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18. XVIII - Conspiração do Acaso


Fic: Análise Frontal


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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::N/A :: Nos próximos capítulos voltam os D/G’s Actions ! Eeeeee, Ipi Ipi Urra !!
E Agora eu me empolgueeeei ! Uhuuuu !
Essa parte da Fanfic esta cheia de prós e contras, de avaliações.
Afinal, Por que hein ? Kisses para vocês.



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..:: CONSPIRAÇÃO DO ACASO ::..

Capítulo XVIII



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Harry e Malfoy ficaram ainda procurando o pomo no mesmo lugar onde estava, isso instantes depois. A Barulheira voltou com força total.


Ferry continuou a irradiar a partida, afinal, o jogo tinha que continuar. No meio de tantas nuvens, um raiozinho de Sol.


- Quanto vocês acham que devia estar a aposta para esse jogo ? Quero dizer, Jonnathan deve ter feito alguma rodada para esse jogo não é? - perguntei.


- Não sei, acho que não. Quem ia apostar na Sonserina, por exemplo? Só se fosse em relação ao placar - respondeu Any.


- Tem sim - falou Colin que continuava acompanhando o jogo minuciosamente.


Fábio Taylor rebateu um balaço para as balizas da Grifinória sem um jogador da Sonserina estar tentando marcar ponto, o que fez Hooch paralisar o jogo para ralhar com ele.


E esta certíssima!!


QUEM ESSE BASTARDO ACHA QUE É PARA TENTAR QUEBRAR A CARA DO RONY???


Descontrolei-me e o xinguei em voz alta.


- Calma Gina !


- ESTOU CALMA ANY!!


- Não, você não esta e... OLHA!


Harry parecia ter reencontrado o pomo, sim, era sim, tinha algo que brilhava no meio do campo.


Malfoy percebera a movimentação e ambos estavam agora emparelhados.


Ambos esticaram a mão.


Ah Não! Por que eu tenho que ficar nervosa?


Eu não quis ver, tampei o rosto com as mãos (e que coisa besta pra se fazer!).


O Barulho que se seguiu denunciou o que tinha ocorrido antes mesmo de eu abrir os olhos novamente.


FRANCAMENTE, DRACO MALFOY TEM A MÃO FURADA?


Oras, Grifinória ganhou, isso é ótimo Gina!


Quase que atiro Any e Colin arquibancada abaixo por que eles não paravam de me sacudir dizendo Grifinória ganhou! Grifinória Ganhou!


Não, que isso, estava vendo o jogo com vocês e não sabia disso.


Any e Colin fizeram uma música improvisada e entoaram-na com mais cinco alunos enquanto descíamos as escadas, o pior de tudo é que era daquelas músicas que ficam gravadas na cabeça depois de ouvir no mínimo umas cinco (três) vezes.


Como tinha muitas pessoas saindo ao mesmo tempo os perdi de vista por alguns instantes.


Até que a música não era tão chata...


E isso tudo por que ainda teria a Final.


- Estava babando no seu Potterzinho, Weasley ? - ouvi uma voz feminina meio que esganiçada falar.


Não precisaria me virar para saber que era a Parkinson.


E quando me virei, não vi só a Parkinson e uma outra Sonserina que ria forçado só para fazer deboche.


Vi um par de olhos cinzentos que via a cena de longe.


Malfoy observava assemelhando pelo menos que queria saber o que eu ia responder.


Fiquei indecisa por alguns minutos.


Já estava um pouco acostumada com esses tipos de deboches, não era melhor ignorar mesmo?


Quando tinha tomado uma decisão, acaba ocorrendo algo muito inesperado. Não é novidade que Any é um pouco histérica em relação á jogos.


MAS O QUE ELA FEZ FOI FORA DOS LIMITES !! E SE EU CONTINUAR GRITANDO ASSIM EU VOU FICAR... rouca.


Por isso que eu não junto ela com a Luna. Não daria muito certo. Da ultima vez que as vi conversando, falavam sobre abajures que não continham luz (e eu aprendi o que era um abajur!!).


ELA, simplesmente sai do nada, pulando e sabe o que faz? ABRAÇA Parkinson toda feliz ainda dizendo “Estou tão alegre que Grifinória tenha ganhado!” aí ela se vai meio que correndo com Colin, olhando pasmo, muito consciente do que ela fez.


Isso foi suficiente para fazer Parkinson se esquecer do que dizia e se afastar com uma expressão de puro nojo.


Observei ao fundo Malfoy apenas se virar em direção aos vestiários.


Andei sozinha (novamente o pessoal tinha sumido de novo) e quando entrei no castelo vi Any parada num canto de braços cruzados.


Ela com certeza me esperava.


- Any, querida, você está bem? Você tomou o café, certinho e tudo mais? Tinha certeza de que aquilo era chocolate? - comecei num tom preocupado.


Ela riu.


- Não sei. Até que tinha gosto de chocolate! - falou ela agitada.


Meu semblante permaneceu sério.


- Ahh Vamos! Hoje é dia de comemorar!


- É, e agora tem festa no salão comunal, não é mesmo?


Havia uma garota (reconheci ser do Estudo dos Trouxas) que estava á um metro de distância de nós e demonstrava sinais que queria falar com Any.


Ela só fez alguns acenos alegres de concordância.


- Er, vai indo à frente, eu também já vou.


Deixei os binóculos no Dormitório ao mesmo tempo em que Catherinne subia as escadas.


Não sabia aonde ela tinha se metido antes do jogo e descobri que não estava com vontade de perguntar naquele momento pelo menos.


No Salão Comunal o time de Quadribbol ainda não tinha chegado, o aglomerado de alunos aumentava cada vez mais.


Any agora passava pelo retrato da mulher gorda, nos sentamos em algumas poltronas afastadas da lareira.


Jonnathan estava esperando Brian e Wallace para REALMENTE começarem a festa que já tinha cerveja amanteigada, feijãozinhos de todos os sabores e sapos de chocolate.


Era engraçado ver ele e Lara brigando, falávamos sobre a ida ao Museu.


- Lara, vai por mim, Museu é sinônimo de chatice.


- Só pra você! É um passeio cultural e isso não quer dizer que não tenha algo de diferente por lá.


- É mesmo, talvez alguém possa explodir uma estátua - falou ele com ar de sonhador - você tem toda a razão Lara, vai ser legal!


- Eu acho interessante - falou Any timidamente.


-... E você é alérgica a pó!


Lara abrirá a boca para explicar provavelmente que Museu não era sinônimo de coisas empoeiradas quando Kitty se precipitou para nós.


Ela parecia ter corrido, e falava num ritmo muito rápido.


- Gina, olha, eu falei com a Madame Pomfrey, não precisa se preocupar que...


- Ãhn? - todos, Any, Jonnathan e Lara ficaram em silêncio - Do que você esta falando? - perguntei sem compreender nada.


Kitty fazera um gesto de impaciência.


- Ahh, não vai me dizer que você também não soube? - perguntou ela incrédula - Harry e Malfoy saíram na pancadaria depois do jogo. Assim, Harry estava no corredor da...


- Espera!! Espera um momento! - ela foi interrompida pela segunda vez, Any sentou em uma poltrona à frente.


Ela pegou nas duas mãos de Kitty e entoou numa voz suplicante,


- Olhe bem nos meus olhos Kitty Wakefield. Está olhando?


- Sim - respondeu ela numa expressão de pura impaciência.


-Ótimo. Agora me responda: Rony usou a varinha desta vez? - perguntou uma Any esperançosa.


- Ah sim, o que faltou foi mira, azarou o Goyle - ouvi-a murmurar um “Nãaaoooo”.


Lara e Jonnathan escutaram com o máximo de atenção.


- Devia ser algo mais sério que o jogo - resolveu falar Lara.


- Não sei, creio que sim, é difícil Harry ir pra cima de alguém em punho - recomeçara a falar Any com um copo na mão.


- Sinceramente? - perguntou Jonnathan enquanto fazia alguns sinais para o Wallace que acabara de chegar - se Harry não fizesse isso, eu o faria por ele.


- É, pelo visto Malfoy se deu mal nessa.


- E ele está bem?


Any se engasgou.


- Ãhn, quero dizer... Er.. o Harry, estou falando do Harry.


Any nunca teve olhos grandes e era assim que eles estavam quando olhou para mim, arregalados.


Ela mal deixou eu terminar.


- É claro que é do Harry, Gina! - ela mantia um sorriso e eu sabia que fingia por que seus olhos continuaram grandes - do Malfoy é que não podia ser! - o ar contrito do grupo desapareceu.


Fiz força pra fazer uma risada decente.


Kitty provavelmente ia dizer que sim, ele estava ótimo e mais algumas coisas que ela julgava interessantes de saber se não fosse a emenda de Any.


- Ah, me lembrei de algo, temos que fazer “aquele” trabalho não é? Vamos aproveitar que o dormitório está vazio e aí você me explica o exercício.


- Que trabalho? - perguntou Kitty interessada.


- Any, não me lembro de nenh... Ai! Tem razão, lembrei agora.


- Mas qual trabalho? - insistiu Kitty preocupada.


Eu e Any respondemos ao mesmo tempo.


- Transfiguração.


- Runas.


- Any, você tem dificuldade em transfiguração não é?


- É mesmoooo!


Poxa, ela podia ter pisado mais leve no meu pé, agora ele fica dormente.


- É que se vocês preci...


- Não se preocupe Kitty - falei me levantando praticamente puxada por Any.


Jonnathan parecia estupefato.


- Não acredito nisso! Any você tem que nos ensinar aquela música, é tão difícil de decorar - falou ele fingindo-se intrigado.


Ela se permitiu um breve sorriso.


- Colin - ele se virou em nossa direção á menção de seu nome - também sabe a letra.


E sem mais nem menos fechou a porta do Dormitório.


Parecia até que tinha cometido um crime brutal e ia ser julgada naquele momento.


- Você!! - vociferou Any.


- A Escrivaninha é que ia ser difícil - falei com voz de tédio.


Percebi imediatamente que devia ter ficado quieta, pois ela fechou a cara e isso era mal, muito mal meus caros.


- Gina, o que foi aquilo? - perguntou ela num misto de receio com perplexidade.


- Isto O QUE? - olhei o dormitório vazio.


- ... Estava preocupada com ele - falou ela numa voz conotativa em que um mais um é dois.


- Lógico! Harry é um grande amigo!


- Não estou me referindo á Harry - disse ela séria.


- A-Aquilo só foi um erro de concordância verbal e o que quer dizer com isso?!!


Era minha vez de ficar com os olhos arregalados.


- Não, essa pergunta é a que faço para você. Você não contou tudo não é mesmo?


Acabei me desconcertando.


- Eu sei que não. Esta na cara isso.


Olhei momentaneamente para o chão.


- Minto muito mal? - arrisquei perguntar.


- Não - disse ela rindo - a questão é que você não se preocuparia assim só por causa do que você me contou.


Eu falei naquela hora tudo o que não tinha dito antes, embora não estivesse com a mínima vontade de falar.


A reação dela não foi lá essas coisas.


Ela tinha achado que ia dar aqueles ganchos de direita em Malfoy e convenhamos, eu não conseguiria fazer isso.


Ainda estava perplexa.


- Não, Não e Não! Como você percebeu que estava faltando algo?


- Mudou totalmente o horário do café da manhã e do jantar.


- Normal.


- A semana inteira você esteve estranha - disse ela com um suspiro exaustivo - você mal comemorou a vitória da Grifinória.


- Claro que comemorei! Só não sou igual a você.


- E eu vi a cara que você fez antes de ele entrar no vestiário.


- Foi por causa da Parkinson!


Minhas orelhas estavam vermelhas.


- E agora entendo por que você vai pela direita quando chega no corredor de feitiços. Os alunos da Sonserina vêm pela esquerda cinco minutos depois que bate a sineta.


Que péssimo. Eu não tinha explicação para isso.


- Any, isso não é nada de estranho! - argumentei num tom de injustiçada.


- Não? Sabe quem também te achou estranha? - Any então terminou com uma voz de morte - Catherinne.


- Nãaaaaaooooo!


- Sim, sim e sim! E você ainda vem dizer que está normal? Não Gina, dessa vez não.


Catherinne prestava muita atenção em detalhes. Um frio me percorreu quando pensei se ela soubesse um “A” sequer da história.


- Any, eu repito: Não quero que ninguém saiba disso. Você não sabe como é ruim essa sensação com que estou agora.


- Você pode confiar em mim - ela sentou-se e emudeceu.


Foi durante alguns minutos assim até que derrepente ela pulou da cama num salto.


Ela tomou ar pra falar duas vezes mas não saía som.


- Fala.


- Gina, você não está... Não esta...


- Não!!


Comecei a ficar vermelha, não pensei que Any iria pensar nesse detalhe.


Ela olhou com certa desconfiança.


- Mesmo?


- Mesmo.


Any continuou com seu olhar desconfiado.


- Gina, sinceramente, o que você sentiu durante o beijo?


- Ahhh Droga! Será possível? Aquilo mal foi um beijo e... Qualquer um sente algo, agora pare de fazer perguntas desse tipo!!


Eu estava muito vermelha. Odeio, ODEIO PERGUNTAS.


Sobre isso, é claro.


- Não, não é assim. Minha vó sempre disse que não existe algo que duas pessoas façam só pela vontade de uma.


- Ah sim. Aquela mesma vó que falou que bruxaria era coisa do demônio?


Ela respirou fundo.


- Olha, eu sei que não devia me meter nisso, não, mas vamos ao fato...


- Fato que você esta querendo que eu me jogue dessa janela, só se for!


- Muito bem. A esquerda ou á direita?


Fiz cara feia.


- Eu sei que talvez tudo tenha sido meio complicado para você, esse período está sendo meio bagunçado - Any estava utilizando muito “meio”, justo ela que odeia essa palavra. Isso não é bom - e eu entendo que isso tenha que ter uma válvula de escape meio que...


- Any, dá pra parar de falar “meio” ?


- Tudo bem, desculpa. Mas olha para você!


Francamente, meus sapatos estavam limpos, a maldita da Saia Plissada não estava torta e as meias estavam acima do joelho. O que você estaria sugerindo Any? Respirei fundo.


- Estou legal.


- Está legal? ESTÁ LEGAL?


- SHHHH !!


- Foi mal.


E quem permitiu que ela utilizasse minha mania de perguntar uma coisa duas vezes, na primeira normalmente e na segunda gritando ? QUEM ?


Ela olhou para mim como se tivesse tomando uma decisão.


- Gina, você não vai poder mais cometer “furos” assim. Só quero que você esteje bem, o que desejo sinceramente como minha amiga. Você sabe meu ponto de vista sobre Draco Malfoy, acho ele um verdadeiro canalha. Então tome cuidado.


- Any, por incrível que pareça eu vou te dizer algo que você talvez não acredite. Apesar de nos insultarmos tanto, Draco Malfoy em alguns momentos se mostrava ser uma pessoa legal.


- Uma pessoa que sempre xingou sua família ? - perguntou ela em tom de descrença.


- Não, nós tivemos que parar um pouco com essas discussões se quiséssemos progredir no plano.


- É, realmente, o que você acabou de me dizer foi incrível. Só que por favor, Gina, vê lá... E antes que me esqueça: Eu abracei a Parkinson de propósito.


- O QUE ? - disse eu perplexa e ninguém dessa vez se lembrou de pedir silêncio.


- É. Eu pensei que você fosse responder ela e não queria que você arranjasse mais confusão. Está bom só essas para um período, não é mesmo ?


Any fechou a porta após isso.


No momento eu não entendi o que ela quis dizer.


Cuidado? Com o quê?


Ela até que conseguia ser bem realista quando queria. E eu? Tinha o mesmo mal do meu irmão, sempre estampo o que estou pensando em minha cara.


E naquela hora eu já sabia o que ia fazer.


Eu precisava mesmo fazer aquilo.


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"Enviado por uma coruja especial...."

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