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6. CAPÍTULO 6


Fic: A Prometida - UA - HH


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Danny Evans: Vlw... Brigadaum de novo... Nossa!!! Qta raiva...se bem q esse merece, neh... mas td o q posso dizer é q ele naum termina bem, naum...

**RE**: eu tbm teria adorado ver...

Hermione.Potter: Vlw... Com certeza esse merece... qto ao Harry, eu explico mas naum justifio: para os gregos (ressalto q só sei isso por meio dos romances q leio) a mulher deve ser dócil e submissa... além disso há os que aprovam o castigo físico em caso de desobediência e insubordinação... e naum esqueça: ele naum sabe de nada... para ele a Mione é uma riquinha mimada...

camila de sousa: Concordo com vc... qto ao Harry, como expliquei ae em cima pra Hermione.Potter, eu explico mas naum justifico...

Jéssy Nefertari: Vlw... bom ter vc aki tbm...

Nick Granger Potter: Bem, posso garantir q ele vai reagir... e como... mas se eu falar mais a história perde a graça... hehehe...

Bjus a tdas...
tah ae...
.
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Harry se sentou em sua sala de conferências, ouvindo seus diretores falarem monotonamente sobre o impacto da fusão com as Indústrias Coustakis. Não estava ouvindo. Seu coração estava em tumulto. Com que tipo de gata brava concordara em se casar? Uma princesa mimada! Uma verdadeira Coustakis! A última coisa de que precisava era de uma mulher que se parecesse com Yiorgos Coustakis!
Uma pitada de admiração passou por ele. A garota não vacilara e confrontara o velho. Entrara lá e dissera tudo o que queria!
Theos, fora um espetáculo. Alguém dando uma lição naquele bruto malvado que fazia com que todos andassem nas pontas dos pés ao seu redor, desde criados da casa até parceiros comerciais. Até mesmo ele era cuidadoso com o velho barracuda! Ao menos ele dirigiria as Indústrias Coustakis. Mas era impossível que sua esposa se comportasse daquele modo, qualquer que fosse a razão!
Será que a garota não fora realmente avisada por seu avô de seus planos de casamento? Era típico de Coustakis não se importar com detalhes triviais tais como contar à neta sobre o marido que escolhera para ela. Harry sabia que precisava reconhecer que ela tinha o direito de fazer objeção a ter sido mantida ignorante em um assunto tão importante. Sua reação fora exagerada, mas era compreensível que ela se sentisse afrontada pelo comportamento autoritário de seu avô.
A imagem de Coustakis esbofeteando a neta passou por sua mente. Harry se ergueu de súbito na cadeira, enraivecido. Theos, mas o homem era um bruto! Não importava que fosse de uma geração em que se batia em crianças, nem que ela o tivesse provocado em frente ao homem que escolhera para seu marido. Nenhum homem deveria bater em mulheres. Nunca.
Encheu-se de repulsa.
Preciso tirá-la dali!
Uma onda de emoção passou por ele — não de raiva contra aquele velho bruto. Algo que nunca sentira por uma mulher. Um feroz instinto protetor.
Ergueu a mão bruscamente, interrompendo seu diretor de vendas.
— Senhores, me desculpem, mas eu preciso sair. Continuem com a reunião.

Hermione estava no terraço olhando para os jardins enfeitados. Seu coração estava pesado — mas decidido. A cena final com o avô se repetia em sua mente. Será que estava louca de concordar com o que ele queria? Não era um tipo comum de contrato de negócios — era casamento!
A enormidade daquilo com que se comprometera fazia com que parecesse quase irreal. Tantas coisas aconteceram tão rápido! Menos de dois dias atrás ela estava em casa, em seu mundo insosso, mas familiar. Agora, sentava-se em um terraço ensolarado no Mediterrâneo — prestes a se casar com um estranho!
Sentiu pânico, mas se esforçou por dominá-lo.
Não é um casamento real, somente uma cerimônia. No dia seguinte estarei em um avião para Londres! Meu marido ficará feliz em me ver pelas costas! E eu terei meio milhão de libras esperando por mim no banco!
Ela e Jane estariam na Espanha em um mês.
O sol banhava suas pernas esticadas à sua frente. Estavam doendo desde a noite passada, com o peso do estresse do dia anterior. Ela as esticou e soltou, massageando cuidadosamente as coxas.
O calor lhes faria bem. Morar na Espanha ajudaria. Ela encontraria trabalho lá, o suficiente para se manter e a Jane, para que ela pudesse finalmente descansar.
Convidarei Rony e Luna nas férias, pensou, alegre.
Tivera que telefonar a Rony de seu quarto, e fora bem difícil convencê-lo de que tudo estava realmente sob controle e de que um dos capangas de seu avô não estava torcendo seu braço para que o dissesse.
Seu avô realmente a teria mantido prisioneira e a forçado a se casar com aquele homem!
Aquele homem...
Fora ali, naquele terraço, que o vira pela primeira vez, nem mesmo 24 horas atrás. Ali ele a fizera deslizar para dentro de seus braços e a beijara...
Eu me casarei com ele...
Excitação pura a tomou. Aquele homem de aparência fabulosa, cujo toque a acendera e fizera derreter, Harry Potter, seria seu marido...
A realidade caiu sobre ela como uma ducha fria. Claro que não seria seu marido! Não por mais de um dia! Era apenas seu passaporte para a Espanha, nada mais.
E eu sou o passaporte dele para o dinheiro de meu avô.
Que tipo de homem era aquele que pensava em se casar com uma mulher que nunca vira, só para obter uma fortuna ainda maior que a que já tinha?
Bem, não importava. Não se importava com Harry Potter. Ele a estava usando para obter o que queria — e ela estava simplesmente retribuindo seu favor! Mesmo depois que fosse para casa, ele ainda teria o que queria — as Indústrias Coustakis — cortesia de sua nova e totalmente indesejada esposa! Ficaria feliz se ela não ficasse grudada! De fato, a única pessoa que terminaria no prejuízo era seu amado avô. Teria passado a companhia a Potter, junto com sua neta, mas ficaria esperando sentado por um herdeiro!
O som de um carro se aproximando interrompeu seus devaneios amargos. Ela se enrijeceu. Sabia quem era.
Alguns minutos mais tarde Harry entrou no terraço. Sua aparência era novamente espetacular. Um terno cinza imaculadamente cortado, uma camisa branca e uma gravata cinza de seda faziam-no parecer mais alto e esbelto que nunca. Sua expressão era ilegível, especialmente sob os óculos escuros cobrindo seus olhos. Ela sentiu um vazio no estômago ao fitá-lo.
Oh, Deus, ele é maravilhoso!, pensou.
Sentou-se à sua frente, estendendo as pernas, os pés quase tocando os dela. Automaticamente ela os retraiu, e o movimento súbito lhe causou dor.
Ele captou a expressão de seu rosto e perguntou:
— Você está bem?
O timbre rico da voz dele, tão sedutor, fez com que ela se sentisse fraca. Assentiu com a cabeça, incapaz de falar.
— Como vai seu rosto?
Antes que pudesse impedi-lo, ele tocara o lado de seu rosto. Seus dedos estavam frios, mas provocaram-lhe mil sensações. Ele virou sua cabeça levemente, para ver onde tocara.
Havia um hematoma quase invisível.
— Bem — disse ele, rápido, tirando a mão. Ela não queria sua preocupação; as últimas palavras que lhe lançara foram de insulto, e sua preocupação evidente por ela a desarmava. Assim como a ressonância de seu leve toque de veludo naquele momento...
Os olhos dele lhe buscaram o rosto.
— Você ainda está zangada — disse suavemente. — A noite passada foi perturbadora para você. Eu peço desculpas, não deveria ter acontecido daquela maneira.
Ele fez uma pausa, procurando as palavras certas.
— Seu avô é um homem... difícil, o que você já deve saber depois de todos esses anos. Está habituado a dar ordens, e a obter tudo à sua maneira. Não importa o quão brutal ela seja. Bater em você foi algo insuportável, mas... — ele levantou a mão para impedir qualquer resposta de sua parte — compreensível. Não é para desculpá-lo, Hermione, mas para mostrar que não aceitaria ser envergonhado por sua própria neta na minha frente, e que ele vem de uma geração que não acredita em poupar a vara. Você deve acreditar quando eu digo que na noite passada eu pensei que você sabia dos planos de casamento de seu avô... e concordava com eles.
Ela estendeu a mão para o bule de café que um criado trouxera e começou a colocar uma xícara para cada um.
— Mas eu concordo com eles — anunciou. — Eu conversei com ele esta manhã e está tudo certo, senhor Potter. O senhor pode continuar com seus planos de fusão.
Estendeu a xícara para ele.
— Leite e açúcar? — perguntou.
Ele balançou a cabeça.
— Ele a ameaçou novamente?
— Certamente que não. Nós chegamos a um excelente acordo com o qual estou perfeitamente satisfeita.
— Acordo? Que acordo?
Ela sorriu. Era um sorriso artificial, mas ela não pôde evitar que a satisfação transparecesse em seus lábios. Satisfação de que sua mãe afinal, após um quarto de século, obtivesse reparação de Yiorgos Coustakis. Devastada, de coração partido e grávida, Jane não pedira nada do pai de Hermione, apenas quisera lhe oferecer o consolo de saber que, apesar da morte trágica de seu filho, um neto fora concebido. Não pedira dinheiro — oferecera conforto e consolo.
Mas Yiorgos Coustakis a tratara como uma prostituta mercenária...
— Finalmente, senhor Potter, terei meu próprio dinheiro...
— Dinheiro? — havia um tremor em sua voz que lhe fazia arrepiar a nuca, mas ela se manteve firme, um sorriso artificial nos lábios.
— Sim, dinheiro, senhor Potter. Aquela coisa que se dobra, a coisa que brilha, a coisa eletrônica silenciosa que faz o seu caminho em contas bancárias e faz o mundo girar...
Os olhos dela estavam brilhantes e duros.
— Explique.
Era uma ordem, como se ele falasse com um de seus subordinados.
— Explicar? Bem, é um acordo extremamente simples. Somente entre mim e meu avô, não terá efeito em seu contrato com ele, eu prometo. Ele se compromete a me passar uma certa quantia em dinheiro quando eu me casar — sorriu novamente — eu prefiro o dinheiro vivo dos Coustakis, não suas ações.
O rosto de Harry congelou.
— Ele está pagando a você para se casar comigo?
Hermione poderia ter rido. Ele estava zangado! Tinha a ousadia de se zangar! Que hipócrita! Mas não conseguia. Tudo o que pôde fazer foi assentir descuidadamente, a garganta apertada, e tomar outro gole de café.
— Assim como ele está pagando ao senhor — ela acusou — para se casar comigo.
— Isso é diferente! Completamente diferente!
Hermione sentia-se muito calma agora.
— Eu não vejo por quê. O senhor não se amarraria a uma mulher desconhecida se não fosse tirar vantagem disso, não é? Acontece que ela vem com a quantidade suficiente de ações da Coustakis para fazer com que valha a pena.
Ela olhou diretamente por cima da mesa para o homem com quem ia se casar. Por meio milhão de libras.
— Senhor Potter, deixe-me ser bem clara. O senhor tornou claro que do nosso casamento dependia o senhor assumir as Indústrias Coustakis. Não pode fazer isso sem a maioria das ações. Até mesmo eu, com pouco cérebro para negócios, sei disso.
Harry olhou para ela. Seus olhos eram de aço gélido.
— Eu estou comprando as ações! Não em dinheiro, mas em papel — estou trocando-as pelas das da Potter com uma boa vantagem para ele. Eu lhe asseguro!
Ela abanou a mão com impaciência.
— Poupe-me desses detalhes técnicos. O ponto chave é que meu avô não concordará com o negócio, a não ser que você se case comigo. Isso significa que você está se casando comigo para obter as Indústrias Coustakis. Você então ficará mais rico do que já é, isso é, você será pago para se casar comigo. E ponto final.
Rony ficaria orgulhoso de minha lógica fria e clara, pensou ela, desafiadora.
Toda boa intenção que Harry entretivera desde que pensara em Hermione na sala de conferências desapareceu. Ele viera para fazer as pazes com ela, para começar tudo de novo, começar a lhe fazer a corte como um homem deveria fazer...
Mas enquanto olhava para ela, Harry sentiu seu olhar se endurecer. Ela não era fácil. O sangue Coustakis corria em suas veias, com certeza!
A mulher que tivera, trêmula em seus braços, parecia estar a milhas de distância. Essa agora era a verdadeira Hermione. Como o avô. Sabendo o preço para tudo e o valor de nada.
Sabia seu próprio preço, com certeza. Bem, ele também. E a trataria de acordo.
Levantou-se.
— Bem — sua voz era rude —, já que ambos sabemos onde estamos, podemos começar.
Ela olhou para ele, subitamente insegura.
— Começar o quê?
Ele deu um sorriso sem humor.
— Nosso noivado oficial.
Ele a pegou pela mão, colocando-a de pé.
— E, apesar de você com certeza querer selar o momento com um livro de cheques, eu prefiro algo mais tradicional...
O beijo dele foi profundo e sensual. Lento e possessivo.
Sua boca se movia sobre a dela, preguiçosamente, explorando, provando...
Totalmente à vontade.
Ela sentiu a adrenalina fluir pelas veias, a fraqueza debilitá-la totalmente.
Sentiu a mão se elevar sozinha e envolver o pescoço dele, passando os dedos pelo cabelo sedoso. Ouviu-se gemer suavemente, enquanto ele brincava com sua boca.
Ele a deixou se desvencilhar, deixando sua mão cair calmamente ao seu lado. Depois pegou o queixo dela e o ergueu. Sua boca estava inchada, os lábios vermelhos. Excitada.
Seus olhos estavam lustrosos, abertos, e o fitavam.
— Você é uma aquisição, Hermione Coustakis, que eu terei muito prazer em fazer — disse, suavemente, olhando-a com o brilho da posse nos olhos. Abaixou a voz, fazendo o coração dela parar. — Eu estou ansioso, muito ansioso, por nossa fusão pessoal.
O significado era perfeitamente claro, e ele acariciou suas faces e se afastou. Depois olhou para o relógio.
— Venha, vamos almoçar e mostrar ao mundo que a Potter Inc. tem planos para as Indústrias Coustakis.
Tomou-lhe o braço e a levou para fora.
Hermione foi com ele. Não tinha absolutamente como resistir.
O restaurante era chique e estava apinhado. Hermione não precisou olhar para os preços no cardápio para saber que era terrivelmente caro.
Ela desejou ter podido apreciar mais a refeição. Parecia terrível ter tanta comida cara à sua frente e ainda assim sentir como se precisasse forçar-se a engolir cada bocado. A tensão apertava seu estômago.
Não era somente o fato de ser observada por todos no restaurante, mas o de estar almoçando publicamente com Harry Potter.
Que deixava bem claro na companhia de quem estava a todos que os cumprimentavam.
A herdeira Coustakis.
Isso, com certeza, ela pensou com os lábios cerrados, lhe dava um ótimo começo!
Ele o disse a certo ponto. Aproximando-se dela, como se para murmurar algo íntimo, comentou:
— Seu nome correu como fogo e estão desesperados para saber quem você é! Por estranho que pareça, ninguém em Atenas sabia que Yiorgos Coustakis tinha uma neta — você foi mantida como uma carta na manga! E agora a satisfação — satisfação de uma fome saciada, uma longa fome nascida anos atrás nas ruas da cidade — brilhava em seus olhos verdes — eles podem ver exatamente como o velho decidiu jogá-la! Não há um homem aqui que não tenha consciência do significado da sua presença comigo!
— Já é do conhecimento público que você assumirá as Indústrias Coustakis? — perguntou Hermione. Ela manteve a voz fria, apesar de ser difícil fazê-lo. Era difícil fazer algo que não fosse pensar na sensação dos lábios dele provando sua boca...
— Há rumores. Afinal, Yiorgos está ficando velho, algo precisa acontecer com a companhia. Até agora ninguém sabia que ele tinha uma herdeira, quanto mais uma escondida! Mas agora, bem, eu acho que eles tirarão suas próprias conclusões, não, ágape mou!
— Não use palavras carinhosas comigo — ela disse, rude. Não gostava do som das sílabas líquidas em sua voz grave e íntima.
Ele ergueu uma sobrancelha...
— Querida Hermione, nós vamos nos casar. Precisamos fazer uma demonstração apropriada. E, falando nisso, quais são seus planos? Francamente, eu quero muito que seja rápido. Fora isso, faça o que quiser. Suponho que sua mãe virá.
O rosto de Hermione se fechou.
— Não — disse sucinta.
— Por quê? — perguntou ele.
— Eu não quero falar sobre isto — respondeu ela direta.
— Então talvez fosse melhor um casamento íntimo, não é?
— Com certeza — ela concordou. — E o mais rápido possível.
Ela pegou o copo de vinho. Bebera mais do que devia, mas seus nervos, além da carapaça fria que descera sobre ela, estavam trêmulos. A mão dele se fechou em torno de seu punho.
— Você tem tanta pressa em ser minha esposa, Hermione?
Ele abaixara a voz novamente, tomando o timbre íntimo que a fazia tremer. O pulso dela se acelerava sob os dedos que o acariciavam distraidamente.
— Eu quis dizer — disse tão bruscamente quanto podia — que você deve estar ansioso para que a fusão aconteça o mais rápido possível.
Ela puxou sua mão e pegou o copo de vinho, bebendo um grande gole.
Por um momento Harry pairou entre a indignação e o divertimento, que venceu. Ela reagia a seu toque — ele já o comprovara duas vezes — e ele sabia que dissolveria qualquer resquício de resistência contra ele. Sabendo agora que ela só estava interessada em se casar com ele pelo dinheiro, teria prazer especial em mostrar-lhe o quão sexualmente vulnerável a ele poderia torná-la quando quisesse. Ela deixaria a cama deles sem dúvidas de que ele podia transformá-la em uma parceira sexual cheia de desejo, ansiosa por fazer na cama tudo o que ele desejasse...
E agora ela voltava com uma vingança.
— Tão ansioso por começar com a fusão quanto eu por fazer meu avô liberar meu capital — ela anunciou, rude.
A frase soou bem a seus ouvidos. Parecia o tipo de coisa que uma herdeira dizia — que caía bem, com gestos de aprovação, em lugares como aquele. As pessoas ainda estavam olhando para ela, ela sabia. A notícia se espalhara — a herdeira Coustakis estava na cidade.
Almoçando com Harry Potter.
Casamentos ou fusões corporativas — era tudo a mesma coisa para aquelas pessoas.
Havia um gosto amargo na garganta dela, apesar do vinho.
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Continua...

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