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4. 3. Visitas à meia noite


Fic: Os gêmeos Dianorte e o mister da rainha das trevas


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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FAN FIC: "Os gêmeos Dianorte e o mistério da rainha das trevas".



Autora: Vivvi Prince Snape



Disclaimer: Harry Potter, seus personagens e paisagens são de propriedade de J.K. Rowling, Warner Bros., e de suas editoras e afiliadas. Eu só os tomei emprestados para dar aos pobrezinhos um pouco de diversão e novidade.





Capitulo 3 - Visitas à meia noite



- Você só pode estar de brincadeira! – Vivian quase gemeu enquanto observava o quanto ainda restava para subir aquela bendita montanha.



- Falta só mais um pouco. Tenha paciência, por Merlin! Erik estava visivelmente irritado. Não bastava estar encharcado, ferido e faminto, sua querida irmã tinha que fechar com chave de ouro o dia mais horrível de sua vida com essas frescuras!



- Me diga mais uma vez: por que temos que fazer isso?!



- Merlin! São momentos como esse que me fazem lamentar não ser filho único!



Ela continuou resmungando. Reclamou da chuva, da lama, do mundo inteiro, nada lhe tiraria esse prazer. Sua voz era baixa, ligeiramente rouca, como a das antigas cantoras de Blues trouxas.



Neste mesmo instante, no corredor do castelo de Hogwarts, duas figuras caminhavam.



- Mas, Alvo, me ouça por apenas um minuto!



- Cara Minerva... acho que já discutimos sobre isso. Você sabe a minha posição.



- Posição?! Ultraje! Como pode confiar neles, como planeja trazê-los até aqui? Em algum momento você parou para pensar no que esta arriscando com essa atitude?



Os bruxos pararam perto da uma janela; a Profª. McGonagall estava definitivamente fuzilando o velho mago com seu olhar mais descrente. Ao mesmo tempo, duas figuras com longos casacos subiam pela encosta dos terrenos da escola, a chuva castigando suas vestes, fazendo seus capuzes ondularem, porém ocultando suas faces de qualquer observador curioso.



- Bem, Minerva, não adianta discutir sobre isso, porque eles já estão aqui.



- Por Merlin! – com isso, ela colocou a mão esquerda sobre o peito, sobressaltada. Afinal, era uma enorme surpresa que "aquelas pessoas" tivessem ao menos sobrevivido, e agora estavam ali.



Eles desceram calmamente a escadaria lateral que levava ao corredor da porta de entrada, grande, imponente, que estava aberta para receber calorosamente os visitantes noturnos – sem reparar que estavam sendo seguidos.



Severo Snape era um homem muito desconfiado, tanto que estava há uma semana de plantão pelos corredores, verificando o que o velho Alvo tramava. Sim, porque ele estava tramando algo. Conhecia os sinais, afinal durante anos as tramas foram por sua causa, por meio de sua pessoa, mas hoje isso não acontecia mais. Severo por razões mais que óbvias fora desmascarado pelo Lorde, transformou-se em um procurado, tanto pelo lado das trevas como pelo da luz. Irônico dizer que nenhum dos dois lados ao menos reconheceu seu valor e dedicação. Mas ele já esperava por isso; nunca fora na realidade compreendido por ninguém e por isso já estava acostumado.



Quando percebeu a movimentação de Dumbledore pelos corredores, tratou de colocar seu feitiço silenciador em seus sapatos e movimentou-se agilmente para que assim pudesse finalmente descobrir a trama sobre a qual o velho Alvo não queria lhe contar. Parou a poucos metros dos dois bruxos que conversavam, e ouviu a estranha e sussurrada indignação de Minerva com ligeiro interesse. Afinal, fosse o que fosse, se ela desaprovava, ele simplesmente adoraria.



Quando eles pararam, ele acompanhou, ouviu, não entendeu, porém continuou seguindo seus passos à uma distância segura. Sua curiosidade fora aguçada, eles estavam ali! Mas afinal, quem eram eles?



Severo mal teve tempo de se preparar; por um momento observou as duas figuras sinistras com longos casacos. O da esquerda parecia ser mais alto; de onde sua visão treinada podia observar, suas vestes eram de um tom de verde quase musgo, ele usava luvas e caminhava de forma rápida, porém aparentemente tranqüila, como se nada pudesse atrapalhá-lo a chegar ao seu destino. A outra figura, entretanto, era extremamente peculiar, passos rápidos e decididos, e do muito que o mestre de poções podia julgar de linguagem corporal, parecia furioso.



Ele parecia um estudante com cara de bobo ali, parado, observando aquelas pessoas. Mas eles eram fascinantes, era como se uma força magnética o atraísse a cada passo da figura furiosa vestida inteiramente de preto. Com bom humor ele até divagou, imaginando que o visitante como ele próprio possuía muito bom gosto nas cores escolhidas para suas vestes.



Uma mão delicada, de um branco ligeiramente rosado saiu das mangas da capa. Longas unhas pintadas de negro não deixavam dúvidas que "o furioso", na realidade era "a furiosa". A mão apontou uma varinha com uma cor impressionante, entre o vermelho e o marrom escuro diretamente para o rosto de Alvo Dumbledore. Severo ficou alerta e empunhou sua varinha, preparando-se para o que quer que acontecesse dali em diante.



Estaria pronto para quase tudo, menos para aquele rosto.



Vivian estava definitivamente furiosa.



Não era segredo para ninguém que Voldemort era pirado, homicida e cruel. Depois do pesadelo que teve, nunca mais dormiu uma noite inteira, guardava sua varinha o mais próxima possível de sua mão e estava sempre com as malas prontas e reduzidas, caso precisasse fugir. Ela não achava que teria que fugir, apenas sabia que iria acontecer e ponto final.



Mas precisava ser durante o jantar? Ela nem ao menos conseguiu provar o carneiro! Alguém iria pagar pela aparatação nauseante, pelo carneiro intocado em seu prato, além da maldita caminhada que teve que fazer até chegar ao castelo.



Com certeza alguém ia pagar!


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