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3. Capítulo III


Fic: Na escuridão da sua ausência


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Capítulo Três

Ooh, and all I taught her was everything...
(Ooh, e o que eu ensinei a ela era tudo)
Ooh, I know she gave me all that she wore...
(Ooh, eu sei que ela me deu tudo que ela podia)

:.: Rony e Hermione acharam melhor não dizer a ninguém - nem mesmo ao Harry - o que acontecera na noite anterior. Os dois, após o beijo, decidiram que não iriam ao baile, pois não tinham vontade nenhuma de serem par de outras pessoas. Então ficaram a noite toda na sala comunal da Grifinória, conversando sobre o que fariam a partir daquele beijo.
Rony era só sorrisos no café da manhã. Todos pareceram perceber que o garoto cantarolava uma incompreensível canção enquanto passava manteiga em uma torrada.
- Rony, o que houve com você? - perguntou Harry ao amigo, que agora balançava o copo com suco de cenoura como se dançasse com ele.
- Nada. Só percebi que a vida é uma coisa bela - disse e, olhando para cima, completou. - Você já notou como o sol nasceu mais bonito hoje, Harry?
O teto enfeitiçado do Salão Principal de Hogwarts mostrava que o céu estava limpo, claro e sem indícios de chuva.
- Realmente está bonito. Mas por que você está falando estas coisas? - completou em um tom sarcástico. - O que aconteceu ontem, Rony? Pode me dizer!
- Ontem? - Rony ficou extremamente vermelho neste momento. - Nada! Por que pergunta?
- Não sei, não te vi no baile... Sei lá... Você e a Padma Patil, sabe? - disse Harry com um sorriso maroto.
- Padma Patil? Ah, é mesmo... Eu a chamei para ir ao baile, mas nem a vi ontem... Gárbulas galopantes! - Rony disse isto num tom dramático. - Ela deve estar furiosa comigo!
Havia sido uma tarefa complicada para Rony convencer Padma Patil a ser seu par no baile. Desde o quarto ano, quando o garoto não lhe dera atenção no baile, ela estava chateada com ele. No fim ela acabou aceitando devido a certa fama que Rony adquirira como goleiro da Grifinória.
- Você deu um bolo nela? Rony, o que houve então? - perguntou Harry intrigado.
Nesse momento, Hermione entrou no Salão Principal, já abarrotada de livros. Tanto Rony, quanto a garota não conseguiram disfarçar os olhares que lançavam um para o outro. Tinham combinado de não demonstrarem nada até decidirem se a "relação" realmente daria certo.
- Já estudando, Mione? - disse Rony, cortando o silêncio que reinava desde que a garota chegara.
- Pois é - respondeu formalmente.
- Ah, então tá.
- O que há com vocês dois, hein? - perguntou Harry, pois já notara que algo estranho estava acontecendo com seus amigos. - Por que vocês estão se tratando tão formalmente?
- Formalmente? Acredito que seja só impressão sua, Harry - respondeu Mione.
Colin Creevey, aluno do sexto ano que tinha uma enorme admiração por Harry, se aproximou do trio. Ao verem o garoto chegar, Rony e Hermione se entreolharam, pois havia sido Colin quem libertara o casal do armário na noite anterior.
- Bom dia! - disse ele e completou, olhando para Harry. - Bom dia Harry! Posso me sentar com vocês, pois o pedaço da mesa onde sempre sento já está lotado?
Harry responderia que sim, apesar de não gostar muito da devoção que Colin lhe prestava, quando foi interrompido por Rony e Hermione.
- Não! - disseram em um sonoro coral.
Todos, inclusive o resto da mesa da Grifinória, olharam para os dois, que ficaram extremamente envergonhados com a situação.
- É que estamos conversando sobre assuntos paralelos e... Sabe, talvez você se sinta meio deslocado - disse Hermione, tentando parecer o mais natural possível.
- Pois é, quem sabe Gina não esteja precisando de você - disse Rony, sem pensar.
- Precisando pra quê? - perguntou Colin.
- E eu é que sei?! Talvez ela queira tirar uma foto ou revisar uma lição de Poções ou te contar algum segredo... - Rony achou melhor parar de falar assim que notou o olhar reprovador que Hermione lhe lançava.
Harry assistia a cena sem entender direito o que estava acontecendo. Nunca vira os amigos agindo dessa maneira, pelo menos não ao mesmo tempo.
- Bom, acho melhor ir, pois minha primeira aula é de Feitiços e não quero me atrasar - e pegando sua máquina fotográfica, que havia deixado encima da mesa, completou. - Vejo vocês depois. Tchau!
- Tchau Colin.
Quando Hermione e Rony já se sentiam aliviados por ver Colin se afastando, o garoto se virou e perguntou:
- Nem cheguei a perguntar ontem se vocês ficaram muito tempo presos no armário? - neste momento Harry olhou para os amigos como se entendesse exatamente o que estava acontecendo. - Acho melhor você, Hermione, ver com alguém, já que é a monitora, pra arrumarem aquela porta, né?
- Pode deixar Colin, eu vou procurar a professora McGonagall e ver o que posso fazer - disse a garota, muito constrangida. :.:

Rony ouvia uma doce e embriagante melodia, mas não enxergava nada naquela imensa escuridão. Era como se estivesse em um sono pesado. Queria acordar, mas não conseguia. Seus olhos teimavam em continuar fechados.
Quando finalmente conseguiu vencer seu "sono" viu um claro e nebuloso quarto. Parecia um quarto de hospital. Sentia-se exausto, por isso não conseguiu levantar. Os olhos ainda teimavam em se fechar e a silhueta de uma mulher apareceu em sua vista, dizendo palavras incompreensíveis para Rony, pois já mergulhara no tranqüilo sono novamente.

:.: - Não acredito que o Weasley e a sangue-ruim da Granger estão de namorico!
Harry, Rony e Hermione estavam a caminho da aula de Poções em uma monótona sexta-feira. Os três se viraram para olhar, mas já sabiam exatamente a quem pertencia aquela voz arrastada.
- Você não tem nada melhor para fazer, Malfoy? - disse Hermione com tom de irritação.
- Melhor do que ver com meus próprios olhos o casal mais comentado e mais patético de Hogwarts? Acho que não - as falas de Malfoy eram acompanhadas pelos risinhos de Crabbe e Goyle, que estavam sempre com o garoto.
- Você está é com inveja, Malfoy, pois não tem namorada, como o Rony - disse Harry.
- Olha quem diz! Eu é que nunca ouvi falarem de nenhum namoro seu, Potter - e completou, lançando um olhar maldoso para Hermione. - E eu prefiro morrer solteiro a namorar uma sangue-ruim.
- Seu cretino... - Rony pulou para cima de Malfoy, que não esperava o ataque tão repentino do garoto.
Os dois começaram a rolar no chão do corredor, sendo acompanhados pelos amigos que tentavam separar a briga dos dois garotos.
- Rony, pára! - dizia Hermione ao namorado, quase aos berros.
- Você vai aprender a nunca mais falar mal da Mione - disse Rony ao mesmo tempo em que dava socos na barriga de Malfoy.
- Ah, é? - disse o outro, pegando a varinha no bolso.
- Espelliarmus!
Antes mesmo que Malfoy pudesse lançar qualquer feitiço contra Rony ele foi lançado para longe e caiu com a cara para o chão. Malfoy lançou um olhar de ódio para Hermione, que ainda estava com a varinha às mãos.
- Isto não vai ficar barato, Granger - disse Malfoy, ainda se levantando, sendo auxiliado por Crabbe e Goyle.
- E não vai ficar mesmo! - dizia um homem de rosto macilento e cabelos oleosos - Cinqüenta pontos a menos para a Grifinória. E você, Srta. Granger - dizia Snape com um olhar reprovador -, quero que fique depois da aula para conversarmos.
Hermione sabia que isto significaria uma detenção ou algo pior, pois como monitora da Grifinória ela tinha o dever de dar o exemplo para os outros alunos. :.:

Rony acordou em um quarto que parecia hospitalar. Era o mesmo quarto que vira antes só que agora estava mais nítido e já conseguia manter seus olhos abertos. Olhou em volta e viu que estava cercado de gente que, assim como ele, estava deitada nas camas que se postavam lado a lado. Alguns dormiam e outros eram atendidos por mulheres vestidas de branco. Uma delas, após ver que Rony já acordara, veio ao seu encontro.
- Como se sente, Ronald? - disse a mulher com um sorriso bondoso.
- Bem... Mas... - Rony não estava compreendendo o que estava acontecendo.
- Procure descansar, pois passagens como a sua costumam ser as mais difíceis - completou, ajeitando seu travesseiro. - Daqui a pouco o seu Pescador de Ilusões já deve estar chegando, aí sim o senhor poderá se levantar.
- Meu o quê? - Rony perguntou em vão, pois a mulher já se encaminhara para a cama ao lado, onde acomodava o homem que estava deitado nela.
Rony estava confuso, não estava entendendo nada. "Talvez eu tenha sobrevivido e agora estou no hospital", pensou. Mas por mais que aquele lugar lembrasse um hospital, Rony sabia que não era. As pessoas que estavam deitadas pareciam cansadas, mas não doentes, muito pelo contrário: pareciam bem saudáveis. Algumas sorriam enquanto dormiam, ao mesmo tempo em que outras tinham feições tristes.
- Como veio parar aqui, sabe? - perguntou um homem magro, cabelos e olhos cor de mel, que estava deitado na cama ao lado de Rony.
- O que disse? - perguntou, pois estava desligado e não tinha prestado atenção no que o homem dissera.
- Perguntei como veio parar aqui? - perguntou mais uma vez. - Sabe, como morreu? Sabe?
"Então realmente morri", concluiu Rony.
- Sabe, meu irmão usou o feitiço Avada Kedavra em mim. Ele se bandeou para o lado do mal há alguns anos e no nosso reencontro o maldito me matou, sabe. É a vida, né?
Rony não prestara atenção em nada que o homem estava dizendo, só queria entender tudo aquilo.
- Que lugar é este? - Rony perguntou finalmente.
- Ah, você ainda está confuso? Tudo bem, quando cheguei também não entendi nada, sabe - dizia o homem rapidamente. - Estamos no Limbo.
- Limbo? - Rony estava mais confuso do que antes. - O que é Limbo?
- É o lugar para onde todos vamos quando morremos, sabe?
- Pens... Pensei que ha... Havia o céu...
- Também pensei isso, sabe. Mas é aqui que saberemos se vamos para Luz ou para as Trevas, sabe?
Rony estava frustrado. Pensara que poderia ver Mione, que ela estaria com ele ali, mas tudo estava muito diferente do que imaginara. O homem ao seu lado pareceu perceber sua cara de confuso e disse:
- Não se preocupe, logo o seu Pescador de Ilusões vai chegar e aí ele vai te explicar tudo, sabe. Nem nos apresentamos, né? Meu nome é Beijamim Bowt, mas todos me chamam de Sabe, sabe.
- Ronald Weasley, ou melhor, Rony - disse apertando as mãos de Sabe. - Me diz uma coisa, o que é Pescador de Ilusões?
- São os nossos defensores, sabe. São eles que vão tentar provar nosso lado bom.
Neste momento a mulher de branco se aproximou de Rony com uma bandeja com um copo d'água nela.
- Seu Pescador de Ilusões avisou que irá demorar um pouco Ronald, então você precisa tomar este comprimido para dormir, pois não posso deixá-lo acordado muito tempo sem a presença dele.
- Mas não estou com vontade de dormir.
- Assim que tomar o comprimido terá - e entregou a ele um pequeno comprimido verde que Rony, sem escolha, tomou em um só gole.
"Boa noite, amigo" foi a última coisa que ouviu antes de cair novamente em um profundo sono.

:.: Rony e Hermione caminhavam de mãos dadas pelo campo de quadribol vazio. A garota estava com um semblante muito triste e vinha caminhando com a cabeça baixa.
- Nossa, não acredito que a professora McGonagall me disse tudo aquilo - Hermione tinha uma verdadeira admiração pela professora de Transformação.
- Ah Mione, você disse a ela que foi o Malfoy quem começou? Que ele te chamou de sangue-ruim? - perguntou à namorada.
- Disse Rony, mas não adianta, eu estou errada mesmo. Não devia ter lançado aquele feitiço contra o Malfoy.
- Se você não fizesse isto ele lançaria algum feitiço maluco em mim - ele parou a namorada no meio do campo e disse, olhando em seus olhos. - Você fez aquilo para me ajudar, mesmo sabendo que se prejudicaria com isso. Estou orgulhoso de você, Mione!
Hermione olhou emocionada para Rony, que a abraçou muito forte. Com isto ela se sentiu mais protegida.
- Bem, vamos então para a nossa aula de vôo? - perguntou Rony animado.
- Ah Rony, não sei. Eu não tenho muita experiência com vassouras.
- Ah-rá, então encontrei algo que a Srta. Granger não sabe - e completou, beijando-a. - Pode deixar sua boba, eu te ensino. Confia em mim!
Os dois passaram a tarde toda voando por Hogwarts. O dia estava belo e o casal era só felicidade. O vento que afagava seu rosto quando a vassoura pegava velocidade, as nuvens de algodão que pareciam roçar sua pele... Tudo era inacreditável! Tudo estava bem, pois Hermione não conseguia se lembrar de Malfoy, Snape, de nada. Só Rony importava para ela agora. Só ele conseguia deixá-la feliz. Tudo parecia um sonho e se realmente fosse não queria acordar nunca mais. :.:
- Como vai Sr. Ronald Weasley? - Rony acordou com um homem sentado na borda de sua cama.
- Quem é você? – perguntou, um pouco sonolento.
- Meu nome é Set Vigme, serei seu Pescador de Ilusões enquanto estiver aqui no Limbo - disse o homem, vestia uma calça e uma blusa branca, enquanto apertava a mão direita de Rony.
- Eu sinceramente não estou entendendo nada ainda.
- Ah, isso é normal! Assim que os Chias chegam aqui não entendem nada mesmo. O meu trabalho é explicar a você como funcionam as coisas aqui no Limbo .
-O que significa Chias?
- É como chamamos quem faz a passagem e ainda não foi julgado - e concluiu, levantando-se. - Mas não se preocupe, lhe explicarei tudo depois. Primeiro vamos sair deste lugar, pois estou morrendo de fome.
Rony se levantou e acompanhou Set.
- Tchau amigo! - disse Sabe, ainda deitado na cama vizinha a de Rony. - Boa sorte no seu julgamento, sabe.

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