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2. O pergaminho


Fic: Memórias de Um Assassino - Dramione - Short Concluida


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Londres, 10 de dezembro de 2001 – Quartel General dos Aurores


 


-Harry...- disse Gina entrando rapidamente na sala.


-O que foi Gina? – perguntou Harry assustado – Você está pálida.


-Eu acho que finalmente conseguimos encontrar a Mione.


-Como? – perguntou Ron levantando de sua cadeira e indo até a irmã.


 -Eu estava lá na Seção de Rastreamento de Objetos Mágicos. Conseguimos detectar sinais da varinha dela.


-E onde ela está? – perguntou Harry se aproximando da noiva – Onde detectaram esse sinal?


-Ao sul de Londres. Passamos a informação para as nossas fontes e nos informaram que há um QG de Comensais por lá.


-Eu pedi para rastrear qualquer atividade Comensal em toda Londres – gritou Harry batendo com força na mesa que estava próxima. - Eu mesmo deveria ter feito isso – disse segurando seus cabelos e os arrepiando ainda mais.


-Ron, aonde você vai? – perguntou Gina ao seu irmão ao vê-lo levantar e se dirigir à porta.


 -Vou buscar a Mione.


 -Mas não pode sair assim Ron. Precisamos nos preparar. Não sabemos o que vamos encontrar pela frente. – disse Harry andando em direção ao amigo - Gina querida, chame, por favor, a Tonks, o Lupin e Shacklebolt. Vamos criar uma equipe de resgate.


-Eu não vou esperar essa equipe Harry. Eu vou agora. – disse Ron vendo sua irmã sair da sala. - Eu me sinto tão culpado. Ela estava na minha equipe. Eu não podia ter me separado dela. Não podia!


-Ron, não dá para se desesperar agora. Você não pode ir sozinho. A culpa não foi sua. E isso é uma ordem. 


 


Ron foi em direção à cadeira onde estava sentado. Com um suspiro baixou a cabeça e a colocou entre as suas mãos. Seus pensamentos, automaticamente, foram até o dia em que Hermione havia sumido, há exatos quatro meses atrás.



******


Flash Back


04 meses atrás


Um grupo de Aurores liderados por Shacklebolt aparata na antiga Mansão Dolohov ao norte de Londres. Harry, Hermione e Rony finalmente haviam descoberto a pista de uma das últimas horcruxes e tudo indicava que estava em um dos cofres da família de Antonio Dolohov. Cerca de quinze Aurores foram designados para esta missão, e suas principais incumbências era proteger o trio de amigos durante suas caçadas à Horcrux.


-Muito bem – disse Shacklebolt sério – Vamos nos dividir em dois grupos para não despertarmos muita atenção. Granger você irá com Tonks, Dawlish e Grint. Harry você vai comigo, Weasley e Savage.


-A Mione não vai sozinha, ela vai comigo e com o Harry! – disse Rony ficando vermelho.


-Senhor Weasley quem comanda essa missão sou eu. – disse Shacklebolt bastante sério – E sou eu quem decide quem compõe cada grupo. Além disso, vocês pesquisaram a horcrux, sabem cada detalhe de como proceder, não podem estar em único grupo.


-Então senhor, se me permite – disse Harry – deixe Rony ir com a Mione e eu irei com o seu grupo.


 -Como quiser Potter. Grint, venha para cá- disse Shacklebolt meio a contragosto. – Ouçam bem: estamos entrando no terreno do inimigo. Não sabemos o que nos espera ao passarmos por aquele portão. Sejam cautelosos, mas não pensem duas vezes antes de atacar. Ataquem qualquer coisa que se mova na frente de vocês. Mantenham-se alerta. Tonks você fica responsável no seu grupo em dar o toque de retirada. Boa sorte a todos! E mantenham-se vivos!


 


A primeira equipe a passar pelo portão foi a liderada por Shacklebolt. Seguiram para a entrada dos fundos enquanto a equipe liderada por Tonks se posicionava na entrada da frente da Mansão. Haviam cronometrado o exato momento em que entrariam na casa.


-Vocês só me fazem passar vergonha – sussurrou Hermione para Ron – Precisava daquele show todo?


-Show todo?- respondeu Ron no mesmo tom – Só queremos te proteger, e você sabe muito bem disso.


-Ahh tá, sei bem...


-Ei vocês dois – sussurrou Tonks bastante ríspida – Não é hora para isso. Quando chegarmos ao QG podem se matar. Por hora, preciso da concentração de vocês.


 


Assim que entraram, o grupo liderado por Tonks se dirigiu para a parte superior da casa. Em duplas começaram a revistar os quartos em busca do cofre. Hermione e Ron entram em um grande quarto que deveria ser o do casal Dolohov.


-Ron, não toque em nada – disse Hermione baixinho – Vou verificar com a varinha se há algum objeto das trevas.


-Mione, eu estou na mesma missão que você, não se esqueça. Recebi as mesmas ordens e...


 


Um grito que vinha do andar debaixo paralisou os dois. Ficaram algum tempo parados tentando entender o que acontecera lá embaixo, logo depois alguns sons de aparatação puderam ser ouvidos.


-Acho que fomos descobertos Mione. Vamos sair daqui agora. Anda.


-Não Ron, a ordem foi bem clara! Enquanto não houver o toque de retirada deveremos investigar. Verifique a porta e o corredor, mas não saia do quarto. Já estou terminando a verificação.


 


Rony foi imediatamente para a porta do quarto. Do corredor podia ouvir o som do confronto lá embaixo. Talvez estivesse sob controle, uma vez que não haviam disparado o toque. Ao olhar em direção oposta viu dois Comensais vindo em sua direção. Gritou para que Hermione o seguisse, mas a Castanha estava concentrada, pois havia detectado sinal de artes das trevas. Ron disparou em direção aos Comensais, conseguiu estuporar um e em seguida começou a travar uma batalha com o segundo até que o grito de Hermione fez gelar sua espinha. Sem mais delongas, estuporou e paralisou o segundo e correu em direção ao quarto. Jogou-se em cima do Comensal que atacava Hermione, mas ele já puxava a menina pelo braço e aparatava. Perto de onde Hermione estava, jazia um colar no chão. A Horcrux que procuravam! Ron a pegou, pôs na caixinha reservada e correu em direção ao salão onde Harry lutava.


 


-Harry!- gritou Ron - Pegaram a Mione. Um Comensal pegou a Mione e aparatou.


 Harry ia responder quando inúmeros sons de aparatações foram ouvidos em todo o salão.


 -Retirar – gritou Shacklebolt – Retirar


-Nãoooo – Gritou Rony – Temos que saber para onde levaram a Mione.


-Não darei a ordem mais uma vez senhor Weasley!- Gritou Shacklebolt.


Harry pegou o amigo pelos braços e o puxou da mansão, aparatando em seguida para o Ministério. Ao chegarem lá, Ron deixou-se cair no chão e chorou como uma criança.


-Culpa minha Harry, culpa minha...


Fim do Flash Back



******


Lágrimas desciam pelo rosto de Rony, ao se lembrar novamente da última vez que vira sua melhor amiga. Logo a sala que Harry dividia com seu amigo Ron no Ministério da Magia foi invadida por diversos Aurores que ficaram sabendo sobre o sinal de vida de Hermione.


 


-Vejam bem – começou Shacklebolt – acabamos de detectar de onde veio o sinal da varinha da senhorita Granger. O sinal veio bastante fraco. Mas sabemos que é de uma das mansões da Família Malfoy no Sul de Londres. Vamos compor uma equipe de busca. Não sabemos se isso é uma armadilha. Por isso, todo cuidado é pouco. Potter, o senhor fica.


 -Mas por quê? –protestou Harry- A Mione é minha amiga. Eu quero ir nessa missão.


-Não senhor Potter. Não podemos expô-lo dessa maneira. Não sabemos o que nos espera. Pode ser uma grande emboscada. - respondeu Shacklebolt.


-Ele está certo Harry. - Interveio Ron quando viu que seu amigo iria protestar. – Fique e cuide da Gina e da Luna. Por favor.


Harry consentiu com a cabeça. De certa forma, Shacklebolt estava correto. Ele era uma peça chave nesse grande jogo e se expor desta forma poderia ser inconseqüente.


-Certo – disse o chefe dos Aurores – partimos em quinze minutos. Esteja pronto Senhor Weasley.



******


Londres, 10 de dezembro de 2001. Mansão Malfoy – Sul de Londres  

Draco já havia perdido a conta de quantos Comensais já havia matado até aquele momento. Na medida em que penetrava em um dos quartéis generais de Voldemort, que, aliás, era uma das residências de sua família, ia matando, à surdina, seus companheiros. Matava e por uma chave de portal, despachava os corpos.


 


Quando cansou de usar o Avada Kedrava , sacou sua pistola 9mm com silenciador e continuou sua matança. O loiro estava exultante. Já havia matado cerca de 20 comensais sem ter despertado nenhuma atenção. Com carinho acariciou a varinha e o pergaminho que trazia embaixo de sua camisa e entrou na mansão pelo porão. Como já havia imaginado encontrou um guarda fazendo vigília. Sorrateiramente foi até próximo ao Comensal, desenrolou um fio que carregava sempre consigo e antes que o Comensal desse conta, passou o fio por sua garganta.


-Sem muitas gracinhas Amico – disse Draco entre os dentes - Onde está a Granger?


-Eu não sei – respondeu Amico – Não faço a mínima idéia.


-Você sabe – disse Draco em um sorriso – É claro que você sabe. Mas você não quer me dizer não é? 


 


Draco então virou Amico de forma que o homem olhasse em seus olhos para que pudesse ler seus pensamentos. Amico, por sua vez, se assustou ao olhar nos olhos de seu companheiro, pois apenas via fúria. Com medo fechou os olhos.


 -Oras, oras, oras – disse Draco calmamente enquanto puxava uma faca de seu bolso – acho que vou ter que arrancar alguns olhos. O que você prefere Amico?


 


 O Comensal assustado abriu os olhos lentamente. Draco então leu a mente do homem, de forma que conseguiu descobrir onde se encontrava Hermione.


 -Muito bem rapaz. Comportou-se muito bem. - disse Draco com sua voz arrastada – Mas acho que não preciso mais de você.


 


E em um movimento rápido de suas mãos quebrou o pescoço do Comensal largando o seu corpo no chão do porão.


 


Retirou um vidrinho de sua camisa e com um movimento de sua varinha retirou a memória que havia arrancando de Amico e pôs entre outras que já permaneciam lá.


 


Havia planejado desta forma, senão conseguisse chegar até onde Hermione estava dispararia um feitiço com a varinha da garota e deixaria junto com as lembranças e um pergaminho que havia escrito. Seguiu em frente. Conforme havia calculado o local onde Hermione havia sido trancafiada estava cercado por vários Comensais. Fez um pequeno feitiço com a varinha da Hermione e a escondeu junto com as outras coisas, na esperança de que os Aurores pudessem encontrá-la.


 


Sacou novamente sua pistola, em sua mão esquerda usava a varinha enquanto que na direita usava a pistola. Agora não tinha mais como se esconder. Sabia que os Comensais haviam recebido a ordem de exterminá-lo caso tentasse resgatar a Castanha.  Mirou a cabeça do primeiro e estourou a cabeça dele com sua pistola. Isso chamou a atenção dos outros Comensais que ali estavam próximos. Olharam em volta e o que viu os assustou. Aquele homem que atacava nem de longe parecia Draco Lucius Malfoy. Seus olhos estavam nublados e um sorriso demoníaco jazia em seu rosto.


 


Sorriso daqueles que não têm medo.


 


Parecia muito mais um animal sedento de vingança do que um ser humano. Os Comensais, embora em maior número, mas tementes à reação de Draco, começaram a atacá-lo de qualquer forma. Draco era conhecido como o Assassino das Trevas. Era tido no submundo da magia como um dos mais perversos assassinos de Voldemort. E agora ele voltava contra seu mestre.


-Hermione- gritou Draco – Você está por aqui? 



******


Hermione estava em um porão subterrâneo próximo do local onde se travava a grande batalha entre Draco e os Comensais. A Castanha se sentia fraca. Enquanto ficou no mesmo QG em que Draco estava ela foi protegida e bem alimentada, mesmo que às escondidas. Agora estava com muito medo do que poderia vir acontecer com ela. Havia sido torturada ao descobrirem seu romance com Draco Malfoy. Sabia que só não haviam a matado porque de alguma forma ela poderia servir como moeda de troca por Voldemort. Escutou barulho de uma batalha próximo, no seu íntimo torcia para que seus sentidos não estivessem lhe pregando uma peça. E se esforçava para se manter acordada. Foi quando ouviu gritarem o seu nome.


-Hermione- gritou Draco – Você está por aqui?


 


Reuniu todas as suas forças e gritou em resposta.



******


-Aqui Draco!- gritou Hermione – Estou aqui!! Ouvir a voz de Hermione foi para Draco como se ouvisse uma sinfonia de anjos. Desesperado pulou para cima dos Comensais, nada mais lhe importava... apenas salvar sua amada.



******


Oito Aurores aparataram próximos à Mansão Malfoy. Eles não sabiam ainda, mas o resgate de Hermione Granger já havia começado.


-Ouça bem, senhor Weasley – começou o chefe dos Aurores – Não quero afobações nessa missão. O senhor está me entendendo? O senhor fica dessa vez em minha equipe, e será o responsável em coletar pistas assim que conseguirmos entrar na mansão, correto?


-Sim senhor.


-Tome, esta varinha vai detectar a presença da varinha da senhorita Granger.


 


 A equipe entrou na Mansão sem que fossem notados. Mais uma vez formaram duas equipes que entraram na Mansão por lados distintos. A equipe de Rony entrou pelo lado do porão e logo Rony conseguiu detectar a varinha de Hermione. O ruivo estranhou os outros objetos que estavam ao lado da varinha de sua amiga, com sua varinha os analisou e ao perceber que não havia sinal de arte das trevas pegou-os. O primeiro material a analisar mais detalhadamente foi o pergaminho. Para seu pavor, uma vez que sabia no que seu antigo colega de Hogwarts havia se tornado, era uma carta de Draco Malfoy.


 


Seu primeiro impulso foi destruir, mas ao lembrar-se do que sua amiga estava passando por conta de sua afobação, parou para ler a carta.


 


 Nasci Draco Lucius Malfoy. Filho de Lucius e Narcisa Malfoy. Pessoas influentes que vieram de duas famílias altamente tradicionais e preconceituosas do mundo bruxo: Os Malfoys e os Blacks. Sou um Comensal da Morte. E isso é um fato. Não que eu goste de ser um Comensal. Na verdade eu até gostava. Tive algumas escolhas em minha vida. Mas não em relação a isso. Eu nasci para ser um Comensal. Fui educado para ser um Comensal. Então ou eu relaxava com esta condição ou surtava. Preferi relaxar e gozar. Não iria sofrer com isso. Apenas os fracos sofrem. E acho que agora eu sou um fraco. 


 


A cada parágrafo lido, mais Rony se espantava com a revelação de seu antigo colega de escola. 


 


Você deve se perguntar de como eu me tornei um dos mais letais Comensais da Morte, me utilizando até de artefatos trouxas para causar a morte de meus oponentes. Mas nem sempre fui assim. Já existiu misericórdia, se é que eu posso usar essa palavra, em meu coração: eu não consegui matar o velho. Não consegui matar Alvo Percival Dumbledore. E isso custou a minha vida. Literalmente. Lord Voldemort não aceita fracos. E eu precisei afundar ainda mais na lama para que hoje pudesse estar vivo. Não matei um velho, mas fui obrigado a fazer coisas pavorosas para me manter vivo. Talvez a sua dúvida não seja essa. E sim o porquê que eu até gostava de ser um Comensal. Sim, isso significa que eu não gosto mais. Eu sempre achei tudo isso uma grande imundície. Mas somente agora fiquei cansado de viver como um porco. Chafurdando nesta lama que são os ideais de pureza de sangue e tudo o que se faz em nome dele. Nada disso faz mais sentido. Ela me salvou.


 


Ou a sua dúvida seja, talvez, o porquê de eu ser um fraco . Eu vos digo: Uma mulher, linda por sinal, foi a responsável por essa mudança de perspectiva em minha vida. E ela é minha grande fraqueza. O nome dela? Bem, espero que não se assustem, mas o nome dela é Hermione Granger. Essa mulher me fez um fraco, pois por ela, hoje eu sofro. Não, ela não me despreza. Não é por isso que eu sofro! Nós nos amamos. Seu amor me salvou, mas a condenou e eu não posso viver com tal fato me assolando. O seu sofrimento é o meu sofrimento. Ela chegou na base principal de Voldemort cerca de 04 meses atrás. Eu mal acreditei quando me informaram que ela era nossa nova prisioneira.


 


Quando ainda estávamos em Hogwarts, ela tentou me salvar. Mas eu era um idiota! Não consegui perceber seu amor. E agora, a vida me deu outra chance. Ela veio como prisioneira e me libertou. Mas nos descobriram, puseram-na longe dos meus olhos e tentaram me matar. É claro que matei todos. E agora venho em busca da minha amada. Se nada der certo, vocês conseguirão encontrá-la. Nada mais faz sentido para mim se eu não posso tê-la. Decidi acabar logo com isso. Mas não sei se a encontrarei. Peço então a quem achar esse pergaminho, que junto estarão algumas memórias importantes para a Ordem e de como encontrá-la caso eu falhe em minha missão de salvá-la, que digam a ela que eu a amei. Como ninguém jamais a amou e nem vai amar.


D.L. M 


 


Ao fim do pergaminho, Rony estava com a boca aberta. Em que mundo seria possível um romance entre Hermione Granger e Draco Malfoy?


 


 De repente muita coisa começou a fazer sentido para o ruivo. Conseguia entender o porquê da amiga nunca se interessar por nenhum rapaz e sua quase obsessão em querer prender Draco Malfoy. Ela o amava. Foi então que correu para onde os Aurores estavam.


 


Draco era considerado um dos mais perigosos e letais Comensais da Morte e a ordem que tinham era que ele deveria ser abatido tão logo fosse encontrado. Chegou a tempo para ver o loiro lutando contra duas frentes, Comensais e Aurores. Em um momento de distração, o loiro foi atingido pó um sectusempra que o fez cair. Em um impulso, o ruivo puxou um dos Aurores que estava pronto para abater Draco.


-Não o matem, não o matem! – Gritou Rony – Foi ele quem deu a pista de onde a Hermione está! Ele tem informações para a Ordem.Não o matem!



******


-Mione – Chamou Rony com cuidado – Acorde, viemos te buscar.


 


O ruivo acariciava com cuidado os cabelos da amiga. Haviam a encontrado desmaiada no porão.


-Rony – disse Hermione abrindo os olhos devagar – Vocês vieram me buscar. Eu sabia que viriam me buscar. Eu falei para a o Draco – disse a Castanha enquanto exibia um sorriso fraco –Cadê o Draco? Eu ouvi a voz dele antes de desmaiar. Ele vai com a gente. Cadê o Draco, Rony?


 


Rony apenas abaixou a cabeça e disse em voz baixa para a amiga.


-Precisamos ir. Logo essa mansão estará cheia de Comensais.


-Mas...


-Vamos Mione – e pegou a amiga em seu colo e aparatou. 


 


N/A: Oiiiiiiiiiiiiiiiiii, mais uma fic minha...Fic dedicada ao meu amigo Claudiomir...Agora cabe a vocês decidirem se a fic é digna de um coment (te copiei Serena)...


 

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