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12. Nervos à flor da Pele.


Fic: Harry Potter e O Valor da Amizade.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Meus amores, obrigada pela paciência e por me deixarem viva, [acho que só não me mataram porque ficariam sem saber o resto da história ;p]. Não vou ficar enrolando não, responderei aos comentários no final!

Vamos ao capítulo:

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Capítulo 12: Nervos à flor da Pele.


Logo pela manhã, quando Harry se levantou, mesmo sendo tão cedo que o sol ainda não atingia a maior parte do castelo, caminhou rapidamente pelas escadarias seguindo rumo às masmorras. Ainda naqueles mal cheirosos corredores subterrâneos, ele parou próximo a uma enorme estante de livros e materiais que não eram mais usados e retirando um dos livros velhos, uma passagem na parede se revelou.

A pouca luz que vinha do exterior da sala era a mesma que iluminava toda a escola, uma vista da floresta foi direcionada aos olhos azuis que até então não estavam totalmente abertos para o amanhecer.

Às vezes passava pela sua cabeça se era certo sair sem ao menos dizer onde estaria caso os amigos sentissem por sua falta, mas mesmo assim ele não desistiu e continuou a percorrer seu caminho, um caminho que apenas ele poderia traçar.

As vozes que constantemente batiam na mente começaram a se tornar mais forte à medida que caminhava floresta adentro. Suas pernas cansadas, depois de um longo esforço, não mais agüentavam andar, obrigando-o a descansar.

Desta vez, o som que ecoava em seus pensamentos eram maliciosos, nefastos e insatisfatórios, um desejo reprimido de vingança ardia pelas suas entranhas, fazendo-o suar e sentir um frio que não sabia descrever. Novamente a dor que o deixava completamente vulnerável a ataques, começou a perturbá-lo. As suas pernas fraquejaram, não conseguia encontrar forçar pra se levantar e regressar ao castelo, as dores que sentia se tornavam cada vez mais intensas e cada vez mais insuportáveis, criando visões as quais sabia que eram de Voldemort.


***


__ Harry! Você está aí? _ gritavam Hermione e Rony repetidamente.

__ Hermione, Rony eu... Estou aqui. _ suas palavras eram quase um murmúrio de tão baixas.

__ Harry, você é louco como pode ter saído desta forma. Vem, vamos voltar pro castelo. _ disse Hermione ajudando-o a se levantar.

Após se levantar, apoiado aos amigos, o trio segue rumo ao castelo, porém dois passos foram o suficiente para provar-lhes que não seria tão fácil o regresso. Depararam-se com varinhas empunhadas diretamente para eles.

__ Deixe meus amigos irem. Vocês querem a mim, eles não têm nada haver com isso. _ disse Harry antes mesmo de qualquer movimento.

__ Potter, Potter, sempre se sacrificando pelos fracos e indignos de portarem varinhas.

__ Cala boca, quem você acha que é pra falar assim deles? Os únicos que envergonham a raça bruxa são vocês, que se unem a um ser deplorável apenas por medo. _ gritou Harry.

Caminhando a sua volta, os seis vultos que os mantinham encurralados, apenas riam das palavras patéticas que acabaram de ouvir.

__ Os dois são desnecessários, por isso, mate-os. Potter ainda é essencial, não encostem um dedo nele. _ disse uma voz tão conhecida pelo trio.

As varinhas se dirigiram para Hermione e Rony, e com os olhos fogueando o prenúncio da morte se apossou de daqueles lábios sombrios.

__ Avada...

__ Estupore... _ gritaram várias vozes em coro.

Corpos foram atirados uns contra os outros. Abriu-se um espaço para os três correrem para um ponto mais aberto a fugas.

__ Seu garoto intrometido. _ disse a mesma voz. _ Avada kedavra... _ o raio de luz verde brilhou por entre as arvores, as quais Tom se escondeu.

Neville, Luna e Cho esconderam-se atrás de um troco caído ao chão, Gina foi para junto de Rony e Hermione, todos procurando um lugar seguro para não serem afetados pelos danos do duelo. Jheny e Harry caminharam para ajudarem Tom, que negou a ajuda.

__ Não, isso é apenas entre ele e eu. _ disse Tom.

Após alguns minutos de duelo Tom caiu, estava fraco, a máscara e o capuz, tão usado por aqueles seres, foram arrancadas. Puderam então ver aquele rosto branco com cabelos louros e olhos azuis.

Ambos estavam sem as varinhas e o Comensal, ao notar a exaustão estampada no físico de Tom, o segura pelo pescoço.

__ Sabia que há varias formas de se matar? _ pergunta ironizando a falta de recursos de Tom.

__ Sim, mas eu receio dizer que a minha morte só acontecerá quando eu permitir. _ disse Tom passando a mão no chão todo sujo de folhas secas, agarrando em fim sua varinha caída. _ Avada Kedavra... _ vociferou.

O lampejo verde colidiu diretamente com a face esbranquiçada de Lucius Malfoy.

Os olhares vindo dos outros eram de terror, medo talvez, não imaginavam que um aluno ainda tão jovem fosse capaz de matar, embora a questão ali fosse de vida ou morte, e com certeza só um poderia sobreviver.

Apesar de tanto horror estampado em seus olhos, Harry decidido caminhou o mais próximo de Tom e o segurou pelo braço congratulando-o pelo feito; embora todos soubessem que este seria vingado futuramente.

Mesmo que em más condições, os nove alunos seguiram novamente para a escola, a dor que Harry sentia foi aos poucos se esvaindo até que não restava absolutamente nada que pudesse deixá-lo preocupado.

Após entrarem na masmorra a parede se fechou e deram de cara com Filch, que entrou na sala com sua fiel seguidora, a Madame Nora.

__ O que fazem aqui?

__ Nada, Senhor, apenas achávamos que haveria aula, mas nós nos equivocamos. _ disse Hermione contornando a situação.

__ Saiam rápido daqui, tenho que trancar esta sala.

Os jovens saíram, apenas Tom e Cho ficaram para trás, que mantiveram uma longa conversa, estavam se dando bem, sempre trocavam olhares fixos.


***


Era muito estranho como tudo estava acontecendo, uma fina camada de gelo espalhava-se por toda a escola. Todos os corredores ficaram cobertos por uma densa e fria nevoa. A noite caía e tudo se embrenhava profundamente do mundo dos sonhos, porém em um determinado momento daquela tenebrosa noite, Harry desperta de um sonho muito agradável, no qual se casava com Gina.


***


Em uma escola enorme e completamente deserta a não ser por alguns quadros que pediam no silêncio, vagava um jovem em completa escuridão. Harry não sabia exatamente o motivo de estar perambulando àquela hora e nem o porquê daquelas vozes ainda ecoarem em sua cabeça.


***


Na torre da Grifinória, Tom se levanta para tomar água e nota que Harry mais uma vez não estava no quarto.


***


Descendo as escadas, Harry por um instante pára observa tudo a sua volta e continua seu percurso parando novamente ao se tornar próximo demais da porta de entrada da escola.


***


Tom, que havia se assustado bastante na noite anterior, decide segui-lo. Por mais que sentisse vontade de chamar alguém em quem confiasse, acabou por ir sozinho.


***


Por um instante Harry se manteve imóvel parado ao lado da enorme porta de entrada do salão principal. Uma sombra enorme e um som sibilado ecoava se esgueirando por trás de Harry atacando-o em seguida, não tendo muito tempo para se esquivar, foi capturado. A serpente que envolvia Harry em sua enorme calda era enorme, e por incrível que pareça neste momento a porta se abriu, dando espaço para que esta saísse tranquilamente para os terrenos da escola. Serpenteando na neve desapareceu diante dos olhos de Tom.

Sem saber o que fazer de imediato, Tom correu o mais rápido que pode de volta aos dormitórios, para avisar aos amigos o que estava acontecendo. Após contar-lhes o ocorrido, a equipe formada de oito (Hermione, Rony, Gina, Neville, Luna, Cho, Jheny e Tom), segue ao desconhecido caminho, seguindo apenas os rastros da serpente.


***


Devido o enorme cansaço e talvez a falta de ar por ser espremido, Harry passou grande parte do caminho desmaiado, ao acordar notou que estava em uma vila deserta completamente familiar para ele, pois sentia que já estivera naquele lugar antes, embora não lembrasse exatamente.

A tal vila era completamente fantasma, as casas estavam em destroços, algumas ainda de pé, outras nem paredes tinham. O garoto estava parado diante de uma, que além de velha, era uma antiga casa de senhores ricos.

Harry ficou indeciso se deveria entrar, mesmo que não quisesse ser tão curioso a ponto de se arriscar, terminou por adentrar a casa que tinha em seu chão de ligas de madeira lisa, vários pregos soltos. O ranger de seus próprios passos assustavam fazendo-o empunhar sua varinha e se virar rapidamente cada vez que se deslocava para dentro da casa fria e suja.


***


Em algum lugar o grupo organizado gritava por Harry, mas mesmo não ouvindo respostas não desistiam e permaneciam na busca incansável até o momento que as pernas fraquejaram e a voz falhara, sentiam sede e fome, frio e um terrível pressentimento que algo realmente ruim pudesse acontecer a qualquer momento.


***


Harry ainda caminhando pela casa, sentia um mau cheiro que certamente poderia ser de uma ou duas pessoas mortas e em estado de decomposição.

__ Homenum Revelius... _ nada, absolutamente nada aconteceu dando a Harry o calor da esperança.

Embora fosse certo que ele estava completamente só naquela enorme casa, o bem que sentia se quebrou ao ouvir vozes ecoando de fora da casa.


***


__ Onde será que ele se meteu então? Se não está aqui, onde pode estar então? _ perguntou Neville.

__ Se soubéssemos, senhor perdidinho, já o teríamos encontrado. _ disse Rony de forma grosseira.

__ Olhem, lá na janela. _ disse Gina dando um passo à frente.

De repente antes mesmo que todos seguissem rumo a casa, um grupo de comensais aparata frente aos jovens.

Harry, que vira tudo da janela, tenta sair, porém mesmo estando caminhando rumo à saída, esta nunca que aparecia. Sua ânsia em sair e ajudar seus amigos o fazia um alvo fácil para Voldemort.

Por fim ao descer a escadaria que dava acesso à porta de entrada da enorme casa quase em destroços, Harry é rendido de repete por Voldemort que aparata frente à porta impedindo seus movimentos.

__ Ora, ora se não é o santinho Potter. A que devo a honra de tê-lo à casa de meu desprezível...

__ Saia da minha frente. _ disse Harry empunhando a varinha lançando um jorro de luz vermelha.

Com apenas um movimento rápido de sua cabeça, tão familiar a uma cobra, Voldemort se desvia do ataque inútil de Harry, que de qualquer forma, mesmo estando com medo tenta reagir àquela situação, empurrando-o para fora da casa.

O Lord das Trevas fica impressionado, pois nunca conceberia atitudes tão encorajadoras, afinal, para ele, Harry é apenas um garoto idiota que está exatamente em seu caminho rumo ao domínio do mundo mágico.

Quando Voldemort enfim se levanta do chão, observa a cena ridícula de um reencontro com os amigos. E com apenas um movimentar de mãos, outro enorme grupo de comensais chega.

O que ele queria proteger era realmente muito importante a ponto de expor sua imagem assim, durante o dia e em publico. Embora essa não fosse a primeira vez que Harry o tivera visto desde o inicio do ano.

__ Que cena familiar e completamente enojante, Potter. Cheguei a pensar que você tivesse amadurecido e se tornado homem o suficiente para me enfrentar cara a cara, mas vejo que ainda é aquele menininho chorão que precisa de amiguinhos para superar pequenos traumas. _ Voldemort olhava com asco a cada um dos amigos de Harry, sorrindo ao ver tais faces transparecendo medo e horror por estarem frente ao Lorde das Trevas.

__Cala boca. _ gritou Harry saindo de trás dos amigos sabendo a seriedade da atual situação deles, que se arriscavam ficando frente à Voldemort.

__ HUM! Olha só, o pequeno Potter quer mostrar o quão evoluído os seus poderes estão.

__ Harry, não precisa fazer isso sozinho. _ disse Hermione.

__ Precisa sim, porque vocês estarão muito ocupados tentando se manter vivos. Principalmente aquele rapaz ali, que ousou matar um de meus homens, creia que pagará muito caro por isso, embora eu ache intrigante o fato de um garoto com 17 anos, de um lugarzinho medíocre, matar uma pessoa; só que infelizmente você não terá novas chances de realizar este feito, pois não sairá vivo daqui! Matem a todos, meus fieis seguidores.

De imediato varias rajadas de luzes verdes brilharam e outras vermelhas e douradas brilhavam em retorno às mesmas que não os acertavam.

__ Avada Kedavra. _ disse Voldemort após fazer algumas articulações com a cabeça e erguer lentamente o enorme e fino braço.

__ Expeliarmus. _ disse Harry vendo de relance o lampejo verde vindo em sua direção.

Quando as magias se colidiram criou-se uma redoma, quase invisível, de uma magia tão forte que lançou os que estavam mais próximos a um raio de três metros. Aproveitando tal circunstância os mais rápidos amigos de Harry se levantaram e renderam os comensais, que ainda estavam caídos e abismados com aquele espetáculo. Retiraram de suas posses a varinha e deixando-os em seguida inconscientes.

__ Harry, estamos com você... _ disse Rony que ainda não se recuperara da terrível visão do que realmente era Voldemort.

__ Estamos com você, Harry. Expeliarmus... _ disse, em coro, os demais; lançando vários lampejos de luz vermelha ao mesmo tempo contra Voldemort, que por se ver em desvantagem, desaparata, levando consigo sua corja derrotada de Comensais.

No fundo eles sabiam o quão grave se tornou aquele breve acontecimento, embora Harry não soubesse o porquê de ter sido levado àquele lugar. Poderia ser apenas uma armação de Voldemort para desprotegê-lo e liquidá-lo ou simplesmente uma fatalidade se encontrarem pelo fato de estar em busca de um mesmo objeto?

__ Harry, você está bem? _ perguntou Gina que lhe esbofeteou a face _ Nunca mais faça isso ouviu. _ após dizer o que sentia e expressar sua raiva por ele ter se arriscado, ela o abraça e chora.

__ Pessoal, acho mais prudente recolher o que Potter realmente veio buscar e sairmos antes que retornem, pois a marca negra continua tão marcante quanto antes. _ Disse Tom.

Com um breve acenar de cabeça e um sinal de positivo com o dedo polegar, Harry saiu correndo adentrando novamente a casa, seguido pelos amigos, tendo como vigia apenas Tom e Cho, que apesar de não ter dito nada estava ali o tempo todo.

Cho o olhava com olhos de alguém que realmente o admirava, talvez por ter visto o que ele realmente era capaz em campo de batalha, mas aquela visão não poderia durar, as nuvens ainda carregadas de uma massa negra se uniram formando mais uma vez a enorme marca negra que tanto temiam.

__ HEY! Vocês poderiam andar mais rápido com isso ai, eu acho que as coisas não estarão muito boas se vocês demorarem muito. _ gritou Cho aos que estavam na parte superior da casa.

O mais rápido que pôde, desceram as escadas rapidamente e aos longos passos se encontraram novamente ao lado de fora da casa, que ao ter retirado de seu interior uma preciosidade de tão grande valor, começa a se demolir por si só.

__ Olhem. _ disse Luna apontando para o céu que tinha como imagem principal uma enorme serpente se esgueirando no ar dando forma a Comensais da Morte.

__ Vamos, corram. _ disse Tom.

__ Podemos aparatar. _ disse Hermione e Jheny juntas.

__ Apenas corram, aqui não poderemos aparatar, eu já tentei. _ insistiu ele.

Correndo floreta adentro em regresso ao castelo, eles não podia se virar para trás para ver o quanto os comensais estavam próximos, pois sabiam que quanto mais olhavam maior era o medo.

Eles sabiam também que se fossem pegos, seria a única vez e também o fim. Estavam imensamente cansados para um confronto direto com aquele grupo de comensais que desta vez era maior que o antecessor.

Ainda correndo, já em estado de exaustão, chegaram às terras de Hogwarts, mas de qualquer forma ainda deviam continuar a correr até se ver em real proteção da escola. Por fim conseguiram entrar pela mesma passagem a qual usaram para se arriscarem desta forma.

__ Juro que se eu tivesse que correr mais, eu me renderia ao cansaço. _ disse Rony rindo da cara de cansados dos amigos.

__ Até parece que não está cansado, parece um cadáver. _ disse Gina cortando Rony.

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Agora respondendo aos comentários:

Katy Lestrange:
Desculpe por quase deixá-la louca, rsrs. Juro que não foi de propósito! Ahm... com relação ao que aconteceu com a Jheny e o Fred, em breve saberá, não contei de propósito, mas acho que só você percebeu... Então, está aí seu presente de Natal!!! Continue lendo e comentando viu!? Beijuss

Wellington: Que bom que está gostando da ação! Continue comentando também viu!? Te adoro! Beijim.

Lαvínia Evαns: Fico feliz por ter gostado da fic, espero que continue lendo e comentando, fico super, hiper, contente!!!

Desejo a todos FELIZ NATAL, tudo de bom pra vocês e suas famílias! Que o ano que está prestes a se iniciar seja uma segunda chance para corrigirmos nossos erros e aprendermos com eles para não errarmos mais... Que nossos corações estejam abertos a novas amizades, aprendizados e caminhos! Que todos nós sejamos pessoas melhores a partir de 2009!!!

Ah, esperai os comentários para postar o próximo capítulo!!!

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