FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout  
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout FeB Bordas para criar o Layout
FeB Bordas para criar o Layout
 

(Pesquisar fics e autores/leitores)

 


 

ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

::Menu da Fic::

Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo


Capítulo muito poluído com formatação? Tente a versão clean aqui.


______________________________
Visualizando o capítulo:

3. Bebê Cicatriz


Fic: O Céu é o Limite


Fonte: 10 12 14 16 18 20
______________________________

Segunda-feira



Quando entrei na sala para a Aula de Poções, Malfoy já estava lá. Dei um tchauzinho bem muxoxo para a Alice e inspirei fundo antes de caminhar até a sua mesa e me sentar.



- Olá. - eu disse, educadamente, mas não obtive resposta.



Ok. Se ele não ia dizer nada, eu também não falaria mais.



Reparei que em cima da nossa mesa havia vários ingredientes, rigorosamente organizados, e no meio um caldeirão. Os alunos foram chegando e se sentando com suas duplas até que Snider apareceu. Todos ficaram quietos imediatamente. Sem uma palavra, ele escreveu o nome da poção que faríamos no quadro e depois se sentou atrás da sua mesa.



Olhei para o Malfoy, esperando que se manifestasse, mas a criatura parecia bastante compenetrada em seu livro.



Decidi pegar o meu livro de Poções e olhar a lista de ingredientes, e qual não foi a minha surpresa ao notar que eram exatamente os que tínhamos na mesa, com as quantidades exatas?



Sorri internamente. Enquanto todos os alunos se amontoavam nas estantes para pegar o que precisavam, Malfoy já tinha separado tudo para nós. De repente, me senti um pouco mais animada. As instruções diziam que quase todos os ingredientes precisavam ser picados, então peguei minha faca e comecei o trabalho.



- Wizz, então... - Malfoy disse, de repente, e por um momento achei que ele falava sozinho. - A "melhor universidade bruxa do Reino Unido". Por que Wizz?



Não. Ele estava falando comigo.



- Acho que você acabou de responder. - respondi - É a melhor.



Ele deu um meio sorriso e então voltou a olhar o seu livro, enquanto eu voltava a picar um ingrediente.



- Não me parece um motivo muito convincente.



Sinceramente? Pouco me importa o que você pensa, Malfoy.



Peguei um alho grisalho e comecei a picar.



- E o Quadribol? - ele perguntou. - Você está treinando para ser jogadora profissional?



- Sim.



- Que posição?



- Apanhadora.



- Hum... Então você pretende ser tipo uma Kathleen Marra? - referiu-se a uma famosa apanhadora.



- Não. Bem, não sei o que vou fazer depois da faculdade, mas acho que posso fazer outras...



Parei de falar ao me dar conta que estava contando coisas importante da minha vida para o Malfoy.



- Outras...? - ele finalmente tirou os olhos daquele livro tão interessante e os colocou em cima de mim.



Senti um frio estranho na barriga. Estava realmente interessado na minha vida? Ou será que estava tramando alguma coisa...?



Tentando finalizar o assunto, voltei a picar o alho. Ao terminar, coloquei todos os ingredientes no caldeirão. Malfoy acendeu o fogo e deu uma olhada na mistura que se formava, parecendo satisfeito.



- Bom... Se não pretende jogar na Copa Mundial, eu não entendo porque tanto esforço e dedicação só para entrar numa faculdade tão medíocre.



Oi?



- E eu posso saber para qual universidade incrível você vai, Malfoy? - perguntei, sentindo um bolinho de raiva começar a se formar no meu estômago.



Ele me fitou por um tempo e respondeu:



- Nenhuma. - então virou a cabeça para seu livro novamente.



Por esta resposta, eu realmente não esperava.



- Você não pretende fazer faculdade?



- Não.



Rico como ele era, realmente não era necessário, mas mesmo assim eu duvidada que a família Malfoy fosse permitir que um dos herdeiros não fosse cursar um ensino superior.



- O que você vai fazer quando se formar?



- Nada. - disse, bruscamente. - Ou tudo.



Franzi a testa, em dúvida.



- O céu é o limite. - seus olhos cinzas focaram em mim com uma intensidade incômoda.



De repente, num movimento brusco, Malfoy se ergueu:



- Professor Snider, não estou me sentindo bem. Posso sair?



Snider o fitou e concordou. Sem nem olhar para trás ou pedir licença, Malfoy pegou sua mochila e saiu porta afora.



- Potter! - Snider chamou e dei um salto na cadeira. - 10 pontos para a Grifinória pela ótima Poção Andaluzia.



Sorri, ainda um pouco desorientada, e muitos colegas comemoraram.



- E menos 20 pontos - Snider continuou - por você não ter protegido o monitor da turma dos efeitos dela.



- Espera aí! - Michael Harper levantou. - Ele é o monitor! Devia saber que precisava usar a máscara!



Eu ainda estava tentando entender do que eles estavam falando quando vi que todos naquela sala usavam máscaras. Menos eu.



- Menos 10 pontos pela sua audácia, Harper! - ele vociferou e eu comecei a sentir algo estranho na cabeça. - Potter, se encaminhe para a enfermaria.



Quando me levantei, sem saber bem o porquê, senti uma tontura. Andei rapidamente, sentindo meu estômago revirar e alcancei a porta.





"Senti sua falta, hoje. Soube do que aconteceu. Espero que esteja melhor. Um beijo especial, Luc M."



Eu acabara de sair da enfermaria e estava vestindo meu pijama no quarto quando Alice entrou com o bilhete.



- Acho que ele gosta de você, Am.



Luc McNamara ficava com várias meninas e não era do tipo que gostava de verdade de alguma, mas bilhetes como aquele e seu convite para ser seu par na festa de sexta me faziam pensar que, talvez, ele realmente estivesse sentindo algo por mim.



- Que cara é essa? - Alice deitou na cama, apoiando os cotovelos no travesseiro e o queixo nas mãos. - Amy, você acha mesmo que ele enviaria um bilhete tão carinhoso se não gostasse de verdade?



- É. Acho que sim.



Olhei para o bilhete por um tempo, pensando se seria possível que nós começássemos a namorar ou algo assim. Eu nunca tinha namorado antes, e de alguma forma ficava feliz em pensar nisso. Ao mesmo tempo, só de pensar em arrumar tempo para namorar já ficava exausta.



- A pergunta é: você gosta dele?



- Hum... Acho que sim.



- Que tipo de resposta é essa?



- A minha resposta. - me sentei na cama. - Ele é bem bonito, joga bem, é um cara legal...



- Você é areia demais para aquele caminhãozinho...



- Alice!



- Ah, tudo bem! Vamos para a segunda pergunta que importa: ele beija bem?



Senti meu rosto esquentar como se o meu pai tivesse acabado de descobrir que eu não era mais virgem - e eu ainda era!



- Sim. - respondi.



- Melhor que o Eddie James?



- Nossa, eu não consigo comparar este tipo de coisa...



Fazia mais de um ano que eu ficara com o Eddie, o batedor do time. Estávamos em uma festa e eu havia bebido um pouco, ou não tão pouco, a ponto de confundir o Gui com o Albus, que nem sequer estava lá.



- Como não? É meio que você pensar qual é mais quente ou frio, rápido ou devagar, para onde vão as mãos e quais sensações te causam...



- Ele beija bastante bem, Alice Watson. - eu a cortei.



Minha amiga pareceu ficar satisfeita com o vermelho no meu rosto e me deixou em paz.



Quando me deitei, senti meu estômago revirar. Madame Pomfrey havia dito que era possível que os efeitos da poção continuassem pela noite. Droga. Por que eu não havia me atentado para o uso daquela maldita máscara? E por que o tão-absurdamente-inteligente Troy Malfoy também não a utilizara? E eu ainda saíra como a culpada de tudo...



Com mais uma pontada de dor, fiquei imaginando se o Malfoy estaria tão mal quanto eu naquele momento e senti uma pontinha de satisfação por isso. Como que lendo meus pensamentos, Alice comentou:



- Ainda não acredito no idiota do Malfoy.



- Nem eu. - bufei. - Será que ele não sabia mesmo do efeito da Andaluzia?



- Amy, você não é boba. Você sabe que ele fez de propósito!



- Mas ele passou mal também.



- Pois eu duvido! Acho que ele fingiu tudo.



- Por quê? Para quê?



- Para tirar aqueles pontos da Grifinória, ué.



- Não sei. Estou achando muito estranho ele fazer algo assim por causa de dez pontos.



- Dez pontos a cada aula, amiga, serão o suficiente para perdemos a Taça das Casas no fim do ano.



- Você tem razão. Preciso dar um jeito de recuperar estes pontos.



- Sabe o que eu acho? - Alice me olhou, seriamente. - Acho que ele vai ferrar você a qualquer momento sem que você perceba.



As suposições da Alice eram sempre exageradas, mas de alguma forma eu costumava acreditar nelas. Teria que tirar satisfações com o Malfoy mais cedo ou mais tarde. E amanhã era um ótimo dia para isso.





Terça-feira



Fiquei alguns minutos em frente à porta do salão comunal da Sonserina, nas masmorras, esperando pelo Malfoy. Eu sabia que o sétimo ano havia terminado as aulas do dia e todos os alunos que voltavam me olhavam como se eu fosse um E.T. ou um sapo gosmento. Olivia já tinha me alertado sobre o fato de que a proximidade com o jogo poderia fazer com que os ânimos contra mim ficassem acentuados, mas eu começava a pensar que aquilo podia ter mais a ver com a cena dramática que eu causara na mesa deles com a Fair.



Olhei meu relógio pela milésima vez e estava quase desistindo de fazer uma segunda cena em meio ao covil quando ele apareceu. Não estava entrando, mas saindo do salão, abraçado à uma garota tão loira e alta quanto ele. Assim que me viu, parou e frente a mim e ergueu uma sobrancelha:



- Errou de salão, Potter?



A garota riu e revirei os olhos, sem poder acreditar naquela pessoa.



- Errei de dupla. - respondi. - Eu realmente esperava que fazer par com o monitor da turma fosse ser uma imensa sorte, mas já percebi que estava errada.



- Não estou entendendo, Potter. Acho que a pancada de ontem afetou sua cabeça.



- Ah, não se faça de inocente, Malfoy. Você planejou tudo, só para ficar arrancando pontos da Grifinória até não poder mais.



- Acha mesmo que eu ia perder meu tempo com isso?



- Então como você me explica o fato de, mesmo sendo monitor, não ter colocado a máscara?



- Máscara? Eu não preciso disso, fiz um feitiço protetor antes do início da aula.



- Você... Fez um feitiço? Mas fez o Snider tirar pontos de mim por pensar que eu não o lembrei de usar a máscara!



- Mas que idiotice...



- Você estava passando mal!



- Sim, por causa da minha alergia a alho grisalho e não por causa da Andaluzia!



Suspirei, sem saber se ria daquele absurdo ou se o estuporava de vez.



- Malfoy, você precisa ir agora falar com o professor Snider e explicar tudo!



Ele se afastou da garota loira e se aproximou de mim:



- Espere. Sentada.



- Malfoy. - comecei, entredentes. - Eu perdi pontos por causa deste mal entendido. Você está agindo como um verdadeiro idiota.



Os olhos do Malfoy pareceram se acender em raiva com uma rapidez que me fez querer retirar o que eu disse.



- Realmente é inacreditável como você é ingrata. Até agora fizemos duas poções perfeitas e, que eu me lembre, você ainda conseguiu pontos por isso. Agora percebo que não os merecia.



Forcei meus olhos a se manterem firmes nos dele.



- Sabe quem gosta de chorar, Potter?



- Não.



- Bebês.



A sua resposta, tão seriamente silabada, me fez ter vontade de rir, mas a intensidade toda me impediu.



- Hum. - engoli em seco.



Troy Malfoy se inclinou em minha direção e senti seu queixo mexer em alguns fios do alto da minha cabeça.



- Bebê Cicatriz.



Não pude acreditar quando ouvi aquelas palavras saírem de sua boca. Afinal, Troy Malfoy era um completo idiota.



- Por um momento, cheguei a pensar que você pudesse ser um cara legal. - eu disse, e minhas mãos seguraram a minha varinha no bolso do sobretudo. - Mas vejo que não é nada diferente do seu pai ou do seu avô.



Para o meu agrado, aquela frase pareceu afetá-lo mais do que eu esperava. Se havia me comparado ao Menino-Que-Sobreviveu, ao Escolhido, eu o estava chamando de Filho de Comensal.



Sem tirar os olhos dos meus, Malfoy se afastou, abrindo os braços:



- Vai me estuporar aqui, nas masmorras, Potter? - perguntou, alto o suficiente para que boa parte dos alunos da Sonserina parasse e me olhasse de forma ameaçadora. Quando larguei a varinha e caminhei em direção às escadas, senti raiva daquela Casa pela primeira vez na vida.



Eu não queria sentir aquilo. Eu queria ser diferente dos meus pais e dos meus irmãos e acabar com aquela guerra de séculos que todo mundo fingia ser normal, mas não era. Aquela rivalidade entre a Grifinória e a Sonserina era uma disputa por poder sem sentido e, de alguma forma, eu previa que pudesse causar sofrimentos eternos. Ninguém falava sobre o Albus e Scorpius, e graças à Merlim, Albus tinha encontrado Max e superado tudo aquilo, mas e da próxima vez?



Até quando seríamos inimigos?



Eu, Amy Potter, acabara de brigar com Troy Malfoy, que fora bastante idiota, por sinal. Mas não era por isso que seríamos inimigos.





Quarta-feira



Luc apareceu no fim da corrida do dia seguinte. Como Gui e Olivia já tinham se reconciliado, estávamos os três juntos, encharcados de suor.



- Hey, gata. - ele veio até mim. - Está melhor?



- Sim, obrigada.



Luc me deu um selinho rápido e segurou minha mão.



- O que deu em você para esquecer da máscara? - Olivia perguntou.



- O que deu no Snider por não verificar que todos os alunos estivessem protegidos, né? - Gui corrigiu.



- Já passou, galera. - eu disse.



- O importante é que esta cabecinha aqui já está bem. - Luc disse, carinhosamente.



- Você bateu a cabeça? - Gui perguntou.



- Sim, com o desmaio. - Luc respondeu.



Foi aí que me dei conta.



"Acho que a pancada de ontem afetou sua cabeça." As palavras do Malfoy. Luc sabia porque fora me visitar na enfermaria enquanto eu ainda estava desacordada, e eu havia contado para Alice e Victor, mas... Como o Malfoy poderia saber que eu tinha batido a cabeça?



Rapidamente, percebi que eu não sabia quem havia me encontrado no chão após o desmaio e me levado para a enfermaria. A ideia de que Troy Malfoy pudesse ter me carregado até lá me causou calafrios e pensei em falar com Madame Pomfrey antes da aula, mas me atrasaria, e precisava chegar bem cedo para a aula de Poções.



Subi para o dormitório, tomei um banho rápido e peguei um bolinho no salão principal antes de seguir para as masmorras. Eu seria uma aluna exemplar, recuperaria os pontos e ainda tentaria ser educada com o Malfoy.



A sala de Poções estava vazia quando entrei. Para a minha sorte, a poção do dia já estava escrita no quadro negro. Sem pestanejar, abri meu livro na página 327 e fui buscar os ingredientes descritos nas estantes. Em poucos instantes, tinha tudo na mesa, quando os alunos começaram a chegar. Organizei os ingredientes por ordem de uso, e peguei a faca, a peneira e demais utensílios.



Snider entrou na sala e se sentou em sua cadeira. Estavam todos em suas duplas, exceto eu.



- Com licença, prof. Snider. - ergui minha mão.



- Sim, Potter.



- O Malfoy...



- Ah, sim. O Sr. Malfoy está em um trabalho de campo e não poderá comparecer hoje. Mas nada te impede de fazer a poção sozinha, ou impede?



- Não, senhor. - dei um sorriso amarelo.



Tudo bem. Eu podia fazer muito bem tudo sozinha. Ou foi o que pensei, até que as penas de Greenmies começaram a voar por todos os lados quando as soltei dos laços. Com rapidez, tentei pegá-las antes que caíssem ao chão e se contaminassem e acabei batendo o topo de cabeça no tampo da mesa.



- Ai...



E então vi o livro. O livro de poções do Malfoy estava embaixo da mesa dele. Cheio de anotações.



Abri na página da poção e tive que conter meu entusiasmo com a quantidade enorme de anotações a cada instrução, afinal não seria nada bom se Snider me visse fazendo uma dancinha comemorativa e decidisse tirar o livro de mim.



Eu estava sem a minha dupla, mas tinha algo muito melhor.



Utilizar um pouco de água em um recipiente para impedir que as penas de Greenmies voem.



Fiz exatamente como descrito e deu certo.



Com a ponta da faca, a semente da uva rosa sai sem perder substância.



Tampar o caldeirão aos quinze minutos para ferver mais rápido e evitar a evaporação.



Estava tudo indo perfeitamente bem e, em menos de meia hora, a minha poção parecia pronta, enquanto todas as duplas ainda estavam tentando tirar as sementes de suas uvas ou manter suas penas sob controle. Fiquei me perguntando por que raios o nosso livro não vinha com as instruções mais importantes, quando ouvi a voz de Snider, bem atrás de mim:



- Ora, ora, srta. Potter... Não é que a sua Poção Alfa está boa? Quarenta pontos para a Grifinória.



- Quarenta?! - Vouton exclamou. - Por uma poção?



Realmente, o máximo que conseguíamos quando as poções saíam corretamente eram vinte pontos.



- Isto sou eu que decido, srta. Vouton. - Snider respondeu. - Vinte pontos pela ótima consistência e mais vinte pelo tempo de preparo.



Fiquei tão feliz que a vontade de fazer a dancinha retornou, e se não fosse o nariz do Snider bem em cima da minha poção, eu teria feito. Olhei para a Alice, que abriu um sorriso para mim. Tinha recuperado meus pontos, exatamente os quarenta que havia perdido nas últimas aulas.



- Ela está com vantagens porque está com o Malfoy... - ouvi alguém sussurrar, enquanto eu guardava minhas coisas.



Eu e Alice descemos juntas para o salão comunal da Grifinória.



- Que feitiço você usou no Snider? - ela brincou.



Decidi não revelar meu segredo.



- Sério... Não foi coincidência demais ele te dar a mesma quantidade de pontos que você perdeu por causa do Malfoy?



Em algum lugar da minha mente me perguntei se havia algo misterioso nisso.



Assim que viramos para a ala Norte, Madame Pomfrey surgiu feito mágica.



- Oh, querida Amy, como você está?



- Estou bem, Madame Pomfrey, mas, na verdade, eu queria mesmo falar com a senhora.



- Sou toda ouvidos, senhorita.



- Quem me levou até a enfermaria naquele dia?



A enfermeira me fitou com olhos perdidos:



- Que curioso, srta. Potter... A pessoa que te levou não esperou por mim, mas fez questão de deixar um bilhete.



- E o que dizia neste bilhete?



- Dizia que você havia batido a cabeça.



Um arrepio estranho perpassou minha coluna. Troy Malfoy teria me levado até a enfermaria? E será que teria me devolvido os pontos através do seu livro? Tudo era bizarro demais para eu conseguir entender, mas uma coisa estava decidida. Ele não merecia que eu o chamasse de filho de comensal.





N/A: Oi!!! Estou ansiosa para saber o que estão achando! Por isso, deixem votos e comentários por favor! Sempre ajuda muita a quem escreve (no caso, euzinha aqui!)



Beijos com carinho!


Primeiro Capítulo :: Próximo Capítulo :: Capítulo Anterior :: Último Capítulo

Menu da Fic

Adicionar Fic aos Favoritos :: Adicionar Autor aos Favoritos

 

_____________________________________________


Comentários: 0

Nenhum comentário para este capítulo!

_____________________________________________

______________________________


Potterish.com / FeB V.4.1 (Ano 17) - Copyright 2002-2022
Contato: clique aqui

Moderadores:



Created by: Júlio e Marcelo

Layout: Carmem Cardoso

Creative Commons Licence
Potterish Content by Marcelo Neves / Potterish.com is licensed under a Creative Commons
Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.
Based on a work at potterish.com.