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2. capítulo 2


Fic: Cinquenta tons de cinza


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Meu destino é a sede da empresa global do Sr. Potter. Trata-se de um prédio comercial de vinte andares, todo de vidro e aço, um desses projetos arquitetônicos excêntricos, com o nome Potter House escrito discretamente em aço em cima das portas de vidro da entrada.
São quinze para as duas quando chego e, com grande alívio por não estar atrasada, entro no imenso saguão todo de vidro, aço e arenito.
Atrás da mesa maciça de arenito, uma jovem loura muito atraente e bem arrumada sorri para mim com simpatia, está vestida com o mais elegante conjunto de terninho cinza e camisa branca que já vi.
-Estou aqui para falar com o Sr. Potter, sou Gina Weasley da parte de Luna Lovegood.
-Um momento, Stra. Weasley.
Ela ergue uma sombrcelha ligeramente quando para sem jeito á sua frente, começo a desejar ter pedido emprestado um dos blazers formais de Luna em vez de ter vindo com minha jaqueta azul-marinho.
- A senhorita Lovegood está sendo aguardada. Assine aqui por favor?
Sento -me, pesco as perguntas na mochila e as leio, xingando Luna mentalmente por não ter me fornecido uma breve biografia. Não sei nada sobreo homem que estou prestes a entrevistar. Ele poderia ter noventa anos ou trinta. A incerteza é mortificante e fico de novo agitada.
Reviro os olhos para mim mesma. Controle-se, Weasley. A julgar pelo prédio, que é asséptico emoderno demais, para combinar com os funcionários. Outra loura elegante e bem vestida sai da grande porta á direita, qual é a de todas essas louras imppecáveis? Parece a reunião das mulheres perfeitas. Respiro fundo e me levanto.
-Srta. Weasley? - a última loura me chama.
-Sim!
-O Sr. Potter já vai receber a senhorita. Psso guardar sua jaqueta?
-Ah, por favor. - Tiro a jaqueta com dificuldade.
- Já lhe ofereceram algo para beber?
- Hum, não.
Então a loura de número 3 fecha a cara para a jovem á mesa.
- Gostaria de um chá, café, água?
- Um copo de água. Obrigada - murmuro.
- Olivia, vá buscar um copo de água para a Srta Weasley, por favor.
Sua voz é severa. Olivia se levanta depressa e corre para uma porta do outro lado do saguão.
- Peço desculpas, Stra Weasley, Olivia é nossa nova estagiária. Sente-se, por favor. O Sr. Potter a atenderá em cinco minutos.
Olivia volta com um copo de água com gelo.
-Aqui está, Srta Weasley.
-Obrigada.
Então volta para sua mesa juntamente com a outra loura e juntas continuam seu trabalho. Vai ver o Sr. Potter insiste em só ter funcionárias louras e estou me perguntando se isso não é ilegal, quando a porta se abre e um negro alto, bem vestido e atraente sai de lá de dentro. Definitivamente escolhi a roupa errada.
Ele se volta para a porta e diz para o lado de dentro:
- Golfe esta semana, Potter?
Não escuto a resposta. Ele se vira, me vê e sorri, os olhos escuros franzindo nos cantos. Olivia já se levantou de um pulo. Está mais nervosa do que eu!
-Boa tarde, senhoras - diz ele ao entrar no elevador.
- O Sr. Potter vai recebê-la agora, stra Weasley. Pode entrar - diz a loura número três.
Estou imóvel e bastante trêmula, tentando controlar os nervos. Pego a mochila, abandono o copo d´agua e me encaminho para a porta entreaberta.
-Não precisa bater, basta entrar - ela sorri com simpatia.
Empurro a porta, tropeço em meus próprios pés e caio estatelada no escritório.
Merda: eu e meus dois pés esquerdos! Caio de quatro no vão da porta da sala  do Sr. Potter e mãos delicadas me envolvem, ajudando-me a levantar. Que vergonha, maldita falta de jeito! Tenho que me armar de corgem para erguer os olhos.
Caramba... ele émuito jovem.
-Srta Lovegood. - Ele estende uma mão de dedos longos quando já estou de pé. - Sou Harry Potter, a senhorita está bem? Gostaria de se sentar?
Muito jovem e atraente. É alto, está vestido um belo terno cinza, camisa branca e gravata preta, tem cabelo revolto pretos e olhos esverdeados vivos queme olham com astúcia. Custa um pouco a conseguir falar.
-Hum. Na verdade... - murmuro.
Se ele tiver mais de trinta anos, eu sou um nmico de circo. Aturdida,coloco minha mão na dele e nos cumprimentamos.
Quando nossos dedos se tocam, sinto um arrepio excitante me percorrer. Retiro a mão rapidamente, envergonhada. Deve ser eletricidade estática, pisco depressa, no ritmo da minha pulsação.
-A senhorita Lovegood está indisposta, e me mandou em seu lugar, espero que não se importe, Sr. Potter.
-E seu nome é?
A voz dele é quente, possilvelmente está achando divertido, mais é dificil dizer por sua expressão impassível. Ele parece um pouco interessado, mais acima de tudo educado.
-Gina Weasley. Estudo Literatura Inglesa com Luna Lovegood em Vancouver.
-Entendi - diz ele simplesmente.
Acho que vejo uma sombra de um sorriso em sua expressão, mas tenho não tenho certeza.
-Quer se sentar? -Ele me indica o sofá em L de couro branco.
A sala é grande, na frente janelões que vão do piso ao teto, há uma enorme mesa moderna de madeira escura e tem um mosaico formado por pequenas pinturas, trinta  seis quadrinhos compondo o quadrado, são excepcionais: uma série de objetos corriqueiros pintados com detalhes tão preciosos que parecem fotografias, juntos são de tirar o fôlego.
-Um artista local. Trouton - diz Potter ao cruzar meu olhar.
-São lindos, tornam extraordinários um objeto comum - murmuro, distraída com ele e com os quadros. Ele inclina a cabeça e me olha com atenção.
-Concordo plenamente, stra Weasley - retruca em voz baixa.
Balanço a cabeça, pertubada com o rumo dos meus pensamentos, e retiro as perguntas de Luna da mochila e em seguida configuro o gravador, deixando cair duas vezes na mesa do centro diante de mim. E quando arranjo coragem para olhar para ele, ele está me observando, uma das mãos relaxadas no colo e a outra segurando o queixo, passando o esguio dedo médio nos lábios. Acho que está tentando conter um sorriso.
-Desculpa - gaguejo - Não estou acostumada com isso.
-Não tenha pressa, stra Weasley - diz simplesmente.
-O senhor se incomoda se eu gravar a entrevista?
-Não, não me importo.
-Luna, quer dizer  a srta Lovegood, explicou-lhe para o que era a entrevista?
-Sim. Para sair na edição de formatura do jornal da faculdade, já que eu vou entregar os diplomas na cerimônia de graduação deste ano.
-Ótimo. - engulo em seco. - Tenho algumas perguntas, sr. Potter. -Coloco uma mecha de cabelo desgarrada atrá da orelha.
-Achei que poderia ter - diz ele.
Está debochando de mim, minhas bochechas ficam vermelhas e eu me pertigo na cadeira, aperto o botão do gravador, tento parecer profissional e começo a fazer as perguntas.
-O senhor é muito jovem para ter construído um império deste porte. A que se deve seu sucesso?
-Os negócios têm a ver com pessoas e sou muito bom em avaliar as pessoas. Sei como elas funcionam, o que faz florecer e o que não faz. Acredito que para alcançar o sucesso é preciso dominá-lo, entendê-lo por completo, conhecer cada detalhe e trabalho muito para isso e no fim, o fator se resume em pessoas competentes.
-Quem sabe o senhor simplesmente tenha sorte.
Isto não está na lista de Luna, mas ele é muito arrogante. Uma expressão de surpresa brilha rapidamente em seus olhos.
-Não acredito no acaso, srta Weasley. Quanto mais trabalho, mais sorte pareço ter.
-O senhor fala como um maníaco por controle. - as palavras saem da minha boca sem consegui-las parar.
-Ah, eu controlo tudo, srta Weasley - diz ele sem nenhum vestígio de humor no sorriso.
E assim continuei com mais algumas perguntas, até que perguntei uma que me fez ficar constrangida novamente.
-O senhor é gay, Sr. Potter?
Ele respira fundo, e eu me encolho, mortificada. Droga, por que não consigo filtrar de alguma forma o que leio? Maldita Luna e sua curiosidade!
-Não, Gina, não sou. - Ele ergue as sombracelhas, umbrilho frio nos olhos.Não parece satisfeito.
-Peço desculpas. Está... Hum... escrito aqui.
É a primeira vez que diz meu nome, minha pulsação se acelera, e as minhas bochechas estão esquentando de novo. Nervosa, prendo minha mecha de cabelo. Ele inclina a cabeça.
-Essas perguntas não são suas?
-Hum... não. Luna...  A senhorita Lovegood. Ela compilou as perguntas.
-Vocês são colegas no jornal dos alunos?
-Não. Eu divido o apartamento com ela.
Ele esfrega o queixo com calma e deliberação, os olhos verdes me avaliando.
-Você se ofereceu para fazer esta entrevista? 
-Fui convocada. Ela estápassando mal - falo com a voz fraca de quem se desculpa.
-Isso explica muita coisa.
Ouve uma batida na porta, e loura número três entra.
-Sr. Potter, desculpe interromper, mas a próxima reunião é em dois minutos.
-Ainda não terminamos aqui, Andrea. Por favor, cancele a próxima reunião.
Andrea hesita, olhando-o boquiaberta. Parece perdida. Ele vira a cabeça devagar para encará-la e ergue as sombrancelhas. Ela fica toda cor de rosa.
-Está bem sr. Potter. - murumura e sai. 
Ele franze a testa e volta a atenção para mim.
-Onde estávamos, srta Weasley?
-Por favor, não quero incomodá-lo.
-Quero saber sobre você. Acho muito justo. -seus olhos estão acessos e curiosos.
-Não há muito o que saber - digo.
-Quais são seus planos para depois que se formar?
-Não fiz muitos planos, Sr. Potter, só preciso passar nas provas finais.
-Temos um excelente programa de estágios aqui - diz ele camalmente.
Ergo as sombrancelhas, surpresa. Será que está me oferecendo emprego?
-Irei me lebrar disso, apesar de não ter certeza se me encaixaria aqui.
-Por que diz isso?
-É óbvio, não é? - sou desastrada, malvestida e não sou loura, falo em pensamento.
-Não para mim - murmura ele.
Fico tensa, tenho que ir agora, então me inclino para frente para pegar o gravador.
-Gostaria que eu a  levasse para conhecer a empresa? -pergunta ele.
-Tenho certeza que o senhor é ocupado demais, sr Potter, e tenhouma longa viagem de volta pela frente.
-Vai voltar dirigindo para Vancouver? - Ele parece surpreso, até ancioso. Olha pela janela. Começou a chover. -Bem, seria melhor dirigir com cuidado.
Seu tom é severo, autoritário, por que deveria se preocupar?
-Conseguiu tudo que precisava?
-Sim, senhor - respondo, guardando o gravador na mochila. -E obrigado pela entrevista, sr. Potter.
-O prazer é todo meu - diz ele,educado como sempre.
Quando me levanto, ele fica de pé e estende a mão.
-Até a próxima, srta Weasley.
Franzo a testa, quando nos veriámos de novo? Aperto a mão dele mais uma vez, impressionada com o fato de aquela corrente estranha entre nós continuar presente, devem ser os nervos.
-Sr. Potter. - faço o comprimento com a cabeçça para ele.
Encaminhando-se com ágil graça atlética para a porta, ele a abre completamente.
-Só estou garantindo que passe pela porta, srta Weasley. -Ele me dá um sorrizinho.
-É muita consideração sua Sr. Potter. - Digo secamente, e seu sorriso aumenta.
Ainda bem que me acha engraçada. Faço uma cara feia por dentro, enquando sigo para o saguão. Fico surpresa quando ele vem atrás de mim, Andrea e Olivia olham igualmentes surpresas.
-Você veio de casaco? - Pergunta Potter.
-De jaqueta.
Olivia se levanta de um salto e pega minha jaqueta, que Potter toma de sua mão antes que ela possa me entregar, ele a segura e, sentindo-me ridícula e sem jeito, visto-a. Potter põe as mãos por um momento em meus ombros, suprimo um grito ao sentir o contato.
Se ele notou minha reação, não deu bola, seu comprido dedo indicador aperta o botão do elevador, e ficamos parados esperando: eu, constrangida para fugir dali; e ele, tranquilo e dono de si. As portam se abrem, e entro correndo, desesperada para fugir dali. Eu realmente preciso dar o fora daqui. Quando olho para ele, está encostado no vão da porta ao lado do elevador com uma das mãos na parede. É realmente muito, muito bonito. É enervante.
-Gina - diz ele se despedindo.
-Harry - respondo.
E, felizmente, as portas se fecham. 

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