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3. Capítulo 03


Fic: Amor Maior Cáps 05 e 06 Atualizados!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 03

A muitos quilômetros da Toca, em uma pequena cidade da Rússia, Jully estava na janela de um velho casarão, com o seu espelho gêmeo nas mãos. Ela vinha ignorando todos os insistentes chamados de Harry nos últimos meses. Por mais que sofresse quando escutava a voz de seu amado chamando, ela sabia que tomara uma decisão e que não podia voltar atrás agora. Mas cada vez ficava mais difícil para ela não responder. E finalmente quando a saudades já havia ultrapassado todos os limites, ela respondeu. Mas ele já não estava mais lá...
Ela ficou olhando pela janela com o espelho nas mãos. Lágrimas involuntárias rolaram sobre seu rosto e escorreram pelo espelho. Lá fora o sol se punha. Jully já estava com 6 meses de gravidez. “Ahhh! Se ao menos eu pudesse te ver de longe! Pensei que com todo esse tempo eu já teria me esquecido ou pelo menos me acostumado a viver sem você... Mas é impossível!”. E mais lágrimas vieram à tona. Ela ficou ali relembrando todos os momentos com ele quando a porta do quarto se abriu e por ela entrou uma pequena elfo doméstico, vestida com um velho avental marfim, que vinha trazendo uma bandeja com um copo de leite e alguns biscoitos.
- Senhorita! Eu trouxe leite quente com biscoitos... Ahh! Chorando de novo meu bem? – disse ela.
- Ahhh Diná! Ele estava tentando falar comigo de novo... Fazia muito tempo que ele não tentava...
- Mas você não respondeu não é senhorita? – perguntou Diná, com seus grandes olhos azuis arregalados.
- Eu... Eu respondi! Mas ele não estava mais lá... Ele desistiu... – E Jully se sentou na cama e com o rosto nas mãos continuou chorando.
- Não chore senhorita! Foi melhor assim... – dizia Diná dando batidinhas leves nas costas de Jully, numa forma de consolo – Tome esse copo de leite morno... Eu coloquei um pouco de mel... Vai fazer bem pra vocês!
- Leite?! Mel!? – e Jully saiu correndo para o banheiro, com as mãos na boca.

"Depois que fugiu do St. Mungus, Jully viajou para muitos lugares até chegar ao velho casarão de seu avô na Rússia. Voltou para o Brasil e passou uma temporada na casa de seu pai. Mas sua mãe (que estava a sua procura) tinha avisado os vizinhos de que ela estava sumida e ela fugiu antes que eles pudessem pegá-la. Depois foi para Europa e passou pela Espanha, França, Suíça e Itália. E foi justamente na Itália quando estava sentada na varanda do hotel em Veneza, olhando o pôr do sol, que ela viu um pontinho branco vindo em sua direção. Ela ficou paralisada enquanto a coruja pousava e piscava para ela com os dois olhos âmbar.
- Edwiges? – ela arriscou. E ficou aliviada em saber que não era Edwiges. Ela pensou por algum tempo enquanto desamarrava o pergaminho da perna da coruja e então se lembrou... Só conhecia duas pessoas que tinham corujas brancas...
- Yan?
A coruja fez uma espécie de reverência e estalou o bico como se concordasse com o que ela acabara de dizer.
- Yan! Não acredito! Quanto tempo! – ela falava enquanto acariciava a coruja – Não acredito que o vovô me encontrou aqui! Está com fome?
Jully entrou no quarto e voltou trazendo um biscoito. Ela o entregou o biscoito e se sentou na cadeira da varanda para ler a carta que realmente era de seu avô:

“Minha querida,

Fiquei sabendo a pouquíssimo tempo de tudo o que aconteceu. E vi que o que eu sempre dizia era verdade: Sua mãe não tem jeito para criar uma filha. Você viveu tantos anos com o seu pai e em menos de um ano com a sua mãe você fica grávida e foge. Esses ingleses...
Então eu resolvi que iria cuidar de você. Mandei o Yan te procurar por que quero que você venha morar comigo aqui na Rússia.Vamos ficar naquele casarão do interior. Já mandei os elfos domésticos prepararem dois quartos e limparem toda a casa. Você tem que cuidar dessa criança que cresce dentro de você. Fique tranqüila que eu prometo que não contarei nada a sua mãe. Nem a ninguém.
Responda-me o mais rápido possível e eu darei um jeito de você vir para cá sem ser percebida. Aliás não sei como não te encontraram ainda por que toda a comunidade bruxa está atrás de você.

De seu avô,
Hermes Gane.”

Jully respirou fundo e tentou não chorar. Entrou correndo no quarto e voltou logo trazendo um pequeno rolo de pergaminho. Ela amarrou a resposta na perna de Yan e disse:
- Voa rápido Yan! Eu não vejo a hora de encontrar o vovô!
E em poucos dias ela foi para o casarão de seu avô. Era um casarão muito antigo e grande para apenas duas pessoas, mas seu avô sempre dizia que em poucos meses tudo ali se encheria de alegria. Ela acabou ficando com o antigo quarto de sua mãe. Sua janela dava direto para um grande lago que ficava atrás do casarão. Ela adorava aquele lago mais do que qualquer outro coisa naquele lugar. Passava quase todas as tardes ali, sentada no pequeno píer com os pés na água. Ficava ali imaginando quando poderia levar os gêmeos para brincar no lago. Seus filhos eram a única coisa que lhe dava forças para seguir em frente. Ficava imaginando como eles seriam, se pareceriam com ela... Se pareceriam com Harry... Mas ainda não decidira os nomes que ia dar a eles. Sabia somente que, se tivesse um menino, ele se chamaria Harry.




Harry desceu as escadas escuras procurando não pensar no que acabara de fazer. “Não sei por que ainda penso que ela vai me responder...” pensou desapontado. Quando estava quase na porta da cozinha, ele viu uma claridade vindo de dentro desta. Devagar e tentando não fazer barulho ele espiou para ver quem estava na cozinha. Era Gina. Seu coração deu um salto. Ela estava de camisola, sentada na mesa com uma caixa de sapos de chocolate. Harry tentou voltar para o quarto sem fazer barulho, mas quando ele se virou o piso rangeu e ela perguntou da cozinha:
- Quem está ai?
- Sou eu. – respondeu Harry voltando até a cozinha. – Vim beber um copo de água.
- Ahhhh... Quer um? – disse Gina indicando a caixa já pela metade.
Ele se sentou na mesa de frente para ela e pegou um sapo de chocolate. Eles ficaram em silencio então Gina disse:
- Harry... por que você me convidou para tomar sorvete hoje?
Ele engasgou e depois respondeu, sentindo o rosto queimar:
- Por que você está me perguntando isso? – e ele percebeu que ela estava corando também.
- Por que... Por que... Eu... – ela se levantou da cadeira e se sentou ao lado de Harry. Ele sentiu o coração disparar. – Harry eu gosto de você! Não quero mais esperar...
Ela o olhou bem nos olhos. Ele, embora já soubesse daquilo que ela acabara de dizer, ficou sem reação, só olhando para ela. Então ela se aproximou dele e o beijou rapidamente. Depois se levantou e quando já estava na porta da cozinha se virou e disse:
- Pense nisso! – e subiu correndo as escadas de volta ao seu quarto. Harry esperou Gina subir e depois de algum tempo, subiu também. Estava agora mais confuso do que antes. Realmente não sabia o que fazer. Pensou em acordar Rony para conversarem a respeito, mas depois desistiu. Aquilo era uma coisa que ele devia resolver sozinho. Ele não queria iludir Gina, mas ele estava realmente começando a se interessar por ela. O jeito como ela o olhava, como balançava os cabelos, como sorria meigamente... E agora, depois desta ousadia dela na cozinha, ele percebera que atrás daquele rosto de menina existia uma grande mulher. Depois de algum tempo pensando ele percebeu que estava realmente precisando dormir. Ele colocou os óculos na mesinha de cabeceira e puxou o cobertor. Mas quando fez isso ouviu um barulho e percebeu que todas as coisas de Jully estavam em cima de sua cama. Ele simplesmente jogou tudo dentro da caixa e colocou-a de qualquer jeito no malão. “Não quero mais pensar nisso hoje. Aliás, não quero mais pensar em nada...” pensou ele, antes de se virar na cama e adormecer quase instantaneamente.
No dia seguinte, Harry desceu receoso para tomar café. Mas Gina se comportava como se nada tivesse acontecido. Um comportamento que a princípio o deixou tranqüilo, mas depois intrigado. Ela fazia como se ele nem existisse. Mas todos os outros pareciam não ter percebido isso. E isso continuou pelo dia todo. Harry muitas vezes tentou puxar assunto com ela, mas ela o estava ignorando completamente.
A tarde eles resolveram jogar quadribol, e apesar de Gina ter concordado em fazer dupla com Harry, ela parecia estar jogando sozinha. Isso foi o suficiente para deixa-lo mais irritado do que já estava. Quando estava quase anoitecendo, eles decidiram terminar o jogo. Harry pegou a sua vassoura e foi andando para o barracão sozinho para guardá-la, com uma expressão tão fechada que parecia prestes a fuzilar alguém.
- O que aconteceu com o Harry? – perguntou Hermione intrigada – Ele está com uma cara...
- Deixa que eu falo com ele. – disse Gina – Ele deve ter ficado nervosinho só por que eu estou jogando quadribol melhor do que ele... Ahh deixem que eu aproveito e levo as vassouras de vocês...
Ela pegou as vassouras de Rony e Mione e chegou na porta o barracão a tempo de ouvir Harry xingando.
- Que coisa mais feia mocinho! – caçoou ela quando abriu a porta – Você não devia ficar gritando essas coisas... Mamãe pode ouvir...
- O que você quer senhorita “estou ignorando você”? – retrucou Harry mal humorado.
Quando ouviu isso ela começou a rir. Ao vê-la rindo ele ficou mais irritado.
- Do que é que você está rindo hein? Tenho cara de palhaço por acaso?
Ela continuou rindo e foi entrando no barracão. Fechou a porta e acendeu a varinha. Ele não estava entendendo absolutamente nada. Ela olhou bem dentro dos olhos dele e disse baixinho:
- Harry você não percebeu? Eu fiz isso tudo só para ver se estava certa... E realmente estou!
- Do que é que você esta falando garota? – ele perguntou
- Eu só queria saber se você está apaixonado por mim – disse ela – E percebi que você está sim!
Harry ao ouvir essas palavras, congelou. Seu coração batia tão forte que parecia que ia sair pela boca. Gina ficou olhando para ele, se divertindo com a situação. Ela foi se aproximando dele, ele se aproximando dela... Se beijaram. Depois de quase meia hora, eles ouviram Mione chamando por eles na porta da cozinha. E só no meio do caminho perceberam que estavam de mãos dadas. Tentaram disfarçar mas Hermione percebeu exatamente o motivo da demora. Sorriu para os amigos e acompanhou Gina até o quarto. Harry subiu correndo e contou a Rony o ocorrido.
- Então vocês estão ficando? – perguntou Rony.
- Acho que sim! – respondeu Harry.
- Até que enfim! – gritou Rony, dando um grande tapa nas costas do amigo.
- Ai pára! Vou tomar um banho... – disse Harry, enquanto se dirigia ao banheiro, ao mesmo tempo em que tentava ignorar o aperto que sentia no coração.




Assim que fechou a porta do quarto, Hermione perguntou:
- Vocês ficaram?
- Hum hum – disse Gina enquanto guardava um monte de roupas que estavam em cima de sua cama.
Elas ficaram em silêncio durante alguns segundos, até que se olharam e se abraçaram. As roupas que Gina estava guardando voaram em todas as direções, enquanto elas dançavam num tipo de comemoração. Quando se cansaram de comemorar, elas se sentaram na cama de Gina e ela contou todo o ocorrido.
- Ai amiga estou tão feliz por você! – suspirou Hermione.
- Eu também! Você não sabe quanto tempo esperei por esse momento... – disse Gina – Agora só faltam você e o Rony se entenderem não é?
Hermione pareceu tomar um choque. Correu para a janela e estava muito vermelha quando respondeu:
- O que?! Não Gina, eu e o Rony não temos nada a ver... Somos... Só amigos! É melhor descermos para jantar... – e ela saiu apressada do quarto.
Gina desceu logo em seguida. Ela estava tão feliz que quando entrou na cozinha e viu Harry sentado na mesa, teve vontade de pular em seus braços e enche-lo de beijos. Mas se contentou em sorrir para ele e se sentar em seu lugar. O jantar correu normalmente, sem que ninguém percebesse que eles trocaram alguns olhares diferentes. Depois do jantar os quatro resolveram subir e jogar xadrez de bruxo no quarto dos meninos. Durante mais ou menos meia hora eles se revezaram em duplas para jogar, primeiro as meninas e depois os meninos, até que Rony disse:
- Como eu já venci o Harry três vezes e a Hermione venceu a Gina duas, acho que agora eu e a Hermione deveríamos jogar uma partida...
- Por mim tudo bem! – disse Harry, se levantando da beira da cama para dar lugar a Hermione.
Durante o começo do jogo, Harry e Gina apenas conversaram, mas depois começaram a se beijar tanto que Rony e Hermione já estavam constrangidos, e trocavam olhares ansiosos de cinco em cinco minutos.
Então finalmente o jogo de ambos acabou. Rony venceu Hermione. Eles se olharam pensando no que fazer até que Hermione pigarreou numa tentativa frustrada de interrompe-los. Não funcionou.
- Acho melhor jogarmos outra partida. – disse Hermione – Eles não vão parar com isso tão cedo.
- OK! – respondeu Rony, e eles voltaram a jogar.
Era quase meia noite quando eles ouviram a Sra Weasley subindo as escadas. Rony (que já tinha chamado-os 5 vezes) acabou dando um beliscão no braço de Harry, e eles se desgrudaram exatamente no momento que a Sra Weasley entrou no quarto.
- Não acredito que vocês ainda estão jogando! Pelo amor de Deus! Achei que já estavam dormindo... Meninas já para os seus quartos! – e então ela olhou para Gina e perguntou: - Gina você está bem?
Gina levou um susto com a pergunta da mãe. Arregalou o olhos e disse:
- Estou sim por que?
- Não sei você está tão vermelha... – respondeu a Sra Weasley – Venha comigo, vamos ver se você está com febre...
Harry quando ouviu as palavras da Sra Weasley, corou e então, para disfarçar caminhou em direção a janela. Hermione lançou um olhar severo a Harry e saiu do quarto atrás de Gina sem falar nada. Assim que elas saíram e fecharam a porta, Rony começou a gargalhar:
- Hahahaha! Febre... Mal sabe a mamãe... Mas caramba Harry! Que fôlego hein? Vocês não pararam de se beijar por quase uma hora...
- Ah cala a boca! – disse Harry sorrindo enquanto vestiam os pijamas.




E os dias foram passando. Agora, faltavam apenas dez dias para o regresso a Hogwarts. Harry e Gina continuavam juntos, mas além de Rony e Mione, ninguém sabia. Porém cada dia que passava, Harry percebia que só sentia uma grande atração por Gina. Mas ela era tão carinhosa com ele, que ele não sabia o que fazer. Hermione já tinha percebido e sempre que eles estavam juntos ela lançava um olhar de desaprovação a Harry. Ela também já tinha tentado falar com ele a sós, mas nunca havia tido uma oportunidade. Ele sabia que ela queria lhe dizer que ele devia terminar com Gina, mas ele ainda tinha a esperança de esquecer Jully completamente e se apaixonar de verdade por Gina. Ele sabia que não amava Gina. Tinha um grande carinho por ela, mas amá-la como ele amava Jully, não amava. E por mais que agora ele conseguisse se divertir era freqüente vê-la em seus sonhos, sempre sorrindo e acariciando a barriga...
Uma noite depois do jantar eles tinham ficado jogando Snap explosivos no quarto dos meninos então quando era onze horas Hermione disse:
- Gina é melhor irmos para o quarto antes que sua mãe venha aqui nos buscar...
- È verdade Mione! Boa noite Harry – e ela lhe deu um beijo de despedida. Então quando estava quase fechando a porta, indicou-lhe o bolso e saiu. A principio Harry não entendeu, mas depois colocou a mão no bolso e encontrou um bilhete que dizia para ele encontra-la na cozinha, uma hora da manhã. Então ele vestiu seu pijama e se deitou. Rony fez a mesma coisa na cama ao lado e, em menos de meia hora já tinha caído no sono. Harry ficou acordado esperando e quando viu seu relógio marcando a hora combinada, ele se levantou e saiu do quarto silenciosamente para não acordar Rony. Chegando na cozinha, Gina já estava lá. Parecia muito ansiosa. Quando ela o viu, deu um sorriso nervoso. Ele caminhou até ela e a beijou. Então ela pegou na mão dele e o conduziu até a porta que dava para o quintal. Abriu a porta com a varinha e o levou até o barracão das vassouras.
- Mas que diabos... – mas antes que Harry terminasse a pergunta, Gina colocou o dedo em sua boca para que ele não falasse. Quando chegaram na porta do barracão ela disse:
- Tenho uma surpresa pra você... – e abriu a porta do barracão. Mas quando Harry olhou para dentro o barracão estava maior, limpo, com algumas velas e um pequeno sofá. Harry olhou aquilo tudo perplexo e virou-se para Gina, como se esperasse uma explicação. Ela se sentou no sofá e, ainda segurando sua mão, o levou a sentar-se também. Então virou para ele e disse:
- Harry vou ser bem direta. Eu te amo! Sei que você também me ama! Então eu quero que a minha primeira vez seja com você, aqui e agora!
Ao ouvir essas palavras de Gina, Harry perdeu o ar. Seu coração estava acelerado. Ele realmente não esperava por aquilo...
- Gina, você está brincando não é? – ele perguntou.
- Não! Não estou brincando meu amor! Eu sabia que você ficaria feliz... – respondeu ela, radiante.
- Não! Eu... – começou Harry, mas Gina o interrompeu:
- Harry não precisa falar mais nada... Vamos parar de perder tempo... Não agüento mais esperar...
E ela começou a desabotoar o pijama de Harry. Harry tinha ficado tão surpreso e assustado com tudo aquilo que ficou algum tempo paralisado. E quando Gina já estava tirando sua camisa foi que ele acordou:
- Não Gina espera! Pára com isso! – e ele se levantou, saindo do alcance dela – Nós não devemos! É cedo demais e...
- Ah Harry qual é? Você é homem, faz um bom tempo que não transa com ninguém... Eu sou mulher, gosto de você, sou atraente...
- Mas Gina não é isso, é óbvio que você é atraente...
- É o que então? Não vai me dizer que você continua pensando naquela idiota... – Gina agora estava em pé e com as mãos na cintura.
- Que idiota? – perguntou Harry nervoso. Não iria deixa-la falar assim de Jully.
- A mamãe dos seus filhinhos... – caçoou Gina baixinho.
- Não fale assim dela... – disse Harry
- Se quer saber, ela era uma vadia isso sim... Aproveitou bem do “famoso” Harry Potter e depois cansou e foi embora...
- Gina... – começou Harry. Ele respirava fundo e seu coração batia tão rápido que seu peito estava começando a doer.
- Va-ga-bun-da! Ainda bem que foi embora... Eu nem gostava dela mesmo... Vai saber com quantos ela já não tinha feito isso... Se faz de santinha, transa e depois fog... – mas antes que Gina pudesse terminar, Harry a agarrou pelos braços e gritou:
- CALA A BOCA! NUNCA MAIS FALE ASSIM DA JULLY ENTENDEU? NUNCA MAIS!
Aquilo foi tão de repente, que Gina olhava para Harry como se ele fosse um monstro. Nunca o vira tão nervoso. Sentia tanto medo que todo seu corpo tremia. Percebendo que fora longe demais, tentou consertar:
- Harry eu não queria... – mas ele continuou:
- VOCÊ ME ENTENDEU? RESPONDE!
- Sim... – respondeu Gina com a voz fraquinha. Então ele a largou e saiu do barracão, arfando. Lágrimas de raiva escorriam pelo seu rosto. Fazia uma linda noite e a lua brilhava intensamente no céu. Gina, que estava com os braços muito vermelhos, correu atrás de Harry.
- Harry me perdoa... Eu não queria dizer aquilo, fiquei nervosa... Por favor me perdoa! – e parou na frente dele, quase na porta da cozinha. Ele olhou bem dentro dos olhos dela e disse friamente:
- Não é a mim que você deve desculpas... E sim a Jully...
Então ele a empurrou para o lado com força e entrou na cozinha, batendo a porta. Gina ficou ali por alguns minutos e depois entrou na cozinha. Sentou-se na mesa e ficou ali, chorando e pensando. Nunca tinha visto Harry tão nervoso. Que ele não a amava, ela sabia. Mas tinha esperanças de que ele acabaria gostando dela tanto quanto gostava de Jully. Jully. Ela não tinha gostado de Jully desde a primeira vez que a vira. E quando percebeu o quanto Harry tinha ficado encantado com a menina nova, começou a sentir ódio dela. Sentia tanto ciúmes que muitas vezes teve vontade de soca-la. Mas quando ficou sabendo que eles estavam namorando, não agüentou. Por que ele tinha de ficar com aquela idiota que ele tinha acabado de conhecer quando ela o amava desde a primeira vez que o vira? O ódio que ela sentia ao vê-los no salão comunal, se beijando, se divertindo era tanto que ela até parara de ficar lá. E quando ficou sabendo que Jully tinha ido embora até gritou de felicidade. Finalmente o caminho estava livre para ela. Aquela babaca já tinha ido tarde. E agora mesmo estando longe, ela continuava estragando tudo.
- Maldita! – pensou alto – Tomara que esteja morta! Você e essas crianças idiotas que você dizia carregar no ventre... Você já me afastou do Harry garota, mas não vai me afastar mais... Eu e ele fomos feitos um para o outro... Você foi só uma pedra no caminho... Tão dispensável que ele já está comigo... Você não devia ter ido embora se o amava tanto... Agora ele é meu e vai ser meu pra sempre! E ninguém vai nos impedir de ser felizes! Nem você e nem seus filhinhos!
E dizendo isso, ela se levantou decidida, enxugou o rosto com as costas da mãos e subiu as escadas em direção ao seu quarto.




Harry entrou no quarto batendo a porta e se jogou com força na cama. E depois se sentiu agradecido de que mesmo com toda essa barulheira, Rony não tivesse mexido um músculo sequer. Não queria ter que contar a ninguém o que acabara de acontecer. O ódio que sentia de tudo que escutara de Gina era tão grande que seu peito latejava. Ele respirava rapidamente, o coração acelerado. Como ela podia pensar aquelas coisas de Jully? Se elas nunca tiveram algum contato maior?
Ele se virou na cama, incomodado com toda aquela situação. Pensou em pegar o malão e se distrair, mas como sabia que acabaria com aquela caixa na mão preferiu ficar como estava. Então ficou ali, absorto em pensamentos, fitando o céu pela janela. Começou a pensar em Jully... Onde ela estaria, se estaria bem... Mas acabou voltando para Gina. E depois de algum tempo remoendo aquele ódio, ele acabou dormindo.
Durante todo o resto da semana Harry sequer olhou para Gina. Ele fingia não perceber os olhares desesperados que ela lançava a ele, saia de perto todas as vezes que ela tentava falar com ele, simplesmente estava se comportando como se ela não existisse. Mas ela sabia que, mais cedo ou mais tarde ele a perdoaria. Era só ela fingir que estava realmente arrependida...
O problema maior no momento eram Rony e Mione. Eles tinham percebido que algo estava errado entre os dois. Mas até o momento nenhum dos dois tivera coragem de perguntar a Hary o que tinha acontecido, e ele se sentia agradecido por isso.
Uma semana depois do acontecido, Gina e Hermione estavam no quarto, se preparando para dormir. Então Hermione perguntou:
- Gina... O que aconteceu entre você e o Harry?
Gina sabia que naquele momento tinha que fazer Hermione ficar do lado dela. Ela respirou fundo e fixou o olhar em um ponto da parede em sua frente, para seus olhos lacrimejarem. Suspirou e disse, ainda de costas:
- Nós terminamos!
Hermione estava sentada em sua cama penteando os cabelos. Gina, na cama ao lado, se preparava para dormir.
- Por que? – perguntou Hermione, ansiosa.
Gina piscou os olhos e duas lágrimas escorreram por seu rosto. Ela se sentou na cama e colocou o rosto entre as mãos, numa espécie de choro falso.
- Ahh Mione! Nós estávamos conversando e ele tocou no nome da Jully... Então depois que eu disse que não achava certa a atitude dela, ele se descontrolou e disse que não queria mais saber de mim...
Hermione percebeu na hora que Gina não estava sendo sincera. Pelo menos não cem por cento sincera. Sabia que se ela tivesse dito somente isso, Harry não terminaria com ela. Mas continuou fazendo o jogo dela para saber mais sobre o ocorrido:
- Gina você não deveria ter falado sobre Jully com ele... Você sabe que ele ainda está muito sensível com o que aconteceu... Ele ainda não a esqueceu...
- Mas eu o amo! Será que isso não é suficiente? Eu estou fazendo tudo o que posso para que ele não sofra mais por essa garota...
Chegaram onde Hermione queria. Então, ela começou a andar pelo quarto, como se estivesse nervosa. Respirou fundo e disse:
- Olha eu sei que isso é difícil para você mas eu tenho que dizer! – Gina levantou o rosto lentamente para ela, os olhos vermelhos – Eu conheço o Harry e ele... Ele não gosta de você Gina! Ele ainda ama a Jully e tem esperança de que ela ainda vai voltar... Ele também pensa muito nas crianças... Isso tudo foi muito difícil para ele... Não vai gostar de ninguém tão cedo... Ele não está pronto para outro relacionamento... Talvez ele nunca chegue a amar alguém tanto quanto ele a ama...
Gina percebeu que Hermione era contra o relacionamento dos dois. Olhou bem para Hermione, que a encarava com medo do que viria a seguir. Gina se levantou e respondeu:
- Você não quer que eu fique com o Harry...
- Claro que eu quero que você fique com o Harry! – retrucou Hermione nervosa - Mas a escolha não é minha! Eu não mando no coração dele! Por favor amiga, seja racional: ele NÃO GOSTA de você!
- Você está errada! Ele vai esquece-la! Eu sou a pessoa certa para ele, e não aquela garota! Eu e ele ainda seremos muito felizes! E você vai engolir tudo o que está dizendo agora! – e dizendo isso ela entrou correndo no banheiro, batendo a porta.
“Meu Deus! A situação está mais séria do que pensava!” – pensou Hermione em voz alta e saiu decidida em direção ao quarto dos meninos. Ela bateu na porta e entrou antes de receber resposta. Rony, que estava quase dormindo, ao ouvir os passos apressados de Hermione no assoalho, levou um susto e caiu da cama. Harry mal colocara os óculos e Hermione já estava sentada ao seu lado na cama com um ar extremamente nervoso.
- Harry, eu preciso falar com você! É sobre a Gina! – ela disse apressada.
Rony estava xingando baixinho enquanto se deitava de novo na cama, mas quando ouviu o nome da irmã, perguntou interessado:
- Você descobriu alguma coisa Mione?
- Sim! – disse ela e voltou a se dirigir a Harry – Harry ela me disse que vocês terminaram...
- Ahh ela disse... – respondeu Harry, aborrecido – e o que foi que ela disse?
- Não foi para isso que eu vim aqui! Eu vim pra te pedir uma coisa!
- O que? – disse Harry. Rony observava a conversa, sem entender nada.
- Não volte com ela! – falou Hermione decidida.
- O que? – perguntaram juntos Harry e Rony.
Hermione respirou fundo e depois disse:
- É isso mesmo Harry! Nós sabemos que você não gosta dela e...
- É! Nós sabemos! Perai... Nós sabemos? – disse Rony intrigado. Hermione revirou os olhos e continuou a falar, como se Rony não estivesse ali:
- Harry eu sei que você ainda pensa na Jully...
- Mione você sabe o que aconteceu?!? – perguntou Harry, mas Hermione o interrompeu:
- Não Harry! Eu não sei e nem quero saber! Isso não da minha conta! Só te peço que não volte com ela! Eu... É melhor eu ir dormir... Até amanhã! - e dizendo isso, ela saiu do quarto. Harry e Rony se olharam. Rony tinha no rosto uma expressão de quem não tinha entendido nada. Quando ele abriu a boca para falar, Harry disse irritado:
- Também não sei do que ela está falando! Vamos dormir! Boa noite! – e deitado na cama, se virou para a parede. Fingiu que estava dormindo para evitar que Rony ainda insistisse no assunto. Mas ficou muito intrigado com aquela conversa. Por que Hermione disse tudo aquilo? E também não estava em seus planos voltar com Gina. Pelo menos não no momento. A raiva que ele sentia dela pelo que falara de Jully ainda estava fresca em sua cabeça...




Naquele mesmo momento, Jully acordou no velho casarão. Levantou-se e correu para o banheiro.
- Ahhh – disse ela a si mesma, limpando a boca – E me disseram que esses enjôos passariam depois do terceiro mês...
Ela foi até a pia e lavou o rosto. Então pegou a toalha e enxugou-se. Olhou para o espelho e viu a própria imagem a mira-la. Encarou seus olhos esverdeados, suas olheiras fundas e passou as mãos pelo cabelo que estavam totalmente sem forma. Desde que tinha fugido da Inglaterra, ela tinha perdido a vontade de se cuidar. E, se não estivesse grávida, teria perdido até a vontade de viver. Agora ela só vivia em função dos filhos. Apesar de estar morando com seu avô, que lhe dava apoio e carinho, a saudade que sentia do homem que amava era maior e mais avassaladora do que qualquer coisa. Passava a maior parte do tempo trancada no quarto, sofrendo e remoendo lembranças. Não tinha vontade de fazer mais nada. Nem ao lago ela ia mais. Ficava somente ali, sentada no parapeito da janela, lembrando...
Ela desviou seus olhos do próprio olhar no espelho e voltou ao quarto. Lá fora ainda estava escuro. Ela saiu do quarto e desceu as escadas. O andar de baixou estava tão deserto quanto o de cima. Entrou na biblioteca devagar (por que ultimamente sua barriga estava tão pesada que ela mal conseguia se mover) e começou a andar entre as estantes. A biblioteca do casarão não era tão grande quanto à de Hogwarts, mas era um dos lugares em que Jully mais gostava de ir quando saía do quarto. Ela andava até a ultima estante e ficava lendo os romances, todos escritos por trouxas. Embora sempre acabasse lembrando de Harry e chorando, ela lia sempre livros do mesmo gênero. E naquele momento, não foi diferente. Ela andou até a ultima estante, pegou um dos livros mais finos e começou a lê-lo. Em menos de trinta minutos já estava chorando. Chorou, chorou e acabou adormecendo. Algumas horas depois ela foi acordada por Diná:
- Senhorita acorde! Senhorita o que você está fazendo aqui?
- Ahhh – disse Jully, ainda sonolenta – Eu enjoei de madrugada e não consegui mais dormir, então resolvi vir até aqui...
- Bom o seu avô está te esperando na cozinha para vocês tomarem café... – disse Diná.
- Mas ele sabe que eu gosto de tomar café no quarto... E eu também não estou com fome... – respondeu Jully desanimada.
- Seu avô me disse que faz questão que Jully tome café com ele na cozinha hoje... – e Diná puxou Jully pela mão – Vamos é melhor Jully não contrariar o seu avô...
Então, de má vontade, Jully se levantou e foi até a cozinha para tomarem café. Achou estranho seu avô estar tomando café na cozinha, já que eles sempre comiam na sala de jantar. Chegou lá e ele estava sentado na mesa tomando uma grande xícara de chá. Quando ele a viu, sorriu e perguntou animado:
- Bom dia minha querida! Como passou a noite?
- Não muito bem vovô... Não agüento mais todos esses enjôos... E essas coisinhas me chutaram a noite toda... – respondeu ela irritada.
- Bom querida coma alguma coisa e se arrume... Nós vamos sair! – disse o avô calmamente.
- Aonde nós vamos? – perguntou ela. Desde que chegara ali, tinha saído apenas uma ou duas vezes. O avô tomou mais uma xícara de chá e respondeu:
- Nós vamos até a cidade vizinha. Marquei uma consulta num hospital trouxa para você.
- Ah não vovô! Eu não preciso disso! Estou muito bem e... – começou ela, mas seu avô a interrompeu:
- Nada de não Julianne! Você não vai ao médico desde o St. Mungus na Inglaterra e precisamos saber como estão os meus bisnetos! Marquei em um hospital trouxa para a comunidade bruxa não descobrir onde você está... Agora vamos logo mocinha!
Jully se levantou bufando e foi andando (o mais rápido que conseguiu) até a porta. Subiu as escadas e entrou no quarto batendo a porta. Não queria ir a hospital nenhum. Mas não podia bater de frente com a única pessoa que estava cuidando dela. Foi até o armário e pegou um vestido, um par de botas e um casaco grosso. Se vestiu e, ainda de má vontade, entrou no banheiro e penteou os cabelos. Quando saiu, Diná estava entrando no quarto com uma bandeja e dizendo:
- Senhorita o seu avô me mandou trazer isso. E disse que Jully tem que deixar a bandeja vazia!
Jully fez uma careta e disse que não estava com fome, mas Diná insistiu tanto que ela pegou uma maçã e comeu. Depois já ia saindo do quarto quando Diná perguntou:
- A senhorita não vai tomar o resto do café da manha?
- Ah não Diná! Se eu comer mais alguma coisa vou vomitar agora mesmo!
- Mas o senhor disse que Jully tinha que deixar a bandeja vazia...
- Tive uma idéia! – disse Jully e foi até sua cama. Abriu a gaveta do criado-mudo e pegou sua varinha. Então a apontou para a bandeja e disse “Limpar”. E a bandeja fixou vazia.
- Mas o que a senhorita fez? – perguntou Diná de olhos arregalados.
- Ué! Eu “esvaziei” a bandeja! – respondeu Jully saindo do quarto.
Quando chegou na sala de estar, seu avô já estava esperando. Eles saíram para o jardim e ela viu que um carro já estava esperando por eles. A viagem demorou mais ou menos duas horas, e Jully enjoou tantas vezes que eles quase desistiram de ir. Quando chegaram, ela viu que a cidade era um pouco maior que a cidadezinha em que moravam. O hospital era pequeno, mas bem movimentado. Assim que chegaram foram atendidos. Mas quando ela estava indo para o consultório médico, seu avô disse que a esperaria lá fora. Quando entrou viu que era uma sala arejada e clara, o médico era um senhor careca e simpático que apesar do forte sotaque russo, falava inglês fluente. Eles conversaram por algum tempo até que o médico perguntou se ela já tinha feito algum exame. Ela disse que não e ele sugeriu que fizessem uma ultra-sonografia. Então ela foi encaminhada por uma enfermeira gordinha para a sala de ultra-sonografia. Ela ficou muito emocionada quando começou a ver os seus bebês. “Se ao menos o Harry estivesse aqui...”, pensou ela e teve que se segurar para não cair no choro. Então, depois de alguns minutos, o médico perguntou:
- A senhorita gostaria de saber o sexo dos bebês?
Quando ela ouviu a pergunta do médico, seu coração disparou. Ela respirou fundo e disse:
- Sim! Estou muito curiosa para saber!
O doutor sorriu e perguntou:
- Você tem alguma preferência?
- Eu gostaria muito que fossem um casal... – respondeu ela ansiosa.
O doutor olhou para a enfermeira, e ela sorriu bondosamente para Jully. Seu coração batia tão forte que ela respirava com dificuldade. Então a enfermeira, ainda sorrindo, disse:
- Parabéns querida! Você vai ter um casal!
Jully suspirou e começou a chorar. Fazia muito tempo que não se sentia tão feliz! Olhou para o monitor, onde viu seus bebês, filhos do homem que ela tanto amava, saudáveis e perfeitos! Não sabia nem no que pensar! Era tanta felicidade que parecia que seu peito ia explodir! Começou até a imaginar os rostinhos deles...
Então a enfermeira perguntou:
- Minha filha você já sabe quais serão os nomes deles?
- Sim! – respondeu Jully sorrindo – Harry e Anne!

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N/A: Gente espero que vcs estejam gostando!!! Comentem pra dizer oq vcs taum achando tah??? Vlw pra qm tah lendo!!! Bjuxxx =*

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