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10. Situações nebulosas


Fic: ***A POÇÃO DA FELICIDADE*** # Ficção H² completa # Agradeço sinceramente por todas as visitas!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A manhã nascera ensolarada em Hogwarts. Os alunos acabaram de encerrar a primeira aula, Defesa contra a arte das trevas, e se preparavam para enfrentar a segunda matéria do dia: Adivinhação. Harry seguira para a torre norte juntamente com Rony, preocupado mais com o que fazer para descobrir os objetivos de Snape do que com qualquer possível previsão negativa que a professora Sibila Trelawney pudesse fazer a respeito de sua vida, ou possível morte.

A aula se passara sem grandes acontecimentos, a não ser pelo fato de Neville Longbottom ter destruído, mais uma vez, parte razoável da coleção de xícaras de professora Sibila enquanto Malfoy, com malícia no olhar, recriminava-o pela desastrada intervenção:

― Ele não faz nada certo, admira-me que ainda não desistiu desta matéria, como fez a “sangue ruim” - falou isso ao mesmo tempo em que Goyle e Crabbe riam sem limitações.

Interessante foi observar que desta vez não foi Harry quem segurava Rony, para que este não agredisse Draco, mas ocorrera exatamente o oposto. Potter realmente estava prestes a desferir merecidos socos em Draco Malfoy quando Rony o impediu, ao observar que Professora Sibila se aproximava.

Aquela aula já era por demais nauseante para Harry diante todos os acontecimentos do seu 3° ano em Hogwarts, mas aturar o insuportável Malfoy falando da garota dele, daquela forma, foi demais. Poderia suportar o olhar de desprezo de Draco e Snape para ele, entrementes, não admitiria qualquer insulto em relação à Hermione.

Draco tremera só de pensar nas mãos de Harry sobre seu rosto, embora mantivesse o olhar desafiador, uma vez notando a aproximação de Professora Trelawney.

― Cara, é melhor você se acalmar, a professora Sibila está vindo - sussurrou Rony ao ouvido do amigo.

― Algum problema? - interrogou a professora com seu ar etéreo e distante.

― Nenhum - respondeu Potter em tom grosseiro e seco enquanto apanhava suas coisas e saia da sala, deixando o próprio Rony boquiaberto.

A professora Sibila apenas observou com aquele ar de quem já sabia que aquilo iria acontecer. Certamente previra isso em sua bola de cristal, antes da realização da aula.

― Dane-se esta aula, pelo menos por hoje. Preciso procurar Snape e ver o que ele está fazendo - pensou Harry, dirigindo-se para o salão de Grifinória.

Potter informou, sem grande entusiasmo, a senha e entrou na ala do dormitório. Queria buscar a capa da invisibilidade, já que tivera a idéia de seguir Severo sem que o mesmo se desse conta deste ardil. Pegou a capa e rumou às frias masmorras, objetivando encontrar Snape. Para sua imensa surpresa, encontrou na sala uma estranha cena. Severo estava reunido com Lúcio Malfoy, aparentemente desconcertado. Potter se aproximou, a fim de melhor escutar o que se passava.

― Lúcio, melhor seria você não me ameaçar - sibilou Snape travando seus dentes amarelos com raiva.

― Snape, creio que você não tem grandes opções além das que já lhe dei. Seu prazo está se esgotando e Ele não vai esperar mais do que já se passou - informou Malfoy com frieza.

― Ele? E quem disse que o tempo está a nosso favor? Sei para que a poção serve. Claro! Mas leve o tempo que levar você n...

Neste momento Lucio Malfoy dera um murro sobre a mesa de Snape, que estrondou por toda a masmorra conferindo um traço ainda mais pesado àquele temível ambiente.

― Severo, não se intrometa em assuntos tão perigosos - Lúcio Malfoy ponderou em palavras ameaçadoras, e assim dizendo deixou a masmorra quase esbarrando em Harry, que teve de se espremer nas gélidas paredes da sala de Severo para evitar um terrível encontro.

Snape se jogou sobre a poltrona atrás da mesa parecendo extenuado pela difícil discussão. Potter pensou em ficar mais, porém julgou melhor encontrar Hermione para lhe falar sobre o acontecido, uma vez que dificilmente Severo sairia da masmorra no estado de nervos em que se encontrava. Assim, Harry disparou pelos corredores da escola à procura de Hermione. A cabeça fervilhando de pensamentos sobre o que acabara de ouvir. Ao chegar à sala comunal de Grifinória, encontrou sua garota rodeada por uma pilha de livros absolutamente compenetrada.

― Mi, vamos conversar - disse Harry sem conter uma grande excitação na voz.

― Harry, o que houve? Você está pálido... Mas e o Snape? Ele pode nos ver conversando - questionou Mione, olhando para todos os lados com apreensão.

― Mi, dificilmente o Severo vai se preocupar conosco agora. Venha comigo - Potter disse isto enquanto arrastava Hermione pelos corredores apressadamente. Chegando a conhecida cabana de Rúbeo Hagrid, que ainda não chegara da viagem ao Ministério da Magia, Harry fez Hermione se sentar e disparou a falar sobre os últimos acontecimentos.

Após escutar tudo que Potter tinha a dizer, já com um semblante extremamente tomado por grave preocupação, Hermione não conseguiu se conter e deixou escapar o que pensava:

― Meu Merlim, começo a achar que Snape se aliou a Lúcio Malfoy, seguidor da Arte das Trevas e de Você-Sabe-Quem, para auxiliá-lo. Provavelmente deve precisar da poção para o Lord...

― Mas, Mi, então, porque a briga com Lúcio Malfoy se são aliados? - questionou Harry, ainda sem acreditar no que vira nas masmorras. Ele tinha visto medo nos olhos de Snape.

― Harry, não posso afirmar com certeza, mas acredito que eles devem estar brigando para decidir quem terá mais poderes caso Você-Sabe-Quem consiga retornar.

O maroto olhou para a morena com a vista carregada pelas inquietações. Observando o quanto sua resposta o agitara, Mione o trouxe para perto de si, beijando-o primeiro na face, depois na boca devagarzinho. Sem pressa... O mundo corria e não pararia para presenciar o amor dos dois, no entanto, eles também não deixariam de se amar, apesar de todos os temores. Foi um beijo intenso e prolongado, somente interrompido pela necessidade que eles tinham de encontrar uma solução para o grave problema que se apresentara diante deles.

Potter e Hermione ainda não tinham decidido o que fariam. Tinham certeza de que precisavam comunicar a Alvo Dumbledore tudo aquilo, entretanto, para isso precisariam esperar um pouco mais e já não tinham tanta convicção se realmente haveria tempo.

Deixaram a casa do guarda-caças e retornaram à escola absortos; ainda em meio a todas as idéias que povoavam a mente de ambos, desde a ciência daquela perigosa parceria: Lúcio Malfoy e Severo Snape. Não se saberia dizer ao certo qual dos dois detestava mais o jovem Potter.

Enquanto desciam as escadas para a entrada do salão de sua casa, Harry e Hermione se depararam com uma briga e, desta vez, Potter não interveio apenas para separar. Rony se engalfinhava com Draco Malfoy, porque mais uma vez este insultara o senhor Weasley perante todos os alunos de Grifinória. Gina intrometeu-se também, apartando a briga, e levaria todos para a professora McGonagall se os alunos da Sonserina não tivessem fugido e Rony não apresentasse um aspecto tão abalado. Hermione correu até os amigos procurando imediatamente ver como estavam:

― Harry, Rony, vocês estão bem? - questionou Hermione com os olhos cheios de lágrimas. Via que os dois não estavam bem e que Rony possuía uma aparência muito pior. Não que estivesse gravemente machucado, mas a humilhação que sofrera doeria mais que qualquer grande ferida.

― Mi, tudo bem - falou Harry acalmando a garota. - Leva o Rony daqui. Eu e Gina vamos falar com a professora McGonagall.

Hermione levou Rony até uma sala vazia. O garoto permanecia mudo com os olhos vermelhos.

― Rony, aquele Draco é um tolo, não deve dar atenção para o que ele diz. - Ela se aproximou do amigo e fez carinho em seus ruivos cabelos. Neste momento, Ron olhou para ela sem nada dizer e a abraçou, recostando confortavelmente sua cabeça sobre o ombro de Hermione, enquanto as lágrimas caiam.

Os dois amigos ficaram em silêncio por longos minutos, naquela posição, abraçados. Hermione sentia certo desconforto, pois observara que, após certo tempo, o modo como Rony a abraçava ficava diferente. Foi a maneira como Weasley tocava em suas costas, talvez mais carregado de emoção. Seria apenas isto? A garota estava prestes a se desvencilhar, quando Potter irrompera na sala, deparando-se com aquele quadro. Harry foi invadido por uma dor que nunca antes sentira. Certo sentimento de posse e de perda, que restava estampado na sua face, agora carregada de raiva.

Ao vê-lo à porta com o rosto cheio de cólera, Hermione imediatamente se afastou de Ronald, que apenas olhou, sem entender muito o decorrer dos acontecimentos.

― Não! - gritou Hermione.

Alguém que Rony não vira deixara a sala batendo a porta com força, ao passo que a menina se abalara correndo atrás desta desconhecida pessoa, deixando o Weasley ali sozinho com sua tristeza. Ele não sabia, mas era Harry que não gostara nenhum pouco de ter presenciado tudo aquilo.

No mesmo dia, Potter havia se deparado com duas cenas inesperadas no interior das salas de Hogwarts. Ambas, evidentemente, desconfortáveis de se ver, mas Harry estava certo que a última foi, sem dúvidas, a pior delas...


Continua...

Arwen Undómiel Potter

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Fanfic escrita por Arwen Undómiel Potter
Capítulo revisado pela beta-reader Andy “Oito Dedos”

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Agradecimentos:

Meus queridos,

estou absolutamente sem palavras para descrever o que sinto ante a existência de tantos comentários e incentivos!
Sarah, Alberto, Aline obrigada pelo movimento do “atualizaaa”! Vocês são demais!
Bruna, minha querida, é uma honra para mim estar entre uma das suas preferidas, não consigo expressar o quanto estou feliz!
Ana Lívia, o capítulo 10 estava a caminho sim, principalmente, depois de você pedir!
Ai, ai, Otavio Bach, você às vezes me deixa encabulada, mas sua forma carinhosa de se referir a minha sensibilidade foi, sem dúvidas, tocante. Realmente, obrigada!
M!A, ou será Romina Oliveira Silva? Muito criativo o seu e-mail e valeu por comentar!
Ana Souza, que bom que você adorou o 9° capítulo postado, continuarei me esforçando para melhorar!
E grande Luis Dumbledore, como não escutar os conselhos de alguém que carrega este sobrenome? Obrigada, querido! Este capítulo já vai um pouco maior para te atender! Não garanto sempre mantê-los grandes, porque eles nascem mais de como sinto e não dá sempre para dosar as emoções, mas asseguro que me esforçarei!
A todos, dedico meu agradecimento ilimitado pelos valiosíssimos comentários, sugestões e pedidos para atualizar! Vocês são incríveis!

Beijos,

Arwen Undómiel Potter

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