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3. Capítulo Três - O Encontro


Fic: Insônia DG


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Cap 3 – o Encontro



 



“Diário, é impressionante a necessidade que eu sinto em ficar sozinha agora. Com quinze anos, alguns pretendentes (Dino Thomas, conta?), muitas matérias pra estudar (Malditos NOM’s!!) e essa bendita melhor amiga chamada Insônia, eu, Virgínia Weasley estou ferrada. Muito ferrada. Leia-se completamente ferrada.



É meu quinto ano em Hogwarts. O Sexto de meu irmão, Mione e Harry. O mundo bruxo finalmente entendeu que Voldemort retornou. O Ministério está um caos tentando unir forças com o Ministério trouxa (afinal os Comensais fizeram bagunça por lá recentemente ao destruir aquela ponte). Os diretores das casas aqui na Escola enlouqueceram e vivem nos mantendo enjaulados nas Salas Comunais, debaixo de uma pilha intermináveis de deveres. Harry some durante vários dias. Meu irmão está sempre com a cara fechada e o olhar sério. Hermione não come direito, está pálida e emagreceu alguns quilos e, POR MERLIN! EU NÃO SEI O QUE DEU NA MINHA CABEÇA PRA REPARAR NELE, MAS MALFOY ESTÁ PÉSSIMO.



Sério. Eu vou parar de gritar com você diário, por que isso não tá me fazendo bem. Este ano está me estressando. Outro dia mesmo, durante o jantar no Salão Principal...”



 



_Gina, tá tudo bem com você? -  Dino me perguntou pela, sei lá, 5ª vez? – tá com um olhar tão aéreo.



_Tudo bem Dino. Você não precisa se preocupar. – respondi a contragosto. Por Morgana, nós só fomos a Hogsmead e demos uns beijos. Alguém avisa pra ele que não estamos namorando?



_Claro que preciso, minha ruiva – ele falou tentando ser galanteador, mas estava de boca cheia.



 



Juro que eu tentei, mas o sangue Weasley às vezes é uma merda. Respirei fundo para não estuporá-lo ali mesmo. Olhei dentro daqueles olhos negros convencidos e disse calmamente:



 



_SUA ruiva? Sério? – comecei a gargalhar e o Salão Principal, que antes estava notoriamente quieto, apesar dos alunos que comiam e cochichavam, viraram todos os olhos para encarar a mesa da Grifinória, pra me ver fazer um pequenino escândalo com aquele garoto sem noção – Dino, se enxerga. Eu não sou sua, não sou de ninguém.



 



A cara que ele fez, juro que se fosse outra época, uma outra Gina, mais nova e inocente, teria se arrependido no mesmo instante. Ele praticamente cuspiu o suco de abóbora e me disse calmamente:



 



_Gina, você está bem? – cauteloso. Aquele olhar era de medo... de mim.



_Nunca estive tão bem. – respondi levantando-me da mesa (o que atraiu a atenção de certo Sonserino que tentava disfarçar um sorriso zombeteiro de canto de boca, que eu vi) – aliás, essa  - apontei para nós dois – situação – não tinha palavra melhor mesmo – acaba aqui. Passar bem, Thomas. – e saí rapidamente dali.



 



“É diário, eu fugi dali mesmo. Não tava afim daquela gente toda me olhando. Nem preciso dizer que o fora que dei no Thomas foi o motivo para a escola renascer das cinzas novamente. Ok Ok... to exagerando. Mas, uma coisa deve ser registrada, se não fosse por isso, ele não teria se aproximado de mim. Engraçado como as coisas acontecem quando a gente tá distraída...”



 



_Ai, eu mereço – resmunguei para mim mesma ao ver um Dino Thomas agarrando-se com duas meninas perto da estátua da Berta, a Curandeira, no corredor do quinto andar. – Senhoras e Senhor, devo adverti-los que não é o local adequado para esses... comportamentos. – Coloquei minha melhor máscara de Monitora (eu já disse q eu era monitora esse ano? Não. Er... desculpe.) – se não andaram logo, terei que descontar 20 pontos das suas Casas.



 



Sério. Eu não queria fazer isso. Primeiro porque o Dino e uma das meninas era da Grifinória, enquanto a olutra era uma Corvinal, muito gente boa e amiga da Luna, que também eu gostava muito. Segundo, não queria ter que descontar pontos porque simplesmente todos ali no Castelo dão uns amassos de vez em quando, então... seria sem sentido, enfim. Estava a ponto de deixar passar batido quando uma voz arrastada interveio.



 



_50 pontos a menos, Weasley. – ele falou saindo-se sei lá de onde – são menos 50 pontos. Para os três. – ele completou com um sorriso presunçoso.



_Malfoy, já está tudo resolvido aqui – respondi lançando um olhar para Dino que claramente dizia “cai fora logo, seu idiota!” – não preciso que me auxilie nesta tarefa, Monitor-Chefe. – sim, a Doninha quicante era o Monitor-Chefe da Sonserina.



_Aí que se engana, Monitora. – ele disse fitando Dino, que o encarava. – seu amigo tem o péssimo hábito de passear pelos corredores onde monitores podem vê-lo. Acho até que ele gostou de ser pego por você, Weasley.



 



Meu Merlin. Eles eram quase da mesma altura, e olha que o Dino era bem alto, tipo uns 1,86, mas Malfoy parecia uns centímetros maior. Talvez, 1,90. Eles encaravam-se como quando aprendemos a encarar Hipogrifos na aula de Hagrid alguns anos atrás. Nenhum dos dois quebrava o contato visual.



_Vão – murmurei para as meninas que estavam claramente confusas com aqueles dois se encarando. E elas saíram tão sorrateiras que Malfoy não percebeu. Ou, pelo menos, não se importou. – Malfoy, desconte logo os pontos deles. Quero voltar para minha ronda. – menti descaradamente. Eu só queria chegar na minha querida Sala Precisa e tomar uma poção de Sono bem forte.



 



_Sendo assim, menos 100 pontos da Grifinória, Sr..., desculpem, não gravo o nome de quem não me interessa – disse a Dino com escárnio. Sério. O que ele estava pensando?



_Dino, vai logo pra Grifinória. – me meti antes que o moreno respondesse qualquer coisa ao loiro oxigenado ali na frente.



_Porque você pediu, Gina. por isso. – ele disse andando enquanto ainda encarava Malfoy. Cujo sorriso de deboche aumentou. “Merda. Sabia que daria merda agora. Por que você não ficou calado, Thomas?” olhei para Malfoy que só comentou sarcástico:



_Que cãozinho bem treinado, hein Weasley. –



 



Pronto. A confusão estava armada. Não deu nem tempo de o loiro não teve tempo nem de retirar o sorrisinho irônico da face e nem de proferir um feitiço. Dino Thomas se lançou para cima de Draco Malfoy, do modo trouxa mesmo. Muitos socos, murros e pontapés, depois. Eu lancei minha varinha e fechei os olhos, apontando para os dois que rolavam no chão.



 



_Estupefaça.



 



Abri os olhos para ver um Malfoy com o supercílio ensanguentado debaixo de um Thomas sem dois dentes da frente. Malfoy desacordado e Thomas ainda o socando. Com o pouco de consciência voltando a mim, ralhei com ele:



 



_Dino, sai de cima dele, seu animal. – puxei-o pelas vestes. Ele levantou-se. – Mas que merda, Thomas. Ele é o monitor chefe. Você enlouqueceu?



_Ele é um babaca. – ele disse com os olhos em fúria, ainda olhando pro loiro desacordado no chão – deixa ele aí, vamos logo pra Grifinória – voltou-se para mim tentando me puxar pelo braço.



_Não, me solta. Eu vou dar um jeito nessa confusão aqui. – falei já me abaixando e pegando a varinha de Malfoy. Senti-me mal por ele por um momento. O rosto estava lavado de sangue que saía no minúsculo corte, mas sangue sempre me fez passar mal. Respirei fundo. – vai direito pro seu dormitório. E nem pense em visitar a Enfermaria, ou te dou três meses de detenção limpando o vestiário de Quadribol sem magia. Vai logo!



 



Dino finalmente saiu da minha vista. Olhei novamente para o Malfoy caído. Eu não podia deixar ele ali, podia? E levá-lo para a enfermaria seria como dedurar minha própria Casa. “Mas que droga, o que eu faço?” perguntei-me, mas eu já sabia a resposta.



 



_Levicorpus. – proferi apontando o loiro caído no chão, fazendo-o flutuar até o corredor onde ficava meu precioso refúgio – essa noite vai ser longa. – comentei pra mim mesma, vendo a porta da Sala Precisa abrir e encaminhar um Malfoy desacordado até a minha querida cama de dossel.



 



E foi assim, diário, que nos aproximamos. Eu não sei o que deu nele para se meter naquela confusão com o Dino, mas sei que existe mais ali do que os dois puderam (ou quiseram) me contar. E agora estou aqui. Velando o sono do Malfoy, esperando pacientemente ele acordar e proferir um milhão de xingamentos contra mim e todos os Grifinórios da escola. Paciência. Tem que ter muita paciência...”



 



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N/A: Oi gente. Tudo bem com vocês? Já podem ler e comentar tá bom. hahaha



O que será que vai acontecer com esses dois? hum... 


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