E os Jogos Começam
Era impressionante a forma incansável como o mar castigava os rochedos, a água salgada batia incansável nas pedras sem parar, não importava se as pedras eram mais fortes... A água do mar continuava a bater, impiedosa, teimosa, orgulhosa, o rochedo se mantinha imponente, sem perceber os pedaços que aos poucos, de forma muito lenta, a água levava de si.
Um pequeno pedaço de uma rocha tão grande não era nada! Não lhe faria falta alguma certo? Certo, porém se a cada dia a água do mar lhe levasse um pequenino pedaço, no final de um ano, aqueles vários pedaços fariam muita diferença...
Tom se sentia como este imponente rochedo, primeiro os Rebeldes haviam lhe tirado três de seus principais prisioneiros de Azkaban. Não lhe fariam falta. Depois Draco Malfoy se une a eles. Que mal poderia ele causar? Depois, mesmo que por seu comando, Stalin é morto, levando consigo todo seu conhecimento de magia antiga para debaixo das pedras que soterravam seu corpo. Tom já sabia o bastante sobre magia antiga. Um pequeno descontrole o faz discutir com sua Pequena boneca, uma arma de destruição em massa, ela foge e se une aos rebeldes. Mas a final de contas, ela fugiu exatamente porque sabia que não era capaz de enfrentá-lo. Ele sabia como lidar com ela. E agora Snape, um de seus principais Comensais da Morte era assassinado por ninguém menos que Harry Potter. Nada que não fosse demorar a acontecer. Como que para finalizar com chave de ouro sua Pequena mata Bellatrix. Sua mais fiel Comensal da Morte. Substituível.
Tom poderia lidar muito bem com cada uma dessas situações isoladas, saberia muito bem como se livrar de cada um desses problemas, porém, juntos numa mesma balança, eles começavam a pesar muito mais do que se fossem separados, e causavam certa dor de cabeça no Lorde das Trevas.
Os Rebeldes eram muitos em todo o mundo, provavelmente eram maiores em número do que aqueles que estavam do lado das trevas, porém, eles não possuíam poder de fogo, estavam desarmados, não tinham como enfrentá-lo, com pequenas exceções que não poderiam lhe causar grandes problemas. Até aí os problemas de Tom não eram grandes, porém, assim como as águas do mar, os Rebeldes eram incansáveis, insaciáveis e perseverantes, suas pequenas investidas lhe causavam pequenas perdas, mas que agora, unidas, começavam a incomodar.
Como se não bastasse, Tom não possuía mais Hermione para acabar com o mal pela raiz, destruindo vilas Rebeldes de uma só vez, exterminando o problema, possuía apenas Comensais da Morte, que perto do poder de fogo de sua Pequena, não eram nada. Tom apertou com certa força a grade da varanda do antigo quarto de Hermione, havia passeado pelo quarto aquela tarde, continuava assim como a vampira havia deixado: as roupas continuavam no armário, um óculos escuro estava em cima da mesa de cabeceira, o enorme espelho já não estava mais lá depois do ataque que a morena dera na presença do próprio Lorde, que também insatisfeito terminou por quebrar o outro espelho, na penteadeira que tinha alguns perfumes. Até isso ela fizera questão de deixar no ar! Seu perfume! Mas não era nenhum daqueles que estavam em sua penteadeira, mas sim seu perfume natural, de seus cabelos... Era intoxicante! Era convidativo, ela era atraente para tudo e todos, o que tornava ainda mais fácil o trabalho da morena. Tom sempre soube disso, era interessante observar como as pessoas se sentiam estranhamente atraídos pela presença dela, queriam estar perto, o modo como ela facilmente poderia fazer alguém dizer a ela tudo que desejasse saber. Ela o fascinava! Seu poder, o que podia fazer! Tom sempre desejou tal poder para si, mas como não era possível, contentou-se em tê-la de seu lado, para que pudesse fazer por ele aquilo que ele mesmo não podia.
O bruxo saiu do quarto de Hermione, e caminhou para o escritório, no caminho a mente a mil, raciocinava todas as perdas que Voldemort teria com Hermione contra si agora. Fazia muito tempo que o inimigo não lhe parecia tão forte, Tom constatou contrariado. Ele tinha o poder, e todos os meios para mantê-lo, poderiam lhe causar problemas, mas ele saberia como resolvê-los, a única coisa que Tom desejava, é que Hermione não encontrasse John antes dele. Tom nunca pensou que o futuro de seu império pudesse estar na sobrevivência de um insignificante trouxa. Ele precisava se manter vivo.
A casa estava silenciosa quando Hermione acordou, Draco dormia com a cabeça recostada numa cadeira, já devia passar do meio dia pelo sol que estava lá fora, ela não sabia a que hora fora dormir, mas o sol que nascia e seu cansaço eminente lhe diziam que não fora cedo.
Levantou-se lentamente, sem sentir nenhuma tontura ou protesto de seu corpo, colocou os pés para fora da cama e ficou de pé, não se sentia perfeita, mas estava longe de estar mal. Caminhou até a porta, curiosa constatou que esta não estava trancada, abriu-a, o corredor também estava silencioso. Com passos leves de uma vampira Hermione caminhou até a escada sem emitir nenhum barulho, da mesma forma desceu por elas e chegou até a cozinha, serviu um copo de água enquanto se permitia ter devaneios em relação ao que acontecia.
-Não devia estar deitada?
Ela arregalou os olhos e apertou o copo forte demais o quebrando em sua mão, o vidro provocou um pequeno corte próximo ao seu dedo anelar, nada que em alguns minutos já não estivesse cicatrizado. O que a irritou, porém foi seu próprio descontrole, a ponto de demonstrar nervosismo na frente do Potter, era tudo o que desejava...
-Nervosa? Eu não mordo! Se bem que isso não é um problema pra você certo?
Disse ele a provocando, Hermione jogou os cacos dentro da pia e abriu a torneira, deixando a água escorrer um pouco pelo corte, que já não sangrava como de início. Logo depois se virou, e novamente amaldiçoou sua falta de controle. Harry estava mais próximo do que ela imaginara, apenas um palmo de distância separava o rosto de ambos, instintivamente Hermione deu um passo para trás levemente sobressaltada, as mãos apoiadas na beirada da pia se segurando, perdera o equilíbrio e o raciocínio. O que estava fazendo ali mesmo? Droga! Harry sorriu enviesado com sua reação, ela voltou a se amaldiçoar. Onde estava a vampira intocável?
Como que para atiçá-la ainda mais, Harry deu um passo a frente, colocando as próprias mãos na beirada da pia, prendendo Hermione entre seus braços e curvando levemente o corpo para ficar com o rosto da altura do da morena. Hermione definitivamente não se sentia presa entre os braços do moreno, e por um instante ele se lembrou de como ela era absurdamente mais forte que ele, porém toda sua força havia desaparecido, e ela estava mais curiosa em descobrir o porquê do moreno causar todas essas reações nela, logo nela. Por que diabos seus olhos eram tão verdes? Vamos lá, ele não é novidade Hermione.
-Acho que sou bem grandinha para que me digam quando devo estar na cama.
Disse ela depois de respirar uma vez recuperando seu centro de gravidade, passando assim pelos braços de Harry sem nenhum esforço. O raciocínio lógico, porém fizera-lhe o favor de não dar as caras.
-Não sei se tamanho é documento – disse ele se recostando a pia de braços cruzados observando-a curioso, Hermione se virou para olhá-lo – ao menos não foi ontem à noite.
Disse ele pendendo a cabeça para o lado curioso com a reação da mulher, mas preparada, ela não se deixou abalar, Hermione precisava se concentrar em seu objetivo, e pensar em si. Pois bem, era o que faria.
-Sabe Potter, todos cometem erros na vida.
Disse dando de ombros, Harry arqueou a sobrancelha, então salvá-lo fora um erro? Hermione caminhou até a porta, porém Harry fora mais rápido, tampando a saída com um braço respondeu o comentário dela muito próximo a seu ouvido:
-Não a princesa das trevas.
Hermione o olhou divertida.
-Acontece que não sou a princesa das trevas.
Disse olhando-o nos olhos, novamente sem esforço empurrou o braço do moreno e passou por ele. Porém Harry não pretendia desistir.
-Se foi um erro – disse enquanto caminhava calmamente atrás dela – então preferia deixar-me ser atingido pelo feitiço?
Perguntou ele recostando na parede da sala quando ela parou no centro do mesmo cômodo, ela se virou para ele curiosa e perguntou:
-Quer mesmo saber?
-Quero.
-Sim, eu preferia tê-lo deixado ser atingido.
Caminhando rapidamente ao encontro da morena Harry parou a poucos centímetros do rosto da mulher.
-Então por que pulou na minha frente?
-Por que me deu seu sangue?
-Porque preciso que esteja viva para a batalha.
-Porque preciso que esteja vivo para matar Tom.
Os dois cuspiam as palavras um para o outro, com ódio, decepção e sadismo. Porém ambos sabiam que não era verdade, ao menos não toda a verdade.
-Você mesma poderia matá-lo.
Disse o moreno desconfiado.
-Não segundo a profecia.
Respondeu ela desafiadora. Foi a vez de Harry dar um passo para trás. Como ela poderia saber da profecia? Respondendo as perguntas silenciosas do moreno, Hermione falou caminhando em direção à janela:
-Faz algum tempo que Tom descobriu a profecia, foi quando capturou aquela sua ex-professora de adivinhação, e por um acaso encontrou uma lembrança muito interessante na cabeça dela – disse sorrindo para ele, Harry estava congelado em seu lugar – foi no mesmo dia em que invadiu o ministério tomando completamente o poder, viu o quanto era necessário tê-lo em suas mãos.
Harry digeriu tudo aquilo em alguns segundos, Voldemort conhecia a profecia, isso mudava muita coisa.
-Mas quanto ao sangue – Hermione inquiriu – Draco poderia ter feito isso, por que você?
Perguntou Hermione tentando encurralá-lo, o moreno respondeu:
-Não queria ficar devendo nada, você arriscou sua vida por mim, dei meu sangue a você, pronto, estamos quites.
Disse ele dando de ombros. Hermione arqueou a sobrancelha.
-Então mesmo com maldições imperdoáveis e sangue frio, Harry Potter continua valoroso? – disse a mulher um tanto quanto debochada – comovente.
-Esqueci de que foi acostumada a pegar sem pedir licença ou agradecer, mas sempre gostei de ter certeza de que nunca dependi de ninguém, e quando dependi, soube retribuir a altura.
Respondeu ele com falsa modéstia enquanto caminhava novamente se aproximando da vampira. Colocando seu rosto a poucos centímetros do dela finalizou:
-Portanto, se um dia vencer, terei certeza de que foi por mérito meu, não tive que me aproveitar de ninguém para chegar aonde cheguei.
-Na antiga casa de seus pais, protegida pelo feitiço do fiel do segredo e sendo perseguido por todo o mundo? Grande conquista!
Disse ferina, Harry olhou-a nos olhos e com uma sobrancelha arqueada e motejo na voz falou:
-Se é isso que pensa, então o que a levou a pedir ajuda a mim? Não sou tão fracassado?
Com surpresa contida, Hermione se pôs a pensar, ganhando tempo deu as costas ao moreno olhando para a vila abaixo da casa.
-Falta de opção.
Disse sem uma resposta melhor. Aproveitando a vantagem, Harry se aproximou ainda mais da morena, pronunciando as próximas palavras na curva de seu pescoço.
-Ou a melhor opção?
As palavras em si, não causaram tanto efeito, mas ao sentir a respiração do moreno em sua pele e virar-se tão rápido encarando aquelas orbes verdes, Hermione não teve opção se não suspirar. Mas que droga esse lugar está fazendo com você? Perguntou-se ela irritada. Harry não conteu o sorriso. Tentando se controlar Hermione não desviou o olhar, mas com a voz baixa perguntou:
-Valoroso ou egocêntrico?
Foi o tempo que precisou para se recuperar e voltar a se afastar, a proximidade dos dois corpos não lhe fazia nada bem. Acontece que Harry também percebeu isso.
-O que achar mais apropriado, mas se quer saber minha opinião, prefiro dizer que tenho amor próprio, sei que valho muito, sabe, os cartazes fazem questão de me dizer isso sempre que saio de casa.
Disse ele deliciosamente irônico enquanto se referia aos cartazes em que seu rosto era estampado com uma recompensa de cem mil galeões em baixo, e quando se tratava de cidades trouxas, a quantia transformada não era menor.
-Egocêntrico.
Constatou Hermione ainda de costas para o moreno, ela caminhou rapidamente até o corredor, no meio dele, pôde escutar os passos insistentes do moreno atrás de si, irritada ela se virou de olhos fechados e disse:
-O que quer de mim?!
Ela abriu os olhos e respirou fundo, já devia ter se acostumado com isso, mas simplesmente não podia, a droga de seus sentidos aguçados fizeram o perfume do moreno invadir seu nariz embriagando-a, ela voltou a perder seu centro de gravidade e suas pálpebras penderam molemente. Não era ela, simplesmente não podia ser.
Ele sabia que enquanto se mantivesse próximo o bastante para inebriá-la, ele teria o controle, ele olhou em seus olhos e colocou a mão em sua cintura, seus movimentos não eram mais mecânicos, ele sabia exatamente o que estava fazendo.
Ela tentou voltar à realidade, mas sentir as mãos quentes dele em sua cintura a fez se arrepiar inteira. Droga! Foi a única coisa que teve capacidade para formular em sua mente, ele voltou a colocar o rosto na curva de seu pescoço, colando os lábios finos e quentes ali, era enlouquecedor, ele subiu devagar até sua orelha, mordendo-a de leve, Hermione podia empurrá-lo, podia arremessá-lo pela janela, quebrar sua mão que tocava sua cintura, mas ela não queria, talvez não pudesse também, já que sua força se esvaíra naquele instante, mas ela sabia como recuperá-la, era só se afastar... Só que ela não queria, era tão bom estar em seus braços, sentir sua boca, o cheiro de seus cabelos e a respiração leve batendo em sua pele... Era tudo tão perigoso, tão tentador... Ela nunca se sentira tão humana, nunca teve sentimentos tão humanos e desejos tão humanos, quebrar suas próprias regras nunca lhe pareceu tão delicioso...
Harry passeou o nariz pelos cabelos da vampira, ela colocara o rosto em seu pescoço apreciando o momento, ele passou os lábios lentamente pelos olhos fechados da vampira, fazendo lentamente o caminho até seus lábios...
Foi um choque, Harry não se lembrava de como os lábios dela eram tão frios e macios, e Hermione não fazia idéia de que os lábios de Harry eram tão quentes e deliciosos. Harry a empurrou na parede do corredor, sem força ela não resistiu, as mãos dela passeavam pela parede, estava presa, as dele eram possessivas, uma a abraçava forte pela cintura fina, a outra segurava firme seus cabelos. O beijo era forte, havia mais que desejo, havia trapaça, havia cumplicidade e uma enorme vontade de se provar, de arriscar, de experimentar de desafiar. Algo como uma corrente de ar gélida subia lentamente entre os dois corpos, que podiam sentir cada arrepio, cada suspiro, e cada pulsação acelerada do outro, tamanha era sua proximidade e sintonia. Era errado, por isso era tão certo, era óbvio e incomum, era cruel.
Hermione o empurrou com força na outra parede, Harry a olhou sem surpresa, havia desejo nos olhos azuis esverdeados dela, eles brilhavam, ela estendeu sua mão na direção dele, levando-a ao pescoço dele, sentindo como o sangue pulsava forte em sua veia, não podia resistir, não queria, arranhando a pele do homem e passando as mãos para seu cabelo ela se aproximou sedenta, invadindo seus lábios ferozmente, ele a segurou pela cintura e pescoço com força invadindo-a, descobrindo sensações que apenas ela lhe causava, ela se apoiou nele, enlaçando as duas pernas envolta do quadril do homem, que a levou de volta para a outra parede, prensando-a, enquanto beijava o pescoço da mulher, ela não se atreveu a abrir os olhos e se arriscar em destruir tudo, apenas sentiu, cada toque, cada beijo, cada respiração em sua pele, cada arrepio de seu corpo, e cada pulsação do corpo dele.
Eles voltaram a se beijar de modo cálido, ela retirou as pernas do quadril dele, uma mão no ombro largo, e a outra em sua face, sentindo a barba mal feita arranhar sua pele, não se importou, era tudo tão novo, tão diferente, tão humano... Ele segurava seu queixo de leve, a outra mão na nuca dela, sem força, sem pressa, apenas sentindo... Se desligaram, ela manteve os olhos fechados, assim como ele, as testas ligadas uma na outra, respirações pesadas, raciocínio a mil, Hermione respirou forte de repente, abrindo os olhos, separou-se dele e foi em direção as escadas, não ouviu passos a seguirem mais.
Harry passou as mãos pelo rosto, havia perdido o controle, os dados do jogo não estavam em suas mãos, havia se deixado levar, mas ao menos a levara junto, ela também o desejava, e se jogasse os números certos dali pra frente teria o que precisava, alcançaria o que mais ansiava.
Caminhou até o quarto que dividia com Rony, e entrou no banheiro, tomou um banho de água fria, seu corpo relaxou, seus pensamentos se acalmaram, e ele pôde pensar com mais calma.
Se não perdesse o controle novamente alcançaria o que queria, mas não tinha mais tempo a perder, a preparação era fundamental, era a hora de unir forças e se lançar na batalha, se não fosse agora, não haveria momento mais propício, Voldemort estava surpreso, perdera dois comensais e sabia que Hermione estava com eles, se não começasse agora, ele poderia agir contra as vantagens que os Rebeldes haviam adquirido. Harry não iria deixar. Estava disposto a lutar, a matar, a torturar, não tinha medo de usar o que sabia contra o Lorde, já que ele não teria o menor receio de usar seus conhecimentos contra o moreno. Agora Harry tinha certas vantagens, teria de usá-las muito bem e tentar ao máximo minimizar as de Voldemort, estava disposto a jogar sujo, seria seu presente a Tom.
N/A
Pois é eu sei, sem desculpas! Estou me sentindo a pior autora da face da terra! Não tinha o direito de fazê-los esperar tanto!
Colégio novo, estudos, e vestibular não são desculpas né? Mas vai, da pra amenizar! Eu juro que estive realmente ocupada! E pra quem estiver se perguntando Vestibular? Pois é vestibular! Não sei se todos conhecem o vestibular seriado, mas quem conhece sabe que ele acontece durante o ensino médio, no final de cada um dos três anos vc faz uma prova, e no final soma o total de pontos das três. Mas bem... Não estou aqui para falar de vestibular certo?
Não sei vocês, mas eu adorei esse cap! *-* sabe, esta relação de sentimentos e desejos e jogos entre eles... Adoro isso! Harry e Hermione se odeiam, mas precisam um do outro! Quando vão perceber isso? =/ Pois é se eu não sei que dirá vcs! Adoro escrever sobre os beijos deles, sempre tem alguma coisa a mais! Afinal, um bruxo e uma vampira não podem ser nada normais não é mesmo?
E o John?? Onde será que se meteu esta criaturinha??? Façam suas apostas! A pessoa que acertar, receberá o último capítulo da fic por e-mail antes de todos! Que tal? ;) Pois é acho que ainda tenho muito o que me redimir com vocês!
Desculpem os erros, o cap tah sem betagem, não encontrei a Anna! *procurando*.
Sabe, não poderia deixar de agradecer a perseverança de vcs! Sabe vcs não abandonaram a fic, e os comentários sempre animando! Eu não mereço meus leitores! *emocionada* brigada gente!
Sinceramente não devia ter tanta cara pra isso, mas não dá pra não pedir certo? Comentem!! Sei que demorei, mas eu duvido que teria atualizado se não tivesse comentários! Agora nas férias terei mais tempo para escrever! =]
Amo vcs!
Poly_Malfoy.
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