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12. Último caítulo


Fic: Na escuridão da sua ausência


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Capítulo Doze

But why, why, why can't it be mine?
(Por quê? Por que não poderia, por que não poderia ser minha?)

Rony ficou parado ali por alguns instantes, tentando absorver o que estava acontecendo. Não era possível que fosse verdade. Desde que chegara ao Limbo percebera que as coisas nem sempre eram como imaginava, já que poucos minutos antes estava pensando em como seria sua vida sem sua esposa e então... Não estava acreditando no que via.
- Mione? - foi a única palavra que conseguiu pronunciar.
- Oi, Rony.
"Não. Não é verdade. Não pode ser."
- Estou aqui. Não vai falar nada, meu amor? - disse ela na voz mais suave e doce que Rony já ouvira na vida. Era uma voz harmoniosa, flutuante. Não poderia descrever o quanto aquela voz lhe parecia angelical... Divina.
- Não é possível - o bruxo ainda não estava acreditando. - É você mesma, Mione? - perguntou no momento em que a bruxa estava entrando no seu quarto.
- Quem mais poderia ser? - e concluiu, ao perceber a confusão do marido. - Sou eu, meu amor, não precisa ficar assustado.
Não estava assustado. Talvez confuso, talvez surpreso, mas não assustado.
- Você é uma estrela agora. Como você pode estar aqui? - perguntou, ainda com uma expressão de espanto no rosto.
- Eu desisti de ser uma estrela. Não agüentaria passar a eternidade sem te ver, sem ver o nosso filho - disse enquanto passava a palma da mão no rosto de Rony.
Neste instante, sentindo a pele macia de Hermione acariciando seu rosto, pôde notar que tudo não era um sonho e nem uma dessas lembranças que tanto o acompanharam durante aqueles dias. Ela estava ali. A mesma Mione de sempre. A sua Mione.
- Pensei que depois deste tempo todo separados você me receberia de uma outra forma, Rony - brincou.
Era um sonho, só podia ser. Mas se realmente fosse ele não deixaria ser acordado. Rony não conseguiu fazer nada neste momento a não ser abraçar a esposa o mais forte que pôde. Queria senti-la, saber que estava acalentado nos braços da pessoa que mais amou na vida. Era maravilhoso sentir a presença dela ali, junto de si. Lágrimas vinham inconscientemente em seus olhos. Queria falar, mas o som que saía de sua boca era um som trêmulo, choroso.
- Pensei que tinha te perdido, Mione. Pensei que não te veria nunca mais. Senti tanto sua falta, meu amor - falava enquanto passava freneticamente suas mãos pelo rosto da esposa como se quisesse ter certeza que ela estava realmente ali, ao seu lado. - Você está aqui. Aqui. Não posso acreditar. Você está aqui!
Não queria largá-la nunca mais, tinha medo de que se a soltasse, ele acordaria e veria que tudo fora um sonho. Não, não a deixaria partir, não agora que a havia encontrado. Ela tentava suavemente se afastar do abraço de Rony, mas ele a apertava cada vez mais forte contra o peito.
- Espere, Rony. Precisamos conversar - disse, conseguindo se desvencilhar do forte abraço
Hermione estava parecendo um anjo. Estava com um longo vestido branco esvoaçante, seus cabelos ondulados estavam agora na altura da cintura, tinha uma feição harmoniosa e falava com uma voz flutuante.
Ela se sentou na beira da cama e centralizou seu olhar ao chão. Rony, percebendo o que Hermione fez, sentou ao seu lado. Ficaram alguns minutos parados, sem dizer nada um ao outro. A vontade que Rony tinha era de estar beijando sua esposa e matando a saudade de tanto tempo. Ele resolveu esperá-la dizer algo, já que percebeu que havia alguma coisa errada acontecendo.
Depois de um tempo, sem falarem nada, Hermione cortou o silêncio.
- Eu sei que você andou me procurando aqui no Limbo - disse, olhando para Rony.
Aqueles olhos... Rony não resistia àqueles olhos. Eram, sem dúvida, os olhos mais bonitos que ele já vira em toda sua vida.
- Você sabe que não foi correto o que fez, não é? Infringir regras deste jeito. Foi muita inconseqüência de sua parte - disse freneticamente, mais ainda com sua voz suave. - Poderia ter afetado seu julgamento.
Como Hermione podia ficar pensando estas coisas neste momento? Rony concluiu que continuava a ser a mesma Hermione de sempre e isso o deixou muito feliz. Não suportaria encontrar uma pessoa diferente quando a visse.
- Mas não afetou. Eu fui inocentado. Mione... - disse, chegando mais perto da esposa. - Você está aqui e isso que importa.
- Queria que tudo fosse fácil, Rony, mas não é - Hermione continuava com sua voz flutuante. - Eu deixei de ser uma estrela para ser uma Guardiã de Sonhos.
- E daí? Você vai ficar no Limbo e eu volto a vida, mas quando eu morrer sei que ficaremos juntos para o resto da eternidade - Rony disse, mais animado.
- Há muitas coisas que você descobrirá quando voltar à vida que farão você agir de maneira diferente - Hermione estava fortemente abalada.
- Do que você está falando, Mione?
- Há muitas coisas que você nunca soube e que voltarão à tona.
- Mione, eu não estou entendendo. Do que você está fal... - Rony foi interrompido quando Hermione encostou o dedo suavemente em seus lábios para que se calasse.
- Você vai entender, meu amor - Hermione tinha lágrimas presas nos olhos, fazendo com que seu olhar ficasse com mais brilho. - Cuide muito bem do nosso filho, pois ele vai passar por algo que eu não pude evitar, eu amenizei, mas não pude evitar.
Rony não estava compreendendo. O que ela estava querendo dizer com tudo aquilo? Ele pôde notar que, apesar da voz suave e do semblante harmonioso, ela falava sério. Estava preocupada com algo.
- É claro que vou cuidar bem do nosso filho, mas o que você não pôde evitar?
- Você vai saber, Rony. Eu estarei ao seu lado sempre. Vou ser a Guardiã dos Sonhos de nossa família. Cuidarei de Jonathan também, mas preciso que você o zele. Prometa que não se afastará dele e que nunca deixará de amá-lo. Prometa.
Rony percebeu um tom de urgência na voz de Hermione.
- Prometo. É claro que prometo, Mione. Mas por que tudo isso? - ele estava muito confuso.
- Preciso que você nunca se esqueça que ele é nosso filho, meu e seu. Nada mudará isso.
Rony perguntaria novamente o porquê daquilo tudo, mas parou assim que sentiu as mãos de Hermione tocarem seu rosto novamente. Queria que o tempo parasse neste momento.
- Eu te amo e sempre te amarei, Hermione.
- Eu também te amo, meu amor.
Há muito tempo Rony não sentia aqueles lábios macios contra os dele. Aquele beijo suave que o fazia estremecer. Naquele momento ele se perguntou como conseguiu ficar tanto tempo sem beijá-la e sem senti-la em seus braços. Não queria perdê-la novamente, mas como não se voltaria a viver a qualquer momento? Pensou em desistir de tudo e fugir com Hermione, mas, fugir para onde? Não tinha saída. O jeito era encarar a realidade de que iria deixar Mione e voltar a viver, pelo seu filho.
Deixou-se levar pelo beijo e tirou todos os pensamentos de sua mente. Entregou-se ao momento.
:.: Todos estavam arrasados. Muitos tinham somente expressões tristes, outros deixavam algumas lágrimas caírem e a maioria chorava profundamente. Ninguém estava acreditando na morte de Hermione.
Muitos amigos e familiares estavam presentes. Trouxas e bruxos vinham se despedir da grande amiga, filha, professora e bruxa que Hermione fora.
Alguns alunos de Hermione se encostavam ao caixão e choravam descompassadamente. Gina chorava abraçada a Colin e Neville, que pareciam estar segurando suas lágrimas. Molly, com um olhar triste, balançava suavemente Jonathan, em seu colo. Fred e Jorge estavam sentados nos bancos ao fundo, sem pronunciar uma única palavra. Parvati Patil e Lilá Brown choravam com seus lencinhos à mão. Vítor Krum também chorava como um bebê. Sirius, Harry e Dumbledore lançavam a Rony um olhar preocupado e piedoso ao mesmo tempo.
Rony estava sentado em uma cadeira, ao lado do caixão fechado. Tinha uma expressão deprimente no rosto, mas não chorava. Estava cansado de chorar, esta era a verdade. Não havia mais lágrimas a serem derramadas. Estava seco por dentro... Vazio. Muitos que se aproximavam do caixão vinham dar os pêsames a ele, mas não ouvia nada. Tinha um olhar perdido e não pronunciava uma só palavra.
Harry foi até o amigo e tentou levá-lo para tomar um ar, mas ele negou, sem dizer uma só palavra. Não queria sair de perto de Hermione. Harry, então, voltou para perto de seu padrinho e deixou algumas lágrimas rolarem em seu rosto.
"Não sei viver sem ela. O que vai ser de mim agora? Ela sempre esteve aqui do meu lado. Como, de uma hora para outra, ela pôde ter ido embora?", Rony pensava.
Draco Malfoy foi em direção ao caixão e deu a Rony os pêsames, que ele nem ouviu. Algumas pessoas presentes ficaram surpresas com a horrível cicatriz que tinha no lado direito do rosto e também com sua atitude. Ele, então, encaminhou-se até a saída e foi embora.
O silêncio da sala só era quebrado pelos choros. O ar estava muito pesado e Rony achou melhor sair dali. Queria ficar sozinho, pois não agüentava mais as pessoas dizendo que sentiam muito, embora não estivesse prestando muita atenção nisso. Levantou-se e foi indo embora. Seu pai e Harry ainda tentaram ampará-lo por preocupação, mas ele se negou a aceitar ajuda.
- Quero ficar sozinho. - foi a única coisa que conseguiu pronunciar antes de sair. :.:
Seus olhos se abriam com dificuldade devido à claridade do raiar do dia. Estava no seu quarto, mas não lembrava de ter se deitado. Na verdade sua última lembrança era de ter tomado o veneno no dia anterior. "Não fazem mais venenos como antes", pensou amargurado.
Levantou-se e sentiu seu corpo meio dormente, como se tivesse ficado muito tempo na mesma posição. Era estranho, parecia que havia dormido por horas, mas, na verdade, ainda eram oito horas da manhã.
- Oito horas! - disse, alarmado, pois lembrou que havia prometido a Harry que iria com ele ao jogo.
Arrumou-se rapidamente e sentou na beira da cama para esperar o amigo, que já estava atrasado. Lembrou-se de algo que o deixou triste novamente: Hermione havia morrido. "Como pude esquecer isso?", pensou, amargurado, já que desde que acordara não havia pensado na morte de sua esposa.
Ouviu um barulho vindo do lado de fora e presumiu que devia ser Harry. Rony foi até a porta e ao abri-la viu seu amigo com as mãos indo em direção a porta, como se fosse batê-la.
- Eu já ia bater na porta - disse assim que viu Rony.
- Eu ouvi o barulho. Você veio de carro? - perguntou ao ver um carro parado na frente de seu portão.
- Pois é. Resolvi não ir de vassoura, pois não quero ficar forçando-a pra que ela fique bem na hora do jogo - disse Harry enquanto caminhava, junto com Rony, em direção ao carro. - E já que teríamos que atravessar a cidade achei melhor irmos com um carro trouxa mesmo.
- Podíamos ir de Pó de Flu ou aparatando - disse Rony assim que chegaram no carro.
- Bem... Na verdade... É que não estamos só nós dois - disse Harry, apontando um cestinho que estava no banco de trás do carro.
Rony, que tinha acabado de entrar, olhou dentro do cesto e viu que nele estava um bebê. Um bebezinho vestido de azul.
- Você o trouxe por quê, Harry? - perguntou, começando a se descontrolar.
- Gina vai sair do serviço mais tarde e pediu para eu cuidar do Jonathan. Não tinha com quem deixá-lo.
- E então resolveu trazê-lo. Brilhante idéia, não? - disse com sarcasmo.
- Pare de bobagens, Rony. Você não precisa nem olhar para ele se não quiser - disse enquanto ligava o carro.
"Não olhar para ele... Aham... É isso mesmo que vou fazer", pensou Rony. "Mas por que essa coisinha não pára de me encarar? Pára! Não quero olhar para você e você olhando para mim me desconcentra", pensava enquanto tentava manter seus olhos no painel do carro.
Ao chegarem no estádio de quadribol, que era enfeitiçado para que trouxas não pudessem vê-lo, desceram do carro. Harry pegou o cesto com Jonathan já que Rony desceu rapidamente e nem quis saber do bebê.
Harry achou que Rony estava melhor em comparação com a última vez que o vira. "Pelo menos não está chorando", pensou.
O estádio era enorme e estava abarrotado de gente. Harry estava atrasado e precisava correr para o vestiário para se trocar.
- Segura ele, Rony - disse enquanto entregava a Rony a cesta com Jonathan.
- Como assim? - Rony fez uma de suas típicas caretas ao receber a cesta.
- Estou atrasado, meu técnico vai me matar. Preciso ir, Rony. Cuida do Jonathan só por alguns minutos, okay? - Harry disse a última frase aos berros, já que acabara de sair correndo.
- Mas que cretino! - disse Rony com o cestinho nos braços.
Encaminhou-se até as escadas e tratou de procurar um lugar para assistir o jogo. Não estava nem um pouco a fim de passar algumas horas ao lado do bebê, mas resolveu seguir o conselho de Harry: não olhar para ele. O estádio estava cheio e não havia muitos lugares para se sentar. Por sorte Rony achou dois bancos bem atrás das balizas.
Rony ajeitou o cestinho em um dos bancos e se sentou em um outro. Começou a observar o campo, não tinha ninguém a exceção do juiz. Procurou se concentrar em um ponto qualquer no estádio, pois o cesto ao seu lado estava começando a perturbá-lo.
- O que é que você quer, hein? - Rony perguntou de repente para Jonathan. Neste instante um forte bruxo, que estava ao seu lado o encarou.
- Você está falando comigo? - perguntou o bruxo com uma voz zangada.
- Desculpe... Ahn... Não estava falando com você... É... Eu estava falando com esse bebê aqui. Desculpe - disse Rony com medo, pois o bruxo ao lado era realmente grande. Pegou então o cesto e o colocou no colo. - Tá vendo o que você fez? - falava baixinho com Jonathan agora. - Por culpa sua esse brutamonte aqui quase me bateu. Neste momento Jonathan sorriu. Talvez tenha sido pela careta que Rony fez ao falar a palavra "brutamonte".
- Você dá risada, né? Você faz isso porque não foi você que quase se cagou de medo.
Jonathan agora dava mais risada. Dava uma daquelas "gargalhadas gostosinhas de neném".
- Você ia gostar de ver seu pai todo banguela falando assim por causa da falta de dente, não é mesmo? - Rony falou esta última frase com a boca murcha, tentando imitar uma pessoa banguela. - Vou te dizer uma coisa: eu não sou medroso. Não, não sou. Seu pai é muito corajoso. Já enfrentei Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado. É... Seu pai não é fraco não. O problema é que você não pode entrar numa briga que não tem possibilidade de ganhar, que foi o caso deste cara aí do lado - Rony falava naturalmente agora. Havia esquecido todo o rancor que tinha por Jonathan. - Quando você crescer eu vou te ensinar um monte de feitiços para você poder se defender, se bem que quando você for para Hogwarts você vai aprender muita coisa. Ah... Vou te ensinar a jogar xadrez bruxo. É muito divertido e seu pai aqui é craque neste jogo - Rony neste momento tirou o filho da cesta e o pegou no colo. - Pelo seu porte, filho, você dará um bom jogador de quadribol. É sim. Aposto que seu tio Harry vai adorar te ensinar a jogar. Ele é um craque. Já está até recebendo proposta de jogar no Chudley Cannons - disse descontraidamente. - Chudley Cannons, sabe? É um time de quadribol muito bom. Quando você crescer esse será seu time favorito. Eles estão com um time meio fraco agora. Acho que é por isso que querem contratar o Harry para jogar, mas se não trocarem os batedores... Sei não.
Jonathan olhava muito interessado, com se estivesse realmente prestando atenção e, de vez em quando, dava uma risadinha das caretas de seu pai. Rony continuou falando e nem percebeu que, depois de duas horas de jogo, Harry havia apanhado o pomo de ouro e o jogo havia acabado. Rony ficou conversando com seu filho durante este tempo, planejando o futuro, contando suas habilidades, dando conselhos e fazendo Jonathan rir.
Rony estava se sentindo bem, como não se sentia há um bom tempo. Uma nova vida estava para começar, pois tinha alguém para amar. Não se sentia mais na escuridão pela ausência de Hermione. Não naquele momento. Naquele momento ele estava curtindo seu filho. Um filho amado, que parecia muito com Mione. Isso não mais o deixava triste, muito pelo contrário: olhar para Jonathan o fazia ficar feliz justamente porque fazia se lembrar da esposa. Estava muito feliz e deixava feliz também uma certa Guardiã de Sonhos, sentada no banco ao seu lado, no lugar que antes estava o cesto de Jonathan.




Fim

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