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17. O melhor dia trouxa


Fic: ***A POÇÃO DA FELICIDADE*** # Ficção H² completa # Agradeço sinceramente por todas as visitas!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Mais uma vez Harry e Hermione se viram tomados por um desejo que embaçava a racionalidade, deixando margem tão somente para a expressividade do amor que sentiam um pelo outro. Foi realmente um beijo único e Potter permitiu que Hermione determinasse até que ponto eles iriam. O moreno pousou suas mãos calmamente pelas costas de Mione, descendo seus lábios pelo pescoço da marota, que de forma imediata sentiu seu corpo se arrepiar em resposta àquela investida inesperada de Harry. Hermione respirou de maneira mais profunda, de modo que Potter optou por parar o que fazia, ainda sem compreender se o suspiro da sua garota representava um freio, ou um pedido para que ele continuasse.

― Mi, é para parar, não é? - perguntou Harry, recobrando parcela dos sentidos que aquela altura estavam amplamente perdidos em meio à situação.

A morena, quase voltando de um transe profundo, conseguiu apenas responder com uma súbita ação: ela arrastou Harry pelo cachecol até a sala, fazendo-o sentar no sofá. Depois, trouxe-o novamente pelo cachecol para perto de si em um outro beijo, mais brando, no entanto sem perder a intensidade.

― Não... Ai! - gritou Hermione de repente, deixando Harry sem reação.

― Não? Então eu devo parar? - questionou o garoto confuso.

― Não... Na verdade, o não é de “não quero que você pare”... - avisou Hermione com um sorriso entre os lábios.

― Mas, e o “ai”? - inquiriu Harry, tentando entender a contradição entre a fala e o leve grito de Mione.

― Ah, desculpa, Harry, é que você já estava sobre mim e infelizmente meu corpo ainda dói, entendeu? Mas, eu não queria que você parasse.

― Mi, isto quer dizer que... você e eu...

Hermione deu um leve beijo em Harry e assentiu com a cabeça.

― Eu confio em você... mais que isto! Eu confio no que nós somos juntos, então não tenho medo.

― Você sabe que eu posso esperar o tempo que for necessário, não sabe? Eu não a forçaria a nada. Mesmo quando mal consigo me conter, eu pararia... Basta uma palavra, um gesto seu... Eu pararia e esperaria até que você se sentisse segura.

― Ah, meu garoto, eu sei, eu vi que você parou. São estas coisas que me fazem te amar tanto. Sua coragem nunca impediu que você desprezasse a sensibilidade... mas...

Harry deu um riso radiante ao escutar aquilo e, antes que Hermione dissesse mais alguma coisa, ele completou:

― Mas, você ainda não está recuperada e eu posso esperar mais um pouco, está bem? Depois, temos que fazer a poção. Quando for sua hora, será a minha e eu lerei isso em seus olhos... Acontecerá naturalmente... Até lá, a futura senhora Potter vai ficar sentadinha neste sofá, até que eu, seu elfo doméstico em pessoa, arrume as coisas na cozinha e volte para que possamos sair.

― Sair para onde? - perguntou Hermione, curiosa. - Harry, é impressão minha ou você está querendo assumir meu jeito mandão?

― Só porque eu não vou dizer para onde vamos? Não, Mi, nesta história eu continuo sendo o elfo doméstico, afinal você faz o que quiser comigo enquanto me arrasta pela casa por este cachecol, não é?

Hermione sentiu sua face ruborizar absolutamente ao fim daquela pergunta, que mais soava como uma afirmação direta e precisa. Harry então se levantou, mas antes de ir à cozinha, retirou o cachecol do próprio pescoço e agasalhou o de Hermione, dando-lhe um delicioso beijo.

― Não saia daí, hein? Eu volto logo que acabar - assim, o moreno desapareceu rumo à cozinha. Enquanto Harry cuidava da limpeza, Mione atendeu ao telefone, que justo naquele instante tocava sem parar. Era a senhora Granger.

― Oi.

― Mi, é a mamãe. Como estão as coisas por aí, filha?

― Tudo bem, mãe. Eu e Harry estamos bem.

― Olha, eu e seu pai ficaremos aqui a semana toda, porque seu avô ainda não está muito bem. Tem certeza de que não quer que eu volte, filha?

― Não, mamãe, o papai precisa de você aí... e realmente aqui está tudo bem.

― E você e Harry? Você sabe que sempre poderá confiar em mim, não é? - questionou senhora Granger ternamente.

― Ah, mamãe, eu sei disto. Desculpa por não ter dito antes... Harry e eu estamos... bem, nós estamos namorando, mas não aconteceu nada! Eu juro, mamãe!

― E desde quando eu duvido da minha filhota? Ah, meu amor, há tanto que eu queria lhe dizer agora...

― Mas, mãe, eu repito, não fizemos nada - insistiu Hermione, constrangida.

― Filha, eu acredito... Mas, cedo ou tarde, acontecerá; seja com o Harry, de quem eu já gosto muito por ver nos olhos dele o quanto ele gosta de você também, seja com outro. Apenas quero que saiba, filha, haja o que houver, você pode confiar em mim sempre.

― Mãe, o papai está ouvindo isto?

― Não, seu pai está conversando com os médicos. Mas, filha, isto é entre eu e você, está entendendo? Há algo que você queira perguntar ou saber?

Naquele momento mil dúvidas invadiram a cabeça de Hermione. Pela primeira vez ela se via diante de questionamentos que os livros não responderiam, porque não era a visão biológica que a preocupava, mas a ansiedade. Mione possuía uma fé sólida no carinho e amor de Harry por ela, assim como no afeto dela por ele. Eles se conheciam há quase 6 anos, tinham respeito um pelo outro, eram amigos incondicionais, no entanto o novo sempre traz incertezas, mesmo onde impera a confiança.

― Mamãe, muda alguma coisa em nós depois disso? Depois de... Você sabe... é...

Do outro lado da linha, a senhora Granger sentiu seus olhos se encherem de lágrimas. Ali, ela se dera conta de que a pequena Hermione iniciara os caminhos da maturidade para a vida adulta. Na verdade, muito antes disto, ante a independência e determinação que sempre foram marcos na personalidade da morena.

― Filha, eu sei de que mudança você quer saber... Sei que não é a física... aham... - a senhora Granger pigarreou, tentando tornar a voz menos embargada -, é o que muda dentro de nós, não é? Filha, esta é uma pergunta que, para cada um, haverá uma resposta diferente. Você não será mais madura por isso, mas precisa ser madura para isso! Precisa entender que somente uma cumplicidade muito grande entre duas pessoas, num momento desses, pode amenizar a ansiedade que eu já senti e sei que você está sentindo. Percebi isso no momento em que você entrou por aquela porta com o Harry. Meu amor, eu não poderei dizer aquilo que mudará em você a partir disso. Bem que eu queria, filha; mas, posso lhe dar a certeza de que meu amor e o amor de seu pai por você serão sempre os mesmos. Você sempre será a nossa filhinha. Apenas quero que tome todos os cuidados... Não preciso explicá-los, preciso?

― Não, mamãe - interrompeu Hermione visivelmente envergonhada. - Já disse que não aconteceu nada, mas você me ajudou muito! Eu te amo, sabe?

― Sei, meu amor. Eu e seu pai também te amamos muito. Assim que der, ele liga para você também. Um beijo e, qualquer coisa, estou com o celular.

― Beijo, mamãe. Se precisar, eu ligo - a garota desligou depressa.


Hermione colocou o telefone sobre a mesa de descanso rapidamente. Tinha os olhos também vidrados, reluzindo a emoção forte que sentira naquela conversa com a mãe. Lembrou-se das palavras de Harry, que a chamara a pouco de “futura senhora Potter”, e se imaginou na situação da mãe. Idealizou-se como mãe e se questionou se teria tanta serenidade em lidar com aquela delicada situação. A admiração que ela nutria pela senhora Granger cresceu ainda mais. Desse modo, Mione permaneceu absorta em seus pensamentos até que Harry entrou na sala, sentando-se ao lado dela sem que esta percebesse.

― Mi? Mi? Hermione? - chamou Potter com brandura.

― Ah, oi, Harry.

― Você estava tão... tão presa em seus pensamentos, Mi. Já disse que você não precisa se preocupar, senhorita Hermione Granger, o seu tempo será o meu tempo... Pode ser daqui à uma hora ou daqui a cinco anos... Se você me permitir o prazer de estar ao seu lado, eu espero qualquer coisa, desde que não seja privado da tua presença. É só o que me importa, compreendeu?

― Ah, Harry, adoro quando você diz meu nome todo... Adoro o meu nome pronunciado pela boca de quem eu amo...

Potter se aproximou de Mione e desfechou um suave beijo nas mãos dela, pousou outro na testa da morena e, por último, em seus lábios.

― Então, diga-me o que há, Hermione Granger. Não suporto ver você atordoada com qualquer coisa! - confessou Harry, preocupado.

― Acabei de falar com minha mãe - disse Mione numa voz chorosa.

― Ô, meu amor... O que houve? Algo com seu avô? - Harry perguntou enquanto abraçava a garota.

― Ele não melhorou, mas está bem. Não é isto. Falei com minha mãe sobre nós... Ela já havia notado e...

― O que foi, Mi? - inquiriu Harry, nervoso.

― E... ela gosta de você mesmo... acho que sua sogra o aprovou... - respondeu Mione em tom mais ameno. Na realidade, ela sabia que a conversa que tivera ao telefone era algo de mãe e filha e deveria permanecer assim, preservando em essência e beleza o momento que vivenciara.

― Bem, então tudo que temos a fazer é comemorar, senhorita Hermione Granger, afinal, minha sogra me ama também! E eu gostei muito dela! - falou Harry divertidamente enquanto se lembrava do quão carinhosa foi a mãe de Mione com ele. - Então, vamos? Quero passear de mãos dadas com minha namorada e mostrar para o mundo inteiro que sou o homem mais sortudo, porque tenho você!

Hermione retribuiu o beijo do maroto e o acompanhou até a porta. Um longo dia ainda existia para ser aproveitado. Eles cruzaram o jardim e saíram em direção à rua. A esta altura, nem se lembravam de que estavam sendo provavelmente monitorados por Hagrid, ou algum integrante da Ordem da Fênix.

Primeiramente, Harry e Hermione caminharam, sempre de mãos dadas, até uma praça que ficava próxima daqueles arredores e se deixaram ficar. Potter comprou sorvete para a namorada e se sentou ao lado dela em um dos bancos da praça. Era um dia ensolarado e sobre a grama brincavam crianças próximas aos pais, que as observavam atentamente enquanto conversavam.

― Mi... Quero tanto que daqui a alguns anos sejamos nós... Mas tenho medo de que não haja tempo...

Hermione não permitiu que ele dissesse tudo o que pensava. Somente serviu uma generosa quantidade de sorvete a Harry no instante em que sorria para ele e tornava a observar as crianças brincando.

― Harry, todos dizem que eu vivo tentando controlar tudo... Acredito que muitos acham que minha necessidade de saber tudo é uma forma de tentar controlar o que está por vir... Sabe? Estas pessoas estão parcialmente certas. De fato quero sempre aprender mais, saber mais, buscar mais... Mas nisto há muito mais um desejo de ser útil a você, uma vontade de poder trazer alguma resposta para diminuir o fardo que você carrega, do que realmente para controlar qualquer coisa. Queria controlar, porém sei que não posso. Só que, Harry, eu nunca tentei prever o futuro... Não somente por detestar adivinhação, mas para não perder o tempo presente com um futuro que ainda não chegou.

― Ai, ai! Eu adoro sua racionalidade e inteligência, senhorita Hermione Granger! - disse Potter com um ar agora mais sonhador.

― E eu amo a sua sensibilidade e coragem... é necessária muita coragem para admitir medo... - falou a morena. Potter segurou novamente as mãos de Hermione e fez um gesto convidando-a para caminharem, continuando o passeio, desta vez, em direção a uma galeria de lojas que ficava perto da casa dos Granger.

Lá mesmo almoçaram, em um restaurante aconchegante, saboreando o prazer da companhia, o encanto do estar junto. Compartilharam cada momento e os fartos sorrisos que dispensavam um para o outro denunciavam aos passantes que eles eram, sim, um feliz casal de namorados.

Arriscaram ir ao cinema que ficava no andar superior e, apesar do filme não ser tão interessante, um suspense chamado “O quarto”, a possibilidade de Harry permanecer abraçado a Hermione na escuridão daquela sala já era por demais atraente ao maroto. Ele se aconchegava mais à morena sempre quando percebia medo em seu semblante durante as cenas que passavam no telão.

― Calma, Mi, eu estou aqui - lembrou Harry em uma das vezes que percebeu Hermione se encolher na poltrona. Potter a beijou com carinho enquanto alisava os cabelos da garota, amparando uma das mãos dela entre a dele.

Antes de tornarem à residência de Hermione, Harry se lembrou de passar em duas lojas, possivelmente, para comprar o que faltava na dispensa dos Granger. Entrou na primeira, acompanhado por Mione, e foi a segunda sozinho, sob pretexto de que desejava ir ao banheiro.

Voltaram para casa ao anoitecer, ambos bastante cansados, mas extremamente felizes. Após acomodar as compras em seus devidos lugares, Harry foi imediatamente tomar banho. Hermione também fez o mesmo, terminando antes do maroto, uma vez que subira primeiro. Assim, a morena resolveu verificar os motivos que ainda o faziam demorar, dirigindo-se para o quarto de hóspedes. Potter estava vestindo o pijama e não se preocupou em fechar a porta, mantendo-a entreaberta. Desse modo, mesmo sem bater, era possível visualizar em parte o interior do cômodo.

― Harry? Ah, desculpa... - pediu Hermione depois de permanecer imóvel, alguns segundos, apenas o observando. Ela realmente tentara se movimentar para longe dali, no entanto as pernas resistiram, travando-se uma batalha interior entre os pensamentos que a envolveram.

Mione sentiu uma leve perturbação dominar seu corpo provocando-lhe estranhas sensações. Somente então, percebeu o que estava acontecendo e desapareceu em direção ao próprio quarto, deixando-se cair sobre a cama inteiramente inquieta pela vontade que tivera de invadir o lugar onde o namorado se encontrava.

― Nossa, agora sou eu quem o observo - pensou a morena apreensiva. Poucos minutos depois, Harry apareceu no quarto de Hermione, cuidando para bater na porta antes de entrar.

― Mi? Estou entrando, viu? - avisou o moreno, que observou certo constrangimento no olhar de Hermione.

― Desculpe-me, Harry, não tive a intenção de... – a menina continuaria, mas foi interrompida.

― Não há o que desculpar, Mi. Quem foi que disse que nunca devemos ter vergonha de desejar aquele que amamos? - Potter falou em uma voz calma e segura fazendo Hermione sorrir. A menina notou que o garoto citava as palavras que outrora ela mesma dissera. De fato, não havia nada para ser perdoado ou justificado e Harry apenas acrescentou: - Nossa, estou cansado... Foi nosso primeiro programa não bruxo... Eu adorei!

― Eu também gostei muito! Meu melhor dia trouxa! - disse a garota, que continuava aturdida, todavia um pouco mais sossegada.

― Vou dormir aqui com você, Mi - informou Potter, que se aninhou ao lado de Hermione antes dela dizer qualquer coisa, dando-lhe um beijo de boa noite e a abraçando.

Adormeceram em meio a uma cortina de sonhos, rememorando os momentos mágicos que vivenciaram. Indubitavelmente, Hermione estava correta. Aquele foi o melhor dia trouxa, porém não somente dela. Por certo, aquele era o melhor dia não bruxo que Harry tivera na vida também e, diante dele, seria impossível para qualquer um imaginar o que estava por vir.



Continua...


Arwen Undómiel Potter

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Fanfic escrita por Arwen Undómiel Potter
Capítulo revisado pela beta-reader Andy “Oito Dedos”

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Agradecimentos:

Meus queridos, hoje começarei os agradecimentos de uma maneira diferente. Na verdade, iniciarei com uma indicação que muito me honra! Descobri que a criadora da comunidade de “A Poção da Felicidade” também é uma escritora aqui da Floreios e Borrões, que vale conhecer e, por isso, indico-lhes, de logo, a leitura de “Missão do Coração - short fic! H²”, por Larissa Batista. Para todos aqueles que ainda não leram esta ficção, indico-a na certeza de que terão bons momentos de prazer! Há excelentes notas de romance e humor.
No que se refere à Poção da Felicidade, devo dizer que algumas pistas importantes já foram deixadas neste capítulo (como nos outros) e serão utilizadas no futuro. Devo agradecer a todos vocês por lerem, comentarem, votarem e/ou participarem da comunidade no orkut! Vocês são únicos.

NATÁLIA, fiquei transbordando de felicidade ao saber que mesmo gostando de outro casal (Ron e Hermione) você passou a acompanhar esta história até altas horas da madrugada!! Realmente, obrigada por essa demonstração de tolerância e respeito à diferença, feita de um modo tão maduro. Beijos, minha linda!

JULIA, obrigada por pedir para atualizar, querida!

Sissi, matando a tua curiosidade, eis o capítulo 17!

ANATALY, minha linda, agora não precisa ficar mais ansiosa! Seu pedido foi atendido!
Sarah Granger, continuei! Espero que tenha gostado!

MRS. RADCLIFFE, amiga querida de orkut, agradeço-te pela presença e pelo comentário compreensivo!

LARISSA, você está conseguindo me deixar sem palavras! Não há como agradecer e, por isso, não ousarei tentar. Beijos, minha flor.

ALINE BRAGA, tenho certeza de que captará os muitos detalhes que venho espalhando... É um prazer ter te adicionado ao meu rol de amigos do orkut!

OTAVIO, obrigada pelo que vem fazendo na comunidade desta história! Pelos tantos comentários aqui e lá!

GRYFINDOR, um prazer grande ter você aqui E mais, teu comentário teve importância especial para mim (como já te expliquei de forma pessoal). Um beijo, meu querido!

ANA SOUZA, claro que te adicionei ao meu orkut, querida! Obrigada por comentar!

SUELEN, valeu por pedir a continuidade!

RAISSA, você é um doce! Espero não ter demorado muito, pois vocês não merecem esperar!

ANA LÍVIA, obrigada pela paciência, querida!!! Fico contente que esteja gostando da idéia!

BRUNA S.C., claro que indiquei sua ficção (como não indicaria?). Devo também te agradecer, pois você tem me ajudado muito e sempre! Agradeço-te por isso!

LUIS DUMBLEDORE, pois é! Que mãe rápida, não? Espero que esteja gostando!

DIANA POTTER, obrigada, linda! Você é bastante generosa no comentário e eu agradeço!

MANIA DE POTTER, comecei a ler sua história e já a comentei (espero que tenha conseguido por tua linda capa)! Logo que der, lerei e comentarei mais! Obrigada por se tornar um leitor da história que escrevo!

RAQUEL, fiz muito Harry e Hermione para ti (como pediu)! Valeu por comentar!

LUISA, minha querida, obrigada por estar sempre aqui comentando!

Gostaria de encerrar este encontro com uma citação das palavras ditas por Larissa Batista nesta última sexta feira: “há pessoas que nos fazem sentir orgulho do que escrevemos”. Acredito que é realmente isto! Todas as ficções são amadoras até que encontrem os leitores certos para ela! Agradeço todos os dias por ter encontrado cada um de vocês!

Espero encontrá-los em breve aqui e na comunidade! Beijos,

Arwen Undómiel Potter.

PS.: Larissa, eis a tua surpresa, querida. Não se assuste, porque estou te citando. O que disseste foi tão sábio que merecia ser repetido! Algo simples, mas profundo no conteúdo e, por isso mesmo, digno de ser mencionado.

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