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8. Comersais??


Fic: Ruivinha meu amor Segunda temporada:


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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As aulas foram sossegadas durante outubro e em novembro teria o primeiro passeio de Hogsmeade da escola.
Os casais da escola estavam todos contentes e cada vez mais apaixonados.
Levantaram cedo, e se arrumaram para tomar café e logo depois seguirem para Hogsmeade.
Estavam os quatro casais no Três Vassouras, quando ouviram uma explosão próximo de onde eles estavam.
-O que foi isso? – perguntou Rony assustado.
-Deve ser uma explosão! – Harry disse alarmado.
-Vamos ver o que está acontecendo! – disse Daniel já de pé, e caminhando em direção a porta. Ele olhou e voltou rapidamente para os amigos.
-São pessoas de capas pretas e mascaras. Estão atacando a Zonko’s.
-Varinhas em punho. – disse Teddy.
-São comersais! – disse Harry, olhando para Daniel. Não tinha sido uma pergunta. Daniel fitou-o estranhamente.
-Como você sabe? – perguntou Teddy.
-Não me lembro como, quando ou onde, nem o porquê, mas eu sei que esse nome me é familiar. E não é coisa boa. Vamos. – respondeu Harry, levantando e saindo do barzinho.

Mal saíram do Três Vassouras e já os comersais mandaram maldições em suas direções. Eles fizeram uma barreira de proteção. Harry parecia ser o mais corajoso dos oito e Rony e Mione vinham atrás. Eles tinham uma sensação de já conhecer isso, e Gina também. Quando chegaram ao centro da rua, começaram a duelar.

Harry duelava com Snape, Rony com Dolohov, Mione com uma comersal que ainda estava de mascara. Gina, Lucy e Ana duelavam com Bellatrix, e Teddy, Daniel com Lucio Malfoy. Aurores estavam lá também.


O duelo dos meninos estava cada vez mais sério. Harry duelava como qualquer auror ali. Aparecia conhecimento de feitiços que ele nunca tinha visto, mas ele tinha certeza dos que lançava. Nunca havia visto tais feitiços, mas laçava-os muito bem. Nunca tinha executado feitiço não-verbal, mas conseguia lançar todos silenciosamente.
Gina produziu um feitiço de ataques de morcegos que ela tinha visto no 4º ano, mas nunca tinha produzido. Ela lançava-os muito bem.
Mione e Rony tinham um ótimo desempenho também, em vista dos demais amigos. Neville também estava lá, com Luna, e eles também lutavam bravamente.

Mas Lúcio conseguiu estuporar Teddy, que voou longe e caiu desacordado. No mesmo segundo, sem pensar, ele lançou um crucio em Daniel, que atingiu-o no peito, certeira.
-DANIEL! –O berro de Lucy foi o som cortante do momento, acima dos gritos de pavor de Daniel. As meninas conseguiram estuporar Bellatrix com três estupefaças. Mas ela já apresentava sinais de recuperação. Ela apontou a varinha para Lucio Malfoy, decidida a matá-lo com Avada Kedavra.
-Avada keda… – começou a pronunciar ela. O ódio era hiper visível em seu rosto. – Furúnculos. – ela decidiu que matá-lo iria poupá-lo de sofrer em Azkaban. – Impedimenta! Levicorpus! Estupefaça! – Malfoy caiu desacordado no chão. Gina e Ana olhavam a cena, atônicas.
Daniel suava frio, estava gelado, e mal respirava. Estava de olhos fechados e não conseguia emitir sequer uma palavra. Começou a delirar. Lucy desesperada, conjurou uma maca e saiu rumo à Hogwarts, para deixar seu amado na Ala Hospitalar.

Enquanto isso, Harry, Gina, Rony, Mione…

Teddy ainda ficou desacordado no chão.
Bellatrix acordou, Mione tinha desacordado a comersal com quem duelava e voltou-se para ajudar as outras duas. Bellatrix se levantou e começou a duelar com Mione, Gina e Ana.
Ana foi a primeira que Bellatrix tinha conseguido estuporar. Mas a cada meio segundo Gina conjurava os morcegos e ele começavam a atacar Bellatrix que ficava cada vez mais enfurecida.
-Bombarda! – gritou Bellatrix para fugir dos morcegos de Gina.
-Avis! – Mione.
-Bombarda máxima! – Bellatrix
-Estupefaça! – Gina.
-Protego! – Bellatrix. – Sectusempra!
-Protego! – Gina e Mione.
-Encarceuros! – Mione ao mesmo tempo Gina gritou. – Férula!
-Impedimenta! – Bellatrix. – Crucio!
-Ahhhhhhh – Mione berrou com a dor do feitiço.
Rony ouviu a voz de Mione e lançou uma Sectusempra em Dolohov mesmo sem saber, o Comersal caiu ensangüentado no chão.
Harry percebeu que Rony tinha ido ao socorro de Mione. Sabia que Gina ia enfrentar aquela mulher com bravura. E sabia, não sabendo como, mas que aquela mulher era uma ótima comersal e não hesitaria em matar sua ruivinha. Começou a duelar com Snape, ao mesmo tempo sério, ao mesmo tempo irritando-o.
-O que você faria se eu lhe desse um LIMPAR! – ordenou Harry. Mas Snape se defendeu. – Não é que o ranhoso é bom mesmo? Impedimenta! – Snape se defendeu novamente.
-Não sou como você, Potter. Sei me defender. –disse o professor.
-Bem, não era assim quando meu pai te encontrava pelos corredores de Hogwarts, ranhoso. “Rictusempra” – pesou Harry e o feitiço acertou em cheio Snape. – Everte Statem! – berrou Harry. De novo, Snape foi jogado para longe. – Sempersortia! – uma cobra saiu da varinha de Harry e começou a se enrolar em Snape, que conseguiu murmurar Vipera Evanesca e cobra se desfez. Mas ele estava fraco, então Harry lhe lançou uma azaração que o fez desacordar.
Então Harry escutou a gargalhada da bruxa que duelava com Gina e Rony. Ele foi jogado para perto de Mione, mas não desacordou, porém ficou muito fraco.
-Gina! – berrou Harry. – Tome cuidado!
Gina não olhou-o, mas assentiu. Um segundo de desconcentração ela se ferrava.
-Olha como é o amor… - zombou Bellatrix. –O que seria do menino Potter se a ruivinha boba morresse pela minha mão?
-Não se atreva a tocá-la, Bellatrix Lestrange! – rugiu Harry, e o nome da bruxa que ele não conhecia pulou da sua boca. Levemente lembrou-se dela, e de sua gargalhada devastadora.
-Não fale meu nome com sua boca imunda, seu traidor de sangue idiota! Imperius!
-Protego! – ordenou Harry. A barreira impediu o feitiço de Bellatrix de o acertar.
-Imperius! – ela apontou para Gina, que no mesmo momento parou de duelar. – Mate seu namorado! – ordenava a cabeça de Gina.
“Mas porque?” Gina perguntou a sua cabeça.
Harry tentava em vão acertar Bellatrix, que se defendia muito bem, e ainda por cima, mandava Gina o atacá-lo. Gina estacou, Bellatrix riu.
“Ataque-o, mate-o!” sua cabeça ordenava.
“NÃO” gritou Gina à sua cabeça. “Não, porque matá-lo se eu o amo?”
“Mate-o agora!” sua cabeça ordenou novamente, mas Harry conseguiu acertar um estupefaça novamente em Bellatrix, que caiu longe, com os olhos fechados, aparentemente desacordada.
-Harry! – gritou Gina indo ao seu encontro.
-Gina! – ele também ia ao encontro dela. Se abraçaram – tive tanto medo de te perder, meu amor!
-Eu também, Harry! – ela respondeu chorando. Os aurores ainda duelavam com os comersais que ainda restavam.
Bellatrix fingiu estar desacordada. Enquanto Harry e Gina se beijavam com urgência, ela se levantou e gargalhou.
Harry e Gina se soltaram ao ouvir a gargalhada.
-Óiiinn, dois bebezinhos apaixonados, dois tolos, amando! – zombou a bruxa. – Mas o que seria dele, ao ver sua amada partir? Vamos ver agora! – ela apontou sua varinha para Gina, fez o feitiço não-verbal, mas antes que ele acertasse Gina, Harry se jogou na frente do feitiço. O feitiço ricocheteou em seu peito. Formou-se uma áurea negra em sua frente e entrou dentro do garoto, que caiu no chão, pálido, com os olhos fechados e aparentemente… morto.

Gina ficou desesperada. Os aurores tinham acabado de terminar os seus duelos e os comersais estavam acorrentados, menos Bellatrix, que olhava o desespero de Gina desdenhosa. Não viu um auror chegar por trás dela, e no fim, ela foi acorrentada também, e também enviada a Azkaban de novo.
-Harry… - fraquejava Gina. – Harry… oh meu Merlin… Harry… - Gina chorava em cima do corpo do moreno. – não morre por favor, Harry, eu preciso de você, meu amor, por favor, viva… senão eu morro sem você… - ela dizia. Lucy chegou e logo conjurou uma maca, colocando Harry em cima, com magia, e Gina ao lado do garoto, aos prantos.

A caminhada Hogsmeade- Hogwarts foi terrível. Teddy e os outros já tinham se recuperado da estuporação, e caminhavam ao lado de Harry, silenciosamente. Gina chorava quieta. Um auror mandou um patrono avisando Dumbledore sobre o ocorrido. Quando os marotos e as meninas chegaram nos portões de Hogwarts, Dumbledore, Minerva e Hagrid já esperava-os.
-Harry! – brandiu Hagrid. Ele parecia chocado.
-Deixe-o comigo, vão para seus dormitórios e tomem um banho, descanse, e depois estão com minha permissão para descer a ala hospitalar. – ordenou Minerva. Por mai aflita que estava, por causa do filho do seu afilhado, ela não perdia pose de mandona. Gina não queria abandonar Harry, mas concordou que devia tomar um banho, que mesmo um banho sendo pouco, recuperava um pouco da energia perdida.
-Vocês também precisam de cuidado médico! – disse Dumbledore. – Não demorem, que Madame Pomfrey cuidará de vocês, e logo estarão bem.
Eles subiram para a torre, e tomaram o banho mandado.
Desceram todos ao mesmo tempo, porque a preocupação era a mesma.
Chegaram na ala hospitalar, Harry já aparentava estar melhor, mas ainda desacordado. Sua palidez era mais fraca e quando os amigos chegaram, Madame Pomfrey correu como uma maníaca por doentes que precisavam ser curados. Na realidade, havia apenas alguns arranhões espalhados pelos corpos deles. Gina entrou na ala, e lembrando-se do ocorrido, começou a chorar novamente.
-Pare de chorar, Gina. – Lucy já se irritou. – está parecendo a Cho Chorona. Logo Harry, quando voltar a sã consciência, não vai te querer, porque você só sabe chorar!
-Mas ele se atirou no feitiço que acertaria a mim, e não a ele! – dizia ela, entre soluços. – Era para eu estar naquela cama! – ela não gritava porque não tinha forças.
-Mas tenho certeza que ele estaria pior que você se você tivesse ali naquela cama, Gina. – respondeu Teddy, baixinho, olhando o amigo desacordado.
-Madame Pomfrey, faz alguma coisa, por favor, não deixe ele morrer, por favor, por mim… - pedia ela baixinho enquanto a mulher a medicava.
Logo ela passou para Daniel.
-Hey, calma ae, Madame Pompom, eu não estou muito machucado, então alto lá! – rugiu ele, ao ver que a mulher avançou sobre ele, e já ia erguer sua camiseta. – Sei que você quer ver meu corpinho sarado, mas vai ter que ficar só na vontade!
Ninguém riu, e McGonagall lançou-lhe um olhar cortante.
-Não são horas para brincadeiras, Black, seu amigo está semimorto, e você continua com a dita mania de fazer piadinha com tudo. –ela ralhou.
-Mas vocês podiam levar na esportiva ao menos uma vez. – retrucou ele emburrado. Os amigos negaram com a cabeça e voltaram suas atenções ao amigo na cama.
Harry estava pegando a cor. Já não estava tão pálido como tinha chegado. O que deixava Gina muito contente, apesar de ainda sofrer ao ver o menino ali, imóvel. Agora ela tinha se tocado que não podia mesmo viver sem Harry, e que morreria junto se ele morresse. E ainda por cima, ela tinha certeza que ele a amava por igual, e seria uma injustiça se um dia se casassem e ficassem bem velhinhos, e um dos dois morresse primeiro, e deixasse o outro sozinho no mundo, sem a pessoa que mais amasse.
“Queria que o meu poder especial, como sendo a 7ª filha de 7 gerações de homens, fosse ser imortal e poder fazer Harry imortal também. Assim nenhum de nós iria sofrer com a perda um do outro” pensou ela, um pouco mais feliz com a idéia. “Talvez seja esse o meu poder… se eu soubesse como desencadeá-lo eu iria fazer isso o mais rápido possível para Harry não morrer”. Mas o que ela não sabia é que Harry podia sentir todos os pensamentos dela. O feitiço de Bellatrix não tinha sido em vão, iria servir para muita coisa ainda.


Passou-se uma semana e Harry não acordava. Lily e Tiago já tinham sido informados no dia seguinte. Lily ficou realmente muito preocupada, e Tiago quase foi para Azkaban cometer um assassinato em Bellatrix. Passou-se a segunda semana e Lily e Gina estavam entrando em desespero. A escola toda estava indignada com o atentado ao menino. Na metade da terceira semana, Harry começou a apresentar sinais de melhora. Sua cor voltou normalmente, mas uma cicatriz começou em sua testa. Tinha forma de raio, e ninguém soube explicar o porque dela aparecer se o feitiço que o atingira fora no peito. Lily vinha toda a tarde ver como o filho estava.
-Está na hora de algumas das muitas coisas serem reveladas à Harry Potter. – disse Dumbledore quietamente, uma quarta-feira eu estava observando Harry, altas horas da madrugada. Não havia ninguém na ala, apenas ele e o menino deitado na cama imóvel. – muitas das quais seus cabelos negros arrepiariam, Harry. Coisas que você nunca iria acreditar. E das quais se envolviam sempre mortes… seus pais, Cedrico Diggory, Sirius, eu, Fred, Tonks, Lupin… você nunca iria entender… mas não poderei revelar ainda... temos tempo para você se entender melhor com a Srta Weasley, e uma das coisas que você ainda irá saber… - o senhor suspirou. O que ele não sabia, era que Harry já podia ouvir. E ainda mais, ele podia ouvir os pensamentos de Dumbledore. O feitiço de Bella atiçou um poder que Harry nunca teve. Saber o que os outros pensam, sem Legilimência.

Aquela semana Gina visitava-o ao menos três vezes por dia. Ela podia sentir a melhora do menino, mesmo que por aparência, ele parecia não estar melhorando. Lily e Tiago visitavam o filho todos os dias depois que saiam do ministério. Lily parecia ter conformado com o estado do filho. Todos viam a angustia estampada em seu rosto, mas não era nada comparado com o que ela sentia por dentro. Tiago não era diferente. Passado um mês do incidente, Harry abriu os olhos. Gina estava o observando quietamente. Aliás, todos os colegas o observavam quietamente, parecendo que todos ansiavam que ele acordasse logo e voltasse a ser o menino de sempre. Lily e Tiago tinham acabado de voltar para casa, e apenas os amigo estavam ali, sem mesmo a Madame Pompom, como dizia Daniel.
-Meu amor! – Gina quase gritou. O menino olhou arregalado para ela, e logo sentiu os lábios da garota colados no seu, com urgência, saudade e preocupação.
Ele retribuiu.
-Gina, você vai matar o garoto assim! – Ana olhava horrorizada para a amiga. Gina não ligou e continuou beijando o menino. Depois que eles se soltaram, Harry sentou-se na cama, um pouco atordoado com as boas vindas calorosas que Gina tinha lhe dado, olhou para os amigos, e abraçou cada um, um a um, de uma vez cada. Depois de ter abraçado todos, Madame Pomfrey ouve um burburinho e sai para ver o que está acontecendo e vê o menino já de pé.
-Senhor Potter! – ela diz alto, correndo ao encontro do menino. – Que bom que acordou, que está tudo bem… Como se sente?
-Muito bem, Madame Pomfrey, obrigado por tudo o que fez! – respondeu o menino animadamente. Ela olhou-o de cabo a rabo e percebeu que o menino estava são. – estou bem mesmo, obrigado!
-De nada… - respondeu ela pensativa.
-Não vai dar um ataque de curandeira, Madame Pompom? – perguntou Daniel. – No dia que eu caí da vassoura você não me deixou nem levantar direito! – reclamou o menino.
-Dumbledore me disse que a reação depois da cura de Harry seria assim: ele iria se levantar, totalmente recuperado e não precisaria de vistoria. – respondeu a mulher, voltando ao escritório. – tenho que avisar Dumbledore que ele acordou, e avisar os pais também. – disse ela, mais para si mesmo do que para os presentes ali.
-Que bom, Harry… eu senti tanta saudade... – disse Gina o abraçando. Os amigos resolveram deixar os dois sozinhos. – tive tanto medo de te perder, agora eu sei que não vivo sem você, e foi tolice te ignorar todos esses anos, eu te amo tanto… por favor não faça mais isso, nunca mais se jogue na frente de um feitiço que poderia acertar a mim! E se da próxima vez que fizer isso e não sobreviver? Eu morro sem você! – dizia ela sem parar. Harry sorriu.
-Eu podia ouvir seus pensamentos enquanto dormia, Gina… - comentou ele. A menina olhou-o confusa. – E é bom saber que você me ama tanto quanto eu te amo. E seria muito legal se você tivesse mesmo um poder especial! – disse ele, confirmando que ouvira os pensamentos dela. Ela ficou surpresa.
-Você pode saber o que penso agora? – perguntou ela. Ele assentiu. – então prove! – exigiu ela, num tom brincalhão.
Ela pensou “Eu quero casar com você, Harry.”
-Eu quero casar com você, Harry? – perguntou ele. – um bom desejo, se quer saber minha opinião, Gina. Mas digo uma coisa: não conte pros outros, eu quero testar mesmo se é um poder que eu adquiri. – ela assentiu. – Sabe, minha mente andou trabalhando estranhamente enquanto eu dormia… - comentou ele. – e ela chegou a conclusão de que Bellatrix não sabia o feitiço que usou, achando ser uma maldição, ela me mandou um feitiço antigo... posso ver seus pensamentos sem Legilimência... – ela fitou-o. Ele continuou olhando para frente. Mas uma pergunta veio em sua mente. A mais importante. – quanto tempo fiquei dormindo?
Gina olhou-o, seus olhos encheram de lágrimas.
-Um mês exatamente. – ela respondeu, baixinho, mas ele ouviu.
-O QUÊ? –berrou ele. – tudo isso? – perguntou mais calmo. – Desculpe meu descontrole, mas e agora? As matérias que eu perdi… quadribol… - ele parecia chocado, desesperado e desapontado.
-Não houve quadribol, enquanto você estava desacordado… McGonagall não quis deixar ter o campeonato... e quanto as matérias, você vai ter que repor, não? Você perdeu muitas coisas importantes! – respondeu ela.
-Ninguém se jogou para cima da minha ruivinha enquanto estive fora né? – perguntou ele, brincalhão. – nenhum Dino, Corner, Creevey…?
-Não – riu Gina. – nenhum. E nem que se jogassem, eu sou só sua! – respondeu ela.
-Bom saber, meu amor… minha ruivinha querida! – respondeu ele sorrindo.

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