essa história. Ela nem era pra ter voltado de Nova York. Ela devia ter ficado lá; as coisas eram muito melhor sem ela, muito melhor. Acho que é melhor optar pela opção três, eu preciso acabar com aquela vadia o quanto antes.

Mas, o Q da questão (?) é: como eu vou acabar com essa vadia o quanto antes? Eu preciso de algo que ela tenha medo... aranha? Não. Extintores de incêndio? Não. Marlene McKinnon? Não, essa daí só assusta cheia de insetos na cara. Alienígenas? Rará, duvido. Julie Padfoot? Não, shalalalá. Legostas voadoras? N...

Pera! O:

Julie Padfoot sim!
Toda vez que ela vê a Julie ela fica nervosa. Ela só deve ter alguma trela (?) gigante com essa tal Julie pra ela ficar assim tão nervosa. Isso significa que o meu plano maligno tem que ter alguma coisa haver com essa Julie... Acho que eu devia ir até a casa dela investigar algo... comprometedor da Emmy.
E agora.

Mas, espera. Onde fica a casa dela?



- Alô, Sirius?

- Alô, Lily?

- Eu preciso da sua ajuda. Você sabe aquela Julie Padfoot?

- Peraí, você não ‘ta com raiva de mim não?

- Hm. ‘Tô. Mas se você me ajudar, eu não ‘tô mais. Eu sei que você só fez isso pela Lene.

- Ah. Que bom então. No que eu posso te ajudar?

- Eu preciso saber o endereço da Julie Padfoot.

- A novata?

- É. Ela mesmo.

- Calma. Você não vai me meter em nenhuma roubada não né?

- Claro que não.

- Que bom. É na Juliet Street, O único prédio azul da rua prédio azul.

- Muito obrigada Sirius. Eu só vou invadir o apartamento dela. Beijos.

- PERA LILY, COMO É QUE É?

Tu, tu, tu, tu, tu. (?)



Me aproximei.

Era um prédio sujo, de um azul feioso, tinha apenas três andares. Logo na entrada tinha uma placa bem grande que indicava proibida entrada de animais e o porteiro era um sujeito bastante mal encarado. Fui falar com ele para ver se conseguia subir;

- Pois não? – perguntou ele, sem olhar pra minha cara, apenas escutava um rádio velho e enferrujado.

- Hm. A Julie Padfoot?

- Desculpe? – falou ele, me encarando enquanto pegava um cigarro no bolso da blusa.

- A Julie Padfoot. Vim fazer uma visita a ela.

- Aqui não mora nenhuma Julie Pé de não sei quantas não senhora. – falou ele, rapidamente, enquanto dava uma longa tragada no seu cigarro.

Que estranho. O Sirius não costuma errar. Bem, que seja. É melhor eu ir embora. Mas antes eu preciso fazer uma ultima tentativa, pra ver se o elemento radioativo que está fumando um cigarro aqui na minha frente, pode identificar suas feições.

- Bem, ela é... loira. Tem um cabelo loiro, costuma usar um óculos escuro e...

- Ah, - interrompeu ele. – a Mrs. Bringstone.

- Hm. – será que é ela mesmo? Não custa nada arriscar. – Exatamente! A Bringstone!

- Ela saiu. Não disse que horas vai voltar. – falou ele, num tom de pode se retirar, senhorita. Mas eu retribuí o olhar com um de daqui não saio, daqui ninguém me tira.

Mas ainda há uma esperança.
A luz do fim do túnel.
O extintor no incêndio.
A Coca Cola no deserto.
A... Q /parei.

- Sabia que hoje é o aniversário dela? – comentei, animada.

- Na verdade, não sabia. – falou ele, desconfiado.

- Pois é! – disse, sorrindo animadamente. Ele não sorriu – problema dele. – Bem. Eu e umas amigas nós vamos fazer uma... festa surpresa pra ela!

Ele me encarou.

- E eu com isso?

- E você com isso que eu preciso da chave pra poder entrar e arrumar tudo.

- E daí?

- E DAÍ QUE VOCÊ VAI ME DAR ESSA CHAVEE, PORRA! – berrei.

Ele me olhou como se eu fosse uma alienígena. E então me passou, com medo, uma chavezinha amarelada.

- É no terceiro andar, quarta porta a direita.

- Obrigada. – falei. – Beijinhos.



Entrei no apartamento rapidamente.

Era pequeno. E cheirava mal; definitivamente precisava de faxina ali. E tinha drogas espalhado por todo o apartamento, e tinha louças sujas, muita poeira, e, meu Deus, como essa menina é desorganizada! Simplesmente ela mora num chiqueiro. Um horror.

Tinha fotos de ela sem roupa e de calcinha penduradas numa espécie de varal que tomava todo o espaço da sala, cuecas, meias, sapatos, sutiãs e calcinhas espalhadas pelo chão, num móvel tinha alguns preservativos usados e uma pequena televisão de 14’’.

Essa menina é tipo assim, uma prostituta?

Ok, ok. Mas pelo menos com essas fotos, eu já tenho certeza de que é ela.

Entrei no quarto dela rapidamente e comecei a bagunçar algumas gavetas. Tinham apenas alguns papeis sujos, papeis higiênicos, preservativos, fotos estranhas, revistas, DVDs velhos, mais preservativos, essa menina já pensou em abrir uma loja de preservativos? e algumas caixas de remédios.

Nada, nada de útil nas gavetas. Comecei a revirar o quarto até que eu encontrei um porta retrato muito suspeito... que continha uma foto do Tiago, da Julie e da Emmy, todos sorrindo e de roupas de banho. Meu Deus! De onde será que o Tiago conhece essa... vadia?

/flashback/

- DO TIAGO LÓGICO. ELE SIM SABE PROVAR O AMOR!

- Ah... coitada. – falou ele, pra si mesmo.

- Como é? – falei eu, atravessando a rua e indo para a mesma calçada dele.

Ele hesitou;

- Bem, Lily... o Tiago não é isso que você está pensando que ele é.

/fim do flashback/

Mas será que...

Não, não. O Tiago não pode estar envolvido com este tipo de gente...

Um barulho vindo da sala interrompeu os meus pensamentos; foi um barulho de chaves – era como se alguém estivesse chegando no apartamento.

OMFG!

A Julie chegou!

- Não se esconda. – falou ela, pra alguém (provavelmente pra mim, oi :~) – Eu sei que tem alguém aqui no prédio e eu vou acabar com você!

- Não se esconda. – repetiu ela, procurando ansiosamente. Peguei rapidamente o porta retrato e comecei andar para trás,para dentro de um pequeno guarda-roupa, quando, já dentro dele, esbarrei em algo bem duro. Era uma espécie de botijão de gás, ou melhor, gasolina, porque nele tinha escrito perigo: gasolina.

Porque que alguém guardaria um botijão de gasolina no guarda-roupa do quarto?

Comecei a perceber que ela estava caminhando em direção ao quarto com um cabo de vassoura na mão. OMG, o que essa louca vai fazer comigo quando ela descobrir que eu invadi o apartamento dela? Maldades horríveis que envolvem cabos de vassoura? O: Que medo.

Estava prestes a me entregar, quando, com a Julie lá dentro do quarto, a campainha tocou.

Ding, dong.

- JÁ VAI! – berrou ela.

Ela caminhou lentamente até a porta; hesitei, pois tive medo de sair do meu tão precioso esconderijo, porém, ao ouvir uma voz familiar, me aproximei da porta para ver o que se passava;

- Ah, você por aqui. – falou Julie, mexendo no cabelo, enquanto a sua visita entrava.

- Mas, não é que eu resolvi aparecer. – falou Emmy, numa voz jocosa.

- Ah, foi! Bem que o porteiro me avisou que tinha carne podre no pedaço.

Aquele porteiro traidor! Ele não levou a sério a história da festa surpresa mesmo, né. ¬¬

- Já chega de blá blá blá. – falou Emmy, rapidamente. – Eu quero o meu DVD, e eu quero agora.

- Ah é? – falou Julie, ignorando e sentando em cima da pequena mesa da sala cheia de drogas e preservativos; - Me dê um motivo para eu fazer isso.

- Eu realmente não sei. Mas se eu fosse você, Amanda me dava logo esse DVD, antes que o pior aconteça.

Como assimAmanda?

Foi como se a minha memória tivesse ido dar um passeio de roda gigante e acabasse de voltar vomitando à todos os lados (??????). (N/A para Dine: ISSO FOI UMA PROFECIA? FOI, FOI? qqq) E agora ela acabou de voltar.

Olhei fixamente para o porta retrato. Amanda fazia uma cara confusa, uma espécie de careta; Tiago fazia uma cara de que diabos eu estou fazendo aqui com essas loucas?; Emmy fazia uma cara de riso. Eles realmente pareciam estar se divertindo...

Olhei em baixo da foto e tinha; 07-07-02. Aproximadamente em mês antes da Emmy desaparecer! E olha lá no fundo... Brigthon! Onde a gente costumava passar o verão, antes de ela desaparecer!

Amanda, Amanda... Mandy!

Mandy, ela morava lá, logo fez amizade com a Emmy. Agora sim, está tudo mais claro... Mas então, o que o Tiago está fazendo aqui? Ele tinha ido pra Itália, tanto que eu traí ele com o Seth nessa praia exatamente porque ele não estava lá.

Ele não estava lá... Ele não estava lá... Será mesmo?

E esse DVD? Que DVD é esse meu Deus? O que pode ter num DVD de tão ruim assim, pra Mandy estar chantageando a Emmy?

Eu tenho que conseguir esse DVD.
A qualquer custo.

Ele pode ser o fim definitivo da Emmy.

MWHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA.

- O jogo acabou Emmy. Amanhã, na festa da sua mãe, todo mundo estará sabendo o que você fez. – falou Mandy, como se isso fosse uma piada e que todos ao seu redor devessem rir, apesar de só ter uma Emmeline muito séria na sua frente.

- O que você quer? – indagou Emmy. – O que você quer para parar com essa palhaçada de uma vez por todas?

- Eu nunca vou parar! – berrou Mandy.

- Vamos me diga o seu preço. – insistiu Emmy.

- Ok, ok. £100000. E eu sumo daqui. Por que aliás, por culpa sua o meu pai me deserdou e eu tive que viver disso. – falou ela, apontando para as fotos eróticas do varal. Nossa ela agora se prostitui O:

Emmy pareceu ter um ataque de tosse ao ouvir o preço estipulado por Mandy. E Mandy teve um ataque... de risos.

- Quer tomar um pouco de... gasolina?

- Como assim gasolina, sua vadia? – indagou Emmy.

- Você viu no que eu me meti por causa desse seu lindo DVDzinho? Eu tenho que até fazer negócios sujos, envolvendo gasolina e outras coisas – não queira saber o que – por causa que agora eu sou uma adolescente de 16 anos deserdada! Tem gasolina por todo o apartamento, ali ta vendo. – ela então apontou para alguns botijões perto da janela do quarto.

- Olha aqui, pare com isso já e me entregue esse DVD! – berrou Emmy, que parecia perto de um faniquito.

Mandy encarou-a com uma cara de dó, e então sorriu e disse:

- Tudo bem. Você venceu. O DVD está na gaveta da TV.

Emmy foi até lá e abriu. Com nojo, tirou um DVD sujo e, com um enorme sorriso e uma lágrima no rosto, ela jogou no chão e pisou nele até ele estar em cacos.

Mandy caiu na gargalhada. Emmy encarou-a, confusa.

- Mas você é muito fácil! Não é a toa que eu te enganei tão fácil da primeira vez.

- SUA VICIADA! – berrou Emmy, avançando pra cima dela, mas ela deu um empurrão na Emmy, que caiu de bunda no chão.

- Não brinque comigo, Emmezinha. Você sabe, tem DVDs espalhados por todo esse prédio.

- Ah é? – falou Emmy, com cara de maníaca. – Então pelo visto, nós vamos ter que destruir esse apartamento inteiro.

Ela então colocou a mão no bolso, e tirou uma pequena caixa de fósforos.

- Rá, você não faria isso. – falou Mandy, convencida. – Além do mais, você está esquecendo daquele DVD que eu te mandei? Você acha que eu não sei onde você guardou? Você acha que eu não tenho a chave de onde você guardou?

- Ah não faria isso é? – falou Emmy.

Ela então acendeu um fósforo. Mandy começou a ficar assustada. E eu também. Se houvesse um incêndio aqui, como eu iria sair sem ser descoberta? Pela... janela?

Emmy assoprou o fósforo.

- Gelou foi? Estou doida pra te descongelar.

- Eu vou te matar! – berrou Mandy, indo pra perto dela. Emmy aproveitou e deu um tapa na cara dela; - Como se atreve?

- Você não sabe do que eu sou capaz. – falou Emmy, acendendo outro fósforo.

- LARGA ESSE FÓSFORO! – berrou Mandy, descontrolada, avançando pra cima da Emmy, novamente.

As duas então travaram uma pequena briga, ali mesmo, me deixando bastante apreensiva. Até que o fósforo aceso caiu numa foto que estava no chão, junto de outras fotos, e logo, todas começaram a pegar fogo.

- OLHA O QUE VOCÊ FEZ! – berrou Mandy.

- NÃO, VOCÊ FEZ! – berrou Emmy.

Me desesperei. Agarrei o porta retrato e corri para a janela; chegando lá, uma decepção – ela estava trancada.

Ai, meu Deus.
Estou morta.

Enquanto estava na janela, ouvi de longe um ME DÁ A CHAVE, MANDY!. Corri para ver o que estava acontecendo, e as duas estavam brigando novamente, a Emmy desesperada pela chave e o fogo se espalhando por entre as fotografias.

A GASOLINA! O:

Eu tenho que sair daqui depressa.

Emmy deu um empurrão em Mandy, que bateu a cabeça num móvel da cozinha. Ela ficou desacordada. Emmy correu depressa para a porta que continuava trancada. Ela então procurou as chaves no bolso da Mandy, que estava desmaiada. E encontrou; abriu a porta rapidamente e saiu, deixando Mandy lá.

Corri para a porta, tentando me desvencilhar das fotografias; lá iria explodir a qualquer momento.

A porta estava aberta; desci rapidamente as escadas e corri para o outro lado da rua; não vi nenhum sinal de Emmy por perto, só percebi o cheiro do seu perfume na escada. O porteiro continuava fumando o seu cigarro quando eu saí. Mal sabia ele que...

BUM!

Assisti do outro lado da rua a explosão.

Demorou cerca de 1O minutos desde a minha saída, e muita gente conseguiu escapar. Mas nem sinal da Mandy...

Só tenho uma coisa a dizer; descanse em paz, Mandy/Julie.



Hoje, dia primeiro de novembro é um dia muito especial para as Vance. E também para a imprensa. É o dia do aniversário de Brittany Vance, a mãe da Emmy. E toda a imprensa vai estar lá; e as famílias mais ricas de Londres também – incluindo os Evans, Potter, McKinnon, Black e os Lupin.

E seria perfeito se eu tivesse o DVD que destruiria a Emmy de vez; porém não o tenho. A única coisa que eu tenho agora é esse porta retrato maldito com uma foto do Tiago. E essa festa está paradona. Está acontecendo na casa de praia dos Vance, em Brigthon. E os Evans foram os primeiros a chegar.

- Lílian, você não larga esse porta retrato. – falou minha mãe, brava.

- Me deixa em paz, mãe. – falei olhando fixamente para o Tiago na foto. Lembrei do que o Seth disse... isso doeu muito.

Logo os McKinnon chegaram e Lene sentou do meu lado.

Não falamos nada por um segundo, mas então, nos encaramos com olhares arrependidos.

- Olha, - falamos nós duas juntas. Então, paramos de falar, timidamente.

- Hm. Você começa. – falou Lene.

- Tudo bem. Acho que... eu devia te pedir desculpa e... ah, cara, nós estamos sendo patéticas!

- Não, não. Eu é que te devo desculpas sabe. Quando você finalmente reataria tudo com o Tiago, eu pedi pro Sirius te beijar. Desculpa mesmo.

- Não. – falei eu. – Sem problemas. Acho que você até me... salvou.

- Como assim? – indagou ela, confusa.

Expliquei tudo que se passou pra ela, enquanto as pessoas chegavam; ela estava perplexa com a história, mas eu observava Tiago, de longe, conversando com Sirius, obviamente sobre nós. Eles não paravam de olhar para a gente.

Lene então, do nada, tomou o porta retrato das minhas mãos e começou a tentar tirar a foto; olhei pra ela, confusa.

- Você quer quebrar o porta retrato, é isso?

- Não. Em fotos de verão como essa, sempre tem algo escrito atrás. – falou Lene, séria. É claro! Como eu não pensei nisso antes! O:

Abrimos o porta retrato rapidamente, e para nossa surpresa, não tinha nada de interessante escrito na foto, apenas estava escrito numa caligrafia apertada; Brigthon – Quarto – Cofre – Emmy – 093.

Olhei apreensiva para Lene.

- Eu não tenho a mínima idéia do que isso pode significar. – falei.

- Ah não? Pois eu tenho. – falou ela, apontando para uma chave com o código 093 que estava pregada no local de onde tiramos a foto.

- O que você tem em mente, Lene?



- Você tem certeza que a Emmy não está ai dentro? – murmurei para Lene, ao chegarmos à porta do quarto da Emmy. Eu estava um pouco nervosa; se a Emmy visse estava tudo acabado. E ela merecia um castigo por tudo que ela fez.

Mas que diabos tinha esse DVD de tão ruim assim?

- Tenho. – sussurrou Lene e então entramos sorrateiramente no quarto.

Começamos a revirar o quarto procurando uma sequer gaveta ou algo que parecesse um cofre e estivesse trancado. Mas não encontrávamos nada. Até que, no guarda-roupa onde ficavam os seus sapatos, nós encontramos uma pequena gaveta trancada.

- Olha o código. – falei pra Lene.

- 093! – exclamou ela.

- Bingo!

Lene, que estava com a chave, abriu a gaveta cautelosamente; ao contrário do que imaginávamos, lá tinha apenas um pacote escrito feliz Aniversário, Emmezinha.Abrimos rapidamente o pacote e tinha uma carta escrito, numa caligrafia rabiscada: Surpresa. Te amo. M. e um pequeno DVD.

- Vamos. – disse Lene, apressada.

- Mas eu queria saber o que tem nele primeiro. – confessei.

- Não dá tempo. – falou Lene, escutando o som de um microfone. - Eles já vão começar as homenagens.

Largamos o pacote e a carta no chão e corremos com o DVD na mão para onde acontecia a festa; Emmy... o seu fim não está próximo... o seu fim chegou.

To be continued.
Don’t miss the next chapter!


n/a: galerinha do meu coração [?], eu tenho uma novidade que eu acho que ninguém sabe -q. esse é o penúltimo capítulo da fic! O: o próximo capítulo é o ultimo quando será revelado quem é o Tiago de verdade (?) [ele não é um travesti.], o motivo da saída da Emmy de Londres e muitas outras surpresas.

e eu estou até pensando numa 2a temporada (:

bem, gente, foi isso. até o último próximo capítulo. e eu gosto de comentários, oi.

aproveitando a ocasião, eu queria divulgar o meu especial de Natal, http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=31447. :D
math e. gomez -

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