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7. O sexto ano


Fic: Ruivinha meu amor Segunda temporada:


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Tiago Potter e Lily quase ficaram loucos com a correria do dia 1 de setembro. Mas, enfim, eles conseguiram chegar na estação vinte minutos antes do trem partir. Arrumaram a cabine, Tiago entrou escondido no trem e aumentou a cabine magicamente, que cabiam dez pessoas sossegadamente. Mas era só oito mesmo.
-Eu espero receber menos cartas esse ano, ouviu Harry Potter? – Lily disse ao filho.
-Tentarei o Maximo possível, mamãezinha querida! – respondeu Harry, com voz de neném.
-Por mim, pode piorar a quantidade de cartas que ficarei orgulhoso! – interpelou Tiago Potter. Lily fuzilou-o com os olhos, mas ele não se deixou abater.
-Tente segurar esses marotos, meninas, por favor! – implorou Lily às meninas, que sorriram.
-Faremos o possível, Sra. Potter. – responderam as meninas.
-Viu só lírio, quando estudávamos, eu sempre dizia, no 5º ano, que seu nome um dia seria Sra. Potter e iria soar bem, mas você sempre me xingava… - interpelou Tiago.
-Cala a boca Tiago, isso não é hora para falar de coisas do passado! – ralhou ela. Tiago apenas sorriu. – você ficou mais abusado depois que casamos. Devia ter o mesmo respeito e obediência que você tinha! – retrucou ela.
-Sabe o que é? – perguntou ele, ela negou. – é que agora eu tenho o controle sobre você quando estamos sozinhos, e quando você está sozinha comigo, você perde o controle, e me ataca, então por isso eu tenho o controle sobre você, você me ama tanto que faria uma loucura se ficasse um dia sem mim, ou sem fazer…
-Não complete sua frase, Tiago Potter, a não ser que queira morrer! – disse ela com os dentes cerrados. Tiago riu.
Os meninos e as meninas sorriram amarelo, pois sabiam que Tiago ia falar uma coisa pornográfica. Lily ficou corada, então eles se despediram e subiram no trem de vez.

Na cabine, eles abriram o embrulho que tinha as caixinhas de veludo e perguntaram ao mesmo tempo.
-Gina/Ana/Mione quer namorar comigo? – Harry, Teddy e Rony perguntaram às meninas.
-É claro! – exclamaram as três, e no mesmo segundo já estavam de alianças, e beijavam seus namorados.
-Concordo que foi um tanto desajeitado o jeito que a gente pediu vocês em namoro, do jeito que a gente ficou junto em casa, mas eu prometo que você será a menina mais feliz de Hogwarts. – disseram os três juntos.
Elas sorriram.
Mione e Rony saíram para a ronda de costume.
Depois de um tempo, o carrinho de doces passou, eles compraram alguns doces e compraram a mais para Rony e Mione. Eles chegaram, conversaram mais um pouco e logo os meninos saíram para as meninas trocarem de roupa. Quando o trem parou na estação de Hogsmeade, os meninos disseram:
-Meninas, não fiquem bravas conosco, mais por favor, deixem a gente continuar com a nossa “entrada triunfal”!!
As meninas se entreolharam e deram de ombros. Os meninos conversaram um pouco com Hagrid, olhando as meninas irem em direção ao castelo.
Eles, como da outra vez, foram os últimos a pegar a ultima carruagem, e já entraram no saguão com a capa de invisibilidade, por que eles já estavam sentindo que Snape estaria mais ligeiro com eles. Não é que era mesmo? Snape já estava no saguão, mas McGonagall foi ao socorro dos meninos. Ela estava com os calouros e Snape olhava cada um deles, parado na porta de carvalho.
-O que faz aqui, professor Snape? – perguntou McGonagall secamente. – Dos calouros cuido eu. É facilmente fácil você assustá-los se não der ao menos um sorriso de boas-vindas. – Snape não sorriu, apenas lhe deu as costas e voltou para sentar em seu acento na mesa dos professores, andando como se fosse um morcegão, e com aquelas cortinas de sebos lhe tampando o rosto. Os meninos se sacudiram de tanto rir embaixo da capa,e como se McGonagall soubesse o lugar que estavam, piscou para os meninos.

Os calouros foram selecionados, e Dumbledore ficou em silencio, esperando os marotos. Como de costume, empurraram a porta de carvalho, que fez um barulho imenso, todos voltaram sua atenção aos meninos que adentravam o salão principal.
As meninas (não as namoradas deles) olhavam para eles sorrindo, mas eles não olhavam para elas, e sim para aquelas que estavam sentadas na mesa da grifinória, e que olhavam para eles, sim, as namoradas deles. Eles sorriram, algumas meninas suspiraram, e então Harry ergueu a mão direita e passou nos cabelos, assanhando-os. As meninas viram a aliança no dedo dele e algumas começaram a chorar inclusive Cho Chang. Teddy também ergueu a mão direita e passou na testa, como se tirasse o suor do rosto, mas isso era apenas para mostrar a aliança, assim como Harry. Mais algumas começaram a chorar. Foi a vez de Rony. Este esfregou os olhos, como se estivesse com sono. A aliança dele, assim como a dos outros dois, brilhou, Lilá era a que mais chorava com isso.
Apenas Daniel não tinha aliança, e a maioria das meninas que sorria, abriram ainda mais o sorriso ao ver que ele não tinha aliança. Olhares cobiçosos voaram ao menino, que fez Lucy ter a primeira pontinha de ciúme que nunca tinha sentido de Daniel Black. Foi a confirmação que ela esperava. Estava apaixonada por ele e agora ela daria uma chance à ele.

Eles chegaram na mesa da grifinória e sentaram ao lado de suas namoradas, dando um selinho cada um na sua. As meninas que tinham parado de chorar, recomeçaram, mas tudo isso foi abafado com as palavras de Dumbledore.
-Bem-vindos todos os alunos, mais um ano letivo se inicia, e mais alunos que entraram, e alunos que estarão concluindo os estudos, saibam que todos estão em nossos corações…
-Aposto que nós não estamos no coração do Snape. – disse Harry aos colegas, por baixo da voz de Dumbledore. Eles riram.
-… E peço mais uma vez que atendam aos pedidos de Filch, que não façam magia nos corredores…
-Isso a gente não pode deixar de fazer! – exclamou Daniel apenas para os amigos ouvirem. Riram novamente.
-E podem atacar o nosso banquete feito por elfos! – terminou Dumbledore.
-Gostei dessa parte! – exclamou Rony um segundo antes da comida aparecer. Os amigos reviraram os olhos.
Comeram bastante até a comida desaparecer, então rumaram para a adorada Torre da Grifinória.
-Saudade de zuar um pouco nessa escola… - comentou Daniel. Mione já olhou-o com ar de reprovação. – Ixi, Mione, nem vem com essa sua irritante cara de negação que eu não estou contente. Estamos na primeira noite em Hogwarts, então não enche o saco! – estourou Daniel.
-Não desconta sua raiva amorosa nela! – rugiu Rony. – Ela não tem culpa de nada!
-EU NÃO ESTOU COM RAIVA DA MINHA VIDA AMOROSA! ELA NÃO TEM NADA A VER COM VOCÊ, ENTÃO NÃO SE INTROMETA NELA. E NÃO DEFENDA ESSA MENINA CDF NA MINHA FRENTE, EU NÃO SUPORTO O JEITO DELA SER CERTINHA E METIDA A SABE-TUDO! – Daniel agora gritava. A sala comunal olhava-os, todos atônicos. Rony estava vermelho de raiva, Daniel estava bufando e Mione chorava compulsivamente. –E NÃO FALE COMIGO POR UM BOM TEMPO, WEASLEY, SE NÃO QUISER TER SUA CARA QUEBRADA, CABEÇA DE FOGO IRRITANTE, TAPADO E MORTO DE FOME!
-SOME DAQUI ENTÃO, BLACK, SEU IDIOTA, QUE NÃO CONSEGUE CONQUISTAR UMA MENINA QUE AMA SEU INCOMPETENTE! – retrucou Rony, se contorcendo de raiva. Daniel ia abrir a boca para falar mais alguma coisa, mas Lucy gritou antes.
-CALA SUA BOCA, DANIEL E RONALD. – a voz dela era potente. Os dois olharam assustados para a menina, então olharam a sala comunal toda de boca aberta. Por mais que eles ainda brigassem, eram brigas de mentira, nunca tinham brigado desse jeito, sempre amigos. Então olharam Mione, que estava num estado lastimável. Gina e Harry estavam com a boca ligeiramente aberta, e como sendo um dos casais mais calmos, Teddy e Ana olhavam a cena, espantados.
-Venha, Daniel, vamos andar, deixe Rony aí, isso vai passar! – chamou Lucy, Daniel obedeceu-a. Ela tinha um poder sobre ele, que ele mesmo tinha duvidas.
Rony sentou-se ao lado de Mione, que chorava muito ainda.
-Me… me desculpe, eu… eu me descontrolei… eu sou um tapado mesmo… - desculpava-se Rony para Mione. Ela não pôde falar uma palavra sequer, pois chorava alem da conta. Ela nunca tinha chorado daquele jeito.
-Tu-tudo be-bem, RO-Rony... – respondeu ela entre soluços.
-Pronto, acabou o show, cada um para seu dormitório! – ordenou Harry, que mesmo não sendo monitor, sabia controlar o povo, que obedeceu ao seu pedido.
Depois de um tempo, eles foram cada um para seu dormitório, dormir. Mione ainda chorou muito antes de dormir. Rony sentiu-se um lixo por ter brigado com um dos seus melhores amigos.


Lucy saiu da torre e rumou para os jardins, praticamente arrastando Daniel, que estava arrasado. Ele sempre implicava com o menino, mas nunca tinha chegado a brigar com ele. Eram como irmãos. Tinha sim brigado com Harry, e Teddy, pois eles cresceram juntos, isso é normal, mas com Rony foi devastador. Quando viu, ele já estava sentando na beira do lago, com Lucy ao seu lado, os dois em silencio.
-Se acalmou já? – perguntou Lucy à Daniel.
-Um pouco. – respondeu ele, olhando o lago.
-Porque brigou com ele? – perguntou Lucy calmamente.
-Porque eu briguei primeiro com Hermione, e por amor, ele entrou no meio. Você sabe, esse sentimento nos transforma… - respondeu ele.
-Sei… - respondeu ela. – você estava irritado só pelo fato de ela negar com a cabeça, sobre fazer bagunça neah? – perguntou ela e ele assentiu. –Você sabe o quanto ela gosta de ser certinha e tenta corrigir vocês há anos. – ele a cortou.
-Mas ela não se conforma em saber que não vamos endireitar? – ele perguntou um tanto alto demais.
-Calma. Eu não estou te forçando a ser certinho. Não precisa brigar comigo. – ela repreendeu severa.
-Desculpa. – ele murmurou. – eu me empolguei. Eu sempre não suportei o jeito de ela ser certinha, bem, suporto na hora das colas. – ele sorriu amarelo, e Lucy murmurou um “ligeiro”. – de contrario eu gosto dela como uma irmã. Assim como Gina e Ana. – respondeu ele olhando o chão.
-E eu? Não sou como uma irmã para você? Apenas uma colega? – ela perguntou marota. Já adivinhava a resposta.
-Não, Lucy, você não é uma irmã, você é um amor… - murmurou ele, mas ela escutou. Ela sorriu internamente.
-Então. – começou ela. – se eu fizer isso, você não vai achar ruim então? – perguntou ela, se aproximando dele, e antes eu ele pudesse perguntar alguma coisa, ela beijou-o pedindo passagem, concedida no mesmo segundo. Se beijaram um bom tempo, e quando eles se soltaram, ele estava radiante e perguntou à ela.
-Lucy McCain, quer ser minha namorada? A menina da minha vida?
-Acho que sim…- murmurou ela, se aproximando da boca do menino, e beijando-o de novo. Depois se soltaram de novo.
-Considerarei isso como um sim! – respondeu ele, beijando-a novamente. Depois de um bom tempo (e põe tempo nisso) eles voltaram para o castelo, e a torre da Grifinoria já estava vazia. Cada um foi para seu dormitório, sem raiva de ninguém, tudo já tinha passado, como se fosse anos para Daniel e quando cada um se deitou, sonhou um com o outro e uma vida feliz, sem confusões.

O outro dia de manha, eles acordaram e viram que Daniel já tinha levantado. Desceram já arrumados para a sala comunal e não acharam o moreno também. Decidiram por esperar as meninas.

As meninas levantaram e não vira Lucy no quarto. Ela não tinha chegado quando elas foram dormir e nenhuma delas tinha visto a hora que ela chegou. Decidiram descer e se juntar aos meninos.

Chegaram no salão principal e viram os dois tomando café sorridentes.

-Hey, vocês nos largam ontem à noite, chegam numa hora que a gente não viu, nem sei se chegaram, e saem hoje cedo, se é que você estiveram em seus dormitórios, e nem para deixar um bilhetinho? – perguntou Harry indignado.
A única coisa que veio de resposta dos dois foi eles levantarem a mão direita e mostrar uma aliança de prata na mão dos dois.
-Vocês estão namorando? – perguntou o grupo de amigos.
-Isso responde à sua pergunta? – perguntaram os dois e começaram a se beijar.
Eles ficaram com a boca ligeiramente aberta.
-Foi por isso que sumimos hoje de manha. – disse Daniel, ao ver a cara de ponto de interrogação na cara deles. – A gente se acertou ontem e hoje de manha eu não estava com sono e por incrível que pareça, ela também não, então usei a passagem da bruxa de um olho só. Fui em Hogsmeade, e comprei um par de aliança para nós!
Eles continuaram de boca aberta.
-Ai gente, fechem a boca, nem é grande coisa assim! – exclamou Lucy.
-Não é? - perguntou Gina. – você ainda acha que é pouca coisa?
-Num momento vocês apenas faziam joguinho de sedução. – disse Teddy.
-No outro, você eram amigos. – terminou de completar Ana.
-Depois apenas brigam. – disse Gina.
-E por fim, depois de muita briga e provocação, estão namorando de uma hora para outra! Nenhuma mente bem estruturada entende vocês dois! – concluiu Harry.
Desataram a rir. Mione e Rony ainda estavam meio apreensivos em questão de se aproximar dos dois. Mas logo o novo casal puxou amizade com eles, e tudo voltou a ser como antes. Os moradores da grifinória admiravam a força da amizade que eles tinham. Logo McGonagall veio entregar os horários das aulas, e que esse ano foi melhor, pois o primeiro tempo não foi história da magia, mas sim, transfigurações.
-Tratem de não se atrasar para a primeira aula de segunda-feira desse ano, pois será minha aula. – avisou a professora quando entregava os horários.
-Pode deixar, professora Minnie, nós chegaremos lá no horário certo! – respondeu Daniel. A professora revirou os olhos. Mione ainda não tinha dado o ataque de cdf ainda, e ela faria de tudo para não ser assim perto de Daniel. Já estava desesperada para sair da mesa do salão principal, porque eles estavam demorando e se demorassem mais um pouco iam chegar atrasados, mas não ia falar para saírem senão poderia romper mais uma discução na mesa, então, para seu alivio, eles se levantaram por conta e ela apenas o seguiu.
McGonagall esse ano não falou dos NOMs então a aula toda ela ficou recapitulando tudo o que tinha passado no ano anterior.

Depois da aula dela, foram para uma entediante aula de Herbologia.
Apenas Neville da turma que gostava da matéria. Harry não ia mal, mas também não ia bem, assim como os outros meninos. Mione ia bem, como sempre, e as meninas iam razoáveis assim como os meninos.

O dia de aula terminou e Daniel e Harry correram pela passagem da bruxa de um olho só. Foram à loja de logro dos gêmeos, compraram algumas bombas de bosta. Voltaram para a escola.
-Sinto muito, Ana e Mione, mas vamos roubar seus namorados um pouco. – chegou Daniel falando, muito animado.
-Por quê? – perguntaram as duas.
Daniel sorriu.
-Você ainda não contou para elas sobre o nosso caso, Teddy? – perguntou Daniel ao menino com uma voz afeminada e fazendo gestos com as mãos. As meninas riram e o cabelo de Teddy ficou azul. – Ai mor… seu cabeluxo tá azul, bebe…! - terminou ele segurando o riso.
Teddy queria abrir um buraco no chão e se enfiar dentro. Os meninos desataram a rir como três hienas enquanto Teddy ficava vermelho junto com seu cabelo.
-Eu vi apenas uma vez você ficar com o cabelo dessa cor, Teddy! – disse Rony. – foi quando nós ficamos presos no armário de vassouras, por causa de Harry…

Flashback…

-Não acredito que estamos fazendo isso, Harry! – bufou Daniel.
Os meninos estavam no armário de vassouras, apertados e suados. Segundo Harry, Gina tinha marcado encontro com Michael Corner ali perto e Harry decidiu ficar ali e espreitar. Ele sabia, pois tinha ouvido de relance as meninas comentarem na saída da aula da McGonagall. E ainda por brinde ele tinha praticamente os meninos para ir com ele e fazer companhia. Eles estavam no fim do 4º ano, e Harry já tinha se descoberto gostar da ruivinha.
-Ah cala sua boca, Daniel. – retrucou Harry.- Olha, parece que ouvi vozes!
-Onde? – perguntou Rony, batendo na varinha de Harry, fazendo-a cair no chão e apagar.
-Ae, tá vendo o que você fez, seu idiota! Agora a gente não enxerga nada! – bufou Daniel novamente. – Tenta pegar ae, Rony.
-Não dá! – respondeu o ruivo. – Teddy está com o joelho na minha barriga, que está excessivamente cheia, porque acabamos de jantar. E Harry está com o braço por cima da minha cabeça!
-Tenta você então Teddy! – suplicou Daniel.
-Também não dá para mim pegar, porque o cotovelo de Harry tá praticamente furando meu saco e eu estou sentindo seu bafo no meu pescoço, e aliás, você deveria escovar mais os dentes, viu? – retrucou o loirinho.
-Tenta pegar você então Harry! – implorou os outros três.
-Ai… calma… ai, puta pesada agora que você me deu, Rony! Mais cuidado com essa mão, Daniel! – ralhou Harry, ao ver que a mão de Daniel faltava centímetros para encostar em sua bunda. – Se atreva a mexer que você vai ver, Teddy! – Harry disse ríspido a Teddy, que só não o beijava porque ele estava lutando para isso não acontecer.
-O que eu não faço por coleguismo! – exclamou Daniel. Harry fez tudo o que pôde até que conseguiu recuperar a varinha.
-Putz, que fedô é esse? – perguntou Daniel torcendo o nariz. – e agora não dá nem para tampar o nariz, porque minhas mãos passarão pelas nádegas do Harry, e eu não tô a fim de ver ele explodir aqui!
-Desculpa, gente, porque eu não consegui segurar, escapou! – disse Rony envergonhado.- desculpa mesmo!
-Agora não adianta se desculpar, Rony, você já soltou seus gases! – retrucou Teddy, se segurando para não rir.
-Malignos! – retrucou Daniel, tentando prender o ar para não respirar ou se asfixiar com aquele cheiro. – eu vou morder seu pescoço, Teddy, parece suculento! – disse Daniel ao loirinho.
-Não se atreva a chegar perto de mim, sua biba! – retrucou Teddy impaciente.
-Eu vou chupar seu saaanguee! – Daniel tentou imitar um vampiro, mas falhando miseravelmente.
-Nãããooo!! – suplicou Teddy desesperadamente.
NHAC.
-Eca, seu pescoço não é gostoso quanto parece! – exclamou Daniel. Harry ria histericamente, enquanto Rony parecia estar verde, passando mal.
-Olha só, ficou uma marca no pescoço dele! – exclamou Daniel, pondo a mão no lugar onde tinha mordido no pescoço do amigo.
-Sai fora! – disse Teddy, tentando se esquivar do amigo, que desatou a rir com Harry.
-Parece uma chupada no pescoço, Teddy. Vão achar que a noite que você teve com a loira do Lufa-Lufa foi boa! – implicou Daniel, risonho.
-Vou andar de cachecol na escola amanhã, mesmo que esteja sol! – retrucou o amigo, emburrado, o que fez eles rirem mais ainda.
-Shiu, silencio vocês dois ae! – chamou Rony a atenção dos três. – Ouvi vozes!
Na verdade, era Gina e Corner se aproximando juntos. O menino jogou ela de encontro com a porta do armário em que os meninos estavam e aproximou dela como uma onça extremamente selvagem.
Os meninos fizeram de tudo para segurar Harry, que estava vermelho de raiva.
-Aiin... Eu acho que vou soltar um… - Pzuuuu, Rony soltou um pum novamente.
-Merda viu! – exclamou Teddy, que era o mais próximo do amigo. – isso não é só barulho! Fede também se você não sabe!
Harry e Daniel riram como hienas novamente. Mas dessa vez riram em silencio.
-Eu acho que vou vomitar, eu comi demais! – exclamou Rony, verde e aparentando estar passando mal mesmo.
-Então engole tudo o que vier, porque eu não quero sair daqui sujo!- ralhou Daniel.
-Shiu! – pediu Harry.

-Gina… eu… você é muito gostosa… - exclamou Corner por entre os beijos da menina. Ela já não gostou do adjetivo.
Se beijaram mais um pouco e quando eles se soltaram, Gina exclamou…
-Harry… - Corner olhou-a estranhamente.
-O que disse?
-Nada… - ela reparou no erro e concertou-o.
-Que bom, pois é agora e comigo que você vai perder sua virgindade! – exclamou o menino.
-O QUÊ? –perguntaram Harry e Gina ao mesmo tempo.
Harry abriu a porta do armário tão rápido que ele pulou de dentro, fazendo Daniel cair de cara no chão, depois Teddy em cima e Rony por cima dos dois.
-Er… - começou Harry.- Oi!
Gina olhou-os espantada enquanto era visível que Corner queria esganar os meninos.
-Você estragou minha noite Potter! – ele rugiu, Harry nem se abalou, o menino voou para o pescoço de Harry, mas Gina veio ao se socorro.
-Não encoste nele Michael! – ela gritou. – Nós não teríamos noite nenhuma, Corner! E Harry… - ela olhou-o meio desesperada. – você não ouviu o que eu disse neah?
-Ouvi sim, ruivinha. Quer ir comigo à Hogsmeade amanha?
-NÃO! – ela exclamou, mas porque Corner desatou a correr, porque Harry avançou sobre ele.

Mas ouviram um barulho de vômito e olharam Rony. Ele tinha vomitado. Harry olhou para o menino e lembrou que ele tinha dito que Gina ia perder a virgindade ali, uma raiva subiu pela sua cabeça. Avançou sobre o menino. Corner ia sair correndo, se não fosse cego e passasse correndo bem onde Rony tinha acabado de vomitar. Ele escorregou e caiu de cara do vômito. Os marotos e Gina se acabaram de tanto rir. O Lufa-Lufino levantou, cuspindo pedaços de carne e torta de abóbora para todo o lado e xingando tudo e todos de tudo quanto é palavrão existente.
Quando pararam de rir, olharam um para a cara do outro e voltaram a rir novamente.

Fim do flashback.

-Então quando uma menina te encontrou o corredor e perguntou da marca vermelha no pescoço, eu disse à ela que Joanisder teve uma noite muito boa com esse maroto aqui. – terminou de recontar Daniel para as meninas. Novamente Teddy ficou muito, mas muito vermelho.
- Mas porque você ficou vermelho apenas de Daniel falar que você tinha um caso com você? – perguntou Gina à Teddy.
-É uma longa história, que nós não contaremos agora, ruivinha! – respondeu Harry, puxando Rony e Teddy para fora do salão comunal.
-Agora o Filch vai conhecer os filhos dos marotos! *-* - Daniel adquiriu um brilho excessivo no olhar. Harry, Teddy e Rony sorriram.
Eles caminharam sob a capa de invisibilidade. Abriram o mapa do maroto e viram que Filch estava no corredor do 7º andar, de onde tinha saído. Os meninos estavam no 3º andar e rumavam para o escritório do Filch, que ficava no 1º andar. Chegaram lá, soltaram os arquivos pelo chão, explodiram algumas coisas e soltaram duas bombas de bosta cada um. Saíram gargalhando.
-Ora, ora, ora, o que temos aqui? – perguntou Filch ao pé do ouvido dos meninos.
-AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH- os quatro berraram, e a única reação dos três foi sair em disparada rumando para a torre. Cada um foi por um caminho diferente, mas chegaram no retrato ao mesmo tempo.
-Sabia que você é o quadro mais belo e simpático que nós já vimos? – cantou Daniel para a mulher gorda.
-É mesmo? – perguntou ela.- ninguém tinha dito isso para mim antes…
-É! SÓ QUE AGORA DEIXA A GENTE ENTRAR! –gritou Daniel desesperado, ao vê um vulto no começo do corredor.
-Como queira! – respondeu ela sorridente, ainda feliz com o 1º elogio que recebera.
Para o azar dos meninos, era McGonagall que veio atrás deles, então ela os viu, e entrou no salão comunal enquanto os meninos sentavam exaustos, na poltrona.
-Os senhores me acompanhem, por favor. – ordenou ela.- faltam quinze para meia noite, e não tem razão para estarem fora da cama nesse horário. – terminou ela severa.
Ela deu as costas aos meninos, que se entreolharam preocupados.
Seguiram a professora e perceberam que se direcionavam para o escritório do diretor.
-O que será que a gente vai fazer? – sussurrou Teddy, desesperado. Ele não queria ficar em detenção aquela hora. Até porque ele não teve tanta culpa porque fora Daniel e Harry que lhe tirou da sala comunal para estragar o escritório de Filch. Não fora por livre e espontânea vontade, e sim, arrastado.
-Desista, vamos levar uma detenção! – retrucou Daniel. – que é o de menos, porque detenções é o que a gente mais faz nessa escola!
-Mas eu não to a fim de cumpri mais uma! – responderam Teddy e Rony juntos.
Harry e Daniel reviraram os olhos, então a professora parou de frente a gárgula de pedra, e murmurou “Uvas passas congelantes” e a gárgula deu espaço para subirem as escadas.
Ela bateu na porta, e após um minuto, escutaram um baixo e sonolento “entre”.
-Desculpe interrompe-lo, professor Dumbledore, mas esses garotos estavam fora da cama nesse horário, e não pude evitar de trazê-los aqui, pois só eu tentar consertá-los não resolve.
-Tudo bem, professora Minerva. Estou aqui para o que vier. – respondeu o senhor, ajeitando os óculos de meia lua no nariz torto.
-Olá tio Dumby… como anda a vida?- Harry perguntou sorrindo amarelo. As narinas da professora se alargaram, sinal de que se aborreceu com o jeito da pergunta.
-Muito bem, Harry… - Dumbledore respondeu sorrindo, não ligando para o apelido que o menino deu à ele.
-Bem, que bom então – respondeu o moreno de óculos.
-Vou sair daqui para você resolver o que vai fazer para estes meninos. – disse Minerva saindo da sala, mas era visível que ela queria era dar uma detenção terrivelmente dolorosa, em que consertasse aqueles meninos e os deixasse na linha.
-O que eu posso fazer por vocês? – perguntou o professor cansado.
-Uma dica: - começou Daniel. – Nos dispensar de boa e deixar a gente deitar naquelas camas aconchegantes, de edredons quentes e macios, e travesseiros fofinhos sem detenção?! – e os quatro olharam esperançosos para o professor, que sorriu maroto.
-É a única vez que farei uma coisa dessas, apenas porque este velho já está ficando cansado e quer apenas uma cama como a que você idealizou aqui, Daniel. Mas da próxima, terão detenção sim, e de mais de uma semana. Podem ir. – dispensou o professor. Eles sorriram e murmuraram um Boa Noite, e saíram rapidinho da sala e rumaram ligeiramente para a torre da Grifinória.


No outro dia, as meninas riam da história deles. Lucy era a que mais gargalhava, porque ela era a mais marota do grupinho ali. Gina também ria bastante. Ana sorria e Mione era a única que nem ao menos sorria. As vezes ela forçava um sorriso, mas Daniel não percebeu. Mione queria muito ser certinha o tempo inteiro. Ela tinha complexo de Responsabilidade, como sempre Daniel dizia. Na segunda semana de Outubro, McGonagall pediu para Harry ficar um pouco mais na sala, porque ela precisava lhe dar umas palavrinhas. Harry já imaginou que seria sobre o escritório do Filch, mas se enganou completamente.

-Harry, não tive tempo de pensar em quem por de capitão do time da Grifinória nas férias, porque eu estava ocupada fazendo as cartas dos alunos, que mesmo por magia, dá um certo trabalho. Conversei com alguns alunos do segundo, terceiro, quarto e quinto ano, e descobri que eles apóiam que você seja capitão, pois Kátia Bell parou de estudar. Não sei ao certo o que aconteceu, mas sei que você foi nomeado o capitão do time! Os gêmeos saíram da escola ano passado, e temos três vagas: duas para batedor e uma para artilheiro. Quero o time com força total para vencermos a Sonserina novamente. Snape não consegue me olhar nos olhos por meses. Confio em você. Está dispensado!
Harry saiu de lá atônico. Ela nem perguntou se ele queria o cargo ou não. Lógico que ele queria, mas ela não quis ouvir a opinião dele, o que o deixou feliz. Ela confiava no potencial dele. Quando contou aos colegas, eles o ajudaram a fazer o anuncio do time no salão comunal, e colocaram lá. Gina foi a primeira a assinar seu nome. Lucy também.

Harry agendou o campo para fazer os testes no outro dia mesmo, logo pela manha.
No fim do teste, o time estava assim

Harry – apanhador e capitão
Rony - goleiro
Daniel e Lucy - batedores
Gina, Teddy e Ana - artilheiros.


Muitos falaram que Harry tinha apenas escolhido os amigos, mas não era bem assim. Rony, Daniel e Teddy já tinham entrado para o time no ano passado, e Gina, Lucy e Ana mostraram melhor desempenho.
Quando eles desceram no campo, perceberam que tinha muitas pessoas (na maioria, as meninas piranhas da escola) estavam nas arquibancadas, assistindo-os.
-Hey, vaza daí suas piranhas! – berrou Lucy para as meninas risonhas que estavam nas arquibancadas. Lógico que Mione estava muito longe delas. As meninas lançaram um olhar de pura raiva e inveja a Lucy, ao verem que Daniel puxou-a para um beijo de tirar o fôlego, para a morena não brigar com as outras.

Harry e Gina tinham ido para o vestiário. Rony, Teddy e Ana já tinham se trocado, e Daniel e Lucy também.
Depois dos dois tomarem banho, e se trocarem, logicamente, um olhou para o outro e foram se aproximando, começaram a se beijar. A temperatura do vestiário subiu instantaneamente. Não conseguiam se controlar mais e as mãos passeavam pelos corpos sem pudor. Até que Harry realmente perdeu o único restinho de sanidade mental e suas mãos pousaram nos seios da menina. Ela recuou e ele olhou-a assustado. “Essa foi mal!” pensou ele.
-Desculpe. – pediu ele, praticamente implorando. Ela ainda o olhou espantada, mas logo respirou fundo e resmungou um “tudo bem”. Eles começaram a arrumar as coisas em silencio.
-Desculpa Gina, eu realmente perdi a cabeça, você me deixa maluco… - ele disse para ela, olhando fundo naqueles olhos castanhos.
-Tudo bem. – ela repetiu. – Só espero que não aconteça de novo, por que eu sou muito nova, eu não estou pronta ainda, e… eu também perdi o controle… você me deixa maluca também, Harry! – ela sorriu. Ele se aproximou cauteloso, achando que a menina se afastaria dele se ele chegasse numa distância muito perigosa para a sanidade deles, mas ela não recuou então ele a abraçou.
-Eu te amo, Gina.
-Também te amo Harry. – respondeu ela. – e você não imagina o quanto. – Ele sorriu.
-Dois anos sonhando com você dizendo essas mesmas palavras para mim… Eu nem acredito que eu estou realmente vivendo isso… tenho medo de abrir os olhos e imaginar que estou sonhando… - disse ele para ela, ainda sorridente.
-Poderei dizer mais um milhão de vezes, enquanto eu viver ao teu lado. – respondeu ela.
-Então vai ser para sempre, porque eu nunca quero sair de perto de você, ruivinha…
Ela apenas sorriu. Eles se beijaram mais uma vez, só que dessa vez com menos intensidade do que da outra vez, e resolveram voltar para a torre.







Obrigados à::



Drika Luana
sam radcliffe
Juliee Malfoy
Karina Tonks
Pricipe Potter
Thaty Weasley, que foi uma das que mais comentou.!!
Nathaly (a Naat)
Laurenita
e
Mary Evans



meninas e meninos (Principe)

mto agradecida por comparecerem ake e comentar,

sem palavras pra agradecer, e por isso vou postar mais de des capitulos só hj.!!


beeeeeeeeeeeeeeeijooooo.!!

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