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6. Capítulo VI.


Fic: thegossipqueen. - CAPÍTULO TREZE. coments?


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo VI.
Faniquito Real - Parte II.
Postado em: O1.12.O8.

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Narrado por: Lílian Evans.


A luz acendeu. Nós três lá, e o diretor com um microfone na mão.

- E a nova Rainha da Abóbora é...

Rá. Todo mundo sabe quem é a nova Rainha da Abóbora. O Sirius me garantiu hoje que era a Emmy... a aposto que todo mundo que votou nela vai saber que votou nela. Logo, todo mundo sabe que ela vai ser a vencedora dessa bosta de concurso e ponto final.

Mas o que ninguém sabe é outra coisa...

Ano passado eu fui a ganhadora. Foi muito bom, mas dessa vez, eu faço questão de ser a perdedora. Só pra assistir de camarote o que vai acontecer com a minha amada Emmy. Oh, Emmy, oh, Emmy.

Mas ninguém tem pena de uma Rainha em declínio, tem?

Quer dizer, quando descobriram que eu traía o Tiago com o Seth, ninguém teve pena de mim, ninguém veio falar que estava chateado pelo meu declínio. Ninguém. Pelo contrário, as pessoas fofocavam coisas ruins, ficavam me julgando pelas costas.

Dessa vez a Emmy vai saber o que é bom! Ah vai.

- E a Rainha da Abóbora é...

- Espera diretor. – falou uma garota loira, de cabelos grandes e lisos e um sorriso encantador, que subia no palco onde nós três estávamos paradas. - Eu queria me apresentar para o resto do colégio.

Julie. Julie, Julie, Julie, você definitivamente escolheu o momento errado pra se apresentar.

- Meu nome é Julie Padfoot e eu...

- Peraí. – indagou um pirralho que estava vestido de múmia com papel higiênico. – Padfoot, não é aquele carinha do Harry Potter que é tipo um...

- Shhh. – falou Julie. – Alguém pediu sua opinião?

- E alguém pediu pra você se apresentar?

- Olha aqui, seu pirralhento desgraçado, pra sua informação eu...

O diretor deu um pequeno empurrão em Julie para ela poder calar a boca e deixar a “cerimônia” ser prosseguida.

- Bem, - interrompeu ele. – essa foi a nossa Julie Padfoot!

Palmas para ela. Todo o salão batia palmas frenéticas, menos duas pessoas.
O pirralho. Lógico, depois dessas indiretas, até eu calava a boca.

E a outra pessoa era Emmy. A minha Rainha da Abóbora. Ela não bateu palmas pra Julie. Pelo contrário, ela estava concentrada no vácuo e muito nervosa. Alguma coisa contra essa Julie ela tinha, porque se não ela dava uma calorosa salva de palmas.

Ou no mínimo não ficava nervosa né.

- Agora, - falou o diretor, de repente, dando um susto em Emmy. – finalmente, vamos ao tão esperado resultado da Eleição de Rainha da Abóbora 2008!

O público foi ao delírio.

Mas eu acho que isso está errado. Porque, na verdade, o público ainda vai ao delírio. E ponha delírio nisso.

- Então, a Rainha da Abóbora é...

- Um minutinho, diretor. – falou Mrs. Kennedy, subindo no palco, como se ele fosse a casa da mãe Joana (?).

Ah, não. Essa vaca agora está querendo estragar tudo.
Vaca ¬¬

- Eu só queria avisar que...

- Saí daí sua idiota! – gritaram da multidão que esperava o resultado.

- Cale a sua boca imunda, Mr. Robson. – falou ela, severa. – Bem, eu só queria avisar que as aulas preparatórias para a Olimpíada de Física... – quem faz olimpíada de Física? Se mate. - ...na sala 320. Obrigado Mr. Diretor.

- De nada, de nada, Mrs. Kennedy. Bem, agora...

Ele olhou para um lado. Olhou para o outro. Depois, olhou fixamente para a platéia.

- Alguém quer dar mais algum aviso, se apresentar, ou afins? – indagou ele.

efeito especial: barulho de grilo.

- Bom saber. Bem, antes que alguém me interrompa novamente, eu vou dizer o nome da Rainha da Abóbora.

Os tambores tocaram.

Vamos, Emmy, vamos, estou torcendo por você.

- E a Rainha da Abóbora é...









/tambores/










/mais tambores/










/a plateéia não agüenta mais esperar/









/nem o leitor, rs./







- Marlene McKinnon!

Õ////////

Pera, pera. NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOO! NAO PODE! OMG.
OMG.
OMG.
OMG.
OMG.

A vencedora não pode ser a Lene. Por que se for ela, a surpresa macabra vai ser pra ela e eu gosto dela e ela não pode sofrer essa surpresa macabra. Não! O: Eu gosto da Lene. A Lene é minha amiga, não, minha irmã. A surpresa não pode ser pra ela, tem que ser pra Emmy.

OMFG!

Ah.
Me mate – dica.

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Narrado por; Marlene Rainha McKinnon.


AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH!

*-*

Isso é tão emocionante! Meu primeiro título de Rainha da Abóbora!
Ok, ninguém precisa saber que eu fiquei com o cara que ia escrever o envelope com o nome da Rainha mas... OMG. Isso é a coisa mais perfeita do mundo.

Estou tendo um infarto. Mentira, se não eu não ia poder quebrar a piñata burrinho. AUSHIAHSIHASUIAHSUHAUSIAHISHAIHSJAIHSIAHJSIAJIJSA. Mas enfim; agora deixa eu ser coroada.

Mrs. Kennedy surgiu da multidão com uma linda coroa de plástico que cintilava de longe. Olhei pra trás e Emmy estava revoltada. Claro que ela ia ganhar se eu não tivesse... dado uma concertada no resultado. Mas não se pode ganhar sempre, não é mesmo?

Mandei um beijinho amigável pra ela. Ela saiu do palco revoltada. E Lily saiu também, porém estava bem nervosa.

- Palmas pra Marlene McKinnon, a nossa nova Rainha da Abóbora. – exclamou o diretor.

Enquanto as pessoas batiam palmas, pude perceber que estavam excitadas, porém, confusas. É, parece que nem todo mundo teve o seu voto válido. Muhuhahahahahha. Mrs. Kennedy trouxe a coroa e o diretor trouxe o bastão.

- Aqui está a sua glória. – exclamou ela. As pessoas bateram palmas e então ela colocou a coroa na minha cabeça. Eu sorri enquanto via pessoas filmando e batendo fotos. YouTube que me aguarde.

- E aqui – falou o diretor. – está o seu poder! – ele então me entregou o pesado bastão que tinha uma abóbora dura na ponta. Perfeita para o meu primeiro ato de Rainha da Abóbora: quebrar a tão esperada piñata.

Esse ano ela estava três vezes maior e mais bonita do que dos outros anos. Brilhava de longe, encantava de perto. Ia ser perfeito. Tinha que ser perfeito. Ela desceu devagar, porém chamou a atenção de todos que olhavam. Até das invejosas candidatas a Rainha. Ah, vai, elas também vão poder pegar um chocolate. Não tem problema nenhum em dividir.

- Agora. – exclamei. – Vou presentear os meus fiéis súditos com várias guloseimas.

As carinhas que me olhavam estavam animadas – menos a da Lily, que continuava nervosa. Tolinha, nem sabe perder.

- Querem que eu quebre? – indaguei.

- Queremos Capitão (?)!

- Eu não ouvi direito! – falei.

- Queremos!

Dei uma pancada de leve na piñata só para empolgar os meus súditos. E deu certo. Logo, todos eles gritavam:

- Quebra! Quebra! Quebra!

PAH! (?)

- Quebra! Quebra! Quebra!

PAH! (?) [2]

- Quebra! Quebra! Quebra!

BUM! (?)

Eu sinceramente pensei que da piñata saíram deliciosos doces de todas as marcas. Mas não foi bem o que saiu.

Da piñata saíram vários tipos de insetos de todos os tipos, de todas as cores. Baratas, pernilongos, potós, formigas gigantes, moscas, gafanhotos, grilo, vaga-lume, aranha, besouros e até, juro eu, insetos ainda não descobertos pela ciência atual.

E adivinha onde todos eles foram parar?

Na minha cara.

- AHHHHHHHHHHHHHHHHH! (?) – berrei, obsessivamente.

Pra melhorar a situação, eu caí do palco e quase fiquei tetraplégica. Bem, talvez fosse melhor ficar tetraplégica, mas mesmo assim eu não fiquei. Sem que nenhuma pessoa me ajudasse, eu levantei e, enquanto as pessoas se distanciavam de mim, por nojo, acho eu. E então, de olhos fechados, fui caminhando descontroladamente, até que...

BUM! (?) [2]

Algo molhado escorreu pelo meu vestido e algo doce invadiu minha cara.

Caí novamente. Desconfio eu, que encima da mesa que tinha o bolo e o ponche.
Merda!

Agora todos os insetos nojentos já tinham saído da minha cara. Mas no lugar deles tinham pedaços de bolo e o meu lindo vestido branco agora estava completamente sujo de ponche. Sujo de ponche. Ponche. Igualzinho o que eu fiz com a Emmy no capítulo 4 no restaurante naquele dia.

Todos me observavam com cautela. Encarei cada um deles por milésimos de segundos, até que eu olhei bem nos olhos da Emmy. Ela estava assustada. Então, olhei para Lily e ela estava nervosa. Mas, de repente, ela relaxou e começou a rir da minha cara.

- AIHSAHUSAIOHSIAHSIAIHSIAHSIHAUSIHAISHHAISIA. – ria ela.

Então, foi como um dominó, uma peça foi derrubando a outra. E logo, todo mundo ria descontroladamente.

Não resisti; saí rapidamente do ginásio, chorando. Todos olhavam pra mim. Foi a coisa mais penetrante que eu já senti na minha vida. Eu estava destroçada, humilhada. Foi muito, mas muito ruim. Algo que eu não desejaria pra ninguém...

A não ser uma pessoa...

Lílian Elizabeth Evans. Você me paga.

Me paga.

Caminhei chorando até a entrada do colégio. Estava pronta pra ligar para o meu motorista, quando uma voz me surpreende;

- Não, não liga pra ele não, fica aqui comigo.

- O que? – indaguei, sem ver direito quem era.

- Eu disse pra você não ligar pro seu motorista. Fica aqui comigo.

Então, o vulto me abraçou. E eu percebi logo quem era.
Sirius.

- Sirius. É Halloween. Tempo de aproveitar a festa... porque você não vai lá se divertir com os seus amigos e me deixa em paz?

- Porque é tempo também de te dar um beijo.

- Nem vem. – falei eu, enojada.

- Er... eu tenho um ticket. :D – falou ele, mostrando um papel.
Ai ai, isso é que dá ser a Garota do Beijo.

- Eu não quero beijo nenhum com você. – falei, entrando na escola e indo para o banheiro.

- Hmm. Lene. – falou ele, me seguindo e, ao chegar ao banheiro, me fazendo carinho. Me pega de jeito, vai. – Eu quero o beijo. Eu paguei por ele. E foi caro.

Encarei-o. Mas então, ele me lascou um beijo – um beijão. Daqueles de cinema.

Mas ai, no meio do beijo, ele parou e riu.
Fiquei com muita raiva.

- O que foi agora?

- Ah, foi o gosto. – falou ele, sorrindo.

- Gosto? – indaguei. – Foi... ruim?

- Não, não. – falou ele. – Foi... doce. Gosto de bolo.

Ele então riu. Eu não achei engraçado. Mas ele me lembrou de algo

- LÍLIAN! – berrei.

- An? – indagou ele.

Eu tenho que me vingar da Lílian. A qualquer custo. Aquela traidora...

ARÁAA (?)
Eu tive um plano. Maligno.

- Sirius. – falei eu, provocante. – Eu preciso de você.

- Pra quê?

- Eu... quero me vingar. Da Lílian. E eu preciso que você...

- Ah, não. – falou ele, saindo do meu abraço. – Eu não vou fazer nada de ruim pra Lily, ela é minha melhor amiga e eu...

- Você não faria isso por mim? – perguntei.

Ele hesitou.

- Não, Lene, eu não vou prejudicar a Lily.

Vamos, Lene, pense. Eu tenho que fazer com que o Sirius me ajude. Só ele pode me ajudar.
Eu, eu...

- Sirius, pode me ajudar a limpar essa mancha aqui? – perguntei, então peguei a sua mão e coloquei na mancha de bolo, que era no meio da minha barriga. Passei bem forte a sua mão. Bem forte mesmo. – Não sai. Pode dar uma molhadinha?

- Lene, eu...

- Sirius. Se você me ajudar... eu... sou sua. Por uma noite. E você pode fazer o que você quiser comigo.

- O que eu quiser? – perguntou ele, desconfiado.

- O que você quiser.

Eu não deixei ele responder. Apenas tasquei-lhe um beijo.

Vou considerar isso como um sim.

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Narrado por Lílian Evans.


OMG.

A Lene. Meu Deus. Ela vai me odiar pra sempre agora.

Corri desesperadamente atrás dela, procurando-a, mas acabei esbarrando em um garoto. Tiago.

- Opa, desculpa, eu... Lily? – indagou ele.

- Ah, oi, Tiago. – falei. – Você viu a Lene?

- Ela saiu correndo faz alguns minutos. Depois do... você sabe. – falou ele, timidamente.

- Então, eu... eu vou indo.

Ele então agarrou a minha mão para me impedir. Então virou-me e fez menção de me beijar.

- Olha, Tiago, eu...

- Lily. Lily, eu não sei mais viver sem você.

Eu encarei-o fixamente.

- Ah, sabe de uma coisa, Tiago. Nem eu. Nem eu.

Nos beijamos como um casal de cinema. Foi perfeito. Um dos melhores beijos da minha vida. Eu me senti... apenas como se eu estivesse no céu. Céu.

- Eu te amo, Ti.

- Eu também.

Nós ficamos abraçados ali mesmo. Mas então, bateu uma sede.

- Hmm. Tô com sede. Pega Coca pra mim?

- Claro, meu amor.

Ele então foi.

Aí, surgiu Sirius.

- Lily. – falou ele, timidamente.

- Sirius, viu a Lene?

- Hm, não. – falou ele. – Mas... eu queria pedir desculpa.

- Desculpa? – indaguei, rindo.

- É. Desculpa Lily. – falou ele, de cabeça baixa.

- Desculpa por quê? – perguntei, impaciente.

Tiago caminhava com dois copos na mão.

- Por isso. – falou ele e então me deu um beijo.

O beijo não durou muito, mas foi o suficiente para o Tiago sair correndo.
E foi assim que o meu conto de fadas começou e terminou em menos de 10 minutos.

Lene passou por mim, enquanto não tinha acreditado no que tinha ocorrido ali.

- Lene, eu...

- Ah, desculpa, Lily. Mas assim você aprende a não mexer mais comigo.

Ela me deixou lá. E o Sirius também, ele foi embora com ela.

- AHHHHHHHHHHHHHH! – berrei.
Estou à beira de um ataque de nervos. Não, pior.
Estou tendo um faniquito real.
De novo.

E eu estou acabada. – dica.


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n/a: esse capítulo foi especial, ele só teve 8 paginas.
e, bem, faltam dois caps pra fic acabar e eu amo ela então eu penso seriamente numa 2ª temporada.
Bem, eu queria agradecer a todos os coments e a mandy que me enche o saco pra eu postar! Aishahusiaijsijaijsija
Então, é isso galerinha, tchau, beijos e comentem.
math e. gomez -

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