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10. Capítulo 10


Fic: O Beijo do Dragão - UA NC18 - DHr - Concluída


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 10


 


— Acho que vou precisar de algumas roupas — disse Draco voltando a se comportar como um Rei. Ele poderia ter um dragão vivendo em sua mente, mas ainda era um soberano. Seguiria governando o melhor que sabia até que não fosse mais capaz.


O ruído metálico dos sinos das mulas e o ruído de passos, ressonaram através da pedra. Eles estavam ali. Alguns momentos mais tarde, vestido em couro de batalha, Draco respirou profundamente e se dispôs a confrontar o Conselho dos Reis. Como chefe de um dos Sete Reinos, Draco era um membro do Conselho.


O Conselho tinha sido criado durante o reinado do pai de Draco, para acabar com as constantes guerras fronteiriças entre os Reinos. Tinha tido êxito, e só havia pequenas escaramuças. Mas a força do Conselho dependia da força de seus membros e se os outros membros do Conselho decidiam que um Rei não era o bastante forte, o tirariam. Pelo bem de seu Reino, Draco sairia da caverna como um Rei.


Fechou seus olhos e se concentrou no dragão, chamando-o por seu nome pela primeira vez.


Nekane. Nekane, eu necessito de sua ajuda. Tenho que falar com...


Hermione começou a ir até a saída.


Minha, está partindo?!


Não, ela ficará conosco. Só... ele não sabia o que ele pedia ao dragão. Fique em silêncio e não apareça, não parecia apropriado. Fique tranqüilo. Tranqüilo. Não parecia o bastante. Eu protegerei Hermione, assegurou à Nekane. Ela ficará perto.


O dragão se queixou, mas não se moveu para assumir o controle. Draco quase podia ver a besta ficando de cara amarrada.


Mas ao menos estava tranqüilo. Draco tomou a mão de Hermione, assegurando-se de mantê-la por perto. De momento, Nekane estava tranqüilo, mas Draco não sabia se poderia controlá-lo se o dragão pensasse que Hermione estava em perigo. As lembranças daqueles momentos, antes que Nekane tivesse aparecido em forma corpórea, estavam gravados na mente de Draco. O único pensamento de Nekane havia sido salvar Hermione, proteger seu par.


Isto fez que a criatura fosse mais fácil de entender.


Draco, Hermione e Blaise saíram da caverna sob a luz do sol. Um pequeno grupo de cavalheiros, uma mulher, e aproximadamente uma dúzia de pesados guardas armados estavam esperando. Alguns soldados seguravam as espadas em alto ou apontavam com os arcos.


— Estou sob ataque? — perguntou Draco, enchendo sua voz de brincadeira e desprezo. Olhou fixamente para seu irmão. O olhar surpreendido do rosto de Lucius, quando Draco saiu, era bastante para fazer alguém sorrir. Exceto Nekane. A imagem nítida de Hermione presa à ponta da lâmina entrou na mente de Draco. Mostrou-lhe os dentes e soltou um rosnado baixo. O roçar dos dedos de Hermione no dorso de sua mão, trouxe-o de volta. Olhou para baixo e encontrou seu olhar fixo. O amor e o apoio eram tão evidentes, que tanto ele, como o dragão, os reconheceram.


Nekane voltou para trás e Draco relaxou. Ele tinha que controlar esta reunião. Enviou um aviso mental ao dragão que resmungava, para que ficasse tranqüilo. Hermione não ia a nenhuma parte. Para reforçar o pensamento, trouxe-a para diante se si.


— Irmão, acredito que ainda se considera traição atacar o Rei — sua voz era tranqüila, com apenas a correta quantidade de arrogância. Pressionou seus quadris contra Hermione e a sentiu movendo-se para acomodar sua crescente ereção. Inclusive com o Conselho dos Reis ante ele, o corpo de Draco estava impaciente por Hermione.


— Você já não é Rei — zombou Lucius. O desespero rachou sua voz ao dizer a última palavra.


O Rei Dumbledore deu um passo para frente. Embora não havia nenhum líder oficial do Conselho, Dumbledore tomava o comando mais freqüentemente que outros.


— Há rumores de que você foi mordido por um dragão e completou a transição final.


— Bem — disse Draco, envolvendo seu braço ao redor da cintura de Hermione e sustentando-a apertadamente contra seu peito nu. — Tive que pensar em alguma história para dizer ao mundo enquanto cortejava a minha esposa, não é mesmo?


— Sua esposa?! — a solitária mulher da multidão, gritou a pergunta.


Draco se dobrou e sussurrou no ouvido de Hermione.


— Quem é esta?


— Minha mãe — respondeu ela, mal movendo seus lábios.


— Vocês tem uma relação próxima? — perguntou ele.


— Não muito.


— Isso provavelmente é bom — ele se endireitou e chamou através da clareira. — Sim, senhora, minha esposa. Pode referir-se a ela como Sua Majestade e aceito gentilmente todas suas felicitações.


— Me diga que realmente você não se casou com ele — perguntou um homem pequeno, com uma cabeça bastante grande. Tinha que ser o pai de Hermione. — Está decidida a fazer que nossa família seja submetida ao desprezo. Estaremos arruinados uma vez que o mundo saiba que você se casou com um dragão.


Dumbledore deu um passo para frente, ignorando a interrupção. Era um dos muitos motivos pelos quais Draco gostava que Dumbledore tomasse o comando. Era bastante diplomático para deixar as pessoas falarem, mas seguia concentrado em sua tarefa. Neste caso, procurava a verdade.


— Temos testemunhas que dizem que você fez a transição final em um dragão — disse ele a última palavra com desdém. Dumbledore, como outros, odiava e temia as bestas. Ele confiava em guerreiros como Draco para desfazer-se deles, mas abandonava aqueles que eram mordidos.


Nekane retumbou. Draco dobrou sua cabeça e beijou o pescoço de Hermione, atrás de seu ouvido. Tomou um fôlego profundo, inalando seu aroma, para manter a calma do dragão.


Draco levantou o olhar e sorriu.


— As testemunhas eram membros da guarda de meu irmão? —esquadrinhou a saliência de pedra. — Não vejo aqui nenhum sinal de algum dragão. — Draco contemplou os outros seis membros do Conselho dos Reis, quase provocando-os a lhe contradizer. Pareceram um pouco menos assustados e um pouco menos seguros. — Lorde Lucius fez outra de suas brincadeiras. Parto para ter uma lua-de-mel e de repente sou um dragão.


— Passa a lua-de-mel em uma caverna? — a incredulidade de Dumbledore era óbvia, mas Draco tinha quase certeza que nenhum deles teria a coragem de lhe acusar diretamente.


— Queríamos ficar sozinhos. Pensei que estaria fora do alcance para a maioria das pessoas. Obviamente, estava equivocado. — ele se inclinou para olhar o rosto de Hermione. — Deveríamos ter subido mais alto.


Ela assentiu, em resposta.


— MAS QUE DROGA, ele se converteu em um dragão. Eu vi. — Lucius agitou sua mão para Blaise. — Ele veio aqui para matá-lo. Blaise sabe a verdade.


Blaise alargou seus olhos e olhou fixamente entre seus dois irmãos. Então, encolheu-se de ombros.


— Lucius, não sei do que você está falando — disse Blaise. — A mim ele parece normal. — O canto de sua boca se elevou, o epítome do guerreiro arrogante. — Bastante ranzinza, mas Draco é assim.


A raiva irradiava do corpo de         Lucius, quando concentrou sua atenção em Hermione. Ela se armou de coragem. Ele obviamente esperava que não fosse uma mentirosa tão consumada, como Blaise e Draco.


— Ela também o viu — acusou Lucius, assinalando Hermione. — Ela viu ele se transformar.


Ela sentiu que os dedos de Draco apertavam seus ombros. Sabia que ele mantinha Nekane sob controle.


Ele pedia-lhe que mentisse. A seus pais. Ao Conselho. Ao seu inimigo.


Ela inclinou sua cabeça no que esperou que fosse um olhar de distinguida confusão.


— Não entendo do que você está falando. Só vi o homem que amo.


Dumbledore relaxou e assentiu. Lucius se virou e o enfrentou.


— Ela está mentindo. Todos estão mentindo. Vi meu irmão se converter em um dragão.


— Nunca ouvi falar que alguém voltasse para a forma humana, depois que tivesse feito a transição final — disse um dos Reis menores.


— Isto é verdade. — Hermione atraiu sua atenção de volta para ela. — Estudei os dragões durante anos, já que meu primeiro marido foi mordido. Há outros que estudam as criaturas, e ninguém foi capaz de inverter uma transição. Até agora, acrescentou ela mentalmente.


A pequena multidão estava dando voltas, claramente inseguros do que fazer depois. Haviam chegado com a intenção de banir um Rei e matar um dragão. O que fazer agora que o dragão havia desaparecido?


— Tenho certeza de que tudo foi só um mal-entendido. — Draco se afastou de Hermione e se adiantou até que estivesse diante de seu gêmeo. Hermione olhou os irmãos e compreendeu que não eram parecidos. Draco tinha um poder que vinha de um lugar localizado profundamente dentro dele, uma força pessoal. Lucius era fraco e usava o poder de seu nascimento para intimidar os outros. —Meu irmão deve ter se confundido por algo que viu. — Draco olhou fixamente nos olhos de Lucius. — Não é verdade, irmão?


Lucius tomou um fôlego brusco e superficial. E Hermione sabia que Nekane olhava fixamente pelos olhos de Draco. Lucius tragou e em seguida assentiu.


— Sim, é verdade. — se virou para o Conselho, afastando o olhar dos olhos de Draco. — Me desculpo por qualquer confusão.


A tensão dos membros do Conselho baixou coletivamente. Era óbvio que Draco queria lutar por seu Reino e ninguém no Conselho queria confrontá-lo.


— Tudo bem, então — disse Dumbledore — acredito que não há mais nada a dizer. Deveríamos voltar para casa e deixar Rei Draco e sua noiva para que sigam com sua lua-de-mel.


— Mas não podem. Me recuso a permitir que minha filha permaneça casada com ele — anunciou seu pai ao grupo. — Apesar do que foi dito, sabemos a verdade e não casarei minha filha com uma besta.


— Ele não é uma besta. É um homem — respondeu Hermione, enquanto se adiantou e parou ao lado de Draco. Nunca tinha respondido antes a seu pai. Sentiu-se poderosa, enquanto esteve de pé, ao lado de Draco. — É um rei maravilhoso, que se preocupa com sua gente e sua terra. É um guerreiro e um cavalheiro. E é o homem mais fino que conheço.


Seu pai cruzou seus braços e entortou os olhos, enquanto a fulminou com o olhar. Draco teve o repentino impulso de protegê-la da desaprovação de seu pai.


— Quanto tempo ele vai querer você quando descobrir que você não pode lhe dar um herdeiro? Assim é, Sua Majestade, você não a quererá. Ela é estéril.


Hermione ficou tensa nos braços de Draco e foi sua vez de consolá-la. Esfregou seus braços com as mãos e moveu seu duro pênis contra seu traseiro, a avisando silenciosamente que a desejava, sem se importar se ela pudesse lhe dar filhos ou não. Ele lançou um olhar para Blaise. Ele permaneceria como seu herdeiro e poderia ser responsável para fazer a seguinte geração.


A névoa agora familiar, o advertiu da presença de Nekane que empurrava os cantos de sua mente. Draco sorriu e teve a satisfação de ver o pai de Hermione voltar atrás.


— Hermione é minha, agora e para sempre. — Draco se afastou, levando Hermione com ele. Ele tinha acabado com esta conversação. Tinha coisas mais importantes a fazer. — Agora, dama e cavalheiros, estão em minha terra. Meu irmão, Blaise lhes escoltará para baixo da montanha e fora de minha terra. — Ele olhou para Lucius. — A todos.


Draco não esperou para ver se o obedeciam. Se virou e arrastou Hermione até a cova. Uma vez fora da luz do sol, Draco se girou e ficou diante dela.


Hermione ofegou ante o brilho de seus olhos.


— Realmente você quis dizer aquilo? — ele lhe perguntou.


— O que?


— Tudo o que disse sobre mim.


As palavras pendiam entre eles. Ela tinha uma possibilidade.


A escura luz que brilhava nos olhos de Draco era uma mescla dele e de Nekane. Ambos a queriam e ansiavam sua resposta.


— Eu te amo.


— De verdade? Ou só sente pena pelo dragão?


Ela nunca tinha esperado que Draco necessitasse de consolo.


— Eu não tenho pena de Nekane. É uma criatura formosa. — a lembrança lhe trouxe um sorriso sensual. — Com uma língua muito talentosa. Mas — ela parou Draco antes que ele pudesse protestar. — Me apaixonei pelo homem, antes de conhecer o dragão.


— Você nunca será livre — ele a advertiu, ainda se contendo.


— Não quero ser livre. — Ela deixou fluir abertamente todo seu amor em seus olhos. — Eu te amo. Aos dois. Você e Nekane aprenderão a viver juntos. — Ela se aproximou, finalmente segura de seu amor, de sua força. Draco a necessitava e ela os necessitava. Envolveu seus braços ao redor de seu pescoço e sorriu. — E até então, ficarei por perto.


************************


Ela não tinha compreendido a verdade daquelas palavras até duas semanas mais tarde.


Hermione fechou os olhos e deixou que o calor do sol lhe esquentasse a pele. Estava esgotada. Draco e Nekane tinham sido implacáveis, amando-a, montando-a ou lambendo-a em todas as horas. Hoje era o primeiro momento que ela tinha para si. Finalmente, depois de gritar que necessitava de um descanso e um momento a sós, encerrou-se no banheiro, há duas horas. Mais provas de que Draco e Nekane se adaptavam a sua nova situação: nenhum tinha feito mais que um grunhido brincalhão ante sua extensa ausência.


O banheiro estava encantador: esquentado pela quente primavera e colocado em um jardim murado. Entrou em uma tina perfumada, acalmando seu corpo cansado e bem amado, com a água aquecida pela primavera.


Ela se reclinou contra a pedra e deixou que o sol esquentasse seu corpo, sua mente livre da longa lista de deveres que tinha.


Tinham deixado a caverna dois dias depois que o Conselho havia partido, quando Draco estava desesperado por comida que não incluísse frutas. Rapidamente, eles tinham encontrado um Guia Espiritual, para que os casasse. Poderia ser o par do dragão, explicou-lhe ele, mas seria sua esposa. E depois, tinham começado o lento processo de assentar sua vida.


Draco tinha demonstrado a todos que ele estava no comando. Nenhum homem tinha tido êxito em controlar um dragão. Muitos descartaram os rumores de que ele havia se transformado.


Hermione estava aprendendo devagar seu trabalho no Castelo e se adaptava outra vez ao protocolo real. Tinham passado vinte e cinco anos desde que a mãe de Draco tinha morrido, assim ninguém sabia o que fazer com uma Rainha. Hermione decidiu fazer as coisas a seu próprio modo e rapidamente começou a dirigir o Castelo e a assistir Draco com o manejo diário do Reino.


Era agradável trabalhar junto a Draco e se fazia necessário quando Nekane ou Draco decidiam que necessitavam de um pouco de atenção.


Os dois se adaptavam devagar um ao outro. Ainda havia as batalhas pelo controle. Algumas vezes, Draco tinha perdido. Hermione teve que acalmar Nekane quando isso acontecia. Riu ante as lembranças e deixou seu corpo relaxar. Nekane conteve Draco até que ele a tinha amado longa e profundamente com sua língua.


Quando ela quase estava adormecida, ouviu o suave estalo da porta do dormitório. Ela se sentou.


Draco partia?


Ele ainda não tinha saído sem ela. As emoções eram muito cruas e as reações de Nekane eram muito inseguras. Agora mesmo, os criados se adaptavam a possibilidade de viver com um dragão. Nem Hermione, nem Draco queriam ainda que o conceito se convertesse em realidade.


Então para onde Draco estava indo?


Curiosa, Hermione ficou de pé e colocou um traje de seda sobre seu corpo nu. Uma voz estranha a fez se apressar para a porta.


Uma voz feminina.


A sexualidade dos dragões era conhecida através dos Sete Reinos. Fora assim que o mito de sacrificar virgens havia sobrevivido e por que algumas mulheres foram com muito gosto ao altar.


Hermione entreabriu a porta do banheiro e fez uma careta de repugnância. Não era nenhuma virgem que esperava ser sacrificada. Era Pansy. Na aprendizagem diária de dirigir o Castelo, Hermione tinha ouvido muito sobre Pansy, era uma das favoritas de Draco. Gabava se das horas de sexo que recebeu de Draco. As histórias ainda circulavam pelas cozinhas, inclusive agora, que o Rei tinha uma esposa.


A mulher estava de pé na entrada, com um jarro de vinho nas mãos. E nos olhos, um olhar de puro sexo. Hermione quis interromper, mas algo a deteve. Talvez fosse a insegurança, talvez a curiosidade de uma esposa. Talvez, queria ver quão longe a necessidade do dragão de ter sexo levaria Draco. O dragão cobiçava Hermione. Mas agora que a tinha, ele poderia desejar outras.


Hermione olhou pela pequena abertura, quando Mara deu um passo e pôs o vinho na mesa.


— Eu me perguntava quando me chamaria, Sua Majestade. — Com um movimento rápido, perito, a criada desatou as correntes de seus ombros e o pesado vestido se deslizou ao chão. Estava nua. Draco também estava nu, como freqüentemente o estava em suas habitações. Como estava de costas, Hermione não podia ver a expressão de Draco, mas não afastava seu olhar das finas curvas da criada. Tudo o que Hermione podia fazer para se conter era cravar as pontas dos dedos no marco da porta e esperar. Pansy ficou de joelhos e levou suas mãos até as fortes coxas de Draco.


Os músculos do pescoço de Draco se apertaram, ao ponto de romper-se. Seu marido não afastava a vista da criada nua. Pansy abriu sua boca e se inclinou para frente, movendo-se para mais perto da virilha de Draco.


Draco inclinou sua cabeça e cheirou o ar.


Hermione reconheceu o movimento. Nekane era o responsável. Ele olhou para baixo, para a mulher nua e negou com a cabeça.


Não é minha.


Pansy elevou os olhos com adoração, quando seu cabelo loiro sussurrou através de suas costas nua. Piscou e sorriu docemente.


— Sinto muito, Sua Majestade, não o entendo.


Não é minha! — repetiu Nekane, um pouco mais forte. —Onde está minha? — Nekane olhou ao redor do quarto, em busca de seu par perdido. O bramido do dragão saiu da boca humana. Hermione abriu a porta e se apressou pelo quarto.


— Estou aqui. Estou aqui.


Minha? Onde foi?


— Não, eu só me banhava.


Ele a puxou duro contra seu corpo, quando não reagiu, esquecido completamente da mulher que estava ajoelhada a seus pés. Sua boca se fechou sobre a base do pescoço de Hermione, lambendo e provando sua pele, enquanto que suas mãos se deslizaram para baixo, se fechando em seu traseiro, empurrando sua fenda úmida contra sua crescente ereção. Sua mente estava turvada pelo primeiro beijo, e só teve a suficiente coerência para olhar sobre seu ombro.


— Você pode partir, agora! — disse ela para aquela que logo seria uma ex-criada.


Antes que a porta estivesse fechada, Draco já havia lhe tirado o traje e se ajoelhou ante dela, acariciando seu rosto no seu sexo molhado.


Minha! — sussurrou ele contra sua pele. Sua língua desceu por entre suas dobras, agradando seu clitóris. — Minha.


— Sim. — suspirou ela. Ele levantou sua perna e a pôs sobre seu ombro abrindo-a para a profunda penetração de sua língua. Ela ofegou, os leves toques contra suas paredes interiores fizeram que sua vagina se enchesse de suco. Ele seguiu lambendo e bebendo, enchendo-se de seu gosto. Necessitaram-se meros segundos para esquecer a outra mulher. Nekane e Draco obviamente não se lembravam dela. Eles queriam a ela.


Hermione se sustentou no pilar da cama atrás dela, inclinou-se e se instalou para que ele a fodesse com sua talentosa e doce língua.


************************


— Eu quero ela fora.


Os olhos de Draco se abriram. Hermione interrompia seu sono, mas queria conhecer sua posição. Draco/Nekane haviam transando com ela durante horas alternadas, lambendo-a e transando até que não pudesse recordar seu próprio nome.


— Hmm?


— Eu quero ela fora daqui — repetiu Hermione.


— A quem?


Draco levantou a cabeça de seu estômago e examinou seus olhos.


— Pansy? A mulher que se ajoelhou nua ante você preparada para te atender? Se recorda dela?


— Vagamente — ele beijou seu estômago, em cima do umbigo.


— Não esteve interessado por ela absolutamente? — Hermione se encolheu assim que a pergunta deixou sua boca.


Draco levantou sua cabeça e se sentou ao seu lado. Ela sabia, falava com Nekane. Finalmente, ele moveu a sua cabeça.


— Ela não cheirava bem. — ele sorriu para ela. — Não cheirava como você. — ele tomou um profundo fôlego e suspirou. Draco ficou atônito e tomou outro profundo fôlego.


— O que acontece? — Hermione se empurrou sobre seus cotovelos e o olhou.


— Você está grávida.


— O que? Isso é impossível. — Seu coração golpeou com força. Draco se retirou e olhou fixamente para janela aberta. — Draco? —Nunca o havia visto assim. Ele piscou e em seguida moveu sua cabeça.


Finalmente, ele se virou.


— Acho que ele está rindo.


— Nekane?


— Sim. Um dragão. Dando risadas. — Draco elevou os olhos e um momento depois saudou com a cabeça. — Algo sobre ter semente superior.


Hermione tocou seu estômago. Um bebê? Ela ia ter a um bebê? Olhou para seu marido. Seria capaz de lhe dar um herdeiro.


— ESPERE. SERÁ QUE VAI SER MEIO DRAGÃO?! — gritou ela.


 


 


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Agora só falta o epílogo e terminamos esta adaptação...


Isa Bebel.

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Comentários: 1

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Enviado por Anne Lizzy Bastos em 03/02/2014

Também estou com a Duvida da Mione. Adorei o que o Nekane fez com a Pansy a ingnorando por completo... kkkkk; Foi demais!
Vc vai fazer outras adaptações boas deste modo? Estou super curiosa.
Bjs Anne 

Nota: 1

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