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55. Capítulo novo em 26/12


Fic: Uma brincadeira do destino - Epilogo postado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Extra Rony



Nada será como antes



Rony olha a sua garotinha ruiva que brinca com a sua vassoura de brinquedo, muito fofa em sua nova roupa do Chudley Cannons. Ele nunca pensou que a sua vida poderia mudar tanto desde aquela fatídica conversa com Pandora há quatro anos quando ele viu a sua esposa sair de uma das salas da ala destinada às pacientes gestantes do St Mungus. Quando ele pensava que a sua vida não poderia ficar mais complicada, ele percebeu que o destino sempre pode pregar mais uma das suas peças, naquele momento ele viu que nada em sua vida seria como antes...



XXXXX



Voltando ao dia do nascimento do filho de Draco e Hermione



Rony olha fixamente para a sua esposa que parece estar em choque. Nenhum dos dois notou que Harry saiu. Na mente do ruivo apenas uma coisa. Mais um segredo que a esposa escondeu, o pior deles, o único que ele não poderia nunca perdoar. Ele quer falar, mas neste momento seu medo é perder as estribeiras e causar um escândalo no hospital, então ele encara a sua esposa e fala tentando controlar o tremor em sua voz:



-Você vem comigo agora! – O ruivo segura seu braço e aparata com ela para seu antigo apartamento



Ao chegar, ele vê a sua esposa sair correndo para o banheiro e ouve os sons nada agradáveis de alguém que está colocando o seu café da manhã no vaso sanitário – você está bem? – ele pergunta meio arrependido do rompante – desculpe, eu não devia ter aparatado com você desse jeito.



- Não, você não devia – ela diz ofegante antes de debruçar novamente no vaso sanitário – agora saia, por favor, eu preciso de um minuto – ela vê que Rony a encara sem saber direito o que fazer – saia, eu não vou fugir, eu prometo. A gente precisa mesmo conversar.



O ruivo vai para a sala e aguarda os poucos minutos que parecem horas, até que finalmente Pandora volta meio pálida, mas tentando aparentar que está bem, então ele tenta deixar a preocupação de lado e focar no motivo que o levou a estar ali.



- Você está grávida – ele diz e isso não e uma pergunta – por que você não me contou? Eu tinha... – ele respira fundo – eu tenho o direito de saber. Passou pela sua cabeça que eu iria deixar você ir para a Espanha carregando um filho meu?



- Mi vida... – ela respira fundo... – Rony... Eu descobri isso a poucos dias, da última vez que eu te vi, eu havia começado a desconfiar, mas eu não sabia, eu juro.



- E porque você não me falou quando descobriu? – ele indaga – eu tinha o direito de saber!



- Eu ia contar – Pandora diz lutando contra as lágrimas – eu... Eu só não sabia como, eu estava assustada, eu tive medo que você me acusasse de ter feito isso de propósito.



- E você não fez? – ele não resiste em perguntar – seria uma forma de me ter a seu lado



- Eu juro – ela diz – eu não pretendia. Eu estava me cuidando, mas essas coisas às vezes falham. É por isso que eu não te contei, porque você iria me acusar – ela respira fundo – eu iria esperar até o casamento ser anulado pra contar, eu juro que não iria esconder isso por muito tempo



- É claro que agora o casamento não vai ser anulado – Rony diz esforçando-se para não gritar – você está grávida! Nós vamos continuar casados



- Não – Pandora diz e respira fundo – não vamos, não assim. Eu te amo, mi vida e é por isso que eu não posso ficar casada desta forma. Não seria bom nem pra nós dois nem para o bebê. E se um dia você encontrar alguém e quiser viver a sua vida? – ela seca uma lágrima com as costas da mão



Rony quer falar alguma coisa, mas ele sabe que Pandora está certa. Ele seria capaz de ficar casado por causa do bebê, mas ele sabe que não iria voltar a confiar na esposa tão cedo



- Eu pensei que você quisesse ficar comigo – ele finalmente consegue balbuciar. Mesmo sabendo que não iria confiar na esposa o ruivo se sente na obrigação de tentar.



- Eu quero, mi vida – Pandora diz com um suspiro – e se fosse há um mês eu diria sem titubear que faria qualquer coisa por uma chance. Mas esses dias que fiquei sozinha me fizeram pensar, a única chance que eu tenho com você um dia é deixar você ir. Nós nos precipitamos – ela suspira – eu agi num impulso e preciso arcar com as consequências – ela passa a mão na barriga – eu quero este bebê e nós vamos criá-lo da melhor forma possível, mesmo não estando juntos.



- Mas você vai para a Espanha – ele argumenta – vai ficar difícil para que eu veja meu filho, eu não quero ser um pai ausente – o ruivo fala. Pra quem há uma hora nem cogitava esta possibilidade, agora Rony se vê pensando acima de tudo no bem estar de uma criança que sequer nasceu – uma criança precisa do pai e da mãe – ele completa



- Sim – a espanhola concorda com a cabeça – uma criança precisa do pai e da mãe, e nosso filho vai ter um pai e uma mãe que o amam, mas por acasos do destino não vivem juntos – ela suspira – eu não vou voltar para a Espanha, eu vi uma vaga para assessora de segurança no gringotes, acho que eles querem diversificar um pouco essa coisa de dragões e eu pretendo me candidatar. Eu sempre fui boa no que eu faço e eu sei que mesmo com o bebê, eu posso conseguir o emprego. Talvez esse tenha sido o meu erro, meu outro erro, quero dizer, se eu tivesse arrumado algo para fazer assim que vim para a Inglaterra talvez eu não fosse tão insegura e as coisas pudessem ter tomado outro rumo.



- E o casamento? – Rony diz, a sua decisão de anular seu matrimônio não está mais tão firme como antes.



- Vamos seguir com os planos – ela fala com um suspiro – eu vou assumir que usei uma poção do amor e nós vamos anular o casamento. Eu nunca imaginei que as coisas chegariam a este ponto, mas vou assumir as consequências



- Mas... – Rony balbucia e é interrompido



- Sem mas – Pandora diz de modo decidido – é assim que tem que ser e é assim que será. Quem sabe no futuro você possa me perdoar e eu tenha ao menos a sua amizade



Rony olha para a sua esposa. Ele sabe que ela tem razão, então ele diz – fico feliz que você vai ficar aqui, isso vai ser muito bom para que eu possa conviver com meu filho e quanto a nós, vamos dar tempo ao tempo. Não sei se seremos amigos, mas sempre estaremos ligados



- Sempre estaremos ligados – Pandora diz com um suspiro e um meio sorriso. Se isso é o que ela pode ter do seu ruivo, ela aceitará...



XXXXX



De volta aos dias atuais



Ligados para sempre... Ele fala para si mesmo enquanto sorri ao ver a sua menina brincando alegremente. Laila é a coisa mais preciosa da sua vida, ele nunca imaginou o quanto a sua vida mudaria com sua garotinha. Ser um pai é a melhor coisa do mundo e agora ele entende finalmente toda a loucura a que Hermione se submeteu para ser mãe.



- Essa menina vai ficar complexada se continuar vestindo esse laranja berrante – a voz de Gina se faz ouvir, embora ela seja uma mulher adulta e casada a ruiva não perde uma oportunidade de provocar o irmão.



- Ela adora – o ruivo fala dando de ombros, de fato a sua filha tem a mesma paixão pelo quadribol que o pai e logicamente pelo time do pai, o que não é nenhuma surpresa já que a menina tem verdadeira adoração pelo pai



- Falou uma opinião absolutamente isenta – Gina diz rolando os olhos ao mesmo tempo em que se abaixa para receber a menina que vem correndo em sua direção.



- Tia Gina! – Laila diz enquanto se lança nos braços da ruiva.



- Oi lindinha – Gina diz sorrindo enquanto beija a pequena – eu estava com saudades. Quando você vai lá em casa brincar com seus primos?



- Amanhã – ela olha para o pai com os olhinhos suplicantes – pufavô papai, eu quelo ir blinca com os plimos amanhã.



- E porque não hoje? – Rony diz com um suspiro, ele já sabe a resposta da sua pequena



- Hoje não, papai – a menina olha pra ele com os olhos muito abertos – hoje eu vou pala a casa do Rafael, pufavô papai, você plometeu. Eu pleciso ir na casa do Rafael



Gina olha para o irmão segurando o sorriso, ela sabe que a sobrinha é louca pelo filho de Hermione. Para o desespero dos pais as duas crianças são grudadas praticamente desde que se viram pela primeira vez – então você precisa ir para a casa do Rafael hoje?



- Eu pleciso, tia – ela diz com seriedade – eu pleciso muito, eu pleciso ir blincar com ele. Ele é o meu melhor amigo pala semple – ela olha para o ruivo já com os olhinhos marejados – pufavô, papai – ela diz com a voz já tremulante, fazendo um beicinho que Rony já conhece e precede a maior arma da sua pequenininha, o choro.



- Nós vamos, princesa, eu sei que eu prometi – ele diz com um suspiro – agora vai brincar mais um pouquinho que daqui a pouco você tem que tomar banho pra gente poder ir à casa do Rafael.



- Obligado papai – ela diz enquanto lhe dá um abraço rápido e volta a pegar a sua vassoura de brinquedo



- Sem comentários – Rony diz ao ver que Gina está segurando uma gargalhada



- Eu não vou falar nada – ela diz sorrindo – mas como a Hermione gosta de dizer, o destino realmente gosta de pregar peças e a Laila e o Rafael serem melhores amigos pala semple – ela diz imitando a sobrinha – foi fechar esta história com chave de ouro



- O menino é bonzinho – ele diz com um suspiro – mesmo sendo filho de quem é



- Ora Rony – ela encara o irmão – o Malfoy e a Hermione estão casados e felizes, será que você não pode dar um desconto pra ele?



- Eu dou – ele argumenta – afinal eu levo a minha princesinha para brincar com a cria dele toda vez que ela está comigo e como eu falei o menino é bonzinho – ele para pensativo – deve ser a parte da Mione, certamente a doninha não deve ter sido muito agradável com essa idade



Gina rola os olhos, ela sabe que muito da implicância do irmão com o Malfoy é apenas isso, uma implicância que na verdade nenhum dos dois leva realmente a sério – e a Pandora como vai? – a ruiva muda de assunto. Por incrível que pareça com a anulação do casamento e o nascimento da sobrinha a sua relação com a ex-cunhada melhorou consideravelmente – e vocês como estão? – ela decide deixar logo claro o que ela está querendo saber



Rony respira fundo. Não é segredo pra ninguém que mesmo com a anulação do casamento, a convivência de Rony com a espanhola pelo bem estar da filha leva de vez em quando, como diremos, a alguns períodos em que o ex-casal relembra os velhos tempos, embora nenhum dos dois fale em relatar a relação.



- Daquele jeito que você sabe, estamos bem como estamos – o ruivo olha para a filha e grita – mais dez minutos, princesa – ele se volta para a irmã – estamos bem como estamos e eu agora posso dizer que estou voltando a confiar nela. Ela é uma excelente mãe, uma profissional excelente e um ser humano incrível, mas não posso pensar ainda em qualquer coisa além do que nós temos, pelo menos por enquanto.



- Vocês estão meio grandinhos pra esse negócio de namorar escondido, não acha? – ela vê a fisionomia surpresa do irmão – ora Rony você achou mesmo que na nossa família onde todo mundo presta atenção na vida de todo mundo ninguém iria perceber que rola muita coisa entre vocês dois? Com esse negócio de precisamos ser amigos para o bem estar da nossa filha, não sei como ainda não fizeram um irmãozinho pra Laila



O ruivo evita olhar para a irmã e até mesmo falar alguma coisa. Ele sabe que se tentar agora fatalmente irá gaguejar, isso sem falar que ele sente a sua face queimar sinal de que ele deve estar vermelho como um pimentão, uma característica Weasley já conhecida – não é bem assim – ele finalmente se permite pronunciar – não vou dizer que não rola nada de vez em quando...



- Ora, Rony – Gina sorri – a família toda sabe, seus amigos sabem. Se brincar até o profeta diário sabe. Vocês não pensam em retomar?



- Quem é você e o que ela fez com a minha irmã? – ele diz espantado – você não suportava a Pandora!



- Eu não suportava a Pandora que te deu uma poção do amor e casou com você em menos de uma semana, a Pandora que era grudenta o tempo todo e mal te dava espaço. Da Pandora mãe da minha sobrinha que te coloca na linha de vez em quando, eu gosto – Gina diz num tom explicativo – falando sério, Rony. Vocês não pensam em reatar? Firmar um compromisso? – ela olha para o irmão – a Laila ainda é novinha, mas vai chegar um momento em que ela vai perceber que o papai e a mamãe não moram na mesma casa, mas de vez em quando o papai fica no quarto da mamãe e eles se beijam e...



- Tá, eu entendi – Rony interrompe – a gente toma cuidado, viu. Nós não queremos confundir a cabecinha da nossa filha – ele respira fundo – e depois a Pandora ainda está indecisa



- Eu ouvi direito? – Gina fala mais alto do que gostaria – o que aconteceu com aquela história do eu te amei assim que te vi?



- Ela ainda me ama, eu acho – ele suspira – mas acho que ela tem medo de ter se apaixonado mais pelo sentimento em si do que por mim – ele sorri ironicamente – depois que ela parou de me dar a poção do amor, ela conheceu o meu verdadeiro eu e você sabe que eu não sou fácil, sem falar que ela sempre acha que eu não vou confiar nela por causa da poção



- Nenhum de nós é fácil – Gina concorda – mas ela não deixa de ter a sua razão, por causa dela vocês pularam etapas importantes, eu não acho que ela está de todo errada em ter medo



- É... – ele concorda com a cabeça – às vezes a gente se pega conversando se isso tudo teria acontecido se ela não tivesse feito o que fez. Nenhum de nos se arrepende – ele diz olhando para a pequena – mas talvez as nossas vidas fossem completamente diferentes



- É, talvez – Gina divaga – mas talvez vocês acabassem percorrendo o mesmo caminho só que num outro ritmo



- Quem sabe – Rony diz – mas o fato é que as coisas aconteceram assim e eu não mudaria nada – ele suspira – e quanto a mim e a Pandora, vamos dar tempo ao tempo



- Você está feliz? – Gina pergunta e sorri ao ver o irmão assentir com a cabeça – então por mim tudo bem. Vocês podem dar o tempo que quiserem, o que tiver que ser será.



Rony se abaixa para receber o abraço da sua garotinha, o maior presente que essa história louca lhe trouxe. Ele não sabe o que o destino lhe reservou para o futuro, mas ele tem certeza que consegue lidar com o que virá. Como a sua irmã sabiamente disse, o que tiver que ser será...





NOTA DA AUTORA



Quando comecei esta história eu tinha uma imagem da Pandora como uma espécie de vilã, nos meus planos ela iria atazanar a vida da Hermione por ciúmes. No entanto a fic meio que tomou outro rumo e a Pandora também, às vezes os personagens meio que adquirem "vida própria" e tomam um rumo que nem sempre é o que esperamos e isso aconteceu com ela. A Pandora continuou totalmente pegajosa e ciumenta mas eu não conseguia vê-la mais como uma vilã, então foquei no rumo que a fic tomou e deixei a Pandora meio esquecida até que em um determinado momento ela me chamou a atenção, é sério foi como se ela dissesse: ei, eu ainda estou aqui! Por que você me esqueceu? E as coisas entre ela e o Rony meio que tomaram seu próprio rumo.



Eu pensei muito se faria uma reconciliação ou se a tiraria em definitivo da vida do Rony e sinceramente não me senti satisfeita com nenhum dos dois desfechos então resolvi deixar num meio termo. "O que tiver que ser será". Talvez alguns não fiquem satisfeitos mas foi o rumo que eu senti que a relação dos dois deveria tomar.



O próximo capítulo é o epílogo e totalmente o final. Espero que tenham gostado e quem puder deixar uma palavrinha vai me deixar muito feliz.



Bjos e que nós todos tenhamos um ano novo cheio de esperança (e vacina, logicamente)


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