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2. A cela


Fic: Just Give me a Reason by Jôsy Chocolate


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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 A Cela



O gosto amargo do chá frio que haviam lhe dado naquela manhã ainda estava em sua boca. Não conseguia pegar no sono, pode ouvir passos, sua cela se abrindo e alguém foi arremessado lá dentro. Aquilo pouco lhe importava, contando que o estranho não o importunasse. Ainda bem que estava inconsciente e não lhe atormentaria por um bom tempo.



Não entendia porque insistiam em colocar outro prisioneiro com ele. Gostava de ficar só, e desde que matara o último companheiro de cela haviam deixado-o em paz. Talvez quisessem que ele fizesse o serviço sujo.



Não tinha noção de quanto tempo estava ali, preso. Talvez semanas, meses, mais de um ano, ou quase dois, que diferença fazia? Desde que falhara na missão de matar Dumbleodore, e Potter havia fugido com a Granger e com o maricas do Weasley, ele estava ali. Sabia só de alguns fatos, mas também não importava. Morreria ali. Seu pai e sua mãe estavam mortos. Não havia mais nada no mundo como ele conhecia. Nada!



Adormeceu.



Acordou com um grito de morte ao seu lado. Num salto empurrou longe o que, ou quem quer que estivesse ao seu lado.



_Que diabos! Que pensa que esta fazendo? – ele gritou para o amontoado no chão que caira quando ele empurrou e se arrastara para o canto do quarto sujo.



_Mortos! Estão todos mortos! Mortos!



A voz feminina o atingiu como um raio. Que droga de ideia levar uma mulher a cela dele? A voz estava estrangulada como se ela estivesse em pânico.



_Sim, provavelmente nos também estaremos mortos em breve! – ele se sentou bufando e esfregando os cabelos já compridos.



_Tenho que sair daqui. Morto, eu preciso ir até ele! Estão mortos! Mortos!



Hermione sentia as pernas fracas, mas insistiu em levantar, esmurrando a porta a sua frente, até que sua mão se ferisse e sua garganta não suportasse mais.



_Dá para parar de gritar? Eles devem estar ocupados. É melhor assim.



_Sair! Rony! Rony, você não pode estar morto! Rony!



_Rony?



A menção do nome o fez saltar como se tivesse fogo em seu traseiro, então ele alcançou a estranha a forçando a virar o rosto para ele.



Mas ela não facilitou, lutou, lutou, e em um segundo estavam rolando numa luta corporal. Ele tentava apenas olhar o rosto dela. Não era possível que em meio aquela sujeira e maus tratos estivesse a sangue ruim. A imobilizou e retirou a massa de cabelo sujo do rosto dela.



Não poderia crer estava coberta de sujeira e farrapos. Seu corpo muito junto ao dela, o fez perceber a barriga avantajada.



_Merlin, não pode ser verdade! Não podem ter te jogado aqui!



Como ele podia não ter reconhecido a voz dela? Simples, ele passara a vida tentando esquecer tudo. Era como se enfim tivesse o branco que tanto desejara e agora um globo colorido tivesse ligado em sua mente, o arremessando do futuro ao passado. O futuro, era apenas dor, e a escuridão da morte. O presente uma surpresa. E o passado um segredo.



Por um instante Hermione esteve completamente lúcida de sua dor. Por pior que fossem aqueles olhos eles a transferiram para um passado distante onde tudo estava bem. Tudo ficaria bem, foi o seu último pensamento antes da escuridão reivindicá-la.



***



Draco ainda estava sentado do lado oposto da cela, quando um dos seus algozes entrou e sorriu.



_Gostando da companhia? - ele perguntou com deboche.



_Não tinham outro lugar pra colocar ela?



_Achei que gostaria de uma vadia? Está há muito tempo sem companhia – ele fez uma pausa sarcástica - feminina!



Draco se levantou e se jogou contra as barras de ferro como se pudesse atravessa-las e estrangular o homem a sua frente. Mas refreou seus impulsos com uma careta de desgosto. E o homem riu.



_Não a mate, acho que temos planos especiais para ela. Caso ela seja quem estamos pensando. Sabe quem ela é?



Poderia responder, e a Granger estaria morta na próxima meia hora, antes que pudesse recobrar a consciência. Ou poderia mentir, e eles a matassem por não ter valor algum para eles. Não havia razão para protegê-la.



_Lilá Brown, ou irmã dela, não sei. Nunca prestei muita atenção em grifinórias idiotas.



_Vamos deixa-la ai por enquanto. Toma, isso deve dar para vocês dois até amanhã. - ele disse jogando um prato sujo por debaixo das grades.



_Qual é? Como isso sozinho ainda hoje! - reclamou Draco.



_Isso não é a porra de um hotel cinco estrelas caso não tenha percebido Malfoy! - o homem berrou - Cuide dela, e não a deixe morrer.



_Não sou enfermeira! E esse não é a porra do SantMungus!



_Problema seu! Se ela estiver morta quando chegar, providenciarei mais dois companheiros de cela pra você. - ele sorriu enigmático – De uma só vez!



Draco suspirou e respirou resignado e se sentou.



As horas que se passaram o deixaram intrigado. Cochilara a maior parte do tempo, mas atento para ver se ela acordara. Nada , ela continuava imóvel.



Pensou em sua mãe, nas confissões que fizera em uma manhã há tanto tempo atrás. Seu coração não era mais o mesmo. Sua mãe tinha razão, passara. E vê-la ali agora... O deixava tão consciente de que as coisas tinham mudado. E ela estava mesmo grávida? Que tipo de idiota engravidaria a namorada no meio de uma guerra? E se ela permitira sinal, de que sua sanidade poderia ser questionada. A Granger que amara as escondida por anos, era simplesmente mais inteligente que isso.



O fato dela estar ali era realmente um fator complicado. Se Potter houvesse perdido, ele certamente seria morto em breve, a ideia de ser torturado até a morte o deixou com o estômago embrulhado.como se já não tivesse sido torturado o suficiente. E se Potter ganhasse, não estaria em uma situação muito melhor. Provavelmente o beijo do dementador, o aguardava, ou anos apodrecendo em askaban. Suspirou, a presença dela ali, era aprova de que ele estava realmente arruinado.



Incomodado, foi até ela e a virou, estava pálida, o rosto magro, longe de ser a grifinória orgulhosa que ele conhecera.



_Granger! Granger, acorda! – ele a sacudiu levemente.



_Não quero acordar! – ela balbuciou.



_Não é hora de dramas. Negue seu nome, não diga que seu nome é Granger! Negue!



_Porque eu faria isso? – ela perguntou débil.



_Para sobreviver.



_Não me interesso em sobreviver.



Ele ignorou o comentário, e perguntou:



_Me diga o que está havendo lá fora?!Quero saber como estão às coisas?



_Mortos!Todos mortos.- ela disse débil, e se esforçou para se sentar ele não fez nada para ajuda-la.



_Eu preciso do Harry! Merlin, eu preciso do Harry!-ela balbuciou como se para si mesmo.



_O Potter ainda está vivo? – ele quase gritou.



Ela soluçou antes de responder, inaudivelmente.



_Responde sua maldita! Ele está vivo? - Draco gritou se aproximando dela que se encolheu de medo.



_Eu não sei, eu não sei! – ele disse baixo, sua respiração entrecortada, ela estava com medo.



Uma torrente de palavrões veio a sua mente, mas ele apenas as impediu de sair.



_Coma um pouco! Você está péssima!- ele disse autoritário.



_Não quero!- foi à resposta seca e vaga.



_Sim, você quer! Não vai morrer enquanto estiver aqui comigo!



_O que te importa que eu morra? Você desejou isso desde que nos conhecemos!



_Pouco me importa Granger!- mentira! Mentira! Uma voz interior gritava, mas ele preferiu continuar na mentira. Seria bem mais fácil ignora-la – Da ultima vez que morreu alguém nessa cela, fui obrigada a conviver dias com o fedor de carne morta! Não quero isso de novo pra mim!



Ela era forte, sempre fora, mas ver seu mundo desmoronar,era demais, sabia que a guerra era dura, que haveria perdas, mas nada o preparou para aquilo. a traição, que não era por culpa da guerra, talvez fosse. Enfim as perdas. Amava Loony como uma Irma, estava esperando um filho, queria uma vida. Uma vida que jamais existiria. Sentiu o ar faltar a seus pulmões... O pavor a dominando, e estar trancada em uma sala com Draco Malfoy não ajudava muito. Queria gritar, mas a voz não saia...



_Granger? Granger, não acredito que apagou de novo! Inferno!


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