PRÓLOGO
Vocês tal como nós, sabem que ninguém pode avaliar as verdadeiras dimensões de uma catástrofe até ser envolvido por ela, certo? Mesmo assim, como parte integrante do desastre, não se pode compreendê-lo em sua plenitude, mas apenas pela experiência individual de cada um. E o que acontece quando estamos apanhados por uma maldição? Por algo que nunca ninguém desejaria? Quando somos confrontados por algo que considerarmos ser uma ilusão, mas que tal como nós é uma matéria, é real. Pois essa maldição tem um corpo, uma sombra e uma alma própria.
A história que vos vamos relatar a seguir é considerada por muitos como verdadeira e que faz parte de nós, uma parte que muitos conseguem ocultar e para outros é algo inexistente, fruto de imaginações. E quando não se consegue ocultar pode ser considerada uma maldição.
**
Harry, Hermione e Rony chegaram a estação de King Cross, contentes e em simultâneo meio saudosos. Tinha sido o último ano dos três em Hogwarts. Despediram-se de Rony e dos pais deste, Sr. e Srª Weasley. Hermione beijou o namorado e ambos partiram pra um apartamento que o pai de Hermione fizera questão de comprar.
Chegaram ao apartamento, era realmente espaçoso tal como o senhor Granger lhes havia afirmado. Seria ali o lugar onde passariam uns meses. Pois a morena recebera conselho de Tonks em como deveria melhorar a sua formação numa escola pariense pois ela mesma já estivera lá. Com apoio de Harry, que achava que isso era algo sobre a qual a decisão dela é que predominaria e que não deveria desperdiçar aquela oportunidade. Ele ficaria em Londres completando a formação dele com a ajuda de Lupin.
**********************************************************************
Os primeiros tímidos raios de sol infiltravam-se pela fina gaze das cortinas, enchendo o quarto com sua luminosidade suave e difusa. A manhã de 1 de Maio despontava como uma bela e agradável manhã de Primavera.
O moreno acordou sobressaltado. Sentou-se de um pulo na cama. Olhou pra o lado e viu Hermione descansando. Tinha a boca seca, um desagradável aperto no estômago, o coração descompassado. Um pesadelo? Um sonho? Ele não sabia distinguir com clareza qual delas tivera.
Levantou-se em busca da jarra de água ao lado do abajur que estava sobre um móvel ao lado da cama. Encheu um copo de cristal e sorveu todo seu conteúdo de uma só vez, os olhos fechados na tentativa de recordar o pesadelo ou sonho. Aff…não conseguia. Droga, não conseguia e tinha a certeza de que era algo importante. Esfregou os olhos e observou Hermione. A imagem da morena reflectiu-se no imenso espelho de moldura dourada pendurado sobre o aparador. Tinha a aparência cansada, a pele pálida e os olhos eram sombreados por olheiras que começavam a se formar, os cabelos estavam levemente bagunçados. Passou vagamente a mão sobre o queixo onde a barba começava a despontar, procurou arranjar os cabelos dela carinhosamente com os dedos. Agachou-se e beijou-a na cara. Ela abriu os olhos e deu um meio sorriso. Abraçou-o e voltaram a deitar-se.
************
Ela encheu um copo de água e ia levá-lo aos lábios, quando se deu conta do silêncio incomum que enchia o apartamento.
O relógio de algibeira marcava 18 horas da tarde. Estranho. Nem mesmo o canto dos pássaros ou o latir dos cães na rua podiam ser ouvidos. Era como se o mundo houvesse parado. Sentiu um desconfortável aperto nas entranhas, dirigiu-se à porta do banheiro. Tinha uma sensação estranha, um pressentimento, quando abriu a porta para espiar no banheiro e não viu ninguém. Tinha a certeza de que alguém estava ali com ela. Algum sentimento tomou conta dela, pra ser precisa, o medo tomou conta dela. Mas quem? Quem estaria ali também? Harry tinha ido pra o Ministério, era impossível outra pessoa ter entrado lá enquanto tomava banho.
Ao passar pelo aparador mirou sua imagem no espelho. Os cabelos caindo sobre os ombros, as expressões típicas dela, o tom de pele, os olhos característicos…enfim, tudo normal…
Aproximou-se e encostou-o o nariz no espelho. Sorriu discretamente e nisso o medo sumiu.
_Não me lembro de você tão vaidosa assim. – fala Harry entrando no quarto e parando perto da porta.
_Há muitas coisas que desconhece sobre mim. –fala distante sem deixar de olhar seu reflexo.
_E que coisas são essas? Normalmente se eu entrasse assim, você diria algo como, ‘Harry, que susto’, mas parece tão tranquila. - diz aproximando-se dela e depositando um beijo na nuca.
_Coisas sem importância nenhuma, meu amor. - fala desprezando o espelho e voltando-se pra o beijar.
_Você por vezes é tão… – fez-se um profundo silêncio em que ele a fixou.
_Atraente? -propõem mordendo os lábios.
_Também…mas eu diria, talvez mais misteriosa.
_E não gosta? - pergunta sussurrando pra ele.
_Gosto…-fala e antes de continuar ela toma os lábios do moreno num beijo. Um beijo voraz e provocante que os fazia perder a noção e ao mesmo tempo os preenchia de desejo…
Um beijo que, sem desprezar a alma, se realizava mais na carnalidade e luxúria do que na sensualidade. As mãos dela desordenavam ainda mais os cabelos negros enquanto as mãos deste viajavam pelas curvas da namorada. Harry inverteu as posições ficando sobre ela.
Entre mordidas, o ritmo foi se intensificando até que ela o voltou a diminuir retomando a tranquilidade e permitindo aos dois respirarem. O beijo voraz tornou-se carinhoso e amoroso e com um desejo mais moderado, até que ela o largou.
_Eu te amo. – fala deitando-se nos braços dele._ Não sei explicar o porquê, mas apenas sua presença me traz segurança.
O silêncio permaneceu em absoluto.
Ela não podia ignorar o quanto a presença daquele homem era marcante, não apenas no ambiente em que se encontravam, mas principalmente em sua vida. Inúmeras vezes arriscaram suas vidas um pelo outro, movidos pelo sincero sentimento que os unia. Porém, após todos os anos de convivência, acreditava que não eram mais apenas companheirismo e amizade que os tinha tornado tão ligados.Com o passar do tempo, nasceu a crença de que tanta lealdade poderia ter tornado seus corações vulneráveis a sentimentos mais profundos e íntimos, os quais naquele momento eram intensamente experimentados por ambos.
Apertou mais o moreno desejando nunca o ver afastado dela.
_Hermione, você se sente bem? -pergunta sentindo-a estremecer.
_Aham…-fala a morena e novamente a sensação do estômago se contraindo.
_Nos últimos dias, você parece estar tão distantes e noto que passa as noites em claro.
_Estou bem sim. É normal uma certa ansiedade antes de partir pra Paris e saber que vou ficar largos meses sem poder beijar o homem que tanto amo é angustiante.
Ela mesma sabia que algo a preocupava, mais era uma coisa difícil de se explicar, muito superior ao seu raciocínio ou ao entendimento de qualquer pessoa. Era uma mulher racional, consciente e que sempre valorizou tudo o que teve, tanto materialmente como sentimentalmente.
Sua personalidade, por vezes céptica e firme, escondia segredos jamais desvendados por pessoa alguma. O que seu coração guardava apenas o que ela mesma achava que conhecia.
O moreno olhou-a, algo estava acontecendo…não sabia definir, apenas pressentia.
A afinidade que se enraizara entre eles era tão transparente, que se tornavam capazes de se comunicar apenas através dos olhos.
Amava-a muito, mais do que podia expressar. Essa afeição consistia num misto de carinho, amizade e amor.
_Irei sentir saudades suas. -fala ele.
_Eu também. -fala levantando-se pra ir vestir.
_Tenho uma surpresa pra você. -fala tirando uma caixa do bolso
_Mesmo? Estou curiosa, me mostre o que está aí dentro. – o moreno abriu a caixa revelando duas lindas alianças de ouro.
_Gostou? -pergunta vendo a morena boquiaberta.
_Se gostei? Adorei…é tão…-e completa a frase abraçando o moreno.
_É pra que não se esqueça de mim. -fala colocando a aliança o dedo anelar dela.
_Como se isso fosse possível. Você e insubstituível e inesquecível.
********************************************************************
Harry e Hermione chegaram ao aeroporto meio atrasados, pois estava quase na hora pra a partida do voo.
_Quando chegar liga pra mim.
_Ligarei sim. Quererei sentir todos os dias de sua voz que nada mudou, que tudo continua igual.Eu te amo…- afirma dando-o um beijo que se prolongou durante alguns segundos antes dela se dirigir a sala onde partiria.
**********************************************************************
Hermione aterrou em Paris ao entardecer, ansiosa por apanhar um táxi e dirigir-se para o respectivo hotel, onde iria instalar-se durante as primeiras semanas por opção sua, com o propósito de aproveitar Paris enquanto podia, mesmo sem a companhia de Harry. Sentia-se sonolenta após a longa viagem de avião, que apesar de cansativa, fora deslumbrante. A maior parte do tempo fora ocupada com pensamentos distantes e leituras intensas. Não pregou olho pelo simples fato de não ter o ombro do moreno para apoiar a sua cabeça.
Um pouco desorientada, caminhou até o local onde deviam estar as suas bagagens. Trajava roupa bastante atraente, que a conferiam uma postura particularmente elegante, e aparentava ser meio apatacada. As bochechas encontravam-se coradas, contrariando a habitual palidez de seu rosto emoldurado pelos cachos perfeitos. Ninguém, jamais, desconfiaria que a bela jovem fosse uma sensata bruxa em desenvolvimento.
A brisa fria roçou-lhe o nariz enquanto admirava à sua volta, com o intuito de arranjar um táxi livre, observando os movimentos agitados das pessoas aos ziguezagues e as lindas vitrines luminosas.
De repente, parou um mesmo na sua frente e ela não hesitou sequer um minuto para lhe fazer sinal, estava a ficar com frio e a ideia de entrar num lugar quente confortante era-lhe muito tentador.
Depois de tudo guardado, informou o taxista qual o hotel e seguiram rumo a norte.
**
Finalmente, chegara ao quarto onde se hospedaria. Era enorme e espaçoso, a cama convidativa, o banheiro interligado, enfim, era tudo qualitativo e agradável. Mas o melhor situava-se nas vistas da ampla janela que oferecia a magnífica paisagem de Paris, incluindo a esplêndida Torre Eiffel. Com um suspiro pesado, Hermione concluiu que dispensaria ali vários minutos, sentada em uma cadeira confortável ou debruçada sobre o corrimão, a estudar ou simplesmente a apreciar o panorama lindo que a cidade convidava. E como a sua energia se esgotara, decidiu tomar um rápido ducha e dormir.
De manhã, despertou e uma sensação tomou conta dela, uma sensação inexplicável. Olhou em redor, a cama era grande demais para uma pessoa só, talvez até para duas, mas adivinhou que o calor de dois ‘amantes’ tornaria o clima diferente...
Não resistiu em tocar amavelmente na aliança, rodando-a devagar, enquanto os seus olhos se distanciavam da realidade em que estava agora.
Pouco depois, afastou os lençóis para um lado e abandonou a cama pra se vestir, ainda pensando em Harry.
Desejava que terminasse logo esse ano de modo a que pudesse voltar pra Londres.
O primeiro dia correu bem para quem era novata naquela situação, a sua inteligência e prudência ajudaram também, e ela estava satisfeita com o resultado, desejosa por telefonar a Harry para contar-lhe as novidades e ouvir a sua voz.
Hermione sabia que as matérias dificultariam de grau para grau, exigindo a máxima concentração e muito empenho e que com o passar do tempo se tornaria quase impossível de se comunicar com Harry, mas para ele encontraria sempre alguns minutos.
Os dias seguintes transformaram-se em segundos milagrosos, tão rápidos passavam como tão absorvida ela estava, e depois exausta. Apesar de preferir as partes práticas, Hermione gostava do que fazia, a experiência era única e enriquecedora para sua carreira profissional de Auror. Continuava a trocar cartas com Harry, embora elas fossem cada vez mais curtas e raras, mas evitava não as enviar, por vezes sentindo que eram quase como que uma necessidade – ele era importante para ela sem dúvida.
Como sempre, Hermione caminhava entre os cidadãos pariense, a pressa passara a fazer parte do seu dia-a-dia. Alguns livros na mala, outros na mão e sem deixar de consultar o relógio, a pontualidade era cada vez mais algo que ela considerava primordial, dirigia-se a passos largo até esbarrar em alguém.
– Oh! Desculpe. – falou desligando o celular e agachando-se pra ajudá-la a apanhar os livros que ela deixara cair com o choque.
– Tome. – esticou os braços enquanto sorria, fascinado.
Hermione demorou a processar o acontecimento.
– Você está bem? – perguntou preocupado.
– Sim… Estou. Parece que ninguém vê agora por onde anda. – fala afastando os cabelos dos olhos e erguendo a cabeça e só então notando com quem tinha esbarrado. A sua frente estava um homem pouco mais alto que ela, loiro, atraente e de olhos azuis-escuros.
Ele gargalhou da expressão que ela transmitira.
– Meu nome é Christophe. – estendeu uma mão em gesto de cumprimento, e ela apenas a mirou.
_Hermione.
_Hum…Aceita tomar um café comigo?
_Não…er…quer dizer, não dá…eu tenho pressa. Tchau. –despede-se e recomeça aos passos largos.
Durante as aulas teóricas que estava tendo naquela manhã sentia-se uma idiota por ter reagido daquele jeito, toda encabulada e atrapalhada. Ele era bonito, sim, mas não para tanto, fora apanhada desprevenida, os pensamentos ocupados pelos estudos, pelo futuro, com Harry. Oh… Harry… A saudade sufocava-a e o coração apertava tanto…
Era horário de almoço e com o término das aulas matinais, a morena dirigia-se pra o hotel quando escutou uma voz:
_Sabia que encontrar uma pessoa desconhecida no mesmo dia tem um significado?- pergunta Christophe caminhando pra ela.
_Hum…E que significado é esse?
_As suas vidas podem ter o mesmo destino.
_Pra mim não, o único significado que justifique que você esteja novamente a minha frente é provavelmente porque me seguiu ou não arredou os pés daqui desde manha.
_Talvez. Agora aceita tomar um café? Juro que não se arrependerá.
Ela suspirou e decidiu aceitar, afinal nunca estivera em companhia de ninguém nessas duas semanas que estivera em Paris.
_Ok, desde que não faça perder muito tempo.
_Estou curioso pra saber o porquê de você estar sempre apressada. - ao ouvir isso a morena riu-se.
***********
Os dias foram passando e a sensação estranha de Hermione pareceu diminuir. Por ou não entrada de Christophe em sua vida, distraindo-a, divertindo-a, porém apenas como amigos, pois ela fizera menção de contar sobre o namorado, mas não mencionou quem ele era…
E Christophe sempre fazia comentários que a deixavam acanhada, do gênero «O seu namorado deve ser o mais sortudo do mundo!» «Ele deve amá-la muito, assim como você, não é mesmo?»
Ok, de vez em quando falava em demasia do seu namorado, como se quisesse capturar algo errado na sua reação, e ela obrigou-se a esclarecer tudo.
Na terceira semana, num dia chuvoso, Hermione saiu do hotel e partiu para o apartamento a que tinha direito desde a sua chegada. A comparação dos dois foi inevitável, o outro era grande e moderno, este tinha um espaço moderado e uma decoração jovial e, sem dúvida, bem mais bruxo.
Depois de ter desfeito as malas, Hermione começou a se preparar para aconchegar-se na cama.
Londres
Harry acabara de chegar à casa todo encharcado. A sua primeira reação foi marchar para a janela de seu escritório, apreensivo, mas não estava lá nenhuma coruja e os ânimos murcharam novamente. Há quase um mês que não tinha uma notícia de Hermione, isso o enlouquecia.
“Como sinto tanto a sua falta.” Pensou apertando a aliança e mirando a foto sobre a secretária.
Dirigiu-se para o quarto, acendeu a luz, mas esta se apagou de imediato. Confuso, tornou a pressionar o interruptor... Nada.
Harry ficou imóvel, a respiração interrompida, à procura de sons, movimentos... A sua mão começou escorregar para dentro de seu casaco para sacar a varinha. Estava quase, quase a tocá-la, quando lhe puxaram os braços para trás de suas costas deixando a varinha cair no chão e rolar pra longe. Envolveram-no num abraço carente, a respiração ofegando contra sua nuca.
A embriaguez foi tanta ao sentir aquela fragrância, que ele teve a impressão de que ia desmaiar. Fechou os olhos, saboreando. Ele conhecia aquele perfume, ele tinha certeza. O corpo comprimido atrás de si era…será que era ela?
Aquele corpo formoso e quente estava pressionando o molhado e frio dele.
De repente, refletiu que qualquer mulher poderia usar aquele perfume, então, tentou soltar os seus braços e virar-se, mas ela levou uma de suas mãos às dele, acariciando, enquanto a outra percorria o seu peito em movimentos circulares. Harry quase derreteu no meio da escuridão do quarto.
– Quem... – não conseguiu formular a pergunta, pois lábios sedosos roçaram em seu pescoço, arrepiando cada centímetro de sua extensão. Aquele toque… Aqueles lábios…
Harry tentou mover-se, livrar-se da passividade, mas o seu esforço valeu um abraço mais apertado ainda, uma perna entrelaçada no meio das suas. Simplesmente era impossível resistir à tentação.
Sentiu-a abrir o seu casaco e atirá-lo para longe. Uma mão passeou pelos abdominais definidos e por áreas mais abaixo. Aproveitou essa oportunidade e rodou, abraçando-a possessivo, apertando todos os cantos de seu corpo, ansiando as curvas salientadas… era o corpo dela, tinha de ser…
A boca dele foi atacada por um beijo insaciável, a língua atrevida invadia, lambia e mordia os seus lábios, deixando-o louco de prazer. Levou os dedos aos cabelos da mulher, encaracolados, macios, perfumados. Estremeceu…
Harry interrompeu o beijo a grande custo, agarrando a face lisa por entre as mãos e tentou observar, mas não conseguia capturar nada, nem uma sombra. Apenas sentia o bafo irregular diante de si.
– Mione? Fale meu amor, preciso ouvir sua voz.
_Mione? Não, Harry. Meu nome é Sylene. – Harry ouviu algo deslizar para o chão, em seguida foi atacado pelo corpo nu que o encaminhava em direção à cama.
A reação dele foi agarrá-la com força, levantando-a do chão e tombaram sobre a colcha. O falo a pulsar cada vez mais e o desejo a pronunciar-se alto. Tudo o que ele escutava, eram os gemidos abafados, cada vez mais fortes e desvairados. Totalmente sem controlo.
Subitamente, ela arrancou-lhe a sua camisa, rasgando-a. Ele não conseguiu reprimir um murmúrio quando ela se apoderou de seu peito, beijando, mordiscando-o. E o gemido tornou-se num gritinho grave quando ela deslizou a língua por seu pescoço sensualmente, descendo pelo peitoral. A mão de Sylene arrancou o cinto das calças dele até que por fim retirou a última peça que ele tinha no corpo. E o moreno parecera que nem notara disso.
Harry firmava as coxas da mulher contra os seus quadris, com uma vontade demente de a ter rapidamente. Sem aguentar mais, virou-a, ficando por cima, e comprimiu a boca dela, a sua língua exigindo que ela entreabrisse os lábios, e depois explodiu uma batalha, um beijo íntimo e prazeroso, apagando todo o raciocínio, enquanto ela erguia o corpo contra o dele.
Harry deslocou a boca até ao ombro tenro, arrastou a língua até a um seio, arrancando-lhe gemidos de ansiedade… E quando ele fechou a boca em torno do mamilo, ela segurou os cabelos dele, estremecendo-se perante o prazer que ele lhe provocara.
Harry já se encontrava completamente despido, sem mesmo se aperceber de tal. O desejo cegava-o, a paixão queimava-o, e ele estava a ponto de se explodir caso não aliviasse essa tensão.
Trémulo de emoção e desejo, encaixou-se sobre ela e apoiou-se nas mãos. Começou a penetrá-la devagar, dominando o impulso de enterrar-se rapidamente no corpo úmido e latejante. Começou a perder o controle quando ela ergueu os quadris e apertou-lhe os ombros com força, murmurando seu nome. E murmurara seu nome com desejo e ternura, destruindo todo seu autocontrole. Ele investiu com força, penetrando-a completamente, e começou a mover-se num ritmo frenético, cada vez mais forte e prazeroso até os dois ficarem loucos na ânsia de chegar ao êxtase do prazer, alcançando-o juntos numa explosão de sensações.
_Sylene… – pronunciou vagamente antes sentir todo o raciocínio apagar-se e tudo cada vez mais escuro.
**
Quando somos confrontados por algo que considerarmos ser uma ilusão, mas que tal como nós é uma matéria, é real. E vocês? Acham que tudo o que aconteceu foi apenas uma ilusão?
**
N/A _Oie, aqui é Jane_Potter_...antes demais pedimos desculpa pela demora na atualização… sim, nos sabemos que demoramos! Mas a falta de tempo, provas não dava e além disso, tanto eu como Hermi Potter, cada uma tem as suas fics…Esperemos que este prólogo vós tenham mostrado uma pequena ideia do que virá…E como é óbvio, sabemos que devem estar muitos confusos com esse triângulo amoroso, mas compreenderão com o passar dos capítulos. Comentem, hein! Bjs
N/A: Oi, aqui como é óbvio é a Hermi... =) Nós demoramos um pouquinho (grande) porque como a Jane já disse, estávamos em época de provas, arg! E dp de lerem esse prólogo devem estar com vontade de subir as paredes... kkkkkkkkkk Vocês já sabem cmo as coisas funcionam, capítulo virá mais depressa com comentários... Qq dúvida n hesitem, ok? A gente responde... agora n perguntem, quem é essa Sylene???? Kkkkkkkkkkkkk Esperamos muitos comentários Bj *
|